Vamos a mais uma rapidinha, agora para um jogo bastante casual. Pixel Puzzles é um jogo que dispensa apresentações, pois a única coisa que temos para fazer é mesmo o de montar puzzles, aqueles que teríamos de juntar várias peças para formar uma imagem. Sinceramente não me lembro de como é que este jogo veio cá parar à minha conta do Steam, simplesmente estava à procura de algo mais casual para jogar com a minha namorada e encontrei-o por lá perdido. Calha bem, pois a minha namorada sempre adorou resolver este tipo de puzzles em criança!
Ora a nível de mecânicas de jogo, estas são extremamente simples. Temos um conjunto de vários puzzles disponíveis para tentar completar e, após escolher que puzzle queremos resolver, temos sempre a hipótese de optar por diferentes temas de fundo, que não só possuem diferentes músicas e efeitos sonoros, mas também alguns efeitos gráficos a companhar. Depois temos uma enorme pilha de peças a flutuar numa parte do ecrã e com o rato escolhemos a peça que queremos colocar, mantendo o dedo a pressionar o botão esquerdo do rato, enquanto que o botão direito serve para rodar a peça seleccionada. Depois é mesmo uma questão de arrastar a peça e largá-la onde quisermos, tentando adivinhar onde a mesma se encaixaria. Para além disso, temos também uma área do jogo onde podemos agrupar e armazenar peças da maneira que bem entendermos, bem como uma imagem de referência do puzzle completo. E o primeiro problema que nos deparamos é mesmo o da imagem de referência ser bastante curta. Com a roda central do rato podemos ampliar a câmara, mas nunca conseguimos ver a imagem de referência em detalhe. Mas à medida que vamos progredindo, vamos ganhando também pontos que podem ser usados em dicas. Essas dicas podem ser os ghosts, que mostram, por alguns segundos, uma imagem translúcida do puzzle completo ou dicas que nos indicam a rotação ou localização da peça que tenhamos seleccionado. Isto ajuda bastante nalguns puzzles mais complexos!
A interface é bastante simples, pena é que a imagem de referência seja tão pequena!
De resto teríamos imensos puzzles para resolver e muitos mais disponíveis para serem comprados por DLC, o que eu naturalmente não fiz. Ainda nesse tema, acho estranho porque na lista de puzzles dá para filtrar por diversos critérios, sendo o critério por defeito o “puzzles owned“, isto é, os puzzles que eu teria já registados na minha conta. Ainda assim, qual não foi a minha surpresa por mesmo dentro desses puzzles owned, apenas os free estavam disponíveis para serem jogados. Os restantes teria de os comprar na mesma, o que é estranho. Como referi acima, naturalmente não comprei mais puzzle nenhum, eu e a minha namorada fizemos todos os puzzles gratuitos e ainda assim gastamos largas dezenas de horas com isto!
O Wonder Boy III: The Dragon’s Trap é, para mim, um dos melhores jogos de plataforma da era 8bit. É também um metroidvania, embora seja ainda algo primitivo. E quando soube há alguns anos atrás que estava a ser preparado um remake, fiquei bastante interessado. É que a liderar o projecto estava nada mais nada menos que Omar Cornut, não só um grande entusiasta da série Wonder Boy, mas também da própria consola Master System e restante hardware Sega 8bit. Omar Cornut é o autor do emulador Meka, que usei bastante há anos atrás, bem como um dos fundadores da comunidade SMSPower, que costumo também seguir. Mas adiante! Apesar de ter o jogo no steam há algum tempo, e sinceramente não me recordo como veio cá parar, quis mesmo optar por ter antes um lançamento físico, algo que aconteceu há uns meses atrás, após ter comprado este exemplar da PS4 através de um vendedor no ebay por cerca de 25€. É bom ver um jogo de PS4 “normal” com tantos extras, a começar por um manual!
