The Ninja (Sega Master System)

Ninja-SMSVoltando a mais uma rapidinha de um jogo de Master System da velha guarda. The Ninja é uma espécie de Commando ou Ikari Warriors, mas em vez de Rambos wanabees, temos um ninja em pleno Japão Feudal. The Ninja ao contrário do que se calhar muita gente pensa, não é um jogo completamente original, mas sim uma sequela ou remake de um jogo ainda mais antigo da Sega, o Ninja Princess, ou Sega Ninja, como ficou conhecida a versão arcade ocidental desse jogo. Ninja Princess acabou também por ter um lançamento para a primeira consola da Sega, a SG-1000, com este The Ninja a reciclar muito desse conteúdo. O jogo entrou na minha colecção há um ou dois meses atrás, após ter sido comprado a um particular por 5€. Está completo e em bom estado.

The Ninja - Sega Master System
Jogo com caixa e manual

A história por detrás do The Ninja não é nada original. Um tirano, Gyokuro passou a controlar uma província japonesa, neste caso a província de Ohkami, e como se não bastasse também temos uma princesa para salvar. O costume, portanto. A jogabilidade, tal como referi acima é muito semelhante à dos jogos run ‘n gun como o Mercs, Commando ou Ikari Warriors, na medida em que controlamos o ninja numa perspectiva aérea e temos de sobreviver ao ataque de imensos inimigos que vão surgindo.

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Neste nível a nossa mobilidade é muito reduzida

Possuímos um stock ilimitado de kunais, e os inimigos vão sendo outros ninjas (que podem estar disfarçados de rochas, kunoichis (ninjas femininas), lobos-ninja e samurais. Um botão dispara as kunais na direcção em que estamos virados na altura, e o outro dispara sempre para cima, independentemente da direcção em que estejamos virados. Carregando nos botões 1 e 2 ao mesmo tempo, tornamo-nos temporariamente invisíveis e invencíveis, uma habilidade bastante útil tendo em conta o grau de dificuldade do jogo. Ao longo do percurso poderemos encontrar 3 tipos de scrolls escondidas, umas que nos deixam com shurikens mais poderosas, outras que nos deixam temporariamente mais rápidos e por fim temos umas verdes que são obrigatórias coleccionar para que possamos descobrir uma passagem secreta que nos levem ao esconderijo onde a princesa se encontra aprisionada. Caso cheguemos ao final dos níveis e nos faltem algumas dessas scrolls, o jogo automaticamente circula e nos devolve ao nível em questão onde podemos encontrar alguma dessas scrolls que nos faltem, tendo na mesma de percorrer novamente os restantes níveis até que possamos encontrar a tal passagem secreta.

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Quando temos muitos inimigos no ecrã, mais que estes, nota-se algum slowdown

Graficamente é um jogo muito simples, tendo em conta que para além de ser um jogo de 1986, é também um remake/conversão reforçada de um jogo ainda bem mais antigo, o já falado Sega Princess. Os cenários vão sendo variados, embora tenham backgrounds bastante simples, assim como as sprites dos inimigos que vão surgindo no ecrã. Quando deixamos muitos inimigos acumularem no ecrã nota-se algum slowdown, mas isso é algo normal. Uma coisa que achei curiosa é que cada vez que matamos um inimigo, fica uma silhueta humana no chão, antes de desaparecerem por completo. A mesma silhueta aparece com os lobos ninja, foi um detalhe que eles se esqueceram de reparar, ou não, pois no manual diz que esses inimigos são ninjas mascarados de lobos – ha!

Por outro lado os efeitos sonoros são bastante simples, mas as músicas apesar de não serem muitas são bastante competentes, mesmo tendo em conta o calcanhar de Aquiles da Master System, o seu chip de som.

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Estes cavalos são invencíveis, não adianta tentar derrotá-los

No fim de contas, The Ninja é um jogo bastante simples e algo rudimentar, pois é de uma era ainda algo embrionária neste género de jogos. Ainda assim, não deixa de ser uma peça importante desta escola primitiva da Sega, e se o virem a um preço simpático, não o deixem escapar.

