Colecção de videojogos – alguns "rants" e análises
Autor: cyberquake
Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
As compilações “Mega Games” para a Mega Drive eram, de maneira geral, excelentes opções para jogar alguns dos clássicos que sairam ainda relativamente cedo no ciclo de vida da consola. O segundo volume é uma compilação tão boa, com Golden Axe, Revenge of Shinobi e Streets of Rage, que para mim só veio a ser superada mesmo com as compilações que se seguiram e que começaram a ter 6 jogos por cartucho. Mas antes disso, a Sega lançou este Mega Games 3 que por alguma razão, raramente o vejo por estas paragens, pelo que meu acabou por vir do reino unido por um valor algo abaixo dos 10€.
Jogo com caixa e 2 manuais… mas também não sei onde caberia o terceiro
Este volume do Mega Games possui os seguintes jogos: Alien Storm, um interessante jogo de acção com algumas similaridades com Golden Axe mas que nunca teve o reconhecimento merecido; Super Thunder Blade, um dos primeiros shooters da plataforma e Super Monaco Grand Prix, um jogo de Formula 1 bastante competente para a sua época. Recomendo a leitura dos artigos acima mencionados para uma análise em maior detalhe para cada um dos jogos desta compilação, mas o sentimento que fica é que pelo menos para mim, dificilmente conseguiriam fazer uma melhor escolha de 3 jogos simples para uma compilação na Mega Drive que a do Mega Games 2.
A minha experiência enquanto criança com o Super Monaco GP sempre foi com a versão Master System, uma versão bem mais simplificada do original arcade e sua adaptação para a Mega Drive. A versão arcade tinha apenas um circuito baseado no circuito de Mónaco, mas era extremamente bem detalhada e um dos jogos de corrida inteiramente em 2D mais avançados da sua época. A versão Mega Drive natualmente perdeu muito desse detalhe gráfico, mas em contrapartida ganhou bastante em conteúdo. O meu exemplar foi comprado algures em Maio num evento relacionado com retrogaming e custou-me 9€.
Jogo completo com caixa e manual
A versão Mega Drive ganhou então um modo de jogo inteiramente diferente, o “World Championship”, que conforme o nome indica, teremos uma temporada inteira pela frente. Começamos a nossa carreira numa equipa modesta e o objectivo é ganhar a competição ao fazer mais pontos que os outros pilotos. Temos no entanto aqui um interessante sistema de rivalidades, onde somos convidados a escolher um rival de uma equipa adversária para competir directamente. Se terminarmos duas corridas à frente do mesmo rival, a equipa pela qual ele compete oferece-nos um lugar na sua equipa e se o aceitarmos, o rival é despedido, sendo posteriormente contratado por uma equipa mais fraca. Ora isto é um conceito interessante mas deve ser usado com precaução, pois caso sejamos nós a perder os confrontos directos, também somos penalizados. Se conseguirmos vencer na primeira temporada, somos convidados a competir pela equipa Madonna (equivalente à McLaren, que em 1989 era a melhor equipa da prova) e teremos depois uma segunda temporada para defender o primeiro título.
Graficamente é um jogo bem competente embora esteja ainda uns furos abaixo do original arcade
De resto, antes de cada corrida podemos dar algumas voltinhas para ficar a conhecer o circuito, bem como a prova de qualificação, cuja nossa performance ditará a nossa posição na grelha de partida da prova em si. De resto, infelizmente, ao contrário de outros jogos de Formula 1 da época não temos grandes hipóteses de customização dos carros que conduzimos, a não ser a parte da transmissão que podemos escolher qual o número de mudanças que a caixa permite. Quantas mais mudanças, mais controlo poderemos ter do carro e mais rendimento lhe conseguimos tirar. De resto, para termos acesso a carros melhores, só mesmo com o conceito de desafiar rivais é que nos dará acesso a carros com melhor performance. Para além do World Championship temos também o Free Practice, que conforme o nome indica permite-nos practicar em qualquer um dos 16 circuitos disponíveis, e o Monaco GP que é uma adaptação da versão arcade. Aqui podemos competir apenas no circuito de Mónaco, a diferença é que à medida que vamos avançando checkpoints, o jogo obriga-nos a estar cada vez melhor classificados.
