Axelay (Super Nintendo)

Nos anos 90, os shmups eram um dos videojogos mais populares das arcades e não só. A Konami, que com a sua série Gradius revitalizou o género em meados da década de 80, esteve também por detrás deste Axelay, um shooter que parece ter sido desenvolvido tendo unicamente em conta os pontos fortos que a Super Nintendo na altura apresentava face à sua concorrência, o mode 7, rotação de sprites e uma boa banda sonora. Mas já lá vamos. O meu exemplar foi comprado algures no passado mês de Julho, numa ida a Lisboa. Custou-me 12€ numa Cash Converters.

Apenas cartucho

O jogo começa com uma interessante cutscene de uma nave espacial gigante a aparecer numa cidade e de repente o mundo já estava em ruínas. Ou seja, naturalmente que começamos a aventura com o cliché habitual: uma civilização extraterrestre toma de assalto uma civilização humana algures no sistema solar de Illis e cabe-nos a nós encarnar no piloto da única nave de combate que resta à civilização e travar este assalto antes que tudo esteja perdido.

Antes de cada nível podemos escolher uma arma de cada tipo para equipar

Se por um lado a história não é nada de original, por outro a jogabilidade é bastante agradável. O jogo vai alternando entre a jogabilidade típica de um shmup vertical e horizontal, sendo que nos níveis verticais há um muito interessante efeito mode 7 que acaba por resultar muito bem e dá uma boa sensação de profundidade. Alguns dos bosses destes níveis verticais ficaram muito bem conseguidos por isso mesmo. Antes de cada nível podemos escolher quais as armas que queremos equipar a nossa nave, embora inicialmente a escolha seja limitada. À medida que vamos progredindo no jogo novas armas vão sendo desbloqueadas, pelo que vamos ter um leque maior à nossa escolha. Quando vamos conhecendo melhor os níveis, vamo-nos apercebendo que algumas armas acabam por resultar melhor nalguns inimigos que noutras, pelo que a decisão de que armas levar connosco em cada nível acaba por ser importante. Depois de termos  3 armas escolhidas podemos alternar entre as mesmas de forma livre, com os botões L e R.

Nos níveis verticais, há um interessante efeito de mode 7 que simula a rotação do planeta!

E se por um lado as armas possuem ataques muito distintos entre si, por outro lado não temos aqui nenhum sistema de power ups e afins. É escolhermos bem as armas que queremos e acabou! Por outro lado o jogo também não é assim tão imperdoável, pois as armas vão servindo de escudo. Ao levarmos um tiro, a arma que tínhamos equipada fica desabilitada e passamos automaticamente para a arma seguinte. Quando se esgotarem as três armas, então sim, lá perdemos uma vida. Se colidirmos com uma nave inimiga a perda de vida é imediata.

Antes de começarmos o jogo temos direito a uma interessante cutscene

No que diz respeito aos audiovisuais, este é um jogo muito forte nesse patamar. Por um lado por os níveis estarem muito distintos entre si, tanto sobrevoamos desertos como cidades, cavernas e claro, com os últimos confrontos a serem levados para o espaço. O efeito de mode 7 está de facto muito bom nos níveis verticais, dando-nos uma sensação de estarmos mesmo a sobrevoar um planeta com a sua curvatura natural. Nos outros níveis também estão repletos de detalhe, inimigos grandes e igualmente bem detalhados. Como sempre, nos últimos níveis, e se jogado em níveis de dificuldade superiores, por vezes é complicado estar atento a tudo o que se passa à nossa volta: todos os projécteis coloridos dos inimigos, os nossos próprios disparos, os obstáculos dos cenários, e as naves que deixamos passar! No que diz respeito às músicas, este jogo possui uma banda sonora um pouco fora do comum. Geralmente temos música techno ou hard rock, mas aqui as músicas são bem mais calmas e até um pouco jazzy, o que não é habitual. Mas o que é certo é que até resultam bem!

Este boss é impressionante!

