Assault Suit Leynos 2 (Sega Saturn)

Depois de Assault Suits Valken (por cá conhecido por Cybernator) a Masaya manteve um certo silêncio em relação à continuidade da série. Pelo menos até 1997, onde é lançado, exclusivamente no Japão e para a Sega Saturn, a sequela directa de Assault Suit Leynos da Mega Drive (conhecido como Target Earth nos Estados Unidos e que recebeu um remake para a PS4 há uns anos atrás). O meu exemplar deste Leynos 2 foi comprado a um particular francês por cerca de 30€.

Jogo com caixa, manual embutido na capa e papelada com stats das diferentes armas que podermos vir a desbloquear. São 50 ao todo.

Ora a história decorre algures após os acontecimentos do primeiro Leynos onde teremos uma vez mais de enfrentar um exército repleto de mechas e diversas naves que teremos de destruir. Infelizmente não consigo dar grandes detalhes pois a história está toda em japonês. Antes de cada missão temos uma parede de texto que suponho que nos indique quais os objectivos de cada missão e, tal como nos seus percussores, iremos ter vários diálogos entre as personagens ao longo de todos os níveis. Infelizmente estão todos em japonês.

Um dos itens que podemos carregar permite-nos alternar entre mira manual ou automática

Felizmente, no entanto, os menus estão na sua maioria em inglês, o que é uma grande ajuda face às grandes possibilidades de customização que o jogo oferece. Antes de entrarmos por aí, vamos abordar brevemente os controlos do jogo. O d-pad movimenta o nosso mecha e, caso tenhamos activado a mira manual, temos de usar os botões cima e baixo para rodar os braços do mecha nesses sentidos, podendo no entanto a qualquer momento trancar a mira com o botão L. O botão R serve para activar o modo dash, permitindo-nos navegar muito mais rapidamente. Os restantes botões faciais servem para activar todo o tipo de equipamento que tenhamos carregado antes de cada nível. Por defeito o botão A usa a arma primária, que também por defeito é uma metralhadora, já o B serve para saltar, bem como voar, enquanto tivermos energia disponível, isto claro, se tivermos o jetpack equipado nessa posição. O C serve para activar escudos, o Z serve para alternar entre mira manual ou automática (cuja aponta sempre para o inimigo mais próximo, o que nos dá uma boa ajuda em momentos mais críticos). Os botões X e Y servirão para activar/usar armas ou equipamentos que tenhamos inicialmente assignado para esses slots.

Algumas missões são bem chatas, mas tal como no primeiro Leynos, escolher as armas certas é meio caminho andado para o sucesso

Mas tudo isto é customizável antes de cada missão! E no final de cada nível, mediante a nossa performance (número de inimigos destruídos, dano sofrido e tempo), iremos desbloquear novas armas, equipamento, ou mesmo novos mechas que poderemos vir a utilizar nas missões seguintes. Para além de diferentes armas (metralhadoras, raios laser, lança chamas, mísseis, etc) e escudos, poderemos ainda desbloquear e equipar diferentes devices que melhoram os stats do nosso mecha. Para além disso, os próprios valores base dos seus stats podem ser rebalanceados, como a agilidade, poder de fogo e capacidade de regeneração. Já agora, tal como no primeiro Leynos, a nossa barra de vida vai sendo regenerada automaticamente enquanto não sofremos dano, pelo menos enquanto tivermos energia disponível (barra semi-circular à esquerda).

Apesar de não ser o jogo mais impressionante da Saturn, contem na mesma com bosses gigantes!