Nomear e derrotar rivais é uma maneira de irmos evoluindo no jogo e ficar com melhores carros.
A nível audiovisual, naturalmente que esta versão fica um bom bocado aquém do original arcade, até porque essa corre no sistema X-Board, bem superior ao que a Mega Drive consegue produzir. Portanto os circuitos acabam por ter menos detalhe que na versão arcade, ainda assim para um jogo de 1989/90 não deixa de impressionar na Mega Drive, quanto mais não seja pelas sprites grandinhas dos carros adversários, a fluidez, detalhe considerável das pistas e claro, o espelho retrovisor que ocupa uma boa parte do ecrã. Nada a apontar aos efeitos sonoros e as músicas são bastante agradáveis, embora só as ouvimos no ecrã título, menus entre corridas e nos créditos.
Portanto este Super Monaco GP para a Mega Drive acaba por ser um bom jogo, onde a Sega compensou bem os donos da Mega Drive com um bom modo de carreira, já que a nível audiovisual ficaria muito aquém do original arcade. Mas volto a reiterar que, mesmo com muitos cortes, não deixa de ser um jogo de corridas bonito para um sistema de 16bit, mesmo considerando que é um jogo ainda do início de vida da consola.
Lançado no Japão como Baku Bomberman (não confundir com o Bomberman 64 lançado exclusivamente no Japão em 2001), este “nosso” Bomberman 64 é o primeiro jogo da conhecida franchise da Hudson completamente em 3D e também acaba por divergir um pouco (bastante até) das mecânicas clássicas. O meu exemplar foi comprado algures em 2016 na Cash Converters em Alfragide, creio que foi dos últimos jogos que comprei lá antes de voltar a viver no Porto e acho que me custou uns 5€.
Apenas cartucho
A história é muito simplista como é habitual na série, consistindo no mundo de Bomberman ter sido invadido por uns aliens, cabendo-nos a nós expulsá-los do planeta. O problema é que a nave mãe, onde está o líder da ameaça, é inacessível, a menos que se destruam umas âncoras das naves secundárias que acompanham a nave principal. Estas naves secundárias funcionam como os diferentes “mundos” que temos de explorar, com uma delas a serem uma espécie de microplanetas com diferentes temáticas. O primeiro mundo é um mundo cheio de ruínas que se assemelham a templos antigos, o segundo é uma fortaleza repleta de água, o terceiro um vulcão gigante e o quarto é um mundo gelado, cheio de neve e gelo. Assim que completarmos estes quatro mundos é que poderemos avançar para o final. Em cada um dos mundos temos tipicamente 4 níveis, intercalando níveis de exploração, com confrontos com bosses.
Pela primeira vez na série Bomberman vamos poder explorar mundos inteiramente em 3D!
Com a introdução do 3D, as jogabilidades básicas do Bomberman foram adaptadas. Os mundos são mais abertos, permitindo-nos movimentar livremente em mais direcções que as quatro dos jogos clássicos. Com os mundos abertos, as explosões em cruz típicas desta série deixam de fazer sentido, passando agora a ter um padrão esférico, cujo raio da explosão pode aumentar consoante os power ups que apanhamos. Muitas dos power ups e habilidades clássicas estão aqui presentes, como a possibilidade de plantar mais que uma bomba em simultâneo, pontapeá-las, pegar nelas e atirá-las ou os “aumentos de potência explosiva” já referidos. Bombas controladas remotamente também marcam o seu regresso, bem como a habilidade de “carregar” uma bomba normal durante alguns segundos, tornando-a bem mais poderosa. Os níveis de exploração obrigam-nos a explorar o cenário e resolver alguns pequenos puzzles para que possamos descobrir a sua saída. As bombas mantêm o seu papel fulcral na resolução destes pequenos puzzles, consistindo em demulir estruturas que nos bloqueiam o caminho, activar ou desactivar alavancas e interruptores, o mesmo fazendo de plataformas, pois o bomberman neste jogo não consegue nem saltar nem nadar.
