Beach Spikers (Nintendo Gamecube)

Continuando pelas rapidinhas e por jogos desportivos com o selo da Sega, Beach Spikers é mais um jogo com as suas origens nas arcades, tendo sido convertido unicamente para a Nintendo Gamecube. Acredito que, se a Dreamcast não tivesse tido uma morte prematura, talvez tivéssemos tido uma conversão para a última consola da Sega, visto este ser mais um jogo desenvolvido originalmente no sistema NAOMI. O meu exemplar foi comprado através de um particular e veio originalmente da CeX de Sintra, onde custou cerca de 3/4€ se bem me recordo.

Jogo com caixa, manual e papelada

Este é um jogo de voleibol de praia feminino de equipas de duas contra duas. E antes que s defensores dos bons costumes entrem em acção, é verdade que as jovens estão de bikini, mas este não é um jogo tão sexualizado quanto os Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball, onde elas possuem bikinis super reduzidos e outros atributos corporais que não costumam ser muito comuns em atletas “a sério”.

A jogabilidade é óptima, excepto na parte da câmara que por vezes deixa-nos de fora do angulo de visão

De resto, tal como em muitas outras conversões arcade da Sega, o modo Arcade está aqui representado. Neste escolhemos uma de várias equipas disponíveis e vamos jogando diferentes partidas reduzidas onde não temos de marcar os 15 pontos para vencer, mas sim um número menor. É aqui que também temos a vertente tradicional do multiplayer que pode ser jogado com até 4 jogadores. Depois temos o World Tour Mode, onde já teremos muito mais para fazer. A jogabilidade em si é muito simples, com um botão para “passar” e outro para “rematar” a bola para o campo adversário. A intensidade dos nossos toques na bola aumenta consoante o tempo que deixamos o botão pressionado. Uma das coisas que não gostei muito é a câmara, pois esta é dinâmica demais. Mediante para onde vai a bola, a câmara vai rodando a perspectiva do camp, o que acaba por atrapalhar um pouco pois por vezes deixamos de ver a atleta que estamos a controlar.

Tal como um RPG se tratasse se escolhermos o modo de jogo World Tour podemos criar as nossas atletas

Mas para além do modo arcade, temos aqui também o World Tour, onde a Sega decidiu e bem incluir muito mais conteúdo. Inicialmente escolhemos a nossa equipa, a nossa atleta e a sua companheira de jogo, que por defeito é sempre controlada pelo CPU. Depois lá vamos jogando em diversos torneios ao longo do mundo, onde o objectivo é chegar o mais longe possível no torneio, para que no final da temporada a nossa equipa seja a que possui mais pontos. Inicialmente vamos ter muitas dificuldades pois a nossa colega de equipa é muito fraquinha, mas à medida em que vamos participando em partidas, poderemos melhorar os seus atributos, quase como um RPG se tratasse. Geralmente, na segunda temporada já temos um NPC bem aprimorado e que potencialmente joga ainda melhor que nós, o que nos dá mais chances de sucesso.

No que diz respeito aos audiovisuais, este é um jogo bem consistente. Por um lado a nível gráfico temos arenas de jogo muito bem detalhadas, embora às vezes até com um excesso de product placement nas publicidade. Por sua vez, as atletas também estão muito bem detalhadas e com boas animações. A música é que me desiludiu um pouco. Estou habituado àquelas jogos arcade da Sega do final dos anos 90 inícios de 2000, onde as bandas sonoras estão repletas de músicas rock e guitarradas orelhudas. Bom, elas aqui também existem, mas não me agradaram tanto desta vez.

E à medida que vamos jogando partidas ganhamos pontos de experiência que podem ser usados para melhorar os atributos da nossa colega de equipa, controlada pelo CPU

Concluindo, este jogo, tirando o problema da cãmara que me irrita um pouco por vezes, acaba por ser tanto um bom jogo arcade, como um bom jogo de voleibol de praia, principalmente pelo seu modo “campeonato”, onde poderemos inclusivamente desbloquear uma série de extras como diferentes penteados e trajes para as atletas.

