Star Wars (Sega Master System)

Star Wars - Master SystemContinuando com artigos sobre a consola 8bit da Sega, desta vez para mais pequeno artigo sobre um jogo da franchise de ficção científica mais popular de toda a galáxia. Star Wars é uma conversão algo tardia de um jogo da NES de mesmo nome lançado em 1991. E tal como o nome indica, é um jogo que decorre durante os acontecimentos do primeiro filme da saga, nomeadamente o quarto capítulo. Este Star Wars entrou na minha colecção há uns anos atrás, através dum bundle de 7 jogos que comprei no Miau.pt, tendo-me ficado muito, muito barato mesmo (menos de 1€ por jogo).

Star Wars - Sega Master System
Jogo com caixa. Sempre gostei deste artwork.

O que mais me impressionou no jogo foi que mesmo sendo para uma consola de 8bits com as limitações óbvias de hardware, Star Wars segue muito bem os acontecimentos do filme, excepto faltar ali o fulcral encontro com Darth Vader em pessoa. Em primeiro lugar somos  largados no planeta deserto de Tatooine como Luke Skywalker, o jovem jedi wannabe, aprendiz de Obi-Wan Kenobi. A bordo de um Landspeeder, podemos explorar várias cavernas. Essa exploração é maioritariamente opcional, mas é fortemente aconselhado que seja feita, pois podemos encontrar powerups para as armas, ou outras personagens úteis no jogo. Tal como no filme, é na superfície de Tatooine que podemos resgatar R2-D2, Obi-Wan Kenobi ou Han-Solo no bar de Mos Eisley. A partir daí resta viajar na Millenium Falcon até à Death Star, resgatar a princesa Leia e voltar a um assalto à Death Star, desta vez a bordo de uma X-Wing.

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Inicialmente andamos a viajar pelo planeta de Tatooine num Landspeeder

Luke Skywalker é a personagem principal com que podemos jogar, mas Han Solo ou a Princesa Leia, caso tenham sido resgatados, poderão também ser seleccionados para entrar em acção a qualquer momento, bastando para isso seleccioná-los no menu de pausa. A diferença é que Han Solo e Leia possuem apenas uma vida, ao contrário de Luke que poderá ter várias. Han Solo é mais forte e pode aguentar com mais dano, bem como ter ataques mais fortes. Já Leia é mais ágil. Obi Wan Kenobi é a chave para que Luke venha a obter o seu lightsaber e pode também ressuscitar algumas vezes tanto Han Solo como Leia. Os Robots C3PO e RD-D2 têm também as suas utilidades. O primeiro pode-nos dar algumas dicas ao longo do jogo, já R2-D2 para além de regenerar os escudos da X-Wing, pode também mostrar um mapa dos corredores labirínticos da Death Star, muito útil para a secção de plataforma nesse ponto do jogo.

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Ao carregar no botão de pausa podemos escolher outras personagens para jogar, ou para usar as suas habilidades.

As secções de plataforma são sidescrollers perfeitamente normais, com um botão para saltar, outro para atacar. É possível trocar de arma, no caso de Luke Skywalker, onde podemos alternar entre a pistola laser pelo lightsaber. O lightsaber é uma arma bastante forte, capaz de derrotar todos os inimigos num só golpe, mas tem a desvantagem de ser uma arma de curta distância, ou seja, se não tivermos cuidado podemos sofrer bastante dano. A condução de veículos é simples e eficaz. Viajar pelo planeta de Tatooine não tem nada que saber, mas já a perseguição a alta velocidade pelas trincheiras da Death Star pode mesmo ser frustrante. Os outros momentos em que “conduzimos” algo são as viagens pelo espaço na primeira pessoa, a bordo da Millenium Falcon ou de uma X-Wing. A primeira viagem na Millenium Falcon é um pouco aborrecida, pois apenas temos de nos desviar de um indindável número de asteróides, já as outras viagens têm combate, onde não controlamos a nave em si, mas os seus lasers para derrotar os inimigos.

