Sonic Mega Collection Plus (Sony Playstation 2)

60323_frontA rapidinha de hoje leva-nos de volta à Playstation 2 e a mais uma das várias compilações que a consola acolheu. Esta em especial é uma reedição da compilação Sonic Mega Collection, que tinha sido lançada algum tempo antes em exclusivo para a Nintendo Gamecube. O que trouxe esta nova versão Plus? Bom, essencialmente mais jogos e conteúdo extra! Este meu exemplar veio da Cash Converters e Alfragide, algures durante o verão de 2016 e não me terá custado mais de 2.5€.

Compilação com caixa e manual
Compilação com caixa e manual

A versão original de Gamecube trazia por defeito todo o catálogo de jogos do Sonic lançados para a Mega Drive, incluindo o Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine. Para além desses clássicos poderiamos vir a desbloquear as combinações de Sonic & Knuckles e os seus predecessores, mais dois outros clássicos da Mega Drive: Flicky, o velhinho jogo arcade cujos pássaros viriam a ter um importante papel no Sonic 3D e Ristar, um outro jogo de plataformas desenvolvido pela Sonic Team que mais tarde acabarei por trazer cá num artigo em separado. A versão japonesa dessa compilação trazia ainda mais 2 jogos de Mega Drive escondidos, nomeadamente o clássico Comix Zone e o estranho The Ooze, ambos jogos da Sega Technical Institute, o estúdio americano que desenvolveu Sonic Spinball e Sonic 2. Felizmente esta versão PS2 traz também esses dois últimos jogos que anteriormente estavam exclusivamente na versão japonesa da Game Cube. Para além disso, incluíram ainda mais uns 6 jogos de Sonic para a Game Gear, como o Sonic the Hedgehog, Sonic Chaos, Sonic Blast, Sonic Labyrinth, a versão 8bit do Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine e o primeiro Sonic Drift, o jogo de corridas que apenas havia sido lançado em território japonês.

A versão Plus inclui uma série de jogos da Game Gear também
A versão Plus inclui uma série de jogos da Game Gear também

Para além de todos esses jogos, podemos aceder a scans de todos os manuais de instruções, códigos de batota, e uma série de diferentes galerias, desde artwork de cada personagem, scans de várias bandas desenhada da Archie Comics, ou vídeos do Sonic Heroes com algum making off pelo meio. Não está nada mau, embora eu preferisse ter conteúdo extra como entrevistas aos produtores ou algum making off mais concreto.

Portanto, Sonic Mega Collection Plus é uma excelente compilação para quem quiser ter todos os Sonic clássicos da Mega Drive num só disco. A escolha dos jogos da Game Gear é um pouco estranha, deixando buracos como o Sonic 2 ou o Triple Trouble, mas esses estarão na Sonic Gems Collection, cujo artigo também cá trarei em breve.

Star Wars Rogue Squadron 3D (PC)

star-warsEscrever sobre o primeiro Star Wars Rogue Squadron é uma tarefa algo ingrata pois já escrevi artigos para as suas duas sequelas, exclusivas da Gamecube. O primeiro Rogue Squadron já incorporava muitas das várias características e mecânicas de jogo vistas na consola da Nintendo. E para além desta versão PC, também tínhamos a versão de Nintendo 64 que, por motivos de coerência, era a versão que pretendia originalmente ter, visto as sequelas serem exclusivas da Nintendo. Mas naturalmente a versão PC acaba por ser a melhor pelos melhores gráficos e quando o apanhei na feira da Ladra em Lisboa por 1€, nem pensei duas vezes.