Virtua Tennis (Sega Dreamcast)

Voltando aos jogos desportivos e à Dreamcast, o Virtua Tennis foi mais uma daquelas conversões arcade para a Dreamcast, visto que o original foi desenvolvido para o sistema Naomi. Mas a Sega felizmente já estava a aprender umas coisas e esta não foi uma simples conversão do jogo arcade (que por si só já era excelente) mas inclui também um modo singleplayer muito competente. O meu exemplar foi comprado algures no mês passado, custando-me menos de 5€.

Jogo com caixa e manuais

Aqui dispomos de vários modos de jogo, desde as partidas simples que podem ser jogadas entre 1 até 4 jogadores em simultâneo, o modo arcade e o modo World Circuit. No primeiro jogo, optamos por escolher um de vários tenistas reais que competiam ainda em 1999/2000 e teremos de vencer uma série de 5 partidas em diferentes estádios. Na verdade não temos de jogar uma série de sets como nas partidas a sério, mas sim ganha-se a partida ao melhor de 3 jogos, não sets. Por fim temos o World Circuit Mode que é um modo singleplayer com muito mais conteúdo adicional.

A nível de jogabilidade e audiovisuais, este era de factp um jogo impressionante para a época

Aqui teremos muitas mais partidas para participar ao longo de todo o mundo, para além de alguns mini-jogos com diferentes desafios que servem para treino. Em ambos podemos amealhar dinheiro que pode depois ser usado em lojas para comprar novas roupas, contratar parceiros, desbloquear novos estádios ou jogadores, ou comprar outros power ups como novas raquetes ou bebidas energéticas. O original de arcade era um jogo excelente pela sua jogabilidade simples, intuitiva e excelentes audiovisuais. encontrando-se fielmente representado nesta versão da Dreamcast. Mas a inclusão desta campanha singleplayer acrescenta muito conteúdo ao jogo já que, para quem for bom jogador, consegue terminar o modo arcade em cerca de 10 minutos.

No modo carreira vamos tendo alguns minijogos deliciosos.

No que diz respeito aos audiovisuais, estes são excelentes para os padrões de 1999, com os tenistas profissionais muito bem detalhados, assim como os estádios e o próprio público, dentro dos possíveis. A nível de som é também um jogo excelente e uma das coisas interessantes que reparei é que, no modo arcade quando jogamos em França, o locutor fala em francês, enquanto que nos restos dos locais é inglês, com expressões americanas ou britânicas consoante o local onde estamos a jogar. Achei que foi um detalhe muito interessante! E depois, claro, uma vez mais nos jogos arcade da Sega daquele tempo, a banda sonora é repleta de grandes guitarradas e riffs orelhudos que a mim muito me agradam.

No fim de contas, mesmo que não sejam grandes apreciadores de jogos de desporto, é fácil entender o porquê deste jogo ter sido tão bem aclamado pela crítica na altura em que saiu. A jogabilidade é excelente, viciante e os audiovisuais incríveis para a época. A Sega manteve esta série viva por muitos mais anos, mas confesso que depois dos originais para Dreamcast não voltei a pegar na mesma.

Tiny Toon Adventures 2: Montana’s Movie Madness (Nintendo Gameboy)

Continuando pelas rapidinhas, vamos ficar com mais um jogo de plataformas dos Tiny Toons, cuja licença da franchise durante os anos 90 estava com a Konami, que por sua vez nos trouxe vários bons jogos desta série para a Gameboy, NES, Super Nintendo ou Mega Drive. Este meu exemplar foi comprado algures em Setembro no flea market do Porto, custando-me 4€ se bem me recordo.