Jogo com capa reversível, manual, banda sonora, porta chaves e papelada
E escrever sobre a série Wonder Boy é sempre uma dor de cabeça, não só pelas diferenças de nome entre regiões e entre consolas, a começar pelo facto do Adventure Island ser um reskin do primeiro Wonder Boy e que deu origem à sua própria série. O Wonder Boy III da Master System (não confundir com o Wonder Boy III da Mega Drive que não tem nada a ver) é na verdade o segundo jogo da subsérie Monster World, que primam por serem jogos de plataforma não lineares (os tais metroidvania) e com alguns elementos ligeiros de RPG. O twist deste Dragon’s Trap está mesmo na forma como o jogo começa. Há um recontar da última batalha contra o Dragão (a mesma que finaliza o Wonder Boy in Monster Land), mas desta vez, o dragão ao ser derrotado lança uma maldição ao jovem herói, transformando-o num dragão! Então lá teremos uma vez mais de vaguear pela Monster Land em busca da nossa humanidade! No entanto, à medida que vamos defrontando outros bosses, vamo-nos transformando noutras criaturas, que nos darão diferentes habilidades também. E o mundo está construído de forma a que certos locais apenas sejam acessíveis a certas criaturas, bem como teremos muitas salas secretas para descobrir, com equipamento mágico ou corações que nos extendam a barra de vida.
É impossível ficar indiferente a estes gráficos lindíssimos, pintados à mão
Não é um jogo muito grande, mas gostei bastante do conceito das diferentes transformações. O dragão cospe fogo, podendo atacar à distância e é invulnerável a lava, mas não tem qualquer escudo que o defenda. A segunda transformação é um homem-rato, minúsculo, mas que lhe permite não só esgueirar-se por passagens estreitas mas também agarrar-se a superfícies com uma textura quadriculada, podendo assim subir paredes ou mesmo andar pelos tectos. Outra é um homem-piranha, capaz de nadar à vontade na água, já o lion-man é uma transformação poderosa e com uma óptima área útil de defesa e ataque. A última transformação é um homem-pássaro, que apesar de ser mais frágil, permite-nos voar livremente e explorar os cenários à vontade. É contudo, a única forma que é vulnerável à água, pelo que temos também de ter isso em atenção. É portanto um jogo onde há um grande foco na exploração, mas também teremos de fazer algum grinding, pois os melhores equipamentos também custam uma pipa de massa.
Ocasionalmente encontramos lojas onde poderemos comprar melhor equipamento, outros itens, ou mesmo hospitais onde nos regeneram a barra de vida
Mas o que traz este remake de novo? Bom, para além dos gráficos e som refeitos e que descreverei mais à frente, temos também alguns locais secretos (e novos) para explorar, bem como alguns melhorias de quality of life. Apesar de não haver nenhum sistema de fast travel, sempre que quisermos voltar à aldeia central, que serve de hub para aceder a todas as outras áreas, basta pausar e escolher a opção para voltar ao ecrã título. Quando recomeçarmos o jogo, estamos novamente na aldeia central, mas retendo toda a barra de vida, dinheiro, equipamento e magias que tenhamos amealhado. É também uma excelente maneira de evitar morrer, pois apesar do jogo ter vidas infinitas, sempre que morremos voltamos à tal aldeia central, mas perdemos todos os itens que tenhamos amealhado (no entanto o equipamento, tamanho da barra de vida e dinheiro mantêm-se).
Diferentes formas do Wonder Boy possuem também diferentes habilidades
Já a nível audiovisual, fizeram aqui um trabalho excelente. Os gráficos foram todos redesenhados com figuras e cenários desenhados à mão, mas com excelentes animações. A banda sonora foi toda regravada usando instrumentos reais, e algumas músicas ficaram mesmo muito boas na minha opinião, dando-lhe até outra vida, como o tema do deserto que agora é bem mais jazzy. Gostava de um dia ver um documentário de making of deste jogo, pois o Omar e sua equipa fizeram todo este jogo com base em engenharia reversa do lançamento original para a Master System. Para além disso, a qualquer momento podemos alternar, em tempo real, entre os gráficos originais e do remake, mas também ambas as bandas sonoras, e aí dá mesmo para sentir as diferenças!