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Os níveis em sidescrolling têm diferentes cenários, as cavernas são logo dos primeiros.

Graficamente é um jogo bastante colorido e bem conseguido para uma Sega Master System. Achei impressionante a qualidade que conseguiram alcançar ao renderizar vários retratos de personagens como Han Solo ou Obi Wan Kenobi, bem como nas cenas de game over ou no final do jogo. As músicas não são más de todo, mas aquelas mais icónicas da saga Star Wars ficaram a soar um pouco estranhas no chip de som da Master System. Mas no geral foi um bom trabalho audiovisual desenvolvido pela Tiertex.

Star Wars para a Master System pode não ser o melhor jogo de sempre, pode ser uma conversão tardia de um jogo de NES do mesmo nome, mas não achei de todo que seja um mau jogo. Não é dos melhores que a Master System possui no seu catálogo, mas acho que é um jogo bastante sólido e que me impressionou pela representação +/- fiel ao filme que conseguiram transpor para um videojogo. Só faltou mesmo uma lutazinha contra o Darth Vader!

Psychic World (Sega Master System)

Na PUSHSTART deste mês, um dos artigos que tive a oportunidade de escrever foi ao Psychic World da Sega Master System, uma conversão de um sidescroller algo obscuro, desenvolvido pelo estúdio Hertz para os computadores japoneses MSX2. A conversão para a Master System trouxe algumas mudanças que poderão ler na minha análise completa, bastando para isso seguir este link.

Psychic World - Sega Master System
Jogo com caixa

A minha cópia do jogo deu entrada na minha colecção algures entre Novembro ou Dezembro de 2013, tendo sido comprada na loja portuense Pressplay, onde já fazia um bom tempo que não visitava a loja. O jogo custou-me algo perto dos 9€, mas infelizmente não traz manual.

PUSHSTART #40

E a PUSHSTART #40 está disponível para download aqui. Nesta edição contribui com uma análise ao Minecraft para a PS3, uma outra para o Final Fantasy VII da PS1 e ainda uma para uma das hidden gems da Sega Master System, o Psychic World que irei publicar em seguida.

Nesta edição:

– Preview: Hearthstone

– Especial: SEGA 3D Classics – Part 2

– Old Vs New: Dr. Mario VS Dr. Luigi

– 4X4: Final Fantasy VII

Visão: Videojogos e Educação

Entrevista: Merrigan

– Tecnologia: bq Aquaris 5 HD

TOP: 10 Melhores Exclusivos PS3

– Gamer em Tempos de Crise: Team Fortress 2; Dungeons & Dragons: Neverwinter; Super Hot

– Reviews: Mario & Sonic at the Sochi 2014 Winter Olympic Games; F1 Race Stars Powered Edition; Super Mario 3D World; Pikmin 3; Knytt Underground; NES Remix; Minecraft (PS3 Edition); Rayman Legends; Rush; Mark of the Ninja; Papers, Please; OlliOlli; Konbo Monsters; Swimmers; Psychic World; The Legend of the Mystical Ninja; Midnight Resistance

Soviet Strike (Sega Saturn)

Soviet StrikeO Desert Strike é um dos meus jogos preferidos da era 8/16bit, tendo sido um excelente jogo de acção com alguns conceitos de estratégia militar. Com o sucesso de Desert Strike, vieram as sequelas Jungle e Urban Strike, tendo sido lançadas maioritariamente tendo em vista as consolas 16bit. Com as consolas 32bit em força no mercado, foi altura de o próximo jogo da série tirar partido das possibilidades oferecidas pelos novos hardwares e nasceu assim este Soviet Strike, sendo inclusivamente o único jogo da série a ser lançado na Sega Saturn. Se a memória não me falha, o jogo entrou na minha colecção ao ter sido comprado na feira da Ladra em Lisboa algures em 2013 e o seu preço não deverá ter sido superior a 6€.

