Sherlock Holmes: The Mystery of the Persian Carpet (PC)

Sem querer avancei um jogo à frente na saga Sherlock Holmes. Depois do confronto do detective britânico e de Arséne Lupin, também uma personagem fictícia da literatura, a Frogwares lançou um novo “crossover”, o de Sherlock Holmes contra Jack the Ripper, o famoso serial killer londrino do final do século XIX. Só depois dessa aventura (que eu irei jogar em seguida), é que a Frogwares decide, no mesmo ano lançar este Mystery of the Persian Carpet, que é um jogo muito diferente dos seus predecessores. Mas já lá vamos! Tal como a maior parte dos outros jogos desta série que possuo na minha conta steam, este jogo foi comprado num indie bundle por uma bagatela.

Ao contrário de todos os outros, que de uma certa forma são todos aventuras gráficas do estilo point and click, onde teremos um ou mais mistérios e puzzles para resolver, aqui o estilo de jogo é muito diferente. Vamos contextualizar primeiro: Ao gabinete de Sherlock Holmes chega a notícia que um jovem pintor zé-ninguém foi assassinado e depois embrulhado numa valiosa carpete persa, e o seu corpo deixado noutro local. Intrigado, Sherlock decide investigar e é aí que começamos a aventura. Primeiro chega-nos às mãos algumas informações da vítima e do crime em si. Depois lá vamos ao local do crime e teremos de encontrar pistas nos cenários, como marcas de sangue, pegadas, partes de tecido ou cabelos, etc. Depois lá investigamos algumas testemunhas e suspeitos e também as temos de observar atentamente, em busca de mais pistas. Por fim, visitamos o escritório de Holmes, onde poderemos practicar alguma análise forense às pistas que encontramos anteriormente. No fim de cada “nível” lá teremos de agrupar todas as pistas obtidas e estabelecer ligações entre a vítima, suspeitos, arma e hora do crime.

Os objectos que procuramos podem ser pistas ou itens que podem posteriormente ser usados para desbloquear outros.

Em cada nivel vamos ter mais cenários para explorar, pessoas para analisar, pistas para analisar e deduções para fazer. Na exploração de cenários e das pessoas, na parte inferior do ecrã temos pistas sobre os objectos/pistas que devemos encontrar, depois lá teremos de os procurar nos cenários, o que nem sempre é muito fácil pois as coisas nem sempre estão muito visíveis. Também temos de interagir com outros objectos de forma a encontrar outras pistas, como abrir cofres, baús e afins, algo que muitas vezes nos obriga a resolver alguns puzzles lógicos para o efeito. Alguns é a palavra certa, pois há puzzles que nos obrigam mesmo a alguma tentativa-erro. De resto, o conceito de jogabilidade até que é interessante, principalmente aquela parte em que fazemos deduções lógicas ao interligar as diferentes pistas, suspeitos, cenários e a vítima. Quando finalmente conseguirmos estabelecer uma ligação entre um suspeito, a vítima, um cenário, a arma do crime e a hora, encontramos o culpado e o jogo termina. Claro que só no último “nível” conseguimos ter essa conclusão!

Infelizmente acho que poderiam ter caprichado mais na narrativa.

Agora o que não me agradou muito no jogo foi a sua apresentação. Os cenários são estáticos, e todos eles são localizações familiares de jogos anteriores do Sherlock Holmes, o que é uma pena. Até alguns dos puzzles são parecidos! Depois não existe qualquer voice acting, deviam ter investido um pouco mais nisso. As músicas são várias músicas clássicas características da série, aí já não me queixo muito.

Portanto este é um jogo que apesar de ter algumas boas ideias, poderiam ter investido mais na sua apresentação. Esta é uma fórmula que a Frogwares não descartou, pois mais tarde lançaram outro jogo do mesmo estilo, o The Hound of the Baskervilles que enventualmente jogarei. Agora é tempo de apanhar o Jack the Ripper!