Outra das novidades aqui introduzidas é a possibilidade de jogarmos com uma rapariga
Portanto este lançamento acaba por me agradar bastante, pois não só é um remake de um jogo clássico da Master System, como também é um remake de muita qualidade e, espero eu, que tenha de certa forma cativado a audiência para eventualmente vermos mais lançamentos deste género, o que de certa forma já aconteceu. Em 2018 tivemos o lançamento de Monster Boy and the Cursed Kingdom, um sucessor espiritual de Wonder Boy, e este ano um novo remake, o do Monster World IV, agora sob o nome de Wonder Boy: Asha in Monster World. Planeio comprar e jogar ambos em breve!
O artigo de hoje é mais uma rapidinha, pois após ter jogado o Dracula: Origin e ter ficado um pouco desiludido, quis pegar rapidamente na sua sequela, para posteriormente ser surpreendido que na verdade este é um daqueles jogos de hidden object, como o Sherlock Holmes and the Hound of the Baskervilles que já cá trouxe no passado. E tal como esse jogo, este também veio parar à minha conta steam após ter sido comprado num bundle por um preço bastante convidativo.
A história deste jogo segue os acontecimentos da sua prequela, onde Dracula, após ter sido derrotado por Van Helsing, acorda enfraquecido. Para piorar as coisas, uma tal “rainha dos vampiros” aproveitou o momento de fraqueza de Dracula para procurar ela dominar o mundo. E só para chatear, acaba por raptar a Mina também. Então iremos partir no encalço de Mina uma vez mais, se bem que desta vez, por algum motivo, até o próprio Van Helsing nos decide ajudar. Na verdade a história neste jogo é muito má, não deve ser mesmo levada a sério.
Os objectos que vamos encontrando vão ser usados noutros objectos para conseguirmos progredir
Ao longo desta aventura teremos de explorar bem os diferentes cenários ao coleccionar objectos, para depois usá-los noutros objectos e resolver imensos puzzles, alguns bem complicados, mas o jogo oferece sempre a possibilidade de o descartar se assim bem entendermos. Muitas vezes temos também aqueles segmentos de hidden object, onde nos é apresentado um cenário estático, aparentemente pintado à mão, e teremos de encontrar uma série de objectos listados abaixo, o que nem sempre é fácil pois muitos dos objectos acabam por estar bem camuflados nos cenários. À medida que vamos avançando no jogo, Dracula vai ganhando também novas habilidades, que lhe permitem usar os seus poderes vampíricos como a telecinese, força sobrehumana, ou a capacidade de se transformar num morcego. Para quê? Para apanhar certos objectos que de outra forma não os conseguiríamos alcançar, claro.
Ocasionalmente vamos tendo alguns puzzles para resolver também. Alguns são simples, outros bastante infernais!
Do ponto de vista audiovisual devo dizer que fiquei algo desagradado com o que encontrei aqui. Os cenários são uma vez mais até que bastante diversificados entre si, mas o voice acting é uma vez mais muito mau, particularmente o do próprio Dracula, que tem um sotaque de este algo forçado, pareceu-me. Ao menos as músicas são bastante calmas, mas também tendo em conta que este é um jogo muito casual, acaba por ser o mais indicado. Sinceramente preferia antes ter jogado uma aventura gráfica ao nível dos melhores Sherlock Holmes, mas infelizmente ainda não foi desta.
Voltando às rapidinhas no PC, vamos ficar com mais uma aventura gráfica, desta vez para mais um lançamento da Frogwares, o estúdio que nos tem trazido os videojogos da saga Sherlock Holmes. E como eu até gosto dessa série, confesso que estava com as expectativas altas para este título, pois o mesmo é inspirado na obra de Bram Stoker, e decorre também em pleno período Victoriano, mas infelizmente as minhas expectativas foram um pouco defraudadas. Mas já lá vamos! O meu exemplar digital creio que foi comprado num bundle alusivo a vários jogos da Frogwares, que incluía, naturalmente, muitos dos títulos da saga Sherlock Holmes a um preço muito convidativo. EDIT: comprei recentemente numa feira de velharias uma versão física deste jogo por 1€.
