Metal Gear Solid (Sony Playstation)

Metal Gear SolidEste artigo também vai ser muito breve. É verdade que é um jogo excelente e completamente revolucionário, uma autêntica pedrada no charco que redefiniu o conceito de jogos de acção e stealth. Mas eu já por cá trouxe a versão Twin Snakes para a Nintendo Gamecube, um remake deste mesmo jogo com alguns extras. Portanto aconselho vivamente que passem os olhos por este artigo! Entretanto quando vi este que veio a ser o meu exemplar na cash converters de Alfragide por 3€ claro que tive de o trazer, mesmo sendo a versão Platinum.

Metal Gear Solid - Sony Playstation
Jogo completo com caixa e manuais. Versão Platinum

Ora bem, este Metal Gear Solid é um jogo excelente, tanto nos seus visuais muito bem detalhados, como na jogabilidade e história ricas e complexas, repleto de personagens carismáticas. É verdade que já os primeiros Metal Gears da MSX deixaram um certo gosto no ar do que Hideo Kojima seria capaz de fazer, ao incluir uma trama relativamente complexa e com alguns plot twists interessantes, mas esta passagem para o 3D na forma do Metal Gear Solid foi de facto um grande marco na sua carreira e em toda a biblioteca de qualquer consola daquela geração como um todo.

Sem dúvida dos jogos da Playstation mais bem trabalhados a nível gráfico
Sem dúvida dos jogos da Playstation mais bem trabalhados a nível gráfico

Mas sejamos honestos, mesmo sendo um jogo excelente nos dias que correm, é inegável que o remake para a Gamecube seja superior. Para além do óbvio upgrade a nivel gráfico, introduziram também muitas mecânicas de jogo herdadas do Metal Gear Solid 2, como a perspectiva de primeira pessoa, a possibilidade de nos escondermos dentro de cacifos, ou as dog tags coleccionáveis. Apenas as VR Missions que foram lançadas mais tarde por cá como Metal Gear Solid Special Missions não foram incluídas. As cutscenes são também diferentes entre ambas as versões, havendo quem acabe por preferir as originais.

De resto não deixa de ser um excelente jogo, quer joguem esta versão, ou o Twin Snakes.

Rengoku: The Tower of Purgatory (Sony Playstation Portable)

RengokuJá há algum tempo que não trazia cá nada da PSP, mesmo tendo um backlog considerável nessa plataforma. A razão é que tenho andado ocupado com este jogo que vos mostrarei hoje e para ser sincero não me agradou lá muito da primeira vez que o joguei, pelo que me deu a preguiça de voltar a pegar nele até há umas semanas atrás. E este Rengoku é um jogo hack ‘n slash com alguns elementos de RPG, fazendo lembrar outros títulos como Phantasy Star Online na medida em que é um jogo futurista e temos uma grande dungeon para explorar. O meu exemplar custou-me 4.5€, tendo sido comprado na Cash Converters do Porto algures em Março de 2015.

Rengoku Tower of Purgatory
Jogo com caixa e manual – versão norte americana

O conceito do jogo é original. Decorre num futuro algo distante, onde a humanidade começou a desenvolver andróides com o objectivo de substituir os soldados humanos nas guerras. Essa evolução deu-se de tal forma que eventualmente foram criados andróides super poderosos e com habilidades muito especiais que puseram um fim a todas as guerras. O que fazer com esses andróides depois? Bom, porque não construir uma torre gigante e colocá-los lá a lutar uns contra os outros por toda a eternidade? E já agora meter câmaras e fazer dessas batalhas um programa televisivo! Nós encarnamos num desses andróides, na base da torre com o objectivo de subi-la, derrotar os outros andróides e tentar descobrir qual é realmente o nosso papel lá. Poderão pensar que vos spoilei grande parte da história neste parágrafo, mas na verdade está tudo no manual de instruções!

Podemos fazer lock-on a um oponente, mas infelizmente o mesmo é quebrado quando somos atingidos
O maior trunfo deste Rengoku é a customização que oferece. Mas ainda há muitas arestas para limar!