Com diferentes power ups podemos ter bombas com diferentes funcionalidades
De resto, ainda no modo história, e de forma a alcançarmos o melhor final, somos convidados pelo jogo a encontrar 5 medalhões de ouro em cada nível, sendo que três deles estão escondidos, os outros são alcançados mediante a nossa performance. Um deles é-nos atribuido sempre que derrotamos um número mínimo de 30 inimigos no nível em questão, outro se o completarmos abaixo de um tempo limite, pelo que teremos de jogar cada um dos níveis mais que uma vez para apanhar todas estas medalhas douradas. Nos níveis em que defrontamos bosses temos 4 medalhas que nos são atribuidas normalmente à medida que vamos causando dano, sendo a quinta atribuida uma vez mais se formos rápidos o suficiente. Para além do modo história como devem calcular temos também várias vertentes multiplayer que acredito que estejam viciantes como sempre e o facto da Nintendo 64 suportar nativamente 4 jogadores em simultâneo, estão reunidas todas as condições para uma experiência multiplayer Bomberman excelente. Digo “acredito que sim” pois infelizmente não cheguei a experimentar.
Temos alguns bosses pela frente, alguns deles bem grandinhos
A nível audiovisual este Bomberman 64 é um jogo competente nesse aspecto. Os mundos são variados e estão detalhados quanto baste, e tendo em conta as limitações impostas pelo hardware da consola da Nintendo. A minha única queixa seria talvez para o sistema de câmara, que por um lado é simples e intuitivo, ao usar os botões C para movimentar a câmara em ângulos de 45º, mas por vezes a nossa visão fica completamente tapada em ângulos mortos. No que diz respeito ao som, não tenho nada a apontar, pois o jogo aí cumpre bem o seu papel, os efeitos sonoros são competentes e as músicas bastante agradáveis e com melodias memoráveis.
Portanto este Bomberman 64 acaba por ser um jogo interessante não só por ser o primeiro em 3D, mas também por ser um dos primeiros jogos principais da série a enveredar por mecânicas de jogo mais típicas de jogos de acção/plataformas.
Voltando à saga Assassin’s Creed, terminei recentemente o quarto capítulo da saga, terceiro com o protagonista italiano Ezio Auditore, o Assassin’s Creed Revelations, lançado originalmente em 2011. Este meu exemplar é uma das muitas “edições limitadas/coleccionador/whatever” deste jogo, esta incluindo um cd bónus com a banda sonora e o primeiro Assassin’s Creed incluído no disco do Revelations. A razão pela qual o primeiro Assassin’s Creed vem incluído neste Revelations torna-se notória à medida que vamos avançando no jogo, pois iremos por várias vezes explorar o passado de Altair, descobrindo ultimamente como ele passou os seus últimos dias. Mas já lá vamos. O meu exemplar foi comprado já nem sei quando, mas creio que foi comprado na CeX do Porto já há uns aninhos e não me terá custado mais de 7.5€ na altura.