Portanto, este Axelay até que é um jogo muito interessante, principalmente se forem fãs de shmups, então passa mesmo a ser um jogo obrigatório na vossa colecção de SNES.

Konami Collector’s Series: Castlevania and Contra (PC)

Continuando pelas rapidinhas, hoje trago-vos cá mais uma compilação para PC muito interessante trazida pela Konami, que contém os três Castlevanias lançados originalmente para a NES, mais os dois Contras que sairam também para essa plataforma. O meu exemplar foi comprado algures no verão de 2017 a um coleccionador particular, se bem me recordo custou-me 10€.

Compilação com caixa e folheto com instruções rápidas

Este artigo não se vai focar muito nos jogos que compõem esta compilação, até porque são exactamente as mesmas versões da NES e que eu pretendo ter na minha colecção mais cedo ou mais tarde. Daqui, para já apenas tenho o primeiro Castlevania e o Contra, na sua versão europeia Probotector, pelo que recomendo a leitura desses artigos se quiserem ler uma análise mais detalhada.

O menu inicial não é lá muito bonito mas funcional

Então em que consiste esta compilação ao certo? Temos o Castlevania, Castlevania II: Simon’s Quest, Castlevania III: Dracula’s Curse, Contra e Super C, todos eles versões norte-americanas emuladas da NES. O emulador possui algumas funcionalidades básicas adicionais como save states ou customizar os controlos, mas mais nada. Fora isso temos os manuais em PDF e há quem diga que o jogo Jackal também possa ser desbloqueado, mas não encontrei provas disso.

Ou seja, esta é uma compilação que por um lado já é muito forte pelos jogos que contém, mas poderia ser um item de luxo para coleccionadores se incluíssem mais extras, como entrevistas aos criadores dos jogos, artwork, anúncios publicitários, qualquer coisa! É um CD cheio de espaço desperdiçado com 5 roms de NES e pouco mais. No entanto, por outro lado também era uma maneira bem mais barata de possuir estes 5 jogos de forma legítima (daí eu a ter comprado), se bem que hoje em dia esta compilação também não seja muito barata no ebay…

Gradius Advance (Nintendo Gameboy Advance)

Continuando pela série Gradius, a rapidinha que cá trago hoje é o Gradius Advance, também conhecido por Gradius Galaxies ou Generation, nos mercados norte-americano e japonês respectivamente. Ao contrário do que pensei inicialmente, esta não é nenhuma conversão de algum jogo da série, mas sim mais um spin off numa série já por si repleta de títulos secundários. O meu exemplar foi comprado como new old stock numa loja algures em Março/Abril deste ano, tendo-me custado 10€.

Jogo com caixa, manual e papelada diversa.

A história segue os clichés do costume, mas já que no artigo do Gradius Collection não a abordei, vamos lá: a série Gradius anda à volta do conflito entre os habitantes do planeta Gradius com o malvado império de Bacterion. Este jogo em particular parece decorrer entre os eventos de Gradius III e Gaiden, onde uma das mega-armas desenvolvidas pelo império de Bacterion foi destruida e caiu num outro planeta. Pelos vistos isso fez com que o planeta se fosse transformando numa mega fortaleza e lá recai outra vez no piloto da nave Vic Viper para fazer a limpeza habitual.

Como habitual, temos bosses gigantes para defrontar

No que diz respeito às mecânicas de jogo, aqui temos as mesmas de Gradius II, onde antes de começar a nossa aventura podemos escolher uma de várias diferentes barras de powerups, cada qual com diferentes  possibilidades de itens a equipar. De resto contem com a jogabilidade de sempre num shmup Gradius, com os seus níveis cheios de inimigos para defrontar, projécteis e outros obstáculos para esquivar.

