Dynasty Warriors (Sony Playstation)

Se vos falar na série Dynasty Warriors vocês vão logo pensar naqueles hack ‘n slash onde temos de defrontar vários exércitos da China antiga à pancada, mas na verdade a série teve as suas origens num jogo diferente. O primeiro Dynasty Warriors, lançado pela Koei para a primeira Playstation era um jogo de luta 3D, com semelhanças a outros jogos como o Soul Blade, na medida em que todos os lutadores possuem armas brancas. O meu exemplar veio da Alemanha, através de um negócio do eBay no final do ano passado, tendo-me custado menos de 10€.

Jogo com manual

A Koei já possuia um grande antecedente de jogos de simulação e/ou estratégia, incluindo a série Romance of the Three Kingdoms que já abordava esta temática da história da China, pelo que surpreenderam bastante quando anunciaram este jogo de luta. O enquadramento do jogo está também centrado nesse periodo da história Chinesa, onde a maioria das personagens correspondem a generais ou soldados relevantes nas batalhas que se travaram nessa época. Existem no entanto algumas personagens desbloqueáveis como o general Nobunaga que pretence à história japonesa.

Os cenários possuem imagens estáticas que não têm uma resolução lá muito grande

Este Dynasty Warriors possui no entanto algumas peculiaridades tendo em conta os restantes jogos de luta em 3D, nomeadamente na sua jogabilidade. Isto porque possuimos dois botões principais de ataque e dois de bloqueio. Os ataques podem ser perfurantes ou cortantes, sendo que os botões de bloqueio servem para bloquear ataques do mesmo género. Se conseguirmos bloquear um ataque da forma certa, podemos ter uma janela de oportunidade para contra-atacar, o que é difícil pois exige um timing muito preciso. De resto temos vários modos de jogo, desde o “arcade” mais tradicional, ou o versus para 2 jogadores. Temos ainda um modo “Practice” que dispensa apresentações, um modo team battle que nos permite formar uma equipa de 3 lutadores e ir lutando contra outros grupos de 3 lutadores (mas não em simultâneo). Outros modos de jogo incluem um Time Trial onde temos de terminar o jogo o mais rápido possível, o Endurance, onde com apenas uma barra de vida teremos de sobreviver ao máximo de combates possível e por fim o modo Tournament, onde podemos participar em torneios de 8 lutadores em combates eliminatórios.

As personagens do jogo são todos generais e/ou guerreiros famosos de um certo período histórico da China

A nível audiovisual sinceramente não acho que este jogo seja lá muito bom. É certo que saiu numa altura em que já tinhamos jogos como Virtua Fighter 2, Tekken 2 ou Soul Blade, mas aqui as personagens não têm o mesmo nível de detalhe, são mais “blocky“, e as animações poderiam ser mais fluídas. Os cenários também não são lá muito detalhados, com uma imagem estática de fundo. Têm é a particularidade de terem variantes para as diferentes fases do dia. Se tiverem a oportunidade de ler o manual, para além de uma breve biografia de cada lutador (inspirados em personagens reais), temos também uma descrição de cada uma das arenas de jogo, dando também detalhes históricos das batalhas reais que por lá decorreram, o que sinceramente já acho bem mais interessante. Temos também pequenas cutscenes de abertura e de fim, mediante a personagem escolhida, que também não são nada de especial, excepto a do zarolho que é provavelmente a cena mais gore que vi num videojogo… fui investigar à net e pelos vistos há mesmo a lenda que ele fez mesmo aquilo! De resto, sobre as músicas, nada de especial a dizer. Há algumas que eu gosto mais que outras, mas esperem ouvir aqui algumas melodias tradicionais orientais, bem como músicas com uma toada mais electrónica ou rock. Nada a apontar aos efeitos sonoros e às vozes, embora seja estranho que, num jogo carregado de história Chinesa, as personagens falem em Japonês.

