Trash It (Sega Saturn)

Vamos agora visitar novamente a Sega Saturn para um jogo que, apesar de ser um exclusivo europeu, não tem lá grande reconhecimento e sinceramente percebe-se bem o porquê, pois é um título algo medíocre. O meu exemplar foi comprado já no ano passado, algures em Outubro de 2019 num pequeno bundle de jogos Saturn que encontrei numa feira de velharias a 2,5€ cada.

Jogo com caixa e manual

Este é um jogo 2D de plataformas mas com fortes elementos de puzzle. Nós controlamos Jack, um especialista em demolições e a ideia é, em cada nível, destruir o máximo que conseguirmos dos cenários dentro do tempo limite. De preferência sem ficarmos soterrados debaixo de todo os detritos que vamos causar. As coisas começam relativamente simples, mas eventualmente vamo-nos aperceber que não conseguimos limpar os níveis a 100% se não pensarmos um pouco. Alguns níveis teremos de usar os cenários como plataformas para alcançar locais de outra forma inatingíveis, outras vezes teremos de usar objectos como canhões, bombas em forma de bolos ou catapultas para alcançar / destruir certas zonas. À medida que vamos destruindo coisas vamos vendo alguns pequenos martelos (os timmies) a passearem-se pelo ecrã. Estes são muito importantes pois são a unidade monetária do jogo!

Temos dezenas de níveis que podem ser desbloqueados por um overworld à lá Super Mario World

Então, para além de destruir os cenários deveremos apanhar todos os timmies que conseguirmos. Como? Bom, Jack, para além de um marreta enorme tem também um aspirador que é usado para aspirar os timmies, bem como o lixo que vamos deixando. Ao aspirar o lixo, por cada 10000 toneladas somos recompensados com uma vida extra. Já os timmies, como referi acima, servem de unidade monetária. Mas se os esmagarmos com o martelo antes de os aspirar, passam a valer a dobrar. E o que deveremos fazer com os timmies que apanhamos? Comprar martelos mais poderosos, claro! Agora, na maior parte das vezes não é obrigatório completar um nível a 100%, mas é recomendado, embora o tempo limite muitas vezes seja apertado para tal. Isto porque vamos ter certos checkpoints no jogo que só nos permitem avançar se tivermos um certo número de timmies coleccionado, bem como teremos alguns bosses para defrontar que são impossíveis de derrotar se não tivermos o martelo mais poderoso possível e isso também custa timmies.

Ocasionalmente poderemos encontrar power ups, que nos podem inclusivamente extender o tempo limite, mas são raros

Ok, até aqui tudo bem, até vejo alguma originalidade nas mecânicas de jogo. Mas qual o problema do Trash It então? Para mim o pior são mesmo os controlos frustrantes. O botão A serve para saltar, o botão B serve para interagir com objectos (como atirar as bolas de canhão) e o C serve para equipar o martelo ou aspirador. Com o martelo fora, o botão B serve para dar marretadas horizontais (para destruir os cenários) e o X serve para dar marretadas verticais (para destruir inimigos ou achatar os timmies). Com o martelo de fora, se carregarmos no direccional para baixo, Jack encolhe-se de tal forma dentro do seu capacete, ficando invulnerável ao dano sofrido, seja pelos cenários a serem destruídos, seja pelo contacto com inimigos. Alternar entre a posição de defesa, equipar o martelo e/ou o aspirador não é nada intuitivo e, apesar de Jack ser imortal, sempre que somos atingidos por destroços ou por inimigos apenas perdemos alguns timmies e alguns segundos importantes. Num jogo com timings muito apertados, toda esta confusão com os controlos é um problema. É que mesmo as animações das marretadas são algo demoradas e por vezes esses pequenos segundos fazem a diferença entre sofrer dano ou não.