A nível audiovisual, este jogo acaba por desapontar um pouco, pelos seus visuais não tão detalhados quanto eu estaria à espera. Até que possui alguns efeitos gráficos interessantes como a rotação de sprites, mas estava à espera que as naves e inimigos tivessem um pouco mais de detalhe, tal como os níveis que parecem estar todos numa resolução muito baixa. Mas se os gráficos não tão bons até se pode perdoar visto que isto é um Gameboy e este jogo tenta mesmo manter muita coisa a acontecer ao mesmo tempo no ecrã, por outro lado a música acaba por ser mesmo muito desapontante. Isto porque a GBA tem capacidades sonoras muito melhor que estas, mas as músicas soam-me a NES. Eu gosto do chiptune de NES, mas sejamos sinceros, a GBA consegue muito melhor.

As mecânicas de jogo não mudam muito, quem conhecer a série Gradius sente-se em casa com este jogo!

Não obstante as expectativas técnicas, este não deixa de ser um shmup bem competente e o único da série Gradius para esta portátil da Nintendo. Para além da sua jogabilidade característica, os diferentes níveis que teremos aqui pela frente correspondem a todas as expectativas dos fãs da série, desde o nível com as estátuas da ilha da Páscoa, aos segmentos a alta velocidade onde teremos de nos esquivar das paredes a todos o custo. Se são fãs da série, está aqui um bom motivo para o explorarem.

Gradius Collection (Sony Playstation Portable)

Uma das coisas que mais me interessou na PSP é que, devido ao seu hardware excelente para a época, permitiu trazer versões portáteis de vários clássicos da PS1 (especialmente RPGs que se tornaram muito caros ou que não tinham sido lançados anteriormente em solo europeu). Outra coisa é mesmo a quantidade de compilações retro, na qual esta Gradius Collection se encaixa. A série Gradius é uma das mais antigas e importantes dentro do género, estando repleta de várias sequelas e spin-offs que deram origem a séries paralelas, como Nemesis, Salamander, ou Parodius. Esta compilação possui ports arcade dos primeiros 4 Gradius da série principal, mais o Gradius Gaiden. O meu exemplar foi comprado a um particular algures em 2016 se bem me lembro. Acho que me custou à volta de 12€.

Jogo com caixa e manual. Versão norte-americana.

O primeiro Gradius foi lançado em 1985 e serviu de pedra basilar para introduzir as mecânicas de jogo pela qual a série é bem conhecida, nomeadamente o seu sistema de power-ups. Na parte inferior do ecrã temos uma barra dividida em diferentes segmentos. Ao apanhar o primeiro power-up, o primeiro segmento da barra acende-se (Speed) se nada fizermos e apanharmos um outro power-up, o segmento seguinte acende-se e fica pré-seleccionado, o Missile. Se mais uma vez nada fizermos, o próximo item que apanharmos torna o Double pré-seleccionado e por aí fora. Assim que seleccionarmos um destes power-ups ficamos com ele e a barra de power ups faz reset. Poderemos também ter alguns upgrades a power ups que já tenhamos equipados, ou seja, se formos bons, poderemos ficar com uma nave bastante overpowered. No entanto, a menos que tenhamos o escudo frontal desbloqueado, basta um tiro certeiro para perdermos uma vida e todos os powerups que tinhamos até à data. Ao morrer o jogo não nos obriga a jogar o nível do início, mas recomeçamos a partir de um checkpoint, o que pode tornar as coisas complicadas se morrermos a lutar contra um boss, por exemplo. Por outro lado, para os jogadores experientes e que conheçam bem os níveis e as dificuldades que cada um representa, este sistema de power ups é uma mais valia visto que podemos ir evoluindo a nave consoante as nossas necessidades.

Gradius II e os seus dragões de fogo!

Este primeiro Gradius era um jogo modesto para 1985. É claro que sendo esta uma boa conversão arcade, não perdemos grande qualidade face ao lançamento original e vamos tendo níveis com muitos projécteis e inimigos a voarem em simultâneo. Os níveis vão sendo algo diferentes entre si, mas já com aquelas zonas que se tornaram algo cliché dentro do género: níveis no espaço aberto, em cavernas, ou através de bases todas high-tech. Os bosses podem ser também orgânicos.