Soviet Strike - Sega Saturn
Jogo completo com caixa e manuais

Tal como o nome do jogo indica, desta vez lutaremos contra a ameaça soviética. Na verdade em 1997 já há muito que a União Soviética tinha deixado de existir, mas uma antiga facção ligada ao KGB está aparentemente a tramar algumas. O jogador toma assim mais uma vez o papel de um piloto de helicóptero, mas desta vez pertence a um grupo militar norte-americano ultra-secreto (STRIKE) que nas suas operações encobertas trava batalhas de forma a impedir que guerras venham a acontecer. A apoiar-nos durante as missões temos o general Earle, um hacker bizarro e Andrea, uma agente Strike com a profissão infiltrada de repórter de imprensa, que nos vão dando os briefings de cada missão e algumas dicas também.

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O jogo passa-se em diferentes territórios ex-Soviéticos, não apenas na Rússia

Tal como os jogos anteriores, este Soviet Strike está dividido em vários níveis bem grandinhos, onde em cada nível temos várias missões a desempenhar, tais como destruir radares, tanques inimigos, armas de destruição massiva, resgatar prisioneiros de guerra, prender líderes inimigos, entre várias outras. E também tal como os jogos anteriores, a ordem das missões convém serem respeitadas de forma a facilitar um pouco mais as coisas ao longo do nível. Por exemplo, destruir os radares inimigos faz com que os inimigos percam alguma da sua capacidade de nos emboscar. Também algumas missões só ficam desbloqueadas após termos concluído a anterior.

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Este é Hack, e como o nome indica é o hacker de serviço. O que raio tem ele na cabeça?

De resto para quem jogou Desert Strike a jogabilidade é muito semelhante. A grande diferença está em apenas podermos conduzir o helicóptero, ao contrário do Jungle e Urban Strike que a certo ponto nos deixavam conduzir outros veículos. De resto continuamos a ter de gerir os recursos como munições, combustível e armadura do helicóptero, forçando-nos a procurar no campo de batalha por esses “mantimentos”. A outra diferença está também na câmara que deixou de ser isométrica, porém continua com uma perspectiva muito parecida, mantendo assim a mesma identidade à série. Neste jogo também deixou de acontecer o nosso helicóptero perder-se de vista por detrás de algum edifício alto, pois ele sobe e desce dinamicamente, deixando assim de ser possível embater nesses edifícios também.

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Como sempre, as missões devem ser jogadas pela ordem atribuída, por razões estratégicas

Graficamente não é o jogo mais impressionante de sempre, os modelos em 3D poligonal são simples e eficazes, já os bonequinhos que representam humanos parecem-me directamente retirados dos clássicos da Mega Drive. O fundo de cada nível tem boas texturas, tendo supostamente sido criados com recurso a imagens reais retiradas por satélite. A inteligência artificial dos inimigos também me parece boa tendo em conta os jogos anteriores. Aqui os inimigos são mais eficazes nas suas emboscadas e é frequente sermos “sodomizados à bruta” pelos veículos armados inimigos, em especial nos últimos níveis. As músicas é que me deixam um pouco de pé atrás, mais na sua qualidade, visto algumas mais parecerem chiptune do que propriamente red book audio. O jogo está também repleto de várias cutscenes em full motion video, que comparando com a versão Playstation ficam um bocadinho a desejar na qualidade, fruto de a Sega Saturn não ter nativamente codecs vídeo tão bons assim. Essas cutscenes existem em demasia, antes de cada nível, depois, e mesmo durante, ao completar algumas missões ou em acontecimentos chave. E isso até nem me chatearia, se eu não achasse todos os diálogos, ou as representações dos actores muito cheesy e over the top. Preferia de longe as coisas mais “terra-a-terra” e simplificadas dos primeiros jogos. Aqui a trama acaba por ficar mais confusa mesmo por causa de todas essas cutscenes exageradas.