A nível gráfico é um jogo completamente em 2D, apresentando no entanto gráficos com um bom nível de detalhe, mas não é, de longe, o jogo 2D mais impressionante que vocês podem ver na Sega Saturn. Um detalhe interessante é a câmara que se vai aproximando ou afastando do nosso mecha, mediante o alcance da arma de fogo que estejamos a utilizar no momento. Estar atento ao radar (canto inferior esquerdo) é uma necessidade, particularmente no quarto nível, onde teremos de escoltar um conjunto de veículos em segurança. A banda sonora é, na sua esmagadora maioria, composta por temas rock com alguma electrónica e sintetizadores à mistura. É uma banda sonora agradável. De resto, na apresentação, o jogo como um todo deixa ainda um pouco a desejar. Os níveis, apesar de possuirem batalhas intensas, não são tão impressionantes quanto isso e mesmo os diálogos que vamos vendo ao longo do jogo não possuem qualquer voice acting, o que denota uma vez mais que este jogo não terá tido um orçamento lá muito grande.

O sistema de customização do jogo é bastante complexo, parece-me algo overkill para um jogo com apenas 7 níveis

Portanto este Assault Suit Leynos 2 é um shmup muito interessante e que nos oferece inúmeras possibilidades de customização. Não só por todas as armas, equipamentos ou até mechas adicionais que poderemos vir a desbloquear, mas também pelas opções de customização dos próprios mechas em si. O problema é que é um jogo com 7 níveis e tanta customização assim parece-me um pouco overkill. Mas talvez me esteja a escapar alguma coisa e gostava de o voltar a jogar caso um dia seja lançado algum patch de tradução feito por fãs. De resto a série Assault Suits viria a receber mais um jogo em 1999, mas este é exclusivo da Playstation no Japão. Assault Suits Valken 2, mas agora como um RPG estratégico à lá Front Mission. Acho que desta vez vou passar.

Digital Dance Mix Namie Amuro (Sega Saturn)

Vamos a mais uma rapidinha, desta vez a um exclusivo japonês da Sega Saturn. Sinceramente este “jogo” tem para mim muito mais valor pela curiosidade que representa, do que pelo conteúdo em si propriamente dito. Desenvolvido pela AM2 de Yu Suzuki, este é um jogo musical que conta com a estrela J-Pop Namie Amuro. Tem um pouco de tudo: videoclips interactivos, um modo karaoke e alguns mini-jogos adicionais. O meu exemplar custou-me menos de 10€, tendo sido comprado a um particular francês, em lote com outros jogos de Saturn japoneses.

Jogo com caixa, manual embutido com a capa, registration card e spine.

Ora bem, Namie Amuro é um dos nomes mais influentes da música japonesa, onde na sua carreira vendeu milhões de álbuns só no Japão, bem como entrou numa série de filmes, entre outros feitos. E este título é, acima de tudo, uma demo técnica para a AM2 de Yu Suzuki mostrar um pouco do que o seu motor gráfico de nova geração na Saturn seria capaz de fazer. De notar que a Sega nesta altura ainda procurava uma maneira viável de trazer o seu Virtua Fighter 3 para a Sega Saturn, que havia sido lançado no hardware Sega Model 3, o topo de gama da época. E com a Sega Saturn sendo um sistema muito mais modesto, esse seria um grande desafio.

Este é essencialmente uma demo técnica que mostra um modelo poligonal de Namie Amuro muito bem detalhado e com animações super fluídas, apra além de vários efeitos de luz e transparências que a Saturn sempre teve a fama de não conseguir fazer direito.

O modo de “jogo” principal é o Digital Dance, onde podemos escolher 2 músicas (com duas coreografias diferentes), qual o cenário de fundo e a própria roupa da Namie Amuro. Depois simplesmente ouvimos a música escolhida e vemos um modelo 3D poligonal altamente detalhado de Namie Amuro a dançar e com animações super fluídas. A acompanhar a Namie estão também uns quantos dançarinos compostos apenas por sprites 2D, também a seguirem a mesma coreografia bem fluída mas com um truque: esses dançarinos são completamente transparentes, um efeito gráfico que a Sega Saturn só faz nativamente em certas condições especiais. A parte de “jogo” é que esta coreografia é algo interactiva, podemos mover a câmara livremente, usar funções de pausar, rewind e afins, bem como brincar com alguns efeitos de luz. O modo de jogo Sing It apresenta as mesmas canções, mesmas coreografias, mas acaba por ser um modo de karaoke. As vozes estão mais abafadas e as letras das músicas vão surgindo no ecrã para quem quiser cantar.