De resto temos também um modo arcade e um battle, que são modos de jogo a pensar no multiplayer. Sinceramente não os experimentei, mas pelo que li no manual o battle é um modo de jogo competitivo onde os jogadores lutam entre si de forma a chegar à campaínha de final de nível o mais rápido possível. Já no arcade seria um modo cooperativo onde os jogadores teriam de trabalhar em conjunto para destruir um certo nível dentro do tempo limite.

Infelizmente a versão Saturn ficou aquém da Playstation, mesmo sendo um jogo 2D (e sejamos honestos, mesmo a versão PS1 não é nada por aí além)

A nível audiovisual também é um jogo muito simples, mas a versão Saturn é particularmente pobre. Os cenários são backgrounds estáticos e muito simples. Já a versão PS1 possui cenários um pouco mais detalhados e a destruição que vamos lançando é representada por várias partículas a serem espalhadas pelo ecrã. Aqui esses destroços ficam representados como blocos semi-transparentes no chão, o que é um efeito muito feio. É dos poucos jogos 2D em que a versão Playstation ficou bem superior, o que deve dar a entender que foi essa a versão principal em desenvolvimento. Os cenários até que são bastante diversificados, desde sucatas, cidades, fábricas, castelos assombrados, entre outros. Ocasionalmente também vamos vendo algumas cutscenes bem humoradas e sinceramente até que gostei das músicas, tendo na sua maioria um feeling bem electrónico.

Portanto este Trash It até é um jogo que tinha um certo potencial, mas os seus controlos desnecessariamente complicados e de certa forma o tempo apertado também ser por vezes um desafio algo injusto (até porque só podemos gravar o nosso progresso no jogo em certos momentos chave) tornam este jogo num produto medíocre. Os seus visuais, apesar de possuirem um certo charme cartoony, não são nada por aí além e esta versão Saturn ficou muito pior nesse campo, o que também não lhe abona nada a seu favor.

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International Superstar Soccer Deluxe (Sega Mega Drive)

Vamos continuar na Mega Drive para mais uma rapidinha a um jogo desportivo. Este ISS Deluxe até merecia um artigo mais completo, é verdade, mas é na verdade uma conversão (pela germânica Factor 5) do clássico que tinha saído um ano antes para a Super Nintendo, pelo que recomendo que leiam esse artigo. O meu exemplar custou quase 5€, tendo vindo de uma loja no Norte do país algures no passado mês de Setembro.

Jogo com caixa

Aqui temos os mesmos modos de jogo da SNES, desde partidas amigáveis, bem como diversos tipos de torneios e campeonatos que poderão inclusivamente ser jogados com 1 a 4 jogadores. O modo Scenario é uma espécie de desafio para 1 jogador, onde teremos de completar diversas missões, como dar uma reviravolta a um resultado negativo com pouco tempo disponível. Temos também modos de treino e de cobrança de penalties. O jogo não possui qualquer licenciamento da FIFA, pelo que teremos apenas 36 selecções nacionais com jogadores fictícios, mais algumas equipas all stars para desbloquear. A jogabilidade é excelente, com controlos até relativamente complexos pela variedade de jogadas que podemos efectuar (um comando de 6 botões é recomendado para tal). Tal como muitos outros jogos da época, poderemos alternar tácticas e formações, bem como teremos uma boa perspectiva das estatísticas de cada equipa e jogador.

A Factor 5 converteu o jogo da melhor forma possível

A nível gráfico é um jogo muito semelhante à sua versão da SNES. Temos uma perspectiva algo oblíqua e com um radar no centro que é bastante útil, embora por vezes tenha dado algum jeito se a câmara estivesse mais longe. A Factor 5 converteu o jogo da melhor forma possível, tanto que até herda a resolução mais curta da Super Nintendo, o que é pena pois até dava jeito os píxeis extra para ver um pouco mais do campo. Vamos tendo também algumas animações interessantes sempre que há golos. A acompanhar as partidas vamos tendo ruídos do público e algumas frases curtas do relatador desportivo, sempre que há um remate, falta ou um corte da defesa. As músicas são óptimas, as apenas as ouvimos nos menus entre partidas.