O Gradius II (não confundir com Gradius 2) já é um jogo mais refinado. Mantém as mesmas mecânicas de jogo base, mas antes de cada partida permite-nos escolher um de vários setups da barra de power-ups, cada uma com diferentes tipos de armas que podem ser desbloqueadas. Também temos 2 escudos diferentes, um frontal que aguenta com vários projécteis, ou outro que protege a nave toda, mas apenas aguenta com três colisões. Os gráficos são melhores, com cenários muito mais interessantes e detalhados (sempre gostei daquelas serpentes de fogo!), mas acabaram por abusar um pouco na dificuldade. Temos partes de níveis com tantos inimigos a disparar contra nós, ou outros obstáculos (como o campo de cristais quando o atravessamos) que sobreviver acaba por ser muito mais complicado.

Muito estranho este nível no Gradius III

O Gradius III não difere muito do jogo anterior. As mecânicas de jogo são similares e os gráficos são igualmente bons, assim como os níveis que por vezes nos vão dar muito trabalho a desviar de obstáculos (o nível das bolhas de ar que o diga). O que tem de diferente é o Edit mode, que nos oferece uma maior liberdade de customização da barra de powerups. Ah, e também há ali um nível muito estranho com uma perspectiva em 3D que faz lembrar o After Burner!

Nunca percebi o fascínio da Konami com as estátuas da ilha da Páscoa. Em todos os Gradius temos de ter um nível só disso!

O jogo seguinte da compilação é o Gradius Gaiden, que é o único aqui presente que não foi desenvolvido de raiz para as arcades, tendo sido um exclusivo da Playstation 1 até ao momento que esta compilação foi lançada. Aqui a primeira coisa que nos chama à atenção são os seus belos gráficos, com sprites 2D muito bem detalhadas e o jogo repleto de efeitos de luz e transparências que lhe dão logo outra vida! No que diz respeito às mecânicas de jogo, aqui simplificaram um pouco a liberdade que tínhamos no Gradius III em customizar a nossa barra de power-ups. Desta vez, antes de começar a aventura, temos a possibilidade de escolher uma de várias naves diferentes, cada qual com a sua própria configuração de prédeifinida de power ups.

Gradius IV já apresenta gráficos poligonais, mas não têm o mesmo carisma que os clássicos.

Por fim, o último jogo desta compilação é o Gradius IV que mais uma vez foi desenvolvido originalmente para arcade, lançado inicialmente em 1997. Ao contrário do Gaiden, este já é um jogo com gráficos em 3D poligonal, embora mantenha a jogabilidade 2D dos clássicos. Sinceramente prefiro de longe os gráficos do Gradius Gaiden do que estes em 3D, acho que perderam algum do brio que os caracterizava. No que diz respeito à jogabilidade, este jogo herda o mesmo sistema de power-ups que no Gradius II, onde podemos escolher uma ordem de várias alternativas já pré-definidas. Existem no entanto algumas armas novas para experimentar numa ou noutra opção. De resto é um jogo que foi convertido originalmente para a Playstation 2, versão essa que acredito que esteja melhor do que a que vemos aqui na PSP, isto pois aqui, para além de não haver o suporte ao modo multiplayer, é notório algum slowdown em certas zonas.

De resto, esta compilação acaba por ser bastante interessante, pois para além de serem conversões bem competentes, ainda temos algumas features como gravar o progresso nos jogos em certos checkpoints. Este tipo de compilações eram bastante comuns no Japão, numa altura em que o revivalismo retro estava em altas. Também por lá saiu o Salamander Collection, uma colectânea de uma série parente de Gradius que é pena não ter saído por cá.