Secret Command (Sega Master System)

Voltando às rapidinhas e na Sega Master System, o jogo que cá trago hoje é curioso por ter nomes completamente diferentes nos três principais mercados. Inicialmente lançado em 1986 no Japão como Ashura, este é um daqueles jogos tipo Commando, Mercs ou Ikari Warriors, onde sozinhos temos de defrontar exércitos inteiros, mesmo como nos filmes do Rambo. E a referência nem é por acaso, pois uma das armas que podemos usar é o arco com as “flechas rockets” bastante populares nos seus filmes. Tanto que nos Estados Unidos o jogo foi mesmo readaptado com o nome do filme do Rambo II, embora não siga propriamente a história. Depois lá chegou à Europa com um novo nome, Secret Command (embora o título do jogo diga Secret Commando). É uma salada russa! O meu exemplar foi-me oferecido por um particular algures em Julho passado.

Jogo em caixa

Portanto, tal como referi este é um jogo semelhante ao Commando, com o jogador a poder disparar tiros da sua metralhadora, ou disparar as “flechas rockets”, que podem matar vários soldados inimigos de uma só vez e não só, como destruir tanques ou casas que abrigam prisioneiros de guerra. Estes, ao serem salvos, oferecem-nos sempre um power up de recompensa, que podem ser mais rockets, vidas extra, upgrades para a nossa metralhadora, aumentando o alcance dos tiros, ou mesmo o seu poder de penetração. Ou também podemos obter um item capaz de destruir todos os inimigos presentes no ecrã ao mesmo tempo. Para além disso podemos também jogar o jogo de forma cooperativa.

Na capa temos Secret Command, já no próprio jogo é Secret Commando, o que faz mais sentido

Infelizmente nem tudo são rosas. Os bosses finais resumem-se sempre a uma espécie de fortificação que temos de deitar abaixo, enquanto vários soldados inimigos vão também surgindo aqui e ali só para nos chatear. Os 2 primeiros “bosses” são repetidos, mas com uma paleta de cores nos níveis seguintes. Os primeiros 4 níveis são passados em cenários mais “naturais” como selvas, pântanos ou desertos, enquanto que o quinto é passado numa cidade e o último numa base militar inimiga. Os gráficos em si são simples e não possuem muito detalhe, mas cumprem o seu papel e não posso pedir muito mais a um jogo de Master System de 1986. Já as músicas não as achei mesmo nada de especial.

Não me lembro desta cena nos filmes do Rambo!

De resto, este é um jogo que até dá para entreter, principalmente se jogado com um amigo. Na falta de Commando ou Ikari Warriors na Master System, está aqui uma aposta que não é assim tão má quanto isso.

Pirates of Dark Water (Sega Mega Drive)

O jogo que cá trago hoje é um daqueles que não se costuma encontrar muito facilmente (pelo menos a um bom preço) para a Mega Drive. É certo que jogos com o selo da Sunsoft nesta era dos 8 e 16bit tipicamente era sinónimo de qualidade, e talvez por isso os jogos da Sunsoft na Mega Drive (que não são assim tantos quanto isso) tenham uma procura acima do normal. O meu exemplar foi comprado algures em Janeiro de 2016, na feira da Vandoma. É apenas o cartucho, para já, e na altura custou-me 8€.

Apenas cartucho

Mas afinal o que é este Pirates of the Dark Water? Basicamente é um jogo de acção/plataformas desenvolvido pela Iguana Entertainment (estúdio que viria mais tarde a ficar famoso pela série NBA Jam) que é baseado numa série de animação da Hannah-Barbera do mesmo nome. Sinceramente não me recordo se esta série alguma vez passou na TV portuguesa durante os anos 90, mas basicamente conta a história do príncipe Ren e seus companheiros, habitantes do mundo fantasioso de Mer, que estava a ser consumido por uma substância maligna apelidada de Dark Water. Para salvar o planeta, teríamos de ir encontrar 13 tesouros mágicos e a série anda toda à volta disto, tal como o jogo.