Portanto estamos perantes um óptimo jogo de futebol na Mega Drive, apesar de já ter saído tardiamente no ciclo de vida da consola (1996). O FIFA 97, que curiosamente saiu no mesmo ano, é para mim o jogo de futebol da Mega Drive que mais impacto nostálgico tem em mim, pois foi o que mais joguei com amigos no seu tempo. Mas este ISS Deluxe é sem dúvida um jogo mais divertido. Certamente dos melhores da era 16bit.

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The Simpsons: Bart vs the Space Mutants (Sega Mega Drive)

Vamos ficar agora com mais uma rapidinha a um jogo da Mega Drive, nomeadamente este The Simpsons: Bart vs the Space Mutants. É uma rapidinha pois já cá trouxe tanto a sua versão original para a NES, bem como a versão Master System. Esta versão Mega Drive também foi convertida pela Flying Edge e é sem dúvida a versão mais bonitinha deste jogo. Já na jogabilidade, bom, a mesma continua repleta de saltos extremamente precisos, o que poderá ser frustrante. O meu exemplar foi comprado a um amigo meu no passado mês de Setembro por 5€.

Jogo com caixa

Como referi anteriormente, a história e o conceito é o mesmo das versões 8bit. Bart munido dos seus óculos raio-X descobre que extraterrestres estão entre nós a construir uma arma para dominar o mundo e cabe-lhe a ele travar os seus planos. Inicialmente essa máquina está a usar objectos roxos para o fabrico da tal arma, pelo que no primeiro nível a nossa missão vai ser a de pintar o máximo de objectos roxos que conseguirmos, seja com as latas de spray que vamos encontrando, seja com algum platforming mais exigente, ou mesmo com recurso a outros objectos que poderemos vir a adquirir. No segundo nível, passado num centro comercial, já teremos de coleccionar todos os chapéus que encontrarmos, pois a máquina passou a usar chapéus. No terceiro nível, passado numa feira Popular, o objectivo é apanhar ou rebentar o maior número de balões e por aí fora. É essencialmente o mesmo jogo, com os mesmos segredos e desafios. Confesso que descobri um segredo que nunca me tinha apercebido antes: no primeiro nível, as moedas que vamos encontrando podem ser usadas em algumas lojas para comprar objectos, até aqui tudo bem. Mas logo na primeira cabine telefónica a seguir ao Moe’s Tavern, poderemos usar o telefone para fazer uma das prank calls típicas do Bart! Fui depois experimentar o mesmo na versão Master System e também está lá presente! Muito engraçado!

Este obstáculo inicial lixou a vida a muita gente

De resto é um jogo que, tal como a sua versão 8bit, apesar de possuir imensos segredos e uma jogabilidade até variada com a inclusão de vários itens com diferentes usos que poderemos vir a coleccionar e usar, bem como até alguns mini-jogos lá pelo meio, não deixa de ser um jogo desafiante pelo seu platforming preciso, obstáculos e inimigos que nos temos de desviar constantemente. Para não falar claro que basta sofrer dano por 2x que se perde uma vida. E é muito fácil sofrer dano neste jogo! E os controlos infelizmente são também desnecessariamente complicados, especialmente nas mecânicas de correr e saltar.

No que diz respeito aos audiovisuais, sinceramente sempre gostei desta versão. Para além de possuir cores bem mais vivas e um detalhe gráfico nos níveis mais trabalhado, as músicas são também bastante agradáveis. Em particular a música título, que não sendo a tradicional música de abertura da série televisiva, aparentemente por motivos de licenciamento, não deixa de ser extremamente viciante. Não me sai da cabeça!