Jogo com caixa e manual
Ora nós aqui encarnamos nada mais nada menos que no papel de Van Helsing, conhecido caçador de vampiros, que está no encalço de Dracula após este ter mordido Mina, noiva do seu assistente Jonathan Harker. Por sua vez, Mina é extremamente parecida ao primeiro amor de Dracula, pelo que este pretende ressuscitá-la usando o seu corpo como meio. Vamos então percorrer diversos cenários, como as cidades de Londres, Cairo, Viena e finalmente a região da Transilvânia, onde irá decorrer o confronto final com o Príncipe das Trevas.
Os cenários até que são variados e bem representados (com gráficos pré-renderizados). Pena a narrativa ser tão pobre!
No que diz respeito às mecânicas de jogo, contem com as típicas que encontramos das aventuras point and click clássicas. Teremos então a obrigação de explorar bem os cenários, com o ponteiro do rato a mudar de forma consoante o contexto por onde o passamos. Por exemplo, em objectos que podem ser interagidos ou observados, o cursor muda para uma mão ou olho respectivamente. Os cenários são apresentados em ângulos de câmara fixos, logo quando o cursor do rato muda para umas pegadas, quer dizer que nos podemos movimentar para uma nova área da sala/corredor/rua onde estamos, ou uma zona mesmo inteiramente nova. Vamos ter de apanhar e usar objectos, falar com pessoas, combinar objectos entre si e, acima de tudo, teremos alguns puzzles mais “a sério” para resolver, tipicamente para destrancar passagens ou portas de cofres e afins. O progresso normal do jogo até que é bastante simples e o facto da tecla espaço realçar todos os pontos de interesse no ecrã é de facto uma grande ajuda. Já para os puzzles propriamente ditos, bom aqui a história é muito diferente, pois há alguns que são mesmo difíceis de entender como funcionam e o que é pretendido.
Alguns puzzles não são nada intuitivos!
A nível audiovisual também é um jogo que me desiludiu um pouco. É verdade que vamos tendo uma variedade considerável de cenários para explorar, e estes até que estão bem detalhados, mas as animações das personagens e acima de tudo os seus diálogos deixam muito a desejar. O que é pena, pois a série Sherlock Holmes, apesar de graficamente os primeiros jogos também serem algo pobres, ao menos na narrativa, especialmente as vozes de Sherlock e Watson, sempre teve uma qualidade acima da média. Aqui o Van Helsing está mal representado na minha opinião, até porque muitas das suas frases mais comuns ficaram mal conseguidas. E apesar de o jogo ter terminado de forma a mostrar que uma eventual sequela estaria a caminho, o único jogo que a frogwares voltou a lançar sob o nome de Dracula foi o Love Kills, que é uma aventura bem mais casual do tipo hidden object.
Voltando às rapidinhas no PC, vamos ficar agora com mais uma aventura gráfica, desta vez com o terceiro capítulo da saga Dark Fall, que por sua vez são uma série de aventuras gráficas de terror, na primeira pessoa e com todos os cenários pré-renderizados. O meu exempar foi comprado no Steam, algures no ano passado, nalguma steam sale e certamente a um preço muito baixo.
Apesar de não estar directamente relacionado com o primeiro jogo, a história leva-nos uma vez mais à antiga estação de comboios e hotel de Dowerton, pequena localidade rural no interior britânico, agora ainda mais delapidado e sinistro. Nós controlamos um antigo detective que caiu em desgraça após investigar o desaparecimento de Amy, uma jovem menina, há 5 anos atrás. As suas suspeitas recaíam num mendigo muito sinistro e, após o ter incriminado depois de ter plantado provas e ser descoberto, esse suspeito acabou por ser liberdado, a menina nunca mais apareceu e o detective acabou por ser despedido. 5 anos depois, lá visitamos aquela antiga estação e hotel em busca de novas pistas para o paradeiro de Amy.
