Shadow of Memories (Sony Playstation 2)

Shadow of MemoriesO jogo que trarei cá hoje corresponde a mais uma rapidinha, desta vez para a Playstation 2. Shadow of Memories é um jogo de aventura produzido pela Konami e lançado ainda nos primeiros tempos de vida da PS2, onde a temática das viagens no tempo é uma constante. E este Shadow of Memories entrou na minha colecção há alguns meses atrás, após ter sido “spotted” na Feira da Ladra em Lisboa pelo meu amigo Ivan Cordeiro. Ficou-me só por 2.5€, se bem me recordo.

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Jogo com caixa e manual

Nesta aventura controlamos Eike Kusch, jovem de 22 anos com uma vida pacata numa vila alemã fictícia de nome Lebensbaum e pouco depois de sair de um café, quando caminhava calmamente pela rua, leva uma facada nas costas e morre. Somos depois levados para uma estranha dimensão onde uma criatura que depois vimos a chamar de Homunculus nos diz que pode levar Eike de volta para a sua vida pacata. Eike está destinado a morrer naquele dia, mas tem uma hipótese de desafiar o seu destino: voltando atrás no tempo de forma a prevenir que os acontecimentos que levem à sua morte aconteçam. É-nos dada para isso uma máquina do tempo portátil, alimentada por “energy spheres” espalhadas pela cidade e que iremos utilizar frequentemente ao longo do jogo para viajar entre vários períodos, perto do presente, nos anos 80, no início do século XX e até na idade média de forma a tentar prevenir os vários assassinatos que vamos sofrer em cada capítulo. Por exemplo, no primeiro capítulo apenas teremos de viajar no  tempo uns minutos antes e convencer algumas pessoas a aparecerem na praça principal da vila. Com várias pessoas lá, o assassino não vai avante com o seu plano. Nos restantes capítulos isso não será tão simples assim, e por vezes até temos de viajar por vários períodos temporais para completar o caminho. Uma coisa importante a referir é que temos sempre um determinado tempo para agir antes da hora do assassinato, mesmo quando nos encontramos no passado o relógio conta sempre no presente. Se chegarmos à hora fatídica e estivermos presos no passado, é game over.

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Dana, alguém que nos “esquecemos” na idade média durante muito tempo…

De resto o jogo utiliza as mesmas fórmulas tradicionais de jogos de aventura, ou seja, falar com vários NPCs e usar objectos que vamos obtendo para deixar as coisas a nosso favor. A história em si vai ficando cada vez mais misteriosa e também complicada, com vários paradoxos temporais pelo meio. Por vezes há várias maneiras de resolver o mesmo problema, e teremos também algumas decisões a tomar que nos poderão levar a 6 finais diferentes. Quando chegarmos ao final do jogo com todos os finais, poderemos rejogá-lo no EX Mode, onde Eije retém todas as memórias da história principal e podemos chegar ao fim de uma maneira bem diferente.

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A qualquer momento do jogo podemos abrir o mapa da cidade. As portas a verde correspondem aos edifícios que podemos explorar

Graficamente considero este jogo com resultados mistos. Se por um lado acho que a cidade e as personagens não estão lá muito bem detalhados, por outro olho para as suas expressões faciais e parecem-me muito boas, pelo menos para um jogo de 2001. O voice acting é OK, sendo melhor em algumas personagens que outras, mas não é mau de todo. Já a música sinceramente não me ficou na memória, mas também não posso dizer que me tenha incomodado em algum momento do jogo.

Concluindo, acho este Shadow of Memories um jogo interessante, especialmente para os fãs de jogos de aventura. No entanto tem as suas falhas, como a história que por vezes me parece ter sido mal pensada, com alguns momentos bem bizarros e que não fazem sentido algum, ou mesmo todo o conceito de viagens no tempo que acho que poderia ser mais aproveitado. Por exemplo, viajar para a idade média poderia (e deveria) ter sido muito melhor aproveitado, tendo em conta os hábitos e costumes da época serem tão diferentes dos actuais.