Jogo com caixa e papelada
Jogo com caixa e papelada

A saga X-Wing para os PCs era por vezes muito técnica, e Star Wars Arcade para a 32X já mostrava bem a sua idade. O Rogue Squadron é um jogo de acção e combate aéreo, mas com uma jogabilidade nada complicada. Ao longo do jogo teremos várias missões para cumprir, desde destruir instalações estratégicas do império (como bases militares ou industriais), escoltar veículos rebeldes em missões de transporte ou salvamento, ou defender cidades de ataques imperiais. Tudo no ar, a bordo de naves como X-Wing, Snowspeeder ou a Y-Wing. Algumas naves, para além dos lasers normais possuem também armas secundárias como mísseis ou bombas e no caso dos Snowspeeders podemos também amarrar as pernas dos AT-AT e faze-los tombar. De resto, tal como nas sequelas poderemos encontrar também alguns upgrades às armas ou escudos, bem como ter a nossa performance avaliada no final de cada missão. As missões vão tendo diferentes objectivos ao longo das mesmas, que podem também ser consultados no radar, na forma de uma indicação da sua direcção e/ou localização. São todas missões algo inéditas, não foram inspiradas nos filmes mas sim nalguns dos livros da saga. Existe no entanto algum conteúdo escondido, como missões extra (estas já retiradas de algumas cenas famosas dos filmes) e naves adicionais a desbloquear, incluíndo o Naboo Starfighter introduzido mais tarde pelo Star Wars Episode I, embora essa só possa ser desbloqueada com recurso a passwords.

Podemos alterar o ângulo da câmara de várias formas. Até ver o que se passa nas traseiras!
Podemos alterar o ângulo da câmara de várias formas. Até ver o que se passa nas traseiras!

Depois, melhor que a jogabilidade e as missões que temos de desempenhar, é mesmo a apresentação geral do jogo. A nível gráfico a Factor 5 fez um trabalho excelente para a época, e a apresentação em geral das missões e dos diálogos que vamos ouvindo ao longo do jogo estão a meu ver muito bem conseguidas. Claro que para quem depois foi jogar as sequelas da Gamecube então não mudou muita coisa assim e ainda bem, pois em fórmula vencedora não se mexe (se bem que aquelas missões “em pé” do Rogue Squadron III foram um pouco desnecessárias). As músicas são excelentes, para quem já estiver habituado aos filmes da saga então não há muito que enganar.

Embora as missões principais não sejam inspiradas nos filmes, há coisas que continuam indispensáveis!
Embora as missões principais não sejam inspiradas nos filmes, há coisas que continuam indispensáveis!

Em resumo este é um excelente shooter espacial, quer se seja um fã da série Star Wars ou não. Mas claro que se o forem então ainda sabe melhor jogá-lo! Para além dos Rogue Squadron II e III que são exclusivos da Gamecube, este jogo teve ainda outro sucessor espiritual, um novo shooter passado no universo do Episode 1, também disponível no PC e Nintendo 64. A versão Nintendo 64 desse jogo é um marco técnico impressionante, mas isso ficaria para um eventual artigo futuro.

Pinnochio (Sega Mega Drive)

pinocchioA rapidinha de hoje leva-nos de volta à Mega Drive, para mais um dos jogos da Disney da era 16bit, daqueles desenvolvidos pela Virgin e que possuiam excelentes gráficos e animações. E apesar de Pinnochio não fugir a essa regra, pois é um jogo bonito, acaba também por deixar um pouco a desejar na sua jogabilidade, embora tenha também alguns momentos interessantes e originais. O meu exemplar veio da feira da Vandoma no Porto algures há uns bons meses atrás. Custou-me 2€.