Mas ainda assim, apesar de ter alguns defeitos, Soviet Strike não deixa de ser um jogo bastante sólido e quem gostou dos clássicos de 16bit certamente não irá desgostar deste novo jogo. Depois do Soviet Strike a EA ainda lançou cá para fora o Nuclear Strike, que nas consolas apenas abrangiu a Playstation e a Nintendo 64. Tenho pena de a série não ter continuado (sem contar com uma conversão do Desert Strike para a Gameboy Advance), mas vindo da Electronic Arts tenho muito receio de uma eventual sequela vinda por eles.

Catherine (Sony Playstation 3)

CatherineA Atlus é uma das minhas empresas preferidas. Para além de serem os criadores de Megami Tensei, uma série de RPGs bem antigos e com imensos spinoffs, entre os quais a conhecida série Persona, a Atlus para mim sempre foi uma empresa bastante criativa e, mais uma vez referindo-me ao mercado dos RPGs japoneses, um grande colosso na área. Sem deixar de mencionar claro o seu importante trabalho como publisher, trazendo até nós diversos jogos nipónicos que dificilmente veriam a luz do dia fora de terras do Sol Nascente. Catherine, lançado em 2011, é o primeiro jogo desenvolvido pela Atlus nas consolas da geração PS360, apesar de já ter publicado uns quantos títulos anteriormente, como o Demon’s Souls. E Catherine é um jogo bastante original, tal como irei referir em seguida. A minha cópia foi adquirida algures no ano passado numa Game, penso que a do Maiashopping antes de ter “fechado” e custou-me algo entre os 10 e os 15€.

Catherine - Sony Playstation 3
Jogo completo com caixa, manual e papelada

Basicamente Catherine é um misto de puzzle-game, com dating-sim ou mesmo aventura, centrado na temática da infedelidade, onde o infeliz Vincent Brooks, tal como Marco Paulo, está dividido entre “2 amores”. Ok, analogias parvas à parte, neste jogo tomamos o papel de Vincent Brooks, um japonês aparentemente já trintão e com uma relação já de longa data com a sua namorada Katherine. Quando Khatherine começa a tocar no assunto “casamento”, Vicent sente-se algo inseguro e começa a ter pesadelos muito estranhos. A coisa começa complica-se mais, quando Vicent conhece a bela Catherine e “por acidente” dorme com ela, entrando num triângulo amoroso muito difícil de gerir. Isso pois Vicent, tal como muitos outros homens infiéis acaba por sofrer uma maldição em que todas as noites o pesadelo é semelhante: uma enorme torre de blocos cúbica tem de ser escalada até se chegar ao “andar seguinte”. Vicent e os outros homens infiéis que partilham do mesmo pesadelo tomam a aparência de carneiros, e caso algum morra no pesadelo, morre na vida real também. No entanto, caso sobrevivam, no dia seguinte ninguém se recorda do pesadelo.

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No lado esquerdo temos um indicador do que nos falta escalar. O que está a preto são os blocos da torre que já se desmoronaram

A jogabilidade é então inteiramente diferente de quando se está acordado, ou nos pesadelos. Nestes últimos, o jogo assume a forma de um jogo de puzzle, onde temos a cada noite uma série de andares de uma longa torre para escalar. De forma a fazê-lo, temos de ir puxando/empurrando uma série de blocos cúbicos para abrir caminho e isso pode ser bastante desafiante. Pode não, será certamente nos níveis mais avançados. Os cubos podem estar presos apenas por arestas no meio do vazio, outros cubos são especiais que podem não ser movidos, têm armadilhas mortais, partem-se ou explodem, entre outros. E o que torna o jogo ainda mais desafiante é que temos sempre uma tensão constante de não cometer erros, pois os níveis inferiores vão sendo destruidos com o tempo, ou ao deslocar os blocos de forma errada podemos mesmo comprometer o nosso progresso. Felizmente existem alguns items que podemos utilizar para nos auxiliar na escalada, embora só possamos carregar um item de cada vez. Estes permitem-nos escalar 3 blocos de cada vez, criar um bloco novo, destruir os inimigos próximos, entre outros. Algo que também nos ajuda é o facto de existirem checkpoints espalhados pelas torres, ou nos graus de dificuldade menor podemos anular as últimas acções.