Apenas cartucho

A história é bastante simples como habitual. O riquinho Montana Max decidiu exibir uma série de maus filmes protagonizados pelo próprio e o Buster Bunny decide estragar-lhe os planos, saltando para dentro dos seus próprios filmes. Como já devem ter adivinhado, vamos participar numa série de clichés do cinema, começando pelos westerns, passando pelos filmes de samurais, futuristas ou de terror.

Graficamente é um jogo bem detalhado, com níveis bastante distintos entre si.

No que diz respeito aos controlos, estes são relativamente simples, com um botão para saltar e outro para atacar com pontapés, embora nem todos os inimigos possam ser derrotados dessa forma. Alguns só mesmo saltando-lhes para cima, como habitualmente em muitos jogos de plataformas.Também temos a possibilidade de sair a correr, mas temos de pressionar primeiro no botão direccional para baixo durante alguns segundos e só depois para a esquerda ou direita, para o Buster Bunny sair correndo nessa direcção. Cada nível é composto por várias etapas, culminando sempre na etapa final onde defrontamos Montana Max como vilão temático do nível onde estamos. De resto, entre cada nível lá participamos nalguns minijogos opcionais onde poderemos ganhar vidas extra. Os minijogos podem ser de basquetebol, onde temos de fintar Pluckey Duck e encestar, de puxar a corda, ou dar toques em bolas de futebol até marcar golos. Ocasionalmente, no decorrer dos níveis lá podemos ir para uma espécie de roleta russa, onde podemos ganhar vidas, pontos, saúde, ou cenouras.

Ocasionalmente lá temos oportunidade de jogar numa roleta onde apenas perdemos algo se acertarmos no Dizzy Devil

No que diz respeito aos audiovisuais este é um jogo competente tendo em conta que corre num Gameboy clássico. As sprites são bem detalhadas, assim como os backgrounds dos níveis. As músicas são também agradáveis, incluindo não só a faixa temática da série, mas também alguns excertos de música clássica. Portanto, no fim de contas este é mais um jogo de plataformas sólido, embora não seja excelente. Para quem for fã do género ou da série Tiny Toon tem aqui mais um bom jogo para explorar.

Final Fantasy X-2 (Sony Playstation 2)

Até ao lançamento do décimo capítulo principal da saga Final Fantasy, nenhum desses jogos eram sequelas de qualquer um dos outros, nem sequer pertenciam ao mesmo universo fictício. Mas talvez devido ao sucesso a nível mundial que os Final Fantasy VII, VIII e IX tiveram, a Square começou a pensar de forma diferente. E não muito depois do Final Fantasy X ter saído, a Square lá anunciou uma sequela directa do clássico da Playstation 2. O meu exemplar foi comprado algures no ebay há uns quantos anos atrás, nem me recordo bem quando nem quanto custou.

Jogo com caixa, manual e papelada

Tal como referido acima, este jogo decorre depois dos acontecimentos do Final Fantasy X, mais precisamente dois anos depois, onde Yuna é a principal protagonista. Outrora com o papel de High Summoner, Yuna decide agora juntar-se à Rikku e a uma nova amiga chamada Paine com o grupo de “caçadores de esferas” Gullwings. Isto porque Yuna quer procurar a todo o custo pistas que a possam levar a reencontrar-se com Tidus, desaparecido desde o final do último jogo. Mas o mundo de Spira também mudou bastante. O culto a Yevon desapareceu, mas deu origem á facção de New Yevon e aos Youth League, uma facção anti-religiosa e que estimula o progresso acima de tudo, enquanto que os primeiros eram bem mais conservadores. A rivalidade entre os dois grupos começa a escalar e rapidamente nos vemos envolvido no meio dos conflitos, com outras coisas mais misteriosas a ocorrer pelo meio e que não vou aqui revelar.

O facto da primeira batalha ser practicamente um concerto Pop fez-me pensar inicialmente que o jogo seria todo assim neste género. Ainda bem que estava errado.