Konami GB Collection Volume 2 (Nintendo Gameboy Color)

Konami desde cedo que apoiou a Nintendo Gameboy, lançando vários jogos originais e adaptações das suas séries mais conhecidas das consolas e arcades, como é o caso das séries Gradius, Contra ou Castlevania. Com o lançamento da Gameboy Color a Konami decidiu relançar vários desses jogos antigos ao longo de 4 compilações diferentes, com todos os jogos desta vez a cores. O Volume 2 desta colecção (que na verdade no Japão corresponde ao volume 4) contém jogos como Frogger, Parodius, Track and Field e um misterioso “Block Game” que é na verdade uma adaptação do Quarth. O meu exemplar foi comprado algures no Verão passado na feira da Ladra em Lisboa. Está completo e custou-me apenas 2€.

Jogo com caixa, manual e papelada

Portanto, passando muito resumidamente por cada um dos jogos desta compilação, o Frogger é um clássico de arcades que dispensa apresentações. Aqui teremos de levar uma série de sapos a atravessar uma estrada, onde teremos de evitar os veículos que a atravessam em ambos os sentidos e a diferentes velocidades, para depois termos também de atravessar a margem de um rio, saltitando entre troncos ou tartarugas que por vezes submergem. Aqui temos de evitar ser levados pela corrente ou saltar para a água ou para um crocodilo, que nesta versão têm a mesma cor que um tronco. À medida em que vamos ajudando os sapos, a dificuldade também aumenta. É um conceito muito simples, mas que resulta bem.

Frogger é um clássico que dispensa apresentações

O Track & Field infelizmente é uma versão encurtada do original. Aqui temos apenas 5 eventos onde participar, o sprint de 100 metros, 110 metros barreiras, salto em comprimento, triplo salto e lançamento do dardo. O original de Game Boy inclui 11 eventos no total, como o salto à vara, lançamento do disco e martelo, entre outros, para além de suportar multiplayer. Ao menos a versão aqui incluida está a cores, mas não se entende o porquê de terem cortado tanto conteúdo.

O Block Game foi lançado originalmente como Quarth e é um clone muito original do Tetris, misturando conceitos de shmup. Aqui temos blocos de várias formas a descerem no ecrã, onde no fundo do mesmo controlamos uma nave espacial que dispara pequenos blocos quadrados. A ideia é formar formas quadradas ou rectangulares com as estruturas que vão surgindo no topo do ecrã, para que as mesmas depois desapareçam. Quanto maior for a estrutura rectangular que criamos e consecutivamente destruímos, mais pontos herdamos, mas também o risco é maior, pois se o ecrã ficar “cheio” é game over. À medida que vamos avançando no jogo, a velocidade e dificuldade aumenta, mas vamos também amealhando alguns power ups que nos podem ajudar, como deixar a nave mais rápida, por exemplo. É um conceito muito original.

O melhor jogo da compilação é de longe o Parodius que ficou bem bonito nesta versão

Por fim, deixei o melhor jogo, a adaptação do Parodius, que por sua vez é uma paródia à série Gradius, herdando muitas das suas mecânicas de jogo (e do TwinBee também). Aqui podemos jogar com várias “naves” diferentes, incluindo um polvo voador, pelo que logo desde cedo dá para entender que este é um jogo que não se leva muito a sério. E o design dos níveis assim o comprova, onde iremos defrontar bosses bizarros como animais gigantes, estátuas da ilha da Páscoa ou até uma bailarina em trajes de Cabaret. O jogo herda o mesmo sistema de power ups de Gradius, e do TwinBee, na medida em que podemos disparar várias vezes para sinos que depois, se os apanharmos nos podem dar pontos extra, vidas extra ou outros powerups adicionais, como invencibilidade temporária.

Portanto esta compilação para a Gameboy Color até que se mostrou muito competente e interessante, embora seja pena que a maioria dos jogos tenham sido capados, seja ao retirar a parte do multiplayer, seja mesmo a cortar grande parte de conteúdos do jogo, como aconteceu com o Track & Field. No entanto ainda assim não deixa de ser uma óptima compilação, quanto mais não seja pela versão a cores do Parodius.