Jogo completo com caixa e manuais
Jogo completo com caixa e manuais

Tal como o nome indica, este videojogo é uma adaptação do clássico filme da Disney, que conta a história de uma marionete construída por Gepetto e que ganha vida através de uma fada mágica. Pinocchio é o seu nome, o nariz cresce quando mente, e tem o sonho de se tornar um rapaz de carne e osso. Acho que todos conhecemos a história e o jogo até se adapta muito bem aos acontecimentos do filme. Os controlos são também simples com um botão para saltar e outro para atacar. Mas o que eu esperava que fosse um simples jogo de plataformas, Pinnochio acabou por me surpreender pela sua variedade, embora não seja necessariamente uma coisa boa. No primeiro nível controlamos Pinocchio pelas ruas da sua cidade, esquivando-se de todos os perigos que nos perseguem, até porque em grande parte do nível não podemos atacar. No seguinte já controlamos o grilo falante, onde estamos num candeeiro público a defrontar uma série de insectos. O terceiro nível é passado num teatro de marionetas, onde temos de imitar uma coreografia apresentada por outras marionetas. Um bocadinho como o dance dance revolution mas sem as indicações da sequencia de botões a pressionar, temos de os memorizar. Os níveis restantes já vão sendo mais característicos de um jogo de plataformas, embora ainda tenham os seis quês. Desde saltitar de balão em balão na Pleasure Island, os níveis subaquáticos, incluindo aquele em que nos vamos balanceando de peixe em peixe para fugir de Monstro, a baleia que comeu Gepetto. E claro, o nível final é também um bocadinho chato, onde mais uma vez fugimos da baleia, mas desta vez com Gepetto e termo-nos de desviar de vários calhaus.

Não, o screenshot não está ao contrário. Num dos níveis sub aquiáticos por vezes temos estas mecânicas de "inversão de gravidade"
Não, o screenshot não está ao contrário. Num dos níveis sub aquiáticos por vezes temos estas mecânicas de “inversão de gravidade”

Graficamente é um jogo bastante bonito, como a Virgin bem nos habituou nos seus jogos da Disney em sistemas de 16bit. Para além dos níveis estarem bem detalhados, as personagens também o são e as suas animações ficaram bastante fluídas. Mais ou menos entre cada nível vamos tendo também pequenas cutscenes que nos vão contando a história do jogo, na forma de páginas de um livro. As músicas são também muito boas e se não me engano foram buscar muitas melodias ao filme clássico da Disney.

Os gráficos continuam excelentes e as animações também. Não há como negá-lo!
Os gráficos continuam excelentes e as animações também. Não há como negá-lo!

Sinceramente, Pinocchio é para mim um jogo algo estranho. Por um lado dou o mérito à equipa de ter ousado criar níveis completamente diferentes entre si, tanto nos objectivos a cumprir como na jogabilidade, mas por outro acho que a execução ficou muitas vezes aquém das expectativas. No aspecto técnico é um excelente trabalho, como tem sido habitual.

Castlevania II: Belmont’s Revenge (Nintendo Gameboy)

46045_frontHoje é tempo de mais uma rapidinha, desta vez voltando à Gameboy clássica para uma breve análise ao segundo jogo da série Castlevania para essa plataforma. Não confundir com Castlevania II: The Simon’s Curse para a NES, pois este Castlevania é uma sequela directa ao Castlevania The Adventure, já aqui analisado. O meu exemplar já não me record ao certo onde e quando foi comprado, mas a julgar pela experiência, deverá ter sido numa Cash Converters de Lisboa e com um preço próximo dos 2€.

Apenas cartucho
Apenas cartucho

Mais uma vez encarnamos em Christopher Belmont e uma vez mais temos o Drácula para defrontar, 15 anos depois de o derrotarmos no jogo anterior. Mas desta vez Drácula não está sozinho, pois amaldiçoou Soleiyu, filho de Cristopher, usando os seus poderes para reencarnar novamente. A nível de jogabilidade, este Castlevania está mais fiel aos originais, na medida em que já podemos usar algumas armas secundárias,neste caso os machados que são atirados em arco e os boiões de água benta com splash damage. Assim sendo, os corações que saltam de cada vez que destruimos uma vela ou um candelabro, não servem para recuperar energia, mas sim de munições para a arma secundária que carreguemos. Ainda assim. algumas outras mecânicas de jogo que foram implementadas no Castlevania The Adventure foram também trazidas para aqui, como os diferentes upgrades para o chicote Vampire Ops, incluindo aquele que faz com que o chicote deite bolas de fogo.