O mapa diferentes níveis que vamos explorar. No centro temos a tal Dark Water que está a consumir o mundo e que é naturalmente o nosso destino final.

A Sunsoft publicou duas versões inteiramente diferentes para a SNES e Mega Drive. A versão SNES é um beat ‘em up como o Golden Axe, já esta versão Mega Drive é um jogo de acção/plataformas mais tradicional. Antes de cada nível temos a possibilidade de escolher qual a personagem com a qual queremos jogar, sendo que cada personagem possui diferentes habilidades. Basicamente todas elas possuem uma arma branca para o combate próximo, embora o tamanho das lâminas (e consequentemente o seu alcance) varie de personagem para personagem, e têm também um ataque especial de longo alcance que exige munições (que podem ser encontradas ao longo dos níveis) para serem usados. O príncipe atira facas, a rapariga “ecomancer” usa ataques mágicos e o brutamontes atira lanças.

Graficamente os níveis possuem muito detalhe e são bem coloridos.

Para além disso podemos apanhar outros itens ou power ups como comida que nos restabelece a barra de energia, corações que extendem a nossa barra de vida até um nível máximo, moedas que podem ser usadas para obter informações de NPCs, chaves para abrir portas, frutas ou várias poções mágicas que vão sendo armazenadas no nosso inventário. As frutas podem ser usadas com o Niddler, o pássaro-macaco que nos auxilia na aventura, por um lado para nos dar informação acerca do nível em que estamos, ou levar a personagem escolhida num nível de volta para o barco, de forma a que possamos trocar de personagens on the fly. As poções que apanhamos podem ser usadas para nos dar invencibilidade temporária, saltar mais alto, deixar os inimigos temporariamente paralisados, entre outros.

Infelizmente temos aqui alguns problemas na jogabilidade que tornam o jogo algo irritante em certas alturas. Por um lado os inimigos fazem respawn, basta movermo-nos um pouco no ecrã que se voltarmos onde estávamos antes eles voltam a aparecer. Depois por vezes o jogo coloca-nos em situações ingratas, onde teremos algum platforming sensível para fazer e a colocação de certos inimigos pode-nos atrapalhar bastante! Até porque, como é habitual em muitos jogos do género, sempre que somos atingidos saltamos um pouco para trás, o que nos pode trazer problemas se estamos a saltar entre plataformas frágeis ou escalar escadas e afins.

Sim, para além de usar as armas brancas, também podemos dar pontapés.

A nível de audiovisuais, este é um jogo que me deixa com alguns sentimentos mistos. Por um lado graficamente está muito bom, se bem que as personagens poderiam ter um pouco mais de detalhe, no entanto os níveis em si estão muito bem detalhados, são bastante coloridos e ocasionalmente lá têm uns efeitos gráficos interessantes, como a trovoada unm dos níveis nocturnos, ou as transparências deixadas pelos holofotes de uma cidade. Por outro lado acho um pouco desnecessária a forma como implementaram os diálogos. Basicamente sempre que alguém tem alguma coisa para nos dizer aparece um ecrã com uma grande parede de texto para ler, muitas vezes com mais que uma página. Poderiam ter feito as coisas de uma forma mais dinâmica, com balões de diálogo, por exemplo, sempre dava um outro aspecto mais agradável ao jogo. Já as músicas sinceramente não achei lá grande coisa. É certo que este foi um jogo apenas publicado pela Sunsoft, não desenvolvido por eles, mas o rótulo da Sunsoft costumava ser sinónimo de boas músicas.

Pena que os diálogos não sejam todos mostrados desta forma, como na introdução.

Portanto este Pirates of Dark Water é um jogo que até tem algumas boas ideias, mas a jogabilidade precisava de ser um pouco mais aprimorada. Fiquei no entanto com mais curiosidade com o beat ‘em up para a SNES, pois esse já foi desenvolvido pela própria Sunsoft. A ver se chega cá um dia destes!