Confesso que estava à espera de algo diferente mas até que fui agradavelmente surpreendido. A minha expectativa era que este fosse um jogo mais orientado para o público feminino, por ter três protagonistas femininas e com uma temática à volta do J-Pop, pois o jogo começa precisamente com Yuna a dar um concerto na mesma arena onde se jogava Blitzball, e na altura em que o jogo saiu, foi muito publicitado por isso. Mas tirando algumas mudanças na jogabilidade que passarei a explicar mais adiante, o conceito da história manteve-se muito semelhante ao seu predecessor.

No Final Fantasy X, tinhamos o Sphere Grid System, uma espécie de “jogo de tabuleiro” gigante onde poderíamos gastar os pontos de experiência adquiridos nas batalhas para evoluir as nossas personagens ao activar as posições do tal “tabuleiro”. Aqui as coisas modificaram-se. Agora temos as Dressspheres e Garment Grids. O primeiro são essencialmente as classes. Inicialmente dispomos de algumas dresspheres como Thief, Warrior, Gunner ou Songstress, cujas terão diferentes habilidades que podem ser desbloqueadas a medida que ganhamos experiência. Ao longo do jogo poderemos encontrar outras dresspheres com classes conhecidas como Black ou White Mage, ou coisas mais incomuns como Gunmage, ou a já referida Songstress, que é uma espécie de bardo, com habilidades de suporte. As Garment Grids são pequenas Sphere Grids, com um número variável de slots livres onde podemos equipar diferentes dresspheres, e outros slots já previamente ocupados com características especiais que tornam cada GG diferente. Por exemplo, umas podem dar mais pontos de vida, outras mais força, outras resistência a ataques mágicos, entre muitas outras possibilidades.

À medida em que o jogo vai progredindo, vamos encontrando diferentes Garment Grids, que possuem slots livres onde podemos colocar as Dresspheres que queremos equipar e poderão ter mais alguns atributos especiais

Os combates, que são aleatórios e seguem mecânicas parecidas com o Active Time Battle de Final Fantasy anteriores, permitem-nos atacar, usar itens e skills ou magias relativas à classe que temos equipada. E claro, podemos também alternar entre classes/dresspheres, desde que seja para uma das que esteja alocada no Garment Grid que tenhamos equipado no momento. E, a menos que desactivemos isso nas opções, cada vez que alternamos de classe durante as batalhas temos direito a uma animação toda pipi das meninas a trocarem de roupa, até parece as da Sailor Moon. Obviamente que ao fim de algum tempo desactivei isso, sempre são uns 20,30 segundos que se poupa.

De resto, o jogo está dividido em capítulos, onde em cada capítulo temos entre 3 a 5 missões principais para avançar na história. Mas para além disso, e isto foi outra das coisas que me surpreendeu pela positiva neste jogo, temos uma vez mais um grande número de sidequests, mini-jogos e outros desafios opcionais. Eu não terminei o jogo a 100% mas mesmo assim ainda o terminei com mais de 50 horas investidas. Para quem conseguir fazer tudo o que o jogo tem para oferecer e terminá-lo a 100%, temos direito a uma cutscene adicional no fim do jogo, já depois dos créditos terem terminado. Sinceramente recomendo que vejam esse final no youtube, pois se quiserem realmente completar o jogo a 100% recomendo vivamente que usem um guia, pois não basta desbloquear e completar todas as sidequests e coisas escondidas, nalgumas situações até os diálogos que temos podem-nos prevenir de chegar a 100%, o que sinceramente não acho um bom game design.

O sistema de combate até que é interessante e dinâmico!