Jogo completo com caixa, papelada, manual e CD com banda sonora
Como sabem na série Assassin’s Creed vamos descobrindo os eventos de um confronto secular entre duas organizações, os Templários e os Assassinos. Aparentemente ambos pretendem obter a paz eterna entre na Terra, mas enquanto os Templários pretendem alcançá-lo ao manter a população humana sob o seu controlo, os Assassinos lutam pela liberdade absoluta. Por um lado o protagonista principal é o jovem Assassino Desmond Miles, mas que ao submeter-se ao Animus, um aparelho que permite explorar as memórias dos seus antepassados, permite-nos “viajar no tempo” e reviver os conflitos entre ambas as organizações ao longo dos séculos. Mas à medida que vamos jogando ficamos com mais questões pois estranhos artefactos de outras civilizações vão ganhando cada vez mais protagonismo. Neste capítulo em si a história leva-nos uma vez mais a explorar o passado de Ezio, agora já na sua meia idade, ao explorar a cidade de Istambul/Constantinopla em busca de uma série de chaves que lá foram escondidas por Niccolo Polo (filho de Marco Polo). E a que dão acesso essas chaves? À biblioteca de Altair em Masyaf e aos seus bem guardados segredos. Pelo meio contem também com tramas políticas com o conflito entre os Otomanos e Bizantinos pelo controlo da capital turca, estando assim lançados os dados para mais uma aventura.
Como no Brotherhood temos sempre um objectivo secundário em cada missão principal, que não é obrigatório
Naturalmente que o jogo traz de volta muitas das mecânicas dos seus antecessores, com um grande foco na agilidade e furtividade dos assassinos. Tal como no Brotherhood vamos poder conquistar territórios aos templários, para depois poder comprar uma série de lojas que por sua vez nos vão retribuindo com uma renda de 20 em 20 minutos. Vamos também poder treinar outros assassinos que nos podem ajudar nas nossas missões a abater alguns alvos, para além dos já habituais mercenários, ladrões e jovens moçoilas para distrair os guardas. Os nossos Assassinos podem também ser enviados para outras cidades e fazer algums missões que por sua vez nos trazem mais dinheiro e outras matérias primas. As matérias primas servem para criar uma série de bombas diferentes, esta que é uma das grandes novidadades introduzidas por este Revelations.
Tal como nos outros 2 jogos com Ezio, podemos comprar lojas e renovar alguns edifícios notáveis, algo que contribui positivamente para a renda que vamos recebendo
Podemos criar bombas explosivas, de fumo, de mau cheiro para atordoar os inimigos, de veneno, ou até aquelas sticky bombs que se podem agarrar a qualquer superfície (incluindo soldados inimigos!). Há de facto muitas possibilidades de diferentes bombas a criar. A outra novidade aqui introduzida está nos mini jogos de tower defense, algo que sinceramente já não gostei muito. Basicamente aquelas torres que libertamos e passam a ser bastiões assassinos, podem vir a ser atacados por templários algo que pode acontecer caso o nosso nível de notoriedade ultrapasse o máximo. Caso isso aconteça, vamos ter de posicionar assassinos e outros recursos como barreiras ao longo da nossa base, enquanto enfrentamos várias ondas de ataques templários. Tirando uma vez em que somos obrigados a experimentar este mini jogo algures no início da história, nunca mais deixei que uma das minhas bases fosse atacada.
Agora temos também uns slides que podemos usar para nos movimentarmos na cidade
De resto, para além do modo história que uma vez mais é em mundo aberto, repleto de missões secundárias e coleccionáveis para encontrar que nos rendem umas valentes horas de jogo, temos também uma vertente multiplayer que sinceramente não cheguei sequer a experimentar, embora acredite que até talvez viesse a gostar das pequenas campanhas cooperativas que incluiram pela primeira vez.
A nível audiovisual não há muito a dizer, é um jogo competente, a cidade de Istambul está muito bem detalhada, mas desta vez temos menos localidades adicionais para explorar, apenas o castelo de Masyaf e sua aldeia, bem como uma outra cidade subterrânea que nunca tinha ouvido falar. Banda sonora e voice acting nada a apontar uma vez mais.