Grand Theft Auto: London 1969 (Sony Playstation)

Grand Theft Auto é uma série que dispensa apresentações. Desde o primeiro jogo que nos apresenta um mundo aberto à exploração onde, para além de cumprir uma série de missões relacionadas com o mundo do crime organizado, podemos simplesmente vaguear pelo mapa e causar todo o caos que bem entendermos. O primeirinho jogo, desenvolvido pela DMA Design, que mais tarde se veio a tornar na Rockstar, foi um sucesso de vendas e não tardou muito para que, antes da sequela Grand Theft Auto 2, ainda houvesse tempo para um expansion pack. O meu exemplar veio de uma CeX do Reino Unido, por alturas em que um colega de trabalho lá passou. Custou-me 5 libras, estando completo e em bom estado.

Jogo com caixa e manual

Esta expansão, tal como o nome sugere, é toda passada na cidade de Londres (desta vez não usaram nomes fictícios como Liberty City ou San Andreas) no ano de 1969. A jogabilidade é idêntica à do GTA original, ou seja, temos um mapa inteiro por nossa conta onde podemos importunar todos os transeuntes que nos apetecer, se bem que também depois temos a polícia à perna. Nesse caso, o jogo até parece-me ser mais permissivo, a polícia não é tão agressiva quanto noutros GTAs. Se por outro lado quisermos seguir o modo “história”, então lá teremos de nos deslocar a cabines telefónicas, ouvir o que nos têm a dizer e agir em conformidade. As missões geralmente são do género: entrar no carro A, falar com a pessoa B, intimidá-la, conduzir até ao ponto C e limpar o sebo a alguém, explodir um carro armadilhado, ou outras coisas agradáveis como raptar pessoas, colectar dinheiro sujo entre outros trabalhos de business as usual no seio do crime organizado britânico da década de 60. Ocasionalmente lá teremos uma missão mais fora do baralho, como aquela onde tomamos o papel de um agente secreto à lá James Bond onde teremos de interceptar camiões com mísseis intercontinentais e evitar que os mesmos sejam usados na capital britânica.

A nível de jogabilidade, as coisas não diferem muito do original. Ou nada mesmo.

No que diz respeito aos audiovisuais, este não é um jogo propriamente bonito. Tal como o original e a sua sequela, o jogo é apresentado numa perspectiva aérea que não dá margem para muito detalhe, mas não deixam de ser funcionais. Ainda assim não deixaram de incluir alguns pontos chave da capital britânica, como a Tower of London ou a zona de Westminster com o Big Ben e restantes monumentos. Ocasionalmente lá teremos algumas cutscenes, mas tal como no jogo original, são bastante simples e poderiam ser melhor animadas. A melhor parte é mesmo a banda sonora que simula diferentes estações de rádio que podemos ouvir sempre que entramos num carro, desde comentários hilariantes dos radialistas, passando pelas músicas que vão sendo algo variadas, mas todas elas com aquela groove muito característico da década de 60. G-roovy, as my granddad would say!

Portanto, este mission pack, que aliás nesta edição até requer o jogo original para ser jogado, acaba por ser isso mesmo, um mission pack que não adiciona nada de propriamente novo à jogabilidade do original, oferecendo no entanto um setting completamente diferente, o de Londres nos anos 60. Seria bom que isto fosse revisitado no futuro! Existe também a Special Edition deste jogo, que, ao contrário desta, não necessita do GTA original para ser jogado.

Sherlock Holmes: Nemesis (PC)

Voltando às rapidinhas no PC, hoje trago-vos um breve artigo sobre mais um jogo de aventura da saga Sherlock Holmes, produzida pela Frogwares. Nemesis, também conhecido como Sherlock Holmes vs Arsene Lupin, é um jogo que protagoniza o famoso detective britânico contra uma outra famosa personagem da  literatura, o “nobre” ladrão francês Arsene Lupin. O meu exemplar digital entrou na minha conta do steam há uns anos atrás, através de um bundle que me ficou barato certamente.