De resto, no que diz respeito aos audiovisuais, sinceramente acho que este jogo está bem conseguido, aliás, tal como o seu predecessor já o era. Os actores que representam as personagens que regressam do primeiro jogo são os mesmos, pelo que podem contar com o mesmo nível de qualidade no voice acting. As músicas são uma vez mais bastante variadas nos seus estilos, e embora haja algum foco no pop/rock, pois a Yuna acaba por cantar algumas vezes no jogo, a banda sonora em si não deixa de ser variada. Graficamente é uma extensão ao primeiro jogo, pois revisitamos muitos locais conhecidos e que me pareceram muito idênticos ao que se viu no primeiro jogo. Por um lado esse sentimento familiar de “eu já estive aqui antes” agrada-me, mas por outro a Square-Enix também desenvolveu algumas dungeons e locais adicionais para explorar, o que também é bom, senão este jogo seria meramente uma expansão do primeiro.

Portanto, se gostaram do Final Fantasy X, principalmente da sua história e personagens, então joguem este sem medo, pois é um bom follow up. As mecânicas de jogo são diferentes, mas até que nem desgostei de todo das mesmas. Naturalmente que se preferirem, este jogo foi lançado em conjunto com o Final Fantasy X2 num remaster em HD (não remake), com visuais melhorados, para uma série de plataformas mais recentes.

NBA Jam (Sega Mega Drive)

Por um lado, continuando pelas rapidinhas e pelo basquetebol, hoje vamos mudar as agulhas para um tipo de jogo inteiramente diferente. Se séries como NBA 2K ou NBA Live da EA sempre tentaram reproduzir de forma fiel aquela modalidade de desporto, o NBA Jam é precisamente o contrário, até porque o jogo tem as suas origens na arcade. Aqui temos uma jogabilidade frenética de 2 contra 2, onde os jogadores possuem habilidades superhumanas e é um jogo super divertido de se jogar. O meu exemplar foi-me oferecido por um particular no Verão deste ano.

Jogo em caixa

Produzido originalmente pela Midway nas arcades, NBA Jam é uma evolução de um jogo que a própria já tinha anteriormente produzido, o Arch Rivals. A primeira grande diferença, para além dos audiovisuais que falarei mais à frente, é que este é um produto licenciado pela NBA, pelo que as equipas e jogadores são reais, para a época de 93-94. O conceito de jogo, como já referi, são partidas frenéticas de basquetebol de dois contra dois, onde não há faltas, pelo que podemos mandar encontrões nos adversários à vontade, e para além disso os jogadores conseguem fazer afundanços espectaculares, saltando muitos metros acima da superfície. Se conseguirmos encestar três bolas seguidas, ganhamos a habilidade de ficar “on fire”, onde conseguimos fazer afundanços ainda mais espectaculares. O ritmo de jogo é muito acelerado, o que torna a experiência também bastante agradável.

NBA Jam era uma autêntica loucura nos anos 90.

Começar a jogar é muito fácil, basta escolher a equipa que queremos representar e qual dos dois jogadores disponíveis queremos controlar, sendo que cada jogador tem diferentes características de velocidade, defesa, afundanços e pontaria para cestos de 3 pontos. Se preferirmos controlar sempre o jogador que tiver a bola, a versão Mega Drive (e suponho que as outras conversões para consolas também) tem essa opção que pode ser activada. Depois o jogo está repleto de easter eggs como várias personagens desbloqueáveis como o presidente norte-americano Bill Clinton e seu vice-presidente Al Gore, por exemplo. Existem também códigos que nos deixam com stamina infinita para correr de um lado para o outro, ou para ficar sempre “on fire” e por aí fora. Mas nas sequelas chegaram a fazer pequenas loucuras ainda maiores, mas isso seria para um outro artigo.

Ocasionalmente até temos uns pequenos videoclips a tocar.

No que diz respeito aos audiovisuais, é obvio que  a versão original de arcade é bastante superior, pois usa sprites digitalizadas de actores reais, muito parecidos com os atletas que tentam representar no jogo. A versão Mega Drive não tem tanto detalhe mas ainda assim não ficou nada má, com aquelas animações dos “super dunks“, ou os pequenos clips de video que tocam entretanto. As músicas são também bastante agradáveis!