Fighters Megamix (Sega Saturn)

Foi na passada revista PUSHSTART #42 que tive a oportunidade de falar sobre o Fighters Megamix, o mítico jogo de luta da Saturn que pegava nos lutadores de Virtua Fighter 2, Fighting Vipers e mais uns quantos extras para um roster de luxo. Pena que a Sega não tenha voltado a pegar na fórmula, o seu catálogo de eventuais participantes é bem recheado. A minha cópia do jogo entrou na minha colecção ha uns anos atrás por 2€ se não estou em erro. Infelizmente não vinha com manual, mas um particular cedeu-me o manual PT dele.

Fighters Megamix - Sega Saturn
Jogo com caixa e manual PT

Poderão ler sobre o artigo na íntegra aqui.

Dragon Ball Z: Buyuu Retsuden (Sega Mega Drive)

Dragon Ball Z

A série Dragon Ball fez um sucesso estrondoso em Portugal durante os anos 90. Tanto nas crianças, como nos pais e professores, não faltava gente a ver as aventuras de Son Goku e companhia. Com as consolas da Nintendo (Famicom e Super Famicom) a ter um sucesso tremendo no Japão, muitos foram os jogos lançados para essas plataformas sobre a série de animação de Akira Toryiama. Infelizmente a Mega Drive não partilhava do mesmo sucesso em terras nipónicas, com este Buyuu Retsuden a ser o único jogo da série com um lançamento para a consola 16bit da Sega, que inclusivamente apenas acabou por receber uma versão em Francês mais tarde. Mas como em Portugal o sucesso do anime era tanto, a Ecofilmes, distribuidor da Sega em Portugal, quiseram capitalizar nesse sucesso e não esperaram que a versão europeia ficasse pronta. Assim sendo, inicialmente foi lançado cá o jogo na sua versão japonesa, porém com capa e manual em português, bem como o adaptador Mega Key para que as nossas Mega Drives pudessem correr o jogo. Posteriormente acabou por sair cá a versão francesa também, sendo que essa já não necessita do conversor. A minha cópia do jogo foi-me vendida por um particular, custando-me 5€ e, mesmo não tendo o manual nem o conversor, achei um bom negócio.

Jogo com caixa e manual

A jogabilidade deste jogo é semelhante aos DBZ Super Butoden da SNES, na medida em que os combates têm lugar em grandes arenas, com os ecrãs a ficarem em split screen vertical se os lutadores se afastarem entre si. Para além disso, é possível lutar em dois planos distintos, tanto no chão como no ar. Assim sendo este tipo de jogos eram bem diferentes dos habituais Street Fighter II clones que se via muito nessa época. O jogo tem 11 lutadores, que compreendem o período entre os confrontos em Namek e até ao Perfect Cell, com os habituais sayajins Goku, Gohan, Vegeta e Trunks, com outras personagens como Piccolo, Krillin ou do lado dos maus da fita temos a C-18 (sim ela depois muda de “partido”), Cell, Freezer e 2 dos seus soldados de elite. Ao jogar no modo história, o percurso é diferente de personagem para personagem, que luta apenas contra 8 dos outros lutadores disponíveis. O jogo tenta adaptar estes cenários à história do anime, mas acabamos sempre por ter alguns combates impossíveis como Trunks contra Ginyuh em Namek.