Uma das personagens desbloqueáveis é uma caricatura de uma famosa personagem da história japonesa

Portanto, este Dynasty Warriors para a PS1 é um jogo de luta algo estranho, que acabou por passar despercebido no meio de jogos muito melhores como os Virtua Fighter, Tekken ou Soul Blade. Mas felizmente a Koei e a Omega Force não desistiram e decidiram mudar a fórmula na sequela. Já veremos em breve como se safaram nesse!

Back to the Future: The Game (PC)

Os filmes da saga “Regresso ao Futuro” são dos mais populares da década de 80. A dupla do jovem Marty McFly e do cientista maluco Doc Emmet Brown fizeram as delícias de uma geração, ao longo de 3 filmes que tinham as viagens no tempo como tema central. E se por um lado foram muitos os videojogos lançados nessa época, para os mais variados sistemas 8 e 16 bit no mercado, a verdade é que a maioria desses mesmos jogos eram muito mauzinhos. Muitos anos depois, com o sucesso que a Telltale Games tem vindo a adquirir no renascimento do género de jogos de aventura point and click, eles obteram os direitos da série e fizeram um novo jogo, não baseado nos filmes. O meu exemplar foi comprado algures no ano passado, num dos Humble Bundles temáticos da Telltale. Ficou-me por uma bagatela, portanto!

O jogo começa por Marty ver o seu amigo Doc a partir no seu DeLorean para um período desconhecido no tempo e nunca mais voltar. 6 meses passam, o banco local decide penhorar a casa do cientista, devido ao seu desaparecimento. Entretanto, enquanto exploramos a casa do Doc de forma a tentar salvar alguns dos seus objectos pessoais, o DeLorean regressa do nada, mas sem o Doc lá dentro, apenas o seu cão Einstein. Após mais alguma exploração, lá conseguimos adivinhar que o Doc voltou atrás no tempo, para o ano de 1931, em plena Lei Seca na mesma cidade local chamada Hill Valley. Lá voltamos nós para o ano de 1931 para resgatar o cientista e saber o porquê de ele lá ter ido em primeiro lugar. Claro que nada é assim tão simples e as nossas acções vão dar muitas reviravoltas, incluindo criar realidades paralelas e erros que teremos posteriormente de corrigir.

Em 1931, para além dos nossos antepassados, encontramos também um jovem Emmet Brown, ainda antes de se tornar cientista e inventor

As mecânicas de jogo são as de um jogo de aventura point and click, onde teremos de falar com pessoas, observar os cenários, coleccionar e interagir com os objectos que vamos encontrando, de forma a desbloquear situações e fazer progredir a história. Nada de novo aqui, excepto talvez pela forma como nos movimentamos no ecrã. Tal como em jogos com The Walking Dead, este foi desenvolvido a pensar nas consolas como plataformas principais. Ao contrário da Wii, a PS3 ou X360 não são propriamente boas alternativas ao uso do rato e teclado, pelo que usaríamos um dos joysticks para movimentar as personagens (embora não de uma forma tão livre pois os ângulos de câmara são fixos), e o outro joystick serviria para mover o cursor. No PC, o rato serve para interagir com pessoas e objectos, e o teclado (seja através das teclas WASD ou setas) para movimentar a personagem. É também possível usar o rato para movimentar o Marty, mas não é lá muito conveniente.

Vamos tendo alguns diálogos, mas este ainda é um jogo completamente linear, onde progredimos por tentativa/erro.

A narrativa felizmente está muito bem conseguida com várias personagens carismáticas. O Doc é inclusivamente narrado pelo próprio actor que o personificou nos filmes e, apesar de Michael J. Fox não dar a voz a Marty McFly no jogo, a sua personagem continua muito semelhante ao actor e quem lhe dá a voz no jogo também faz um bom papel. Portanto a narrativa está óptima e os gráficos, apesar de não serem propriamente excelentes, não estão maus de todo pois conseguiram representar bem as diferentes expressões faciais e sentimentos das personagens. A maior parte do tempo de jogo irá ser passado em 1931 e 1986 mas mesmo assim vai havendo variedade até porque vamos visitar diferentes realidades paralelas do presente de 1986.