Mais uma vez podemos recrutar e treinar um pequeno exército de assassinos que nos podem ajudar directamente, ou podemos mandá-los para missões noutras cidades mediterrânicas
Portanto este é mais um jogo agradável na série, embora as novidades que tenha trazido em relação aos anteriores não tenham sido tão interessantes quanto isso, para mim. Para além das brincadeiras que podíamos fazer com as novas bombas, fiquei bem mais contente com facto de termos muito menos daquelas missões secundárias chatas, como aquelas onde temos de correr de um lado para o outro dentro de um tempo limite apertado. Ainda assim, creio que a Ubisoft também já se estava a aperceber que andava a esticar um pouco a corda e decidiu reinventar a série no próximo capítlo. Mas isso será tema para outro artigo!
A rapidinha de hoje leva-nos para mais um jogo da Mega CD, nomeadamente este Black Hole Assault que sinceramente nunca tinha ouvido falar do mesmo. Desenvolvido pela nipónica Micronet, este é um jogo de luta futurista entre mechas e sequela directa do Heavy Nova, um outro jogo da Micronet lançado para a Mega CD e Mega Drive, mas apenas em solo japonês e americano respectivamente. Bom, a jogabilidade não é grande coisa, mas devo dizer que fiquei bastante supreendido pela sua apresentação. Mas já lá vamos. O meu exemplar veio do reino Unido há uns tempos atrás, creio que me custou algo entre os 7,5 e os 10€ se bem me recordo.
Jogo com caixa e manual
40 anos após os acontecimentos de Heavy Nova, onde uma civilização alienígena conhecida pelo nome de Akirovianos, atacou o planeta terra, deixando-o à beira da ruína. Agora, com a humanidade ainda a recuperar, os aliens estão de regresso, ao posicionar uma série de robots em pontos fulcrais do sistema solar e que estão a atacar as nossas naves que para lá viajam em busca de recursos. Cabe-nos a nós então encarnar num piloto humano que irá conduzir o seu mecha e combater cada um destes robots, eliminando uma vez mais esta ameaça.
Apesar do jogo investir muito na sua apresentação, a jogabilidade deveria ser bem melhor.
Entre cada combate podemos escolher quais dois dois mechas queremos controlar, seja o Cyquest ou o Orion, cada um com diferentes habilidades. Depois nos combates em si, para além do tempo de combate que temos disponível, cada robot possui uma barra de vida que se vai esvaziando com o dano infligido e o nosso objectivo é naturalmente o de derrotar o oponente à pancada. Para além disso, cada robot possui também um certo nível de energia (medido em percentagem) que quando no máximo, nos permite executar o golpe especial do robot em questão, ao pressionar o mesmo botão dos socos. Portanto a nível de jogabilidade em teoria as coisas são bastante simples, mas quando começamos a jogar, o caso muda de figura. Os robots são lentos, os controlos nem sempre respondem (ou sou eu que não acerto no timing) e não há uma grande variedade assim de diferents golpes.
Gosto bastante destas introuções semelhantes a programas de computador
De resto, para além do modo história, temos também alguns modos multiplayer, desde partidas casuais, que curiosamente possuem um editor muito interessante onde podemos customizar os nossos oponentes, a probabilidade de desferirem cada golpe, etc. Temos também modos de torneio (combates eliminatórios) e campeonatos (por pontos), o que até seria um ponto positivo, se a jogabilidade não fosse tão mázinha.
As cutscenes são excelentes para um jogo de Mega CD
Por outro lado a nível de audiovisuais este é um jogo decididamente surpreendente. O mesmo está repleto de cutscenes anime e com um voice acting bem melhor do que estaria à espera (o que também não quer dizer muito) e entre cada combate vamos tendo também uma série de animações que simulam uma linha de comandos, um toque que sinceramente me agradou. Infelizmente muitas das cutscenes têm história para encher chouriços, mas é de louvar o esforço que a Micronet colocou na apresentação do jogo. As arenas e lutadores possuem gráficos bons quanto baste, com os combates a decorrerem em diversas luas e planetas do sistema solar, cada qual com diferentes paisagens. As músicas são todas em CD-Audio e bastante agradáveis.