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Sempre achei piada a estes amiguinhos do Freezer

Para além do modo história temos também o versus em que podemos configurar para ser um jogador contra o outro, um jogador contra o CPU, ou deixar tudo com o CPU e simplesmente ficar a apreciar as lutas sentados no sofá. De resto os controlos são simples, embora para masterizar o jogo acabem por ser mais complexos. Botão direccional para mover para a esquerda ou direita e saltar, um botão facial para socos, outro para pontapés e um outro para voar/aterrar. Para além disso cada lutador tem a sua série de diferentes combinações para combos e ataques de energia. Podemos ver logo que existem 2 barras, uma de vida e uma de “power” ou “ki”. Cada ataque de energia descarrega parte desta barra e se baixarmos um pouco abaixo do nível vermelho ao realizar um destes ataques, ficamos depois tontos durante uns segundos até restabelecer esse nível de energia perdida, ficando assim vulnerável aos ataques do adversário. Para encher essa barra de energia basta carregar no A e B ao mesmo tempo, e vemos a nossa personagem envolta numa aura amarela, mesmo como no anime. Alguns destes ataques mais fortes, como o Kamehameha, precisam de muita energia e que ambos os lutadores estejam suficientemente distanciados entre si. Mas mesmo esses golpes mais poderosos podem ser defendidos, ou até mandados de volta para quem os lançou, daí ser perigoso lançar um ataque desses se não tivermos energia “ki” suficiente e fiquemos temporariamente tontos.

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Para carregar a barra de power temos de fazer o mesmo que o Vegeta está a fazer

Tecnicamente falando é um jogo que tem algumas nuances impressionantes para a Mega Drive, nomeadamente a rotação do split screen em alguns momentos, algo que a Mega Drive não faz nativamente por hardware. As personagens estão também bem detalhadas, mas infelizmente não posso dizer o mesmo das arenas que tirando uma em Namek que gosto bastante, as restantes não são lá muito inspiradas. Mas tendo em conta o tamanho das mesmas (até existe um radar na parte superior do ecrã para nos localizarmos), e os feitos que fizeram com estes split screens dinâmicos – verticais, horizontais ou diagonais com rotação, all is forgiven. Outras pequenas coisas que sempre me irritaram como o Kamehameha ser amarelo ao invés de branco/azulado como no anime, ou mesmo a pouca variedade de ataques do mesmo género também são algumas imperfeições. A música e efeitos sonoros cumprem bem o seu papel e as vozes parecem-me mesmo assemelhar-se às vozes do anime original em japonês, mas já vai muito tempo desde que o vi.

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O split screen dinâmico foi das melhores coisas que a Bandai meteu neste jogo

Se são fãs de Dragon Ball, têm uma Mega Drive e são portugueses, então muito provavelmente já terão este jogo. Para os restantes é um jogo que recomendo, embora as suas mecânicas de jogo sejam muito diferentes de outros jogos de luta da época. Confesso que depois do Dragon Ball Final Bout para a PS1 eu desliguei-me um pouco dos jogos da série, sei que hoje em dia temos jogos bem melhores, mas guardo este e o da Saturn num lugar especial do meu coração.

Astérix (Sega Master System)

AsterixApesar de já existirem vários videojogos sobre os lendários heróis gauleses da banda desenhada, foi em 1991 que começaram a surgir os primeiros com um peso considerável. Nas arcades a Konami lançou um divertido e colorido beat ‘em up à lá Ninja Turtles, nas consolas foi a vez da Sega desenvolver um jogo de plataformas para a sua Master System, apesar de a Mega Drive já ser uma consola com uma elevada popularidade. No entanto visto que a Master System também possuia um elevado sucesso em solo europeu – território também onde os livros do Astérix sempre venderam bem, a Master System acabou por não ser uma má escolha.

Astérix - Sega Master System
Jogo com caixa e manual europeu

E com o jogo a ser desenvolvido com mão de pessoas que estiveram por detrás do Castle of Illusion, já se poderia esperar à partida um grande jogo de plataformas. Felizmente assim o foi. A história é simples e em vez de Bowser e a princesa Peach, temos os romanos e o druida Panoramix. Sim, Panoramix foi raptado e cabe ao duo dinâmico gaulês viajar pela Europa fora e resgatar Panoramix das mãos do Império Romano, mesmo no seu coração em Roma. Afinal deve-se a Panoramix o segredo da resistência da pequena vila gaulesa à invasão romana, graças à poção Mágica que só Panoramix sabe criar e que dá força sobre-humana a todos os que dela beberem.