Podemos escolher diferentes vestimentas, cenários e interagir com os próprios ângulos de câmara

A opção seguinte é a “Present” que consiste numa pequena biografia da artista até à data deste lançamento (algures no início de 1997) e uma série de mini-jogos absurdamente simples. Um deles (Chase the Dance) é um jogo rítmico, onde teremos de pressionar uma série de botões no tempo certo, um pouco como no Parappa the Rapper. Door to my Sunshine é um jogo de puzzle muito simples, onde teremos de escolher as peças do puzzle que façam match com os “buracos” deixados na figura da esquerda. Sweet 16 Cards é um daqueles mini-jogos onde vemos uma série de cartas voltadas para baixo e temos de virar as cartas com a mesma imagem, para as fazer desaparecer, até à área de jogo estar limpa. Por fim temos o Walk the Maze que nos leva a atravessar um labirinto simples até alcançar a própria Namie Amuro. Para além disso temos também um sound test onde poderemos ouvir todos os efeitos sonoros e músicas que tocam durante os minijogos.

A acompanhar a demo técnica e o seu modo karaoke, estão também incluídos uma série de mini jogos simples.

Portanto, a nível de conteúdo este é um produto incrivelmente simples, até porque foi um título lançado a preço de desconto. O seu propósito é mesmo o de ser uma demo técnica interactiva, que mostra as possibilidades que a Sega Saturn conseguiria fazer, nas mãos de pessoas talentosas. É possível que o motor gráfico aqui introduzido tenha também sido utilizado na versão Sega Saturn do Shenmue, mas tanto esse como o Virtua Fighter 3, acabaram por sair apenas na sua sucessora, a Dreamcast.

Street Fighter Alpha 2 (Sega Saturn)

Vamos a mais uma rapidinha a um jogo de luta em 2D para Sega Saturn, desta vez voltando as agulhas novamente para a Capcom para o segundo jogo da sub-série Street Fighter Alpha (ou Zero, como é conhecida no Japão). Já cá trouxe no passado um artigo ao primeiro Street Fighter Alpha, que por sua vez partilha muitas das mecânicas de jogo desta sequela. Já o meu exemplar do Alpha 2 veio cá parar à colecção algures no passado mês de Julho, após ter vindo de uma troca com um amigo.

Ora a série Alpha/Zero é uma prequela do Street Fighter II (embora aparentemente decorra depois do Street Fighter 1, o que é uma confusão), pelo que vemos muitas caras conhecidas como Ryu, Ken, Dhalsim (que marca aqui o seu regresso), M. Bison, entre outros, mas com uma aparência mais jovem do que no SFII. Temos também personagens do SF1 (lá conseguiram tornar algumas minimamente interessantes) e do Final Fight, que a nível de canon, é uma série dentro do mesmo universo.

Sendo este um jogo CPS2, podem contar com cenários e personagens muito bem detalhados, repletas de excelentes animações também

A nível de mecânicas de jogo, este é um jogo de luta 2D de confrontos de um contra um e que mantém muitas das mecânicas introduzidas no seu antecessor, como os counters, a barra de energia que pode crescer até 3 níveis e assim desbloquear golpes poderosíssimos, ou a possibilidade de bloquear golpes adversários em pleno ar. Mantém a possibilidade de, depois de seleccionar o nosso lutador, optar por um sistema de controlo manual ou automático, sendo que este último bloqueia automaticamente os golpes inimigos, mas tem a desvantagem de não nos permitir tirar maior proveito da barra de energia e, consecutivamente, os melhores golpes. Introduz no entanto um novo sistema de custom combos que sinceramente já não explorei e o facto de a minha cópia não ter um manual também não ajudou. A nível de modos de jogo temos os tradicionais arcade e versus para dois jogadores, bem como um modo de treino e um outro de survival.