Syphon Filter (Sony Playstation)

Syphon FilterVoltando à primeira consola da Sony, para uma análise a um jogo muito interessante, que por alguma razão a Sony decidiu assumir que a franchise deixou de existir a partir do momento em que lançaaram a PS3. Syphon Filter é um jogo de acção, com uma ênfase maior em missões “black ops” com a sua dose “quanto baste” de momentos de infiltração e com uma componente de exploração que vai buscar as suas ideias a jogos como Tomb Raider. E este jogo entrou na minha colecção algures durante o verão do ano passado, após ter sido comprado a um particular por um preço que oscilava entre os 4 e os 6€, pois foi comprado em bundle.

Syphon Filter - Sony Playstation
Jogo com caixa e manual

Em Syphon Filter tomamos o papel de Gabe Logan, um agente secreto que tabalha para a “The Agency”. Ora Logan e a sua companheira Lian Xing já há algum tempo que andavam atrás de um certo terrorista (Erich Rhoemer), que acreditavam ter desenvolvido uma poderosíssima arma biológica. Enquanto o procuravam, Rhoemer e o seu grupo desencadearam um ataque terrorista em plena capital norte-americana, colocando-nos assim no seu encalço. A história vai evoluindo para outros locais, em especial na europa de leste, onde nos infiltraremos em várias bases militares do grupo terrorista, onde as suas armas biológicas estavam a ser desenvolvidas. Como em qualquer filme de espionagem, esperem também pelas habituais reviravoltas.

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O sistema de lock-on dá muito jeito.

A jogabilidade mistura vários géneros de jogos, como o stealth de Metal Gear, o tiroteio em terceira pessoa de jogos como Duke Nukem Time to Kill e a exploração de cenários tridimensionais, mas muito “quadrados”, tal como nos Tomb Raider clássicos. Temos várias missões a desempenhar, algumas em que o stealth não é assim tão importante, obrigando-nos a ter de decimar uma série de bandidos espalhados pelos níveis, já noutros é fundamental, onde teremos de dar uso às nossas armas com silenciadores ou a fiel sniper rifle, que aqui é utilizada no modo de primeira pessoa. Outras missões incluem também cenas em que temos de escoltar alguém importante ou seguir um determinado cientista sem sermos apanhados, o que poderá exigir algumas retries. Logan é também um agente muito versátil, sendo capaz de várias acrobacias como rebolar no chão para fugir a fogo inimigo, andar agachado de forma a passar despercebido e tem também algum atleticismo para dar uns saltos valentes e escalar algumas superfícies, tal como Lara Croft. O combate é bem executado e Logan possui um vasto arsenal à sua disposição, com cada vez mais armamento à medida que vamos progredindo no jogo. Vários tipos de revólveres, armas automáticas, shotguns, tazers, ou explosivos estarão à nossa disposição. Para disparar podemos sempre utilizar o mecanismo de “lock”, não perdendo nunca o inimigo à escolha de vista. Headshots são também possíveis e recomendados para irmos passando o jogo com mais algum à-vontade, visto muitos inimigos também terem vestidos coletes à prova de bala.

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O menu onde podemos ver o mapa, os objectivos actuais e rever o briefing inicial da missão.

Os níveis vão sendo bem variados, atravevessando áreas urbanas, uma enorme igreja e suas catacumbas, áreas mais industriais ou militares, sendo por vezes bem grandinhos ou labirínticos. Felizmente existe um menu onde teremos acesso ao mapa da missão actual, em conjunto com outras informações como os objectivos ou o briefing inicial. Isso  e os cenários serem muito escuros, mas isso já não é algo que me incomode assim tanto. No geral a nivel gráfico Syphon Filter é um jogo competente dentro dos possíveis e das limitações da consola. As personagens e cenários estão bem detalhados e com mais polígonos do que eu estaria à espera. Os níveis em si são muito “quadrados” tal como em Tomb Raider mas lá está, era algo que fazia parte daqueles tempos. O voice acting é minimamente competente, embora a história por detrás deste jogo não me tenha motivado assim tanto, não deixando de qualquer das formas de não ser má de todo. As músicas também confesso que não são memoráveis, mas adaptam-se bem à atmosfera do jogo, sendo mais tensas em missões com um maior nível de infiltração, ou mais mexidas noutras situações em que passemos um maior perigo, por exemplo.