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Intercalado com cada etapa no mesmo pesadelo estão os “Landings”, que servem de ponto de descanço, onde podemos interagir com outros humanos aprisionados no mesmo pesadelo

A segunda parte do jogo é passada no bar Stray Sheep, onde podemos ir falando com os amigos de Vincent, outros clientes do bar ou os seus empregados, ou mesmo com Catherine e Katherine. Muitas das pessoas com quem falamos no bar também possuem a mesma maldição de Vicent, aparecendo nos mesmos pesadelos, embora tal como Vicent não se recordem de tal coisa. E tanto nos pesadelos como na “vida real”, vamos podendo ouvir as suas inseguranças e descortinar um pouco mais do seu passado, onde os podemos também ajudar a ultrapassar as suas inseguranças. A parte psicológica do jogo assenta completamente em decisões morais. Tanto Catherine como Katherine nos vão enviando SMS para o telemóvel, às quais podemos responder da forma que achemos mais conveniente. Essas nossas decisões, bem como algumas respostas que damos aos nossos companheiros, ou respostas às perguntas nos confessionals dos pesadelos vão influenciar uma certa balança entre dois alinhamentos: Chaotic e Lawful. O primeiro refere-se à liberdade extrema do “eu”, enquanto o Lawful representa as decisões mais politicamente correctas. Esta moralidade é um tom presente em todo o jogo, que em conjunto com diversas respostas que podemos dar nos últimos níveis apresentam um total de 8 finais diferentes que podemos alcançar.

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No bar para além de podermos beber várias bebidas alcoólicas temos também a chance de interagir com outras pessoas e ouvir os seus problemas

Para além do modo de jogo principal, também podemos jogar umas partidas do modo Babel ou do Colosseum. Este último é desbloqueado no final do jogo principal, onde essencialmente podemos jogar qualquer nível dos pesadelos do jogo principal, mas num multiplayer competitivo. O Babel é um modo de jogo para os especialistas dos pesadelos infernais. Para jogar logo o primeiro nível, é exigido obter um troféu de ouro no final de um dos níveis do jogo principal, no grau de dificuldade normal ou maior. Neste modo de jogo é também possível jogar cooperativamente com mais um jogador, algo que não cheguei a experimentar.

Graficamente é um jogo muito bom, com uns visuais completamente anime e bem detalhados. As cutscenes tanto podem utilizar o próprio motor do jogo, que apresentam muito bem as várias expressões faciais dadas pelas personagens, ou podem ser mesmo “desenhos animados” no estilo anime. Os visuais tanto abordam o erotismo, especialmente com as investidas de Catherine, como o macabro, visto em algumas cutscenes ou especialmente nos confrontos com os bosses. O voice acting é excelente, embora eu preferisse que houvesse a opção de ouvir as vozes originais em japonês com as legendas em inglês. As músicas também vão sendo muito variadas, desde coisas mais para o relax, em especial nas conversas dos bares, ou para músicas mais tensas, especialmente nos confrontos das Catarinas, ou coisas mais rock n’ roll nos pesadelos, onde temos de agir rapidamente e metodicamente.

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No final de cada pesadelo, temos sempre um boss atrás de nós, que geralmente representam os medos de Vincent

Catherine é um jogo muito bom, especialmente para quem gostar de uma boa história. É na minha opinião um jogo bastante original e um dos pontos altos da geração passada da PS3/X360. É algo tão diferente que não consigo imaginar a Atlus a realizar uma sequela, o que eu prefiro que não o façam realmente. Para os que gostam de jogos puzzle, então Catherine é também uma excelente escolha, pois basta não jogar em Easy que se torna bastante desafiante e o modo Babel também não é pera doce.