Mas que habilidades são estas as destes andróides que os tornam máquinas de guerra tão letais? O seu corpo é facilmente moldável, permitindo-lhes equipar uma série de armas ou outros equipamentos directamente no seu corpo, algo que vamos ter de fazer com todo o cuidado e atenção ao longo do jogo. Podemos equipar coisas nos braços, tronco, cabeça e pernas (aqui geralmente equipamento passivo de regeneração ou maior velocidade de movimento). Basta cuscarem um pouco o artwork deste jogo para verem andróides com revólveres na cabeça, para terem uma noção de como as coisas podem ser customizadas. Teremos ao nosso dispor vários tipos de armas brancas como espadas, garras, martelos e machados, bem como revólveres, metralhadoras ou outras armas de fogo mais futuristas como armas de energia e claro, explosivos como mísseis ou morteiros. Essas armas podem ser obtidas ao destruir outros andróides que nos apareçam à frente e as que achemos que não venhamos a precisar podemos convertê-las em “elixir”, algo que posteriormente nos permite melhorar alguns dos nossos stats ou aumentar o número de slots disponíveis para equipamento nas várias partes do corpo.

COPY PASTA
Podemos fazer lock-on a um oponente, mas infelizmente o mesmo é quebrado quando somos atingidos

Cada andar representa um mapa que temos de explorar na totalidade e derrotar todos os andróides que nos apareçam à frente (excepto respawns de salas que já tenhamos “limpo” antes), de forma a podermos prosseguir para o boss e posteriormente para o andar seguinte. Ora os inimigos vão tendo armas melhores que as nossas, mas sempre com as suas fraquezas que devem ser exploradas. No início de cada andar temos à nossa disposição um terminal computorizado onde automaticamente recuperamos vida (e munições) e podemos alterar o nosso equipamento, coisa que devemos fazer cuidadosamente. Infelizmente não dá para alterar equipamento on-the-fly, forçando-nos sempre a voltar ao ponto de início do nível para fazer estas trocas. Podemos porém, encontrar alguns power-ups que nos restabeleçam vida ou energia (munições), mas não se fiem inteiramente nisso. Para além da impossibilidade de alterar o nosso equipamento a qualquer altura, a outra coisa que mais me chateou neste jogo é precisamente a maneira como as munições das nossas armas são gastas. Com as armas brancas, mesmo que falhemos o nosso alvo, e demos um golpe no ar, conta para a energia dessa arma baixar… mais uma razão para escolhermos bem qual o equipamento que queremos levar. Outra coisa a ter em cuidado é o sobreaquecimento dos equipamentos, que os podem deixar inutilizáveis por algum tempo que pode ser bem precioso caso estejamos fechados numa sala sem hipóteses de sair a não ser que a “limpemos” toda.

Adoro o artwork conceptual destes andróides, pena que só os bosses que estão bem detalhados
Adoro o artwork conceptual destes andróides, pena que só os bosses que estão bem detalhados

De resto, é repetir este processo ao longo dos 8 andares da torre, sempre com um boss no final de cada andar. Vamos ter de nos esquivar imenso e atacar cuidadosamente, pelo que esses 8 andares vão acabar por não parecer tão curtos assim. E para além disso, desculpem pelo pequeno spoiler, para ver o verdadeiro final teremos de voltar a jogar o jogo todo, desta vez contra inimigos mais poderosos (e consequentemente com armas mais poderosas para apanhar e utilizar). Para além deste modo história existem ainda 2 outras vertentes multiplayer, embora não as tenha experimentado por não conhecer mais ninguém com este jogo. Um deles é o Pancatrium Mode que, pelo que o manual do jogo dá a entender, é uma espécie de deathmatch onde até 4 pessoas podem participar. O outro é o Item Swap Mode que conforme o nome indica serve unicamente para podermos trocar equipamento entre amigos.

Cuidado com armas que nos deixem sobre aquecidos e consequentemente indefesos!
Cuidado com os ataques que nos deixem sobreaquecidos e consequentemente indefesos!

Graficamente este jogo é para mim uma grande desilusão. Isto porque adorei o artwork conceptual do jogo, principalmente da forma fria como os andróides foram desenhados. Mas infelizmente eles aparecem pouco detalhados no jogo e a própria torre muito pouco varia de cenários de andar para andar. Algumas cores vão mudando, mas é tudo espaços fechados e com uma temática algo industrial. Quanto ao som, bom esse parece-me competente, até porque a música vai alternando entre orquestrações bem épicas até música electrónica futurista, o que me parece ir de certa forma de encontro ao que o jogo tenta passar para o jogador.