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A maior parte das cutscenes utilizam o motor gráfico do jogo, mas outras usam gráficos CG.

No fim de contas acho este mais um óptimo jogo da biblioteca da Sony, tendo sido o início de uma franchise que trouxe ainda mais 2 jogos para a plataforma, sendo o último deles lançado já com a Playstation 2 na zona. Após mais uns 3 lançamentos divididos entre a Playstation 2 e Portable, a série caiu no esquecimento para a Sony o que acho estranho, pois encaixa que nem uma luva com o conceito de muitos jogos de acção modernos. Talvez veremos algo para  a PS4, que não antes de 2018 eu deverei comprar.

Shinobi X (Sega Saturn)

shinobixDe volta para a Sega Saturn, para uma análise aquele que foi o único jogo da série Shinobi a chegar à consola e o último até à própria Sega ter descontinuado a Dreamcast e abandonar por completo o ramo de fabricante de consolas. Shinobi X é uma espécie de um reboot da série, contando a história de um novo ninja chamado Sho e é também um jogo que utiliza actores reais em cutscenes e mesmo no próprio jogo, um pouco como foi feito nos primeiros Mortal Kombat. E este jogo entrou na minha colecção algures durante o mês anterior, após ter sido comprado na cash de S. Sebastião em Lisboa por 7.5€, faltando-lhe infelizmente o manual.

Shinobi X - Sega Saturn
jogo apenas com caixa

E a trama do jogo conta-nos a história de Sho e Kazuma, dois irmãos pupilos de um mestre ninja que em conjunto com a sua filha Aya lhes tentava passar todos os seus ensinamentos. Contudo Kazuma começou a ficar obcecado pelo poder, de tal forma que até acabou por abandonar o seu mestre e irmão e jurar vingança pelos seus desejos não terem sido ouvidos. Passam-se vários anos, o mestre morreu e Kazuma tinha arranjado um exército ninja e a sua própria fortaleza e foi tempo de colocar o seu plano de vingança em acção: raptar Aya e obter os poderes secretos do seu antigo mestre que estariam latentes no corpo da sua filha. Claro que Sho não achou muita piada e partimos assim para a acção.

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Ao longo do jogo vamos tendo sempre muitos ninjas para cortar ao meio

Numa primeira vista este Shinobi X parece semelhante aos anteriores, tirando claro está os visuais digitalizados de actores reais. Mas a jogabilidade é parecida, Sho pode dar duplos saltos, disparar kunais, usar ninjutsus mágicos e saltar de parede em parede. Mas aqui é dado um foco maior à luta de espadas, com as kunais a estarem disponíveis em menor número do que o habitual e o seu poderio ofensivo ser também mais fraco. Assim sendo, o jogo obriga-nos a tomar uma postura de maior ataque corpo-a-corpo, oferecendo-nos imensos golpes e combos que podemos executar, mas obrigando-nos também a defender constantemente e desviar os projécteis inimigos com a nossa própria espada. Mas infelizmente o movimento do ninja não está tão “on the spot” como vimos no Shinobi III, aqui as coisas são um pouco mais lentas. Os ninjutsus estão de volta, e vemos muitos poderes familiares a marcar o seu regresso, embora desta vez de forma diferente. Dois deles são logo usados automaticamente mal sejam apanhados como power-up, tal como a invencibilidade temporária, onde Sho deixa um rasto de vários shadow clones no seu caminho, ou o novo poder de Bishamon, adquirido quando encontramos uma espada especial. Isso vai fazer com que uma poderosa entidade nos dê mais poder  nos nossos ataques e cada vez que atacamos alguém, surge uma silhueta de Bishamon, provocando dano nos inimigos que lhe toquem. O único poder que temos liberdade de escolha de quando o utilizar é o do Fire Dragon, que mata todos os inimigos presentes no ecrã e dá também um bom dano nos bosses.