Portanto para quem for fã da saga, tem finalmente aqui um jogo que lhe faça justiça!

Baku Baku (Sega Saturn)

Continuando pelas rapidinhas, vamos agora ficar com o Baku Baku, um puzzle game da Sega que possui as suas origens nas arcades, tendo recebido uma conversão para sistemas como a Saturn, PC, Game Gear e até a velhinha Master System por cortesia da Tec Toy no Brasil. O meu exemplar foi comprado algures no início do ano numa feira de Velharias, custou-me à volta de 7€.

Jogo com caixa e manuais

Este é um puzzle game daqueles de combinar blocos coloridos, misturando diferentes animais e comida. Por exemplo, os blocos azuis podem ser pequenos ossos ou a figura de um cão, os verdes são canas de bambu e pandas, os amarelos são macacos e bananas e os vermelhos são coelhos e cenouras. A ideia é então ir juntando os animais e a comida da mesma cor, de forma a que os animais comam os blocos da mesma cor que lhes estejam adjacentes. Vão caindo 2 blocos coloridos de cada vez, sendo que nos cabe a nós escolher como os vamos colocar no ecrã. À medida em que vamos fazendo alguns blocos desaparecer, a gravidade trata de puxar os restantes para baixo, podendo desencadear algumas reacções em cadeia que como habitual nos dão mais pontos e também enviam muito lixo para o ecrã do adversário. Como sempre, em jogos deste género o primeiro que encher o ecrã de blocos perde e na vertente arcade vamos jogando contra vários oponentes controlados pelo CPU, ou contra oponentes humanos na vertente multiplayer. Para além do modo arcade que nos coloca frente a frente com algumas personagens pré-definidas, temos também o Ranking Mode, onde o objectivo é o de “limpar” o máximo de níveis possível, sendo que o tempo que demoramos e o número de reacções em cadeia contam bastante para a pontuação final.

Cada vez que há um match entre animal e comida, vemos as cabeças dos animais a mastigarem os blocos respectivos

De resto a história por detrás deste Baku Baku é muito simples. Algures num reino, a princesa lá do sítio tem tantos animais de estimação que o rei e o seu ministro decidem que é altura de arranjar alguém para tomar conta de tanta bicharada. Lançam então um concurso público para quem quiser se tornar no Zookeeper oficial do reino, sendo que temos então 2 concorrentes, a jovem Polly e o Gon (perceberam a referência??), que têm de defrontar uma série de oponentes antes de ficarem com o emprego.

No que diz respeito aos audiovisuais, é um jogo com gráficos com um 3D muito primitivo, que faz até lembrar de certa forma jogos como os do Clockwork Knight. No entanto, não deixam de ser gráficos coloridos e com um certo charme que não se perdeu ao longo destes anos. As músicas são por norma sempre bastante festivas e agradáveis de se ouvir, o que acaba por se conjugar muito bem com a natureza super viciante deste jogo.

Os gráficos possuem um certo charme com o seu 3D primitivo

Portanto, uma pequena pérola para todos os que gostam de puzzle games e possuem uma Sega Saturn. Até admira como é que a Sega ainda não ressuscitou esta série, quanto mais não fosse para mobile.

Jaguar XJ220 (Sega Mega CD)

A série Lotus Turbo Challenge é talvez a mais bem sucedida série de corridas do Commodore Amiga. E como tal foram surgindo alguns imitadores, entre os quais este Jaguar XJ220 da Core Design. E como uma grande parte dos estúdios europeus que desenvolviam jogos para o Commodore Amiga acabavam por os converter para as consolas da Sega, isso foi o que também aconteceu com este jogo. O meu exemplar foi-me oferecido por um particular, quando lhe comprei uma Mega CD II no final do ano passado.

Jogo com caixa

Aqui dispomos de vários modos de jogo, entre os quais o Grand Prix, World Tour e Free Practice. Este último é auto-explanatório, serve para praticarmos as nossas habilidades em qualquer um dos circuitos. Os outros dois já são mais competitivos e muito parecidos entre si, mas com algumas diferenças. O Grand Prix é o típico modo campeonato, onde iremos participar numa série de corridas em diferentes países, com direito a volta de qualificação e tudo. Como habitual, o que conta é chegar ao final da temporada e ter mais pontos que os adversários e em corridas com maior número de voltas, temos também de ter em atenção o nível de combustível e ir às boxes quando necessário.

O Jaguar XJ220 é o único carro “real” que poderemos conduzir. Todos os outros são fictícios mas inspirados em marcas e modelos reais, como os Ferriri

O World Tour é também um modo campeonato, onde para além de tentarmos chegar ao fim com mais pontos do que a concorrência, temos de ter mais atenção no budget. Isto porque temos a liberdade de escolher onde correr a seguir, mas temos de ter em conta o custo de toda a logística. Se começarmos o campeonato em Inglaterra, se calhar fica mais em conta a corrida seguinte ser em França e não no Brasil, e por aí fora. Antes de avançar com a escolha da pista temos ainda a opinião do nosso contabilista que nos pode sugerir o destino seguinte. Depois no final da corrida, mediante a nossa performance e se batermos em alguém ou alguma coisa, teremos também de reparar o carro, desde a chapa, até aos pneus e mais variadas peças. Tudo isto custa dinheiro, pelo que convém ir terminando cada corrida o acima possível da tabela classicativa, para a recompensa monetária ser maior. Infelizmente apenas podemos reparar o nosso carro, não podemos comprar upgrades o que é pena. Depois temos também o modo para 2 jogadores e ainda um track editor que nos permite construir a nossa própria pista, mas confesso que não experimentei nem um nem outro.

O sprite scaling neste jogo até que está bastante convincente!

A jogabilidade não é nada do outro mundo, é a de um jogo de corridas típico da era 16bit. Por vezes sente-se alguma dificuldade nas curvas, pelo que upgrades ao carro eram mesmo benvindos! De resto, a nível técnico é também um jogo com altos e baixos. Por um lado está cheio de menus e interfaces bonitas (para a altura, claro), como por exemplo o próprio menu de substituição de peças, que nos permite ver o carro (e as peças que vamos substituir) de várias perspectivas. Por outro lado, nas corridas em si o jogo peca pelos cenários não terem mais detalhe e cores mais vívidas (embora isso também seja em parte culpa do hardware). As pistas em si vão tendo vários desníveis como nos jogos da série Lotus ou Outrun, mas as imagens de fundo a partir de uma certa linha do horizonte deixam de ter qualquer detalhe e passam a ter uma cor sólida de fundo, o que não fica bem. Os carros não são nada de especial a nível de detalhe gráfico, mas não eram muitos os jogos de corrida dessa época que se lembravam de colocar as luzes do travão a acender sempre que travávamos.

O menu de reparação de peças até que está interessante, principalmente pela animação fluída do Jaguar no fundo do ecrã

Por outro lado, das poucas vantagens gráficas que a Mega CD trouxe perante a Mega Drive foi mesmo um suporte nativo a sprite rotation e scaling, sendo que este último está bem implementado neste jogo. Tal como no OutRun, as sprites das bordas da estrada aumentam de tamanho de forma fluída e com detalhe, dando uma melhor sensação de velocidade. As músicas são no formato CD-Audio e aparentemente fornecidas pela JVC. No entanto, não as achei nada de especial, algumas são mesmo daquelas músicas típicas de elevador só para entreter. Mas podia ser pior!

Portanto este Jaguar XJ220 acabou por ser um jogo que me surpreendeu um pouco pela positiva, por ter alguns detalhes interessantes. Por outro lado, a jogabilidade merecia estar muito melhor refinada e um sistema de upgrades nos carros acho que faria sentido.

Marsupilami (Sega Mega Drive)

Voltando às rapidinhas e à Mega Drive, o jogo que cá trago hoje é um interessante misto entre plataformas e puzzle game, com o Marsupilami como protagonista. Marsupilami é um estranho mamífero, muito forte e com uma cauda bem comprida, que teve as suas origens na banda desenhada de Spirou e Fantasio. O meu exemplar foi comprado há uns meses atrás na feira da Vandoma do Porto. Creio que me custou uns 3/4€, estando completo e em óptimo estado.

Jogo completo com caixa e manuais

A história não é nada de complexo. O Marsupilami e um pequeno elefante seu amigo foram levados por caçadores e vendidos a um circo. A certa altura o Marsupilami lá se consegue escapar, liberta o elefante e juntos têm de voltar às selvas da Amazónia (se bem que nunca vi um elefante na Amazónia, mas it’s videogame logic).

Na sua essência, este é um jogo de plataformas onde controlamos o Marsupilami e para além de o fazer saltar e atacar (com a cauda), temos também de encaminhar o elefante em segurança até à saída do nível. Para isso teremos de usar uma série de habilidades com a sua cauda. No topo do ecrã temos um inventário de 4 quadradinhos no topo do ecrã, onde poderemos coleccionar habilidades para o Marsupilami e usá-las para ajudar o elefante. Por exemplo, para ajudar o elefante a subir plataformas, podemos apanhar a  habilidade de usar o rabo do Marsupilami como escadas. Por outro lado, se forem plataformas mais altas, podemos usar o rabo do Marsupilami como guindaste. Ou usar o rabo como martelo para destruir alguns obstáculos! As possibilidades são imensas.

O rabo do Marsupilami é usado para muitas coisas, principalmente para ajudar o elefante a atravessar alguns obstáculos

Por outro lado, o elefante é o ser mais burro de todo o sempre e sem dúvida o que mais frustração causa no jogo. Ele está constantemente a andar da esquerda para a direita, mudando de direcção se bater numa parede, se for atacado por um inimigo ou pela nossa cauda. Conseguimos imobilizá-lo temporariamente ao apanhar uns frutos e deixá-los no chão, fazendo com que ele pare por uns segundos para o comer. Pouco depois começa a andar novamente. Tendo em conta que por vezes temos de enfiar o elefante em plataformas elevatórias, mantê-lo sossegado até o elevador chegar e durante a viagem para não cair, temos de estar constantemente a atacar o elefante com a nossa cauda, fazendo-o mudar de direcção rapidamente, acabando por não sair muito longe. O jogo só teria a ganhar se pudessemos ordenar o elefante para parar quieto num sítio, assim sendo torna-se um pouco frustrante. Até porque temos um tempo limite para terminar cada nível, embora existam alguns powerups que nos extendam o tempo, pode não ser suficiente. Também temos powerups que nos regeneram a barra de energia.

O elefante anda sempre sozinho até encontrar uma parede ou inimigo, aí muda de direcção

Graficamente é um jogo muito colorido, com níveis bem detalhados e músicas agradáveis. Os níveis vão sendo variados, atravessando diferentes paisagens urbanas como um circo, os arredores de uma cidade e várias outras paisagens mais naturais como florestas, as montanhas dos Alpes, ou selvas da américa do sul. As personagens possuem um traço muito característico da banda desenhada do Spirou e Fantasio, o que também me agrada bastante.

Graficamente é um jogo competente, com os inimigos a herdarem o look cómico da BD e série de animação

Portanto este é um jogo de plataformas com alguns conceitos bem interessantes de puzzling. No entanto não deixa de ser também um pouco frustrante a parte de encaminhar o elefante, é algo que poderia facilmente ter sido corrigido na altura, o que é pena.