No fim de contas não acho que este seja propriamente um jogo assim tão mau. A nível de jogabilidade há várias coisas que acho que poderiam ser limadas, sendo que para mim a hipótese de alterar o equipamento em real-time, ou mesmo alternar entre quais slots queremos utilizar para melhor explorar as fraquezas dos nossos oponentes. A pouca variedade gráfica também é um problema. Existe uma sequela intitulada Rengoku II: The Stairway to Heaven, onde espero que estes problemas tenham sido corrigidos. Assim que o encontrar a um bom preço irei saber.

Sunset Riders (Sega Mega Drive)

Sunset RidersAlgures no início da década de 90, alguém na Konami deve ter pensado: como seria se fizéssemos um Contra passado no Velho Oeste? Bom, e na verdade foi mais ou menos isso que acabaram por fazer quando lançaram Sunset Riders nas arcades. Mas ainda foram mais longe ao incluir o suporte a 4 jogadores em simultâneo, à semelhança do que fizeram nos beat ‘em ups das Tartarugas Ninja. Depois desse lançamento inicial, foram lançadas duas conversões distintas: uma para a SNES e uma outra para a Mega Drive que é a que aqui trago. Este meu exemplar foi comprado há uns meses atrás na Cash Converters de Alfragide, tendo-me custado sensivelmente 6€.

Jogo completo com caixa, manuais e papelada
Jogo completo com caixa, manuais e papelada

Neste jogo encarnamos em Billy ou Cormano, dois pistoleiros caçadores de prémios em busca do próximo bandido procurado pela justiça. Cada nível é antecedido pelo cartaz do bandido que teremos de defrontar e a sua recompensa, sendo claro que o mesmo aparecerá como boss no final do nível. De resto considerem este como um Contra, com a mesma jogabilidade frenética e disparos para todo o lado. Infelizmente, e apesar de ser um excelente jogo, esta versão Mega Drive acaba por ser justamente aquela que pior convertida foi. Isto porque para além do suporte a 4 jogadores em simultâneo ter sido removido (o que não é nada surpreendente), apenas 2 das 4 personagens são seleccionáveis e cerca de metade dos níveis presentes na versão arcade e SNES foram cortados. Para tentar compensar de alguma forma, os níveis que ficaram acabaram por ser remodelados e expandidos.

Estas "senhoras da vida" provavelmente foram censuradas na versão SNES
Estas “senhoras da vida” provavelmente foram censuradas na versão SNES

É mesmo pena, mas ainda assim não deixa de ser um excelente jogo, este Sunset Riders da Mega Drive, para quem não conhecer as outras versões irá-se divertir de igual forma. Aqui somos levados de uma pequena vila repleta de saloons e moças que nos dão muitos “beijinhos”, até um comboio em movimento, um deserto no meio de territórios índios ou uma mansão final onde se esconde o mafioso do vilão final. Tudo isto repleto de acção, tiroteios, e uma grande variedade de inimigos que defrontamos. As músicas são também bastante agradáveis.

Antes e depois dos combates contra os bosses são sempre trocadas algumas linhas de diálogo
Antes e depois dos combates contra os bosses são sempre trocadas algumas linhas de diálogo

E assim fica mais um clássico da Konami da velha guarda cuja sua passagem pela Mega Drive não deixa de ser super divertida, mas no fim de contas deixa um travo amargo quando soubermos o que mais ficou por mostrar. Não se entende o porquê desta decisão da Konami, talvez pouco tempo disponível. Infelizmente a versão SNES anda a preços proibitivos pelo que se alguma vez encontrarem esta da Mega Drive baratinha não se acanhem!

International Superstar Soccer 2000 (Nintendo 64)

ISS 2000 N64A rapidinha de hoje sobre um videojogo desportivo recai na Nintendo 64, cujo único representante do género que tenho na minha colecção até ao momento é este International Superstar Soccer 2000  que foi comprado em um bundle na cash converters de Alfragide algures no final de Setembro. Levei este jogo por 3 razões: era dos mais baratos do conjunto,  não é um jogo que seja muito fácil de encontrar ao contrário do ISS64, e como não tinha nenhum jogo de futebol para a N64, prefiro ter logo um que seja mais incomum. Este exemplar custou-me cerca de 12€ se não estiver em erro.4