Podemos activar a visão raio x para desmascarar e atacar os aliens que se fazem passar por humanos

Portanto este Bart vs Space Mutants, se não fosse pelos seus problemas de controlos e por vezes a dificuldade mais extrema (benditos save states!), até que tinha potencial para ser um clássico, pela sua variedade de níveis e de mecânicas de jogo. Para além de que esta versão da Mega Drive está de facto muito bonita visualmente.

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Robocop Versus The Terminator (Sega Master System)

Vamos voltar agora à Master System para um jogo interessante que já tinha em backlog já há algum tempo. Na verdade, o meu exemplar físico deste Robocop vs The Terminator só o tinha na colecção desde Julho deste ano, onde o comprei a um amigo por 5€. No entanto, já há muito que o queria jogar em emulação, onde tinha apenas experimentado os primeiros 2 níveis há já demasiados anos atrás.

Jogo com caixa

Como podem perceber pelo nome, este é um crossover que junta duas das maiores franchises de filmes de acção da década de 80, inícios de 90: Robocop e The Terminator! Ambas envolvem robots, cyborgs e/ou andróides pelo que um crossover nem parecia assim tão descabido. Esse crossover começou precisamente na banda desenhada e aparentemente o jogo é baseado na mesma, ou num eventual filme que nunca chegou a acontecer. Sinceramente não tenho a certeza pois nunca li a BD, mas também não interessa. O que é preciso saber aqui é que controlamos o Robocop no tal futuro apocalíptico dominado pela Skynet e o seu exército de cyborgs assassinos, cujo nosso papel é precisamente o de destruir a Skynet e assim salvar a raça humana do seu extermínio.

Se matarmos algum inimigo humano, isto acontece

Na práctica, este é um jogo de acção em 2D sidescroller, com elementos de shooter e platformer. Não é um shooter frenético como Contra, mas os princípios são semelhantes. Na maior parte dos níveis o nosso objectivo é o de sobreviver e encontrar a sua saída, embora tenhamos outros níveis com objectivos diferentes, como o de resgatar reféns ou destruir objectos como câmaras de vigilância ou radares. Alguns níveis também culminam com um confronto contra um boss, sendo que o último, Skynet, é bastante difícil não sofrer dano, pelo que convém ir jogando com calma e amealhar vidas nos restantes níveis. Robocop pode disparar em várias direcções e os botões faciais servem para saltar e disparar, embora as mecânicas de salto poderiam ser um pouco melhores. Para saltar mais alto, por exemplo, teremos de manter o botão de salto pressionado em conjunto com o direccional para cima, e o mesmo tem de ser feito para o Robocop se agarre às escadas para subir ou descer, ou aos cabos que vamos vendo nalguns níveis e que nos permitem atravessar abismos.

No final de alguns níveis teremos também bosses para enfrentar

De resto vamos tendo também diferentes armas para apanhar, bem como power ups que nos irão ajudar ao longo do jogo. Robocop possui o seu revólver como arma principal, mas vamos poder encontrar também uma arma que dispara raios laser, outra de plasma e um lança rockets que é sem dúvida a mais poderosa de todas. Mas quando estivermos a subir ou descer em escadas ou atravessar algum cabo, não podemos usar as duas mãos para disparar, pelo que Robocop nessas situações usa sempre a sua pistola. Felizmente temos munições infinitas para todas as armas, no entanto! Os restantes itens que vamos encontrando são os típicos medkits que nos regeneram a barra de vida, invencibilidade temporária ou mesmo vidas extra.

Alguns níveis vão tendo designs mais labirínticos

Passando para os audiovisuais, este é um jogo que fica uns bons furos abaixo da versão Mega Drive que do ponto de vista gráfico é incrível. Ainda assim é uma versão bem competente. Os primeiros níveis são passados numa cidade à noite, mas vamos depois explorar alguns subterrâneos e outros edifícios mais industriais. Os níveis possuem um nível de detalhe bem competente e esta versão até que é bastante gore, com os inimigos humanos a explodirem numa pilha de carne e sangue. As músicas são também muito agradáveis, têm aquele feeling mesmo europeu da cena dos microcomputadores da década de 80 e o velhinho PSG da Master System até encaixa bem nessa sonoridade. Nada a apontar aos efeitos sonoros, a não ser pelas vozes digitalizadas que ouvimos antes de cada nível: “looking for trouble?” e quando derrotamos um boss: “You’re terminated“.