A narrativa decorre algum tempo após a aventura anterior, onde os feitos de Arsene Lupin no seu país de origem começam a ganhar alguma notoriedade na imprensa internacional. A certa altura Sherlock Holmes recebe uma carta do próprio Lupin, cujo ameaça roubar 5 dos tesouros mais valiosos do Reino Unido, só mesmo para deixar a reputação do país na lama. Ao longo do jogo vamos então andar sempre atrás de Lupin e analisar as pistas que nos vai deixando. Em primeiro lugar temos de adivinhar qual será o seu próximo alvo, depois teremos de ir para o local em questão e fazer os possíveis para evitar que Lupin tenha sucesso nos seus assaltos, o que claro, só acontece no final. Infelizmente não gostei muito do progresso do jogo desta vez, isto porque vamos mesmo ter de fazer imenso backtracking e explorar áreas bastante grandes, muitas vezes à procura de uma agulha num palheiro… Por exemplo, teremos de explorar a fundo locais como a Galeria Nacional, a Torre de Londres ou o Museu Britânico, onde teremos imensos puzzles para resolver de forma a progredir no jogo. Ao menos sempre dá para aumentar a nossa cultura geral, pois iremos interagir com dezenas de pinturas, artefactos da antiguidade e armas medievais. O segmento do jogo que mais gostei foi o do palácio de Buckingham, não só por alguns momentos de bom humor, mas também pelos puzzles serem mais interessantes e não tão maçudos.

Algumas das tarefas que temos de fazer para progredir são bastante aborrecidas, mas ao menos podemos apreciar uma série de museus virtuais.

Na sua essência, este jogo possui umas mecânicas de jogo muito semelhantes ao seu antecessor e, tendo em conta que esta é a versão remastered, aqui também temos a hipótese de alternar entre a perspectiva na primeira pessoa, totalmente livre de movimentos, ou a perspectiva na terceira pessoa, com uma jogabilidade mais próxima dos point and click clássicos. Teremos também de fazer trabalho de detective ao questionar pessoas e alguma análise forense, como investigar pegadas ou outros rastos deixados por Lupin, como já tem vindo a ser habitual nesta série. Como referi acima, os cenários são grandes e têm de ser examinados ao pormenor, o que nos vai tomar muito do nosso tempo. Felizmente, tal como no jogo anterior, vamos tendo a opção de “fast travel” para viajar rapidamente entre diferentes zonas de Londres e, caso já tenhamos explorado os locais como os museus ou torre de londres, também poderemos usar o mapa dessas localizações específicas para viajar instantaneamente entre algumas posições chave.

Temos de pensar muito bem nos enigmas que Arsene Lupin nos deixa, pois vão ajudar nalguns puzzles não muito intuitivos

No que diz respeito aos audiovisuais, o jogo parece utilizar o mesmo motor gráfico do seu predecessor, ou seja, temos gráficos renderizados em 3D e um controlo de câmara e movimento totais, se jogado na perspectiva da primeira pessoa. Os gráficos em si parecem-me mais detalhados, já não temos tantas texturas demasiado simples como no Awakened. Aqui também regressou uma banda sonora que assenta em música clássica, ao contrário do jogo anterior que possuia um ambiente muito mais “atmosférico”. O voice acting é igual aos antecessores, são as mesmas pessoas a dar as vozes de Sherlock e Watson que por sua vez são muito melhores que as dos restantes NPCs.

Portanto, apesar deste “Nemesis” ser um jogo um pouco mais “chato” devido aos seus puzzles ambíguos e que nos obrigam a fazer muito backtracking numa àrea de jogo já por si extensa, não deixa de ser mais uma aventura interessante e que desta vez introduzem um conceito novo, pois não andamos aqui a investigar nenhum homicício, mas sim atrás de um ladrão que está a jogar um jogo de gato e rato connosco. Creio que vou gostar mais do próximo jogo, onde defrontaremos o Jack the Ripper.