O Vampire Killer pode sofrer alguns upgrades como no jogo anterior
O Vampire Killer pode sofrer alguns upgrades como no jogo anterior

De resto, o jogo possui 6 níveis, onde os primeiros 4 são passados em diferentes castelos com diversas temáticas (um castelo de cristal, outro mais selvagem, e por aí for a), sendo que esses primeiros níveis podem ser jogados em qualquer ordem. Os restantes já são passados no castelo de Dracula onde defrontamos tanto Soleiyu, como o próprio Drácula no final. O número de níveis permanece portanto algo baixo, mas ao menos pareceram-me ser bem mais compridos que os trazidos na prequela. Alguns inimigos são recorrentes, como os olhos gigantes que explodem depois de serem atacados, o que nos pode trazer problemas em algumas zonas, especificamente onde temos pontes que ficam parcialmente destruídas com a explosão, e com espinhos em algumas zonas dos tectos, temos de ter em atenção onde podemos atacar esses inimigos com alguma segurança. Outros desafios de platforming como paredes móveis com espinhos, plataformas armadilhadas ou saltar em cordas com roldanas estão também aqui representados. Uma coisa que gostei especialmente foram as salas que ficam às escuras de cada vez que destruimos uma vela ou um candelabro, algo que só acontece num nível específico.

Como sempre, temos um boss no final de cada nível para derrotar
Como sempre, temos um boss no final de cada nível para derrotar

Graficamente temos uma vez mais as sprites de Christopher Belmont e de alguns inimigos demasiado pequenas, mas no geral parece-me um trabalho mais bem conseguido. Os cenários estão mais detalhados e não notei tantos slowdowns como no jogo anterior. As músicas, essas felizmente continuam excelentes.

No fim de contas, este Castlevania II da Gameboy pareceu-me uma obra bem mais consistente que o seu antecessor. Tecnicamente é um jogo que retira melhor proveito das limitações da portátil da Nintendo, apesar ainda ser um jogo relativamente curto. Fora isso, incutiu de novo várias das mecânicas clássicas da série que tinham ficado de fora no primeiro jogo, o que é bom. Para quem o quiser jogar a cores, também tal como no primeiro jogo, existe uma conversão disponível numa das compilações da Konami – GB Classics.

Astérix (Sony Playstation)

psx-asterixgallix-coverVoltando à primeira consola da Sony, o artigo de hoje é o Astérix para a Playstation, também conhecido como Astérix Gallic War. É uma estranha mistura de conceitos, pois é em parte um jogo de estratégia por turnos, bem como um jogo de acção/plataformas em 3D. No entanto, apesar da originalidade do conceito, o resultado final não ficou lá grande coisa, na minha modesta opinião. O  meu exemplar veio da cash converters de Alfragide, tendo sido comprado já há coisa de 1 ou 2 anos. Lembro-me que não foi caro, acho que me custou à volta de 2 ou 3€.

Jogo com caixa e manual
Jogo com caixa e manual

A história é relativamente simples. O druida Panoramix quer preparar uma nova poção misteriosa e pede a ajuda da mais famosa dupla de Gauleses para percorrer toda a Gália (aka França) para recolher os ingredientes necessários, cujo número varia mediante o grau de dificuldade seleccionado. Logo depois disso temos um mapa da Gália, que nos mostram as diferentes províncias do país, cada qual ocupada por acampamentos romanos. Nessa fase o jogo adquire um conceito de estratégia, pois para adquirir os ingredientes teremos de reconquistar toda a Gália aos romanos. Durante essa fase meramente estratégica temos de seleccionar territórios a conquistar aos romanos, bem como reposicionar os nossos reforços. Para isso temos de ter em conta a quantidade de reforços que temos e que podemos transportar de cada vez. Esse número está representado pelo número de caldeirões de poção mágica no ecrã, e cada tipo de acção pode ser executada apenas num número fixo de vezes. Em seguida é a vez dos romanos também se reforçarem, atacarem territórios conquistados por nós e reposicionarem-se. Temos de ter no entanto em conta que apenas podemos trazer reforços para territórios que possuem um caminho aberto até à nossa aldeia, pelo que se deixarmos os romanos conquistar um território que deixe outros isolados, não poderemos trazer reforços até restabelecer alguma linha que os interliguem.