Portanto este Robocop Vs The Terminator é um jogo de acção bem competente para a Master System. Existe também de forma idêntica na Game Gear, mas com a limitação de ter uma menor resolução de ecrã. A versão Game Boy e NES (esta última cancelada mas existe uma ROM finalizada a circular pela internet) são jogos inteiramente diferentes, assim como as suas versões 16bit para a Mega Drive e Super Nintendo. A da Mega Drive está incrível graficamente, será sem dúvida um jogo para adquirir no futuro.

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OutRun (Sega Mega Drive)

OutRun é um dos maiores clássicos da Sega nas arcades. Foi o primeiro jogo arcade que alguma vez joguei e um dos meus primeiros contactos com videojogos! Lembro-me perfeitamente de ser criança e quando os meus pais iam ao Jumbo da Maia fazerem as suas compras, eu só queria ficar na máquina do OutRun, nem que fosse lá sentado na cabine a fingir que estava a jogar! Naturalmente que o jogo recebeu inúmeras conversões para sistemas domésticos, algumas das quais eu já cá trouxe, como foi o caso da versão Master System. O meu exemplar foi comprado a um particular no passado mês de Agosto por 25€.

Jogo com caixa

Como já referi em artigos passados, OutRun é um jogo de corridas diferente. Em vez de termos a preocupação de chegar em primeiro lugar na meta, aqui o objectivo é o de desfrutar uma viagem. Mas não podemos ir muito relaxados, pois sendo este um jogo arcade temos um tempo limite para chegar a cada checkpoint. Se batermos algumas vezes pelo caminho, provavelmente já não teremos tempo suficiente para o checkpoint seguinte. Outra das inovações trazidas pelo jogo é a sua não linearidade no progresso. Sempre que nos estivermos a aproximar do checkpoint seguinte, a estrada bifurca-se e teremos de escolher qual o caminho a seguir. Ao longo do jogo vamos ter umas 4 bifurcações pela frente, o que nos levará a 5 destinos finais, todos com uma cutscene de vitória diferente. Portanto este OutRun, apesar de ser um curto jogo arcade, tem alguma longevidade na medida em que teremos vários caminhos alternativos para explorar!

Para além de dar atenção ao relógio, temos também de evitar colidir com os restantes carros

A versão Mega Drive é uma conversão bem mais sólida do original, tendo em conta o esforço anterior da Sega, para a Master System. A conversão é bem mais fluída e com mais detalhe, não ficando assim tão longe quanto isso do original. A Mega Drive não é propriamente um colosso do super scaler, mas a fluidez e sensação de velocidade estão também aqui presentes, pelo que estamos perante uma versão muito agradável e competente. No que diz respeito ao som, o original possuía 3 músicas bem agradáveis e elas estão todas aqui presentes, sendo que poderemos escolher qual a música a ouvir antes de cada viagem. A versão Mega Drive adiciona ainda uma quarta música que também não é nada má!

O facto de podermos escolher o nosso caminho dá outro factor de longevidade, quanto mais não seja para conhecer os segmentos todos.

Portanto, pelo menos para os padrões de 1991, esta versão do OutRun era sem dúvida a melhor forma de jogar o clássico arcade em casa. O jogo acabou por ter conversões mesmo para sistemas concorrentes com a Sega (como a versão Turbographx-16) mas para ter uma conversão ainda mais fiel ao original, tivemos de esperar pelo lançamento na Sega Saturn, que felizmente chegou cá à Europa na compilação Sega Ages.

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