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Antes de começar a aventura temos direito a uma bonita “cutscene”

Logo ao começar o jogo deparamo-nos com uma escolha: jogar com Astérix ou com Obelix. E aqui as coisas são bem mais diferentes do que apenas as habilidades entre ambas as personagens, os próprios níveis também vão sendo diferentes de acordo com a personagem escolhida. Astérix é mais ágil e sendo mais baixo consegue esgueirar-se por locais mais apertados. Obélix apesar de não ser tão ágil é bem mais poderoso e em situações onde Astérix precisaria de utilizar uma poção explosiva para destruir alguns blocos, Obelix esmaga-os como se fossem feitos de cartão. Sim, para além de saltar e atacar directamente inimigos, existem vários items que podemos utilizar. Os ossos que vamos vendo são meramente itens coleccionáveis, ao juntar 50 ossos desbloqueamos um nível de bónus onde jogamos com o cãozinho Ideafix. Depois podemos encontrar uma série de poções. As Solid Potions devem ser atiradas para a água ou lava, de forma a solidificar esses líquidos e criarem uma passagem. As Fire Potions para além de iluminarem locais escuros também derretem blocos de gelo. Por fim temos também 2 itens exclusivos e que servem para o mesmo propósito. Astérix pode usar as Explosive Potions para criar enormes colunas de água, destruir blocos ou mesmo atacar os inimigos. O Obélix pode usar rochas para o mesmo efeito, excepto destruir blocos que o pode fazer com as próprias mãos, como já tinha referido antes.

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As sprites são muito bem animadas e detalhadas.

Alguns items apenas servem para aumentar a pontuação, outros a vida, incluindo os famosos “heart containers” de outros jogos para aumentar a barra de vida e por fim existem também algumas chaves que teremos de procurar de forma a desbloquear o acesso para os bosses que por sua vez não são nada de especial. Os níveis em si apesar de serem diferentes mediante escolhemos Astérix ou Obelix estão também repletos de passagens secretas e vários bónus para serem descobertos, o que é sempre um plus num jogo de plataformas. Por fim resta falar nos níveis de bónus do Ideafix. Após escolhermos o grau de dificuldade (Easy, Normal ou Hard), somos largados em mais um desafio de plataformas, onde temos de rebentar uma série de bolhas, cujas cores indicam quantas vezes temos de lhes saltar em cima até que rebentem. Nesses níveis temos de evitar ao máximo cair ao chão, até porque temos um tempo limite para os completar. Ainda na jogabilidade resta dizer que este jogo tem suporte a 2 jogadores, um controlando Asterix, o outro Obelix, contudo é daqueles em que os jogadores vão jogando alternadamente e não em simultâneo. Não se pode ter tudo! Ainda assim o segundo jogador apenas pode entrar em acção após o primeiro perder todas as suas vidas e vice-versa.

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Os níveis aquáticos como sempre são chatinhos, em qualquer jogo.

Graficamente é um jogo excelente. Os níveis são bastante coloridos e variados entre si, assim como os próprios inimigos! As sprites estão muito bem detalhadas e animadas e com as “cutscenes” que podemos ver com gráficos retirados dos livros, tornam este Astérix muito competente neste quesito. As músicas apesar de não serem perfeitamente memoráveis cumprem bem o seu papel, assim como os próprios efeitos sonoros.

No fim de contas acho Astérix um excelente jogo de plataformas não só para a Master System, como para todas as consolas 8bit no geral. Os próximos jogos do Astérix que sairam para consolas da Sega acabaram por ter destinos distintos: Astérix and the Great Rescue é um jogo inferior a este, pois foi desenvolvido pela Core Design. A seguir saiu o Astérix and the Secret Mission, mais um exclusivo das consolas 8bit da Sega, mais um óptimo jogo de plataformas e mais uma vez produzido internamente pela Sega. Por fim temos Astérix and the Power of the Gods, exclusivo para a Mega Drive e mais uma vez um jogo da Core, onde as diferenças entre ambas as escolas voltam a ser bastante notórias.