Screenshot da versão windows. Os territórios a conquistar estão representados por tendas de acampamentos romanos e as forças estão nos números
Screenshot da versão windows. Os territórios a conquistar estão representados por tendas de acampamentos romanos e as forças estão nos números

Quando decidimos atacar um território romano, várias coisas podem acontecer. Se for um território normal, sem nenhum daqueles ingredientes que temos de recolher, geralmente a reconquista é feita automaticamente, sem grande intervenção adicional da nossa parte. No entanto por vezes acabamos por tomar o papel de Astérix ou Obélix e acabamos por participar em alguns minijogos. Obélix tem um minijogo do lançamento do romano, algo parecido ao lançamento do peso nos jogos olímpicos. Astérix por sua vez tem um mini jogo onde temos de destruir todos os barris num ecrã, bem como defrontar alguns romanos que por lá andem. Se conquistarmos algum território principal, que contenha algum ingrediente pedido por Panoramix, então somos sempre levado para um nível de acção e plataforma, onde teremos de explorar os cenários e defrontar todos os romanos que apareçam à nossa frente. Aqui temos também uma série de power-ups para apanhar, desde caldeirões ou cantis de poção mágica que restabelecem a nossa energia, moedas com a forma de caldeirão que nos irão ajudar a ter mais unidades à nossa disposição na fase estratégica seguinte, entre outros, como um chapéu com asas que permite que Astérix voe temporariamente. De resto a jogabilidade nestes segmentos também deixa um pouco a desejar, as animações não são as melhores, e o sistema de detecção de colisões para o combate também deixa um pouco a desejar. Temos de jogar com paciência e antecipar os movimentos dos inimigos, pois caso perdemos uma vida, o território não é conquistado e podemos ficar numa posição mais frágil perante os romanos. Também não existe qualquer controlo de câmara nestas fases, o que é pena.

Contrastando com a parte estratégica, para conquistar territórios chave temos de os percorrer como um jogo de plataformas em 3D
Contrastando com a parte estratégica, para conquistar territórios chave temos de os percorrer como um jogo de plataformas em 3D

E basicamente é isto que fazemos ao longo do jogo. A parte chatá é que sempre que perdemos um destes territórios principais temos de o reconquistar e rejogar os níveis que já jogamos antes. Tendo em conta que principalmente no início do jogo nos vamos ver mais aflitos a conquistar terrenos devido aos poucos reforços que temos, o jogo torna-se demasiado repetitivo, pois para além de recolher todos os ingredientes pedidos por Panoramix, temos também de conquistar todas as províncias Gaulesas.

Graficamente é um jogo interessante nos segmentos de acção ou dos mini jogos, pois são mostrados num 3D algo similar ao cel-shading, o que até resultou bem numa Playstation. No entanto, as animações estranhas é que poderiam ser melhor trabalhadas, como já referi acima. Quando o jogo assume aquela componente estratégica, não há nada de especial nos gráficos. Já nas cutscenes de abertura, pré-final do jogo e o fim, são animações que fazem lembrar os filmes animados de Astérix, essas até que gostei. A banda sonora é também surpreendentemente boa, misturando melodias celtas, com outras mais épicas ou mesmo com algum jazz pelo meio. É uma mistura fora do comum, mas surpreendentemente resultou bem.

Um dos mini jogos que podemos desempenhar quando conquistamos territórios "normais".
Um dos mini jogos que podemos desempenhar quando conquistamos territórios “normais”.

Posto isto, considero este jogo uma entrada interessante no vasto catálogo de jogos desta série, principalmente pela mistura de diferentes conceitos como a estratégia por turnos e a parte de exploração de níveis em 3D. No entanto as coisas poderiam ser melhor e mais dinâmicas pois acaba por se tornar muito repetitivo, em especial quando temos de constantemente reconquistar territórios aos romanos que já tínhamos conquistado anteriormente.