O interior do hotel em particular está muito bem conseguido!
Sendo esta uma aventura gráfica point and click na primeira pessoa, a exploração dos cenários será o maior foco, onde teremos de procurar objectos, usá-los em locais chave e resolver alguns puzzles de forma a ir progredindo e desmistificar o mistério que envolve o desaparecimento de Amy, mas também o de alguns hóspedes do hotel, cujos espíritos ficaram presos àquele local. Sendo um jogo na primeira pessoa, mas com gráficos pré-renderizados, não temos total liberdade de movimento, devendo no entanto usar o rato para nos movimentarmos pelo ecrã. O ponteiro do rato vai mudando de forma consoante o contexto da zona que tentamos interagir. Por exemplo, ao aproximar o rato das bermas do ecrã, o ponteiro muda para a forma de uma mão com o indicador a indicar a direcção para onde podemos mover a câmara, ou mesmo deslocarmo-nos para outra divisão. Nalguns objectos o rato muda para uma lupa, que indica que podemos ampliar essa área e observá-la com mais detalha, uma mão aberta que indica que podemos apanhar algum item, ou uma chave inglesa, que indica que poderemos usar algum item do nosso inventário ali.
Ocasionalmente vamos recebendo algumas sms misteriosas… o detalhe da interferência do sinal sempre que isso acontece está óptimo
O problema é que, tal como os seus antecessores, teremos alguns puzzles não muito lógicos para resolver e que muitas vezes nos obrigam a apontar algumas notas separadamente, pelo que usar um guia em certas alturas é garantidamente recomendado. Certos objectos, como abrir gavetas ou portas de armários também obrigam a que mantenhamos o rato pressionado e o arrastemos para simular o movimento de abertura, o que nem sempre funciona como gostaríamos. A certa altura também ganhamos acesso a um lockpick e sempre que o tenhamos de usar é também algo fastidioso para tentar destrancar o que quer que seja!
Já a nível audiovisual é também um jogo que me deixou com sentimentos mistos. Por um lado, como tem visuais pré-renderizados, infelizmente não podemos jogar com resoluções em HD, o que para um jogo de PC de 2010 não é lá muito bom. Mas desconsiderando isso, devo dizer que gostei bastante do esforço que fizeram para tornar a atmosfera deste jogo bastante tensa. A ideia de voltar a Dowerton também me agradou, pois sinceramente não fui o maior fã dos cenários do jogo anterior. Aqui as salas do hotel e da estação estão bastante sinistras, seja com manequins dilapidados, manchas de sangue, runas e grafittis estranhos por todo o lado, sempre com pouca luz, claro. A acompanhar os visuais temos um som muito envolvente e atmosférico, seja com músicas antigas, ou simplesmente melodias dissonantes a tocarem em plano de fundo, mas também com muitas vozes, sussurros, grunhidos ou berros à distância sempre a acompanhar a acção. E isso resultou realmente bem.
Convém ir tomando algumas notas para resolver alguns puzzles, pois o jogo não guarda essas pistas que vamos descobrindo com a exploração
Portanto este é mais uma aventura gráfica com uma atmosfera de terror bem conseguida, mas uma vez mais possui imensos puzzles que não são lá muito óbvios para resolver. O facto de ser um jogo todo com cenários pré-renderizados e não suportar resoluções em HD também não é muito bom, mas tendo em conta que este foi um jogo quase todo produzido por uma pessoa só, não deixa de ser de louvar esse facto. Entretanto no ano passado a mesma equipa lançou o Dark Fall: Ghost Vigil, que me parece estar com um óptimo aspecto. A ver se o apanho nalguma promoção!