Sakura e Rolento (Final Fight) são algumas das novas personagens neste jogo

No que diz respeito aos gráficos, estamos perante um jogo que teve as suas origens no sistema arcade CPS2, pelo que temos personagens e cenários bem detalhados. As personagens mantém o aspecto mais “jovem” e anime do primeiro jogo e que, apesar de não serem maus visuais, sinceramente prefiro o design das personagens do Street Fighter II. Mas é claro que isto é meramente uma questão de gosto pessoal. Os cenários são igualmente bem detalhados e bastante variados, desde belíssimas paisagens naturais, passando por zonas urbanas delapidadas ou mesmo o interior de uma casa de banho, porque não? Alguns cenários possuem também cameos interessantes, como o Mike Haggar, Cody e Poison no cenário do Guy, o que são sempre detalhes interessantes. Ou o Captain Commando, Strider Hyriu e as meninas do Darkstalkers no cenário do Ken! Nada de especial a apontar aos efeitos sonoros e as músicas são igualmente bastante diversificadas entre si. Gosto do facto de não haverem interrupções entre rounds!

A versão Saturn possui também uma galeria de arte para ser consultada!

De resto, esta é uma conversão que a Sega Saturn acaba por reproduzir de uma forma bastante robusta, quando comparando com a versão original nas arcades. Ainda assim, o Street Fighter 2 chegou a receber um update, Street Fighter Alpha 2 Gold, que está também presente nalgumas compilações, incluindo a do Street Fighter Collection que também saiu para a Sega Saturn, pelo que essa também poderá ser uma versão a ter em conta.

The King of Fighters 97 (Sega Saturn)

Vamos para mais uma super rapidinha para a Sega Saturn para mais um jogo da saga The King of Fighters. Este KOF 97 já cá o trouxe no passado na sua versão original para a Neo Geo MVS, pelo que este artigo irá-se focar apenas brevemente nalgumas das particularidades desta conversão. Para uma análise mais completa, recomendo vivamente que espreitem o artigo mencionado acima. Ora e, tal como os outros KOF para a Sega Saturn que cá trouxe no passado, este meu exemplar foi importado do Japão, num conjunto com vários jogos que me ficou sensivelmente a 5€ cada jogo, já contando com despesas de transporte e alfândega, o que foi um óptimo negócio, a meu ver.

Jogo com caixa, manual embutido na capa, versão japonesa.

Tal como os seus predecessores que sairam na Sega Saturn, a conversão esteve a cargo da própria SNK que, uma vez mais, quis lançar uma versão o mais próxima possível da original. E conseguiram, não só pela arquitectura da Sega Saturn ser mais favorável a jogos 2D, mas também pelo jogo necessitar uma vez mais um cartucho de RAM adicional, que permite não só reduzir tempos de loading, mas também armazenar mais informação que possa ser usada em real time pela consola. No que diz respeito aos modos de jogo temos os habituais modos arcade e versus para 2 jogadores, mas também temos uma vertente de jogo onde participamos apenas em confrontos de 1 contra 1, tanto contra o CPU como em versus, ao invés de escolhermos equipas de 3 como é normal. Ainda neste modo de jogo a “solo” temos também o survivor que, tal como o nome indica, coloca-nos a defrontar todos os lutadores disponíveis de forma sequencial. Temos também um modo practice que, como o nome indica, serve para isso mesmo, treinar os golpes das nossas personagens preferidas!