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Bishamon, um dos novos ninjutsu que teremos à nossa disposição

De resto este não é um jogo propriamente fácil como seria de esperar. As zonas estão divididas por vários níveis grandinhos, ao contrário dos outros jogos da série onde veríamos 2 níveis curtos mais um boss. Nesses níveis tanto teremos designs relativamente simples sem grande platforming envolvido como teremos precisamente o contrário, onde para além de saltos precisos no meio de abismos temos também que lidar com imensos inmigos ao mesmo tempo. Os níveis são variados entre si, mas também não são propriamente originais para quem já conhecer bem a série Shinobi. Zonas como aldeias de um japão feudal, zonas mais industriais ou militares, as docas de alguma cidade oriental ou cavernas (incluindo viagens em carrinhos de mineiros) são alguns locais que já nos são muito familiares. Os bosses infelizmente também não são muito impressionantes, precisamente por na sua maioria serem também actores reais digitalizados.

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Alguns níveis são bem mais exigentes no platforming.

Graficamente até que considero o jogo interessante, precisamente pelo facto de utilizarem bem os actores digitalizados e mesmo nos próprios níveis, com backgrounds fotográficos e texturas também mais realistas. Mas tal como referi atrás, isso trouxe o preço de termos menos bosses, inimigos e temas sobrenaturais. Outro aspecto muito importante a referir são as cutscenes que dão entre cada nível, contando a história com mais detalhe. Como seria de esperar essas são completamente filmadas com actores reais e também como seria expectável, os actores não são lá muito bons. Mas dá para entreter, e os temas de filmes de série B asiáticos até que dão um ar engraçado à coisa, mesmo com o mau voiceacting e legendagem. Sim, porque temos na mesma as vozes originais em japonês (ainda bem!!) com legendas em inglês, porém com um ou outro erro ortográfico. As músicas também não são nada de especial. Existindo uma ou outra que vai buscar influências ocidentais e também aos temas de Yuzo Koshiro nas suas obras-primas da Mega Drive. No entanto esta não é a banda sonora original do jogo, pois a Sega of Europe achou a banda sonora original muito fraca e decidiram mudar. Tendo em conta que apesar de esta banda sonora não ser desagradável de todo não ser propriamente brilhante, fiquei mesmo com curiosidade de ouvir a original.

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As cutscenes são mazinhas mas é isso que as torna boas, na minha opinião

No fim de contas este Shinobi X pode ser considerado por muitos uma ovelha negra na série, mas achei que teve umas boas ideias, especialmente no campo da jogabilidade, com muitos mais golpes e movimentos que podemos desencadear. Infelizmente os controlos poderiam ser um pouco mais fluídos e preferia termos a liberdade de escolha ao decidir que ninjutsu queremos usar e em que momento o fazer. De resto é um jogo divertido como sempre e mesmo o mau acting ou as vestimentas mais aparvalhadas que eles usem, para mim satisfez-me bem.

Yet Another Zombie Defense (PC)

Continuando com as rapidinhas Indie, agora para uma análise ainda mais curta. Yet Another Zombie Defense, tal como o nome indica é mais um jogo que apanhou a moda dos zombies desde há uns anos para cá, com mais um jogo em que nos temos de defender de waves cada vez maiores e mais ferozes de zombies que nos querem comer o cérebro. Porém, enquanto o nome do jogo é obviamente sarcástico, infelizmente o resultado final faz-lhe plena justiça. Já não me recordo de como este jogo entrou na minha colecção, se por intermédio de algum indie bundle, ou mesmo por ter “votado” no jogo para ser aceite no steam.

Yet Another Zombie DefenseO jogo é muito simples, encarnamos numa de 3 personagens disponíveis e somos largados numa noite, debaixo de um único candeeiro de rua, com cada vez mais zombies a nos atacar. Isto tudo durante a noite, já durante o dia podemos aproveitar o dinheiro amealhado para ir comprando alguns items como novas armas (shotguns, metralhadoras, lança-rockets, entre outros), turrets automáticas ou mesmo barricadas de madeira ou de aço, de forma a tentar conter os zombies ou mesmo proteger as turrets que compramos. Temos inicialmente um revólver com munição infinita e o restodo jogo é isso, consistindo em sobreviver o maior número de noites possível, com as waves a serem cada vez mais numerosas e agressivas. Podemos jogar sozinho ou online e após conseguirmos sobreviver 10 noites desbloqueamos o modo de jogo “Endless Night“, que é um survival ainda mais apertado.

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Com o dinheiro que juntamos podemos comprar coisas destas.

E Yet Another Zombie Defense é isto. Só existe aquela arena, os gráficos são fraquinhos e não há grande variedade de zombies, muito meno das músicas do jogo. Até pode dar para entreter por uns minutos, mas com tanto jogo que há por aí, este certamente não é um dos que eu recomende.

Vanguard Princess (PC)

Tempo para mais uma rapidinha, a um jogo que é perfeito para os que são fãs de jogos de luta 2D e anime ecchi, com apêndices mamários aos saltos e muitas cuequinhas à mostra. Devo dizer que eu não cumpro todos esses requisitos, daí este ser um artigo curto. Vanguard Princess é um dos recentes jogos japoneses adicionados ao Steam, tendo sido lançado nessa plataforma algures mais cedo neste ano, e entrou na minha colecção digital por intermédio de mais um indie bundle a um preço muito reduzido.

Vanguard PrincessComo muitos destes jogos indie nipónicos, a história não é nada de especial. Conta a história de uma grande guerra que aconteceu num futuro algo próximo, surgindo pelo meio uma rapariga com superpoderes que foram aproveitados por um grande governo de forma a utilizá-la como arma. Pelo meio conseguiram descobrir o segredo dos seus superpoderes e introduziram-no noutras raparigas que foram também utilizadas como militares na tal guerra. Mas eis que a paz voltou e por algum motivo a rapariga original com os super-poderes decide-se revoltar devido aos maus tratos que recebeu e começa um enorme conflito, levando as suas “filhas” a andarem à batatada umas com as outras também. Nothing to see here, move along.

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Este jogo só tem lutadoras… cada uma com os seus “atributos”.

A nível de modos de jogo este é também um jogo simples, com apenas um modo “arcade” para um jogador e um versus para 2 jogadores de forma local. Apesar de eu não lhe ir dar uso nenhum, penso que um modo online nesta altura do campeonato também seria agradável. De resto não posso prestar grandes comentários nas mecânicas de jogo pois esse não é o meu forte. Essencialmente escolhemos uma lutadora e outra menina mais novita para servir de assist em alguns golpes especiais. Cada personagem tem algumas armas e golpes especiais, combos e afins, mas como eu não costumo ser grande perito neste tipo de jogos, peço desculpa, mas não me vou alongar mais no tema. Digo apenas que jogar este género de videojogos no teclado é uma chatice, mas felizmente o mesmo tem suporte ao gamepad.

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Para além da lutadora principal, também podemos escolher por uma menina como suporte.

Graficamente é um jogo bonitinho, com sprites grandinhas, bem detalhadas, com lutadoras bem distintas entre si, arenas também com um bom nível de detalhe e vários efeitos gráficos eye candy nos golpes especiais, como manda a lei num jogo de luta 2D. As músicas não me ficaram na memória e o voice acting não é nada do outro mundo, consistindo apenas em vozes irritantes de meninas em japonês. Mas há quem goste, e muito, o que não é o meu caso.

Resumindo, Vanguard Princess é um bonitinho jogo de luta em 2D. Irá certamente entreter os fãs de jogos do género nem que seja por um par de horas, ou todos os outros mais pervertidos que apenas querem ver as meninas em movimento. De resto peca na minha opinião pela falta de mais modos de jogo.