International Superstar Soccer 2000 - Nintendo 64
Jogo completo com caixa e manuais

Apesar de hoje em dia ser a série Pro Evolution Soccer a mais popular da Konami neste segmento, eles começaram tudo com a série International Superstar Soccer. Eventualmente houve uma divergência entre ambas as séries com a série PES a ganhar a fama de maior simulação e realismo para competir com a série FIFA da Electronic Arts e a série manteve-se com uma jogabilidade um pouco mais arcade. Sinceramente, essas coisas sempre me passaram ao lado. Este ISS2000 apresenta uma boa variedade de modos de jogo, desde a possibilidade de jogarmos partidas “de exibição”, passando por vários tipos de campeonatos, ou taças. Mas o que realmente inova são o scenario e o modo de carreira carreira que vai buscar alguns elementos de RPG com tanto diálogo que tem. O primeiro apresenta-nos várias missões que temos de passar, por exemplo, estarmos a perder 3-2 na segunda parte e termos de dar a volta num curto intervalo de tempo. O segundo permite-nos escolher um jogador de uma selecção e treiná-lo para ser o melhor jogador de sempre. Desde os exercícios nos treinos, às conversas com os colegas de equipa, este modo de jogo vai buscar influências a visual novels pelo seu diálogo e a RPGs pela evolução de stats. É um modo de jogo interessante, que apenas saiu nas versões europeia e japonesa, ficando de fora nos Estados Unidos. Para compensar de certa forma os americanos, a sua versão inclui licenças com os nomes reais de muitos jogadores, embora não todos. Sinceramente não me faz diferença.

ISS apresenta uma jogabilidade bastante fluída
ISS apresenta uma jogabilidade bastante fluída

A jogabilidade parece-me ser bastante fluída , a menos que estejam a jogar no Hi-Res mode, com recurso ao Expansion Pak. Aqui, ao contrário do que seria de esperar, as coisas apesar de terem mais detalhe, não ficaram tão fluídas. De resto, a nível de audiovisuais é um jogo competente para a Nintendo 64, apresentando modelos poligonais bem detalhados, tanto nos jogadores como nos estádios, e imensas falas utilizadas pelos comentadores do jogo. As músicas, quando existem, são sempre upbeat o que se adequa bem ao clima de jogo.

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Ainda podemos também treinar os vários tipos de lances de bola parada

Para mim é um jogo de futebol bem competente, que no meu caso de não ser um expert nem muito exigente nesse campo, acaba por me encher bem as medidas. O scenario e o modo de carreira parecem-me excelentes adições!

Silent Scope 3 (Sony Playstation 2)

Silent Scope 3Já há algum tempo que andava atrás deste terceiro capítulo da série Silent Scope, que por sua vez teve as suas origens nas arcades como um jogo de lightgun muito peculiar. É que somos um sniper e a nossa light gun é mesmo uma sniper rifle com mira telescópica e tudo! Replicar esse comportamento nas consolas domésticas com uma light gun normal não é tarefa fácil pelo que apenas usamos os controlos normais, embora pelo menos este Silent Scope 3 tenha suporte ao rato da PS2. Este meu exemplar foi comprado por cerca de 5€ novo, numa loja no Porto.

Silent Scope 3 - Sony Playstation 2
Jogo com caixa, manual e papelada

A coisa engraçada neste jogo é que na realidade são dois num só. Por um lado temos o Silent Scope 3 que apesar de ser uma sequela é um jogo que acaba por ser exclusivo de consolas, por outro temos o Silent Scope EX, este sim uma adaptação de um jogo arcade de mesmo nome. E apesar de as mecânicas de jogo serem practicamente idênticas em ambos os jogos, naturalmente têm as suas diferenças. No Silent Scope 3 somos uma vez mais o Falcon, sniper maravilha que embora esteja reformado é mais uma vez chamado para uma operação crítica. Parece que raptaram um importante cientista de clonagem humana, com vista a “construirem” um enorme exército de clones. É uma missão ultra-secreta a pedido de uma alta patente do exército, pois ao que parece esse cientista já estava a aplicar os seus conhecimentos ao serviço dos Estados Unidos. Por outro lado, o Silent Scope EX possui uma história mais simples, onde um enorme gangue tomou de assalto uma cidade e cada nível acaba por ser uma missão diferente onde temos de resgatar reféns, escoltar