Warlock (Sega Mega Drive)

WarlockVoltando às “rapidinhas” que o tempo é apertado, para um jogo não muito conhecido para a Mega Drive. Warlock é um sidescroller inspirado numa série de filmes de terror com o mesmo nome, que por acaso nunca tinha ouvido falar, mas talvez seja falha minha. Essencialmente narra a profecia de que em cada 1000 anos o Evil One manda à terra um poderoso feiticeiro (Warlock) para recolher uma série de runas mágicas que lhe darão poder absoluto capaz de eliminar a Terra da existência. Para prevenir tal coisa, existe uma ordem de Druidas que sempre que necessário agem de forma a prevenir que o Warlock leve a cabo os seus planos maléficos e é com um desses heróis que jogamos este jogo. O Warlock entrou na minha colecção após me ter sido vendido por um particular por 5€, estando completo e em bom estado.

Warlock - Sega Mega Drive
Jogo com caixa e manual europeu

Tal como referido acima o objectivo do jogo é ir percorrendo uma série de níveis e capturar essas runas mágicas, bem como defrontar o Warlock no final. Na capa do jogo podemos ler “Beware the Ultimate Evil of Warlock” e isso assenta que nem uma luva à dificuldade deste jogo, não só pelos inimigos que se tornam cada vez mais agressivos, mas também pela jogabilidade algo complexa. Senão vejamos: o botão B serve para disparar um raio de energia que é a nossa arma principal. O botão C serve para saltar. Até aqui tudo bem. Se pressionarmos baixo e C ao mesmo tempo podemos rebolar, o que é bastante útil para nos esquivarmos dos inimigos. A seguir-nos temos uma orb mágica que também pode ser usada como arma e é aqui que os controlos começam a ficar estranhos. Ao carregar no botão A ficamos estáticos e controlamos a orb, onde podemos atacar os inimigos ou apanhar items que estejam fora do nosso alcance utilizando para isso o direccional. O problema é que por vezes temos tantos inimigos e obstáculos a chatear que ficar estático não é grande ideia.

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Inicialmente o jogo até que é bem colorido, mas isso muda rapidamente

 

Depois temos uma série de poções mágicas que podemos coleccionar ao longo dos níveis, essas poções correspondem a diferentes feitiços que podemos e devemos usar ao longo do jogo. Embora no inventário apenas apareça um máximo de 9 itens do mesmo feitiço, podemos coleccionar muito mais. Existem então poções/feitiços para regenerar vida, causar dano em todos os inimigos, ou spells de protecção, entre outros. Infelizmente os controlos aqui também não ficaram grande coisa. Para seleccionar o feitiço a utilizar temos de carregar em START e baixo ao mesmo tempo para circular entre eles e START e cima para utilizar o feitiço seleccionado. Mais uma vez é algo desnecessariamente complicado a meu ver.

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Gosto do aspecto gloomy dos visuais, pena que se tornem bastante repetitivos

Graficamente é um jogo com visuais algo austeros, afinal estamos a lutar contra forças das trevas. Infelizmente apesar de até gostar dos gráficos, tirando o primeiro nível que é bem variado e diferente dos outros, os restantes são muito semelhantes entre si. As músicas também não são nada de especial, tirando uma ou outra faixa que achei mais bem conseguida. Os efeitos sonoros são bem competentes e ouvir o riso sinistro do Warlock enquanto vamos sendo sodomizados à bruta pelo jogo tem o seu quê.

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É frequente sermos atacados ferozmente. Felizmente há passwords e checkpoints!

No fim de contas Warlock é mais um sidescroller que apesar de ter boas ideias, a sua execução não é a melhor e a pouca variedade nos níveis também dá a entender que o jogo foi um pouco apressado. Não é um jogo que recomende, mas também não digo que seja assim tão mau de todo.