KOF 97 é um jogo extremamente bem detalhado, mas as arenas são mais genéricas, infelizmente

A nível audiovisual, como já tinha referido na versão original, é um jogo que apresenta lutadores repletos de detalhe e óptimas animações, bem como os cenários, embora neste caso, visto que o KOF 97 é constantemente apresentado como se uma transmissão televisiva se tratasse, isso levou a que o design das arenas fosse mais genérico e não tanto do meu agrado. E a versão Saturn é muito próxima do original arcade, mantendo practicamente todas as animações e detalhe da versão original e com tempos de loading consideravelmente mais curtos, em virtude de usar uma expansão de RAM. A nível de som, nada de especial a apontar. O KOF 97 tem algumas boas músicas mas, e aqui foi algo que me esqueci de referir no artigo original do KOF 97, há algumas arenas que possuem apenas alguns ruídos ambientais e sente-se mesmo a falta de alguma música mais mexida.

De resto, mais um excelente jogo de luta e mais uma óptima conversão, que peca apenas por se ter mantido exclusiva do Japão!

The King of Fighters 96 (Sega Saturn)

Voltando às rapidinhas na Sega Saturn, vamos ficar cá com mais um jogo clássico de luta que merecia sem dúvida um artigo mais extenso, mas como já abordei anteriormente este KOF 96 na compilação Orochi Saga da PS2, este será então um artigo mais curto, focado apenas nas especifidades desta versão. O meu exemplar, tal como o KOF 95 que cá trouxe recentemente, veio num bundle considerável de jogos Sega Saturn japoneses que importei, ficando-me a cerca de 5€ por jogo, já depois de portes e custos de alfândega.

Joco com sleeve exterior de cartão, manual embutido na caixa jewel case, papelada e cartucho de RAM de 1MB

Ora eu já referi, no caso da versão Saturn do KOF 95, que a SNK quis produzir uma versão o mais próximo da qualidade do original arcade possível. A solução que arranjaram foi de lançar o jogo em conjunto com um cartucho ROM, que continha alguns dados do jogo lá gravados e que por sua vez estes poderiam ser acedidos rapidamente, auxiliando não só os tempos de loading, mas também manter o máximo de frames de animações em memória, de forma a tornar a experiência o mais fiel possível. Mas produzir cartuchos ROM por jogo tornar-se-ia muito dispendioso, pelo que a Sega começou a produzir antes RAM carts, primeiro de 1MB e depois de 4MB. Estes já são cartuchos “genéricos” com memória regravável, que expandem a memória RAM da consola, permitindo assim um comportamento algo similar aos cartuchos ROM, pelo menos na questão de reduzir tempos de loading e de ter mais informação disponível em memória.

Os modos de jogo que temos disponíveis na versão Saturn. Nas opções podemos também mudar a lingua do jogo para inglês e português!

Mas no que diz respeito ao jogo em si, este é um excelente jogo de luta como já tinha referido antes. Esta versão Saturn está de facto muito próxima da original, embora tenha alguns modos de jogo adicionais, pois para além do modo arcade e versus para 2 jogadores, que tanto podem ser jogados no esquema habitual de equipas de 3 lutadores, ou apenas 1, temos também o modo survivor. Este é essencialmente o Single All do KOF95 da Saturn, onde, com 1 lutador, teremos de enfrentar todos os restantes lutadores em batalhas sucessivas.

A nível audiovisual, esta é de facto uma conversão muito próxima do original arcade, que por sua vez possuía cenários muito bem detalhados em pixel art, repletos de pequenos detalhes e cameos, assim como os lutadores também estavam bem detalhados e animados. Nada a apontar aos efeitos sonoros, já a banda sonora está excelente e bastante eclética, com as músicas rock a serem naturalmente as minhas preferidas, mas também podem ouvir outros sons como jazz, j-pop ou country. As músicas estão em formato CD-Audio, só é pena as mesmas serem interrompidas e recomeçadas a tocar do início entre rounds!

Sempre gostei das arenas deste jogo! Estão repletas de pequenos detalhes deliciosos!

Portanto estamos aqui perante um jogo de luta excelente e esta conversão para a Sega Saturn está, de facto, muito próxima do original arcade, embora tenha tempos de loading, que só não são mais demorados devido ao uso a expansão de RAM. O facto de ter uma banda sonora em CD Audio também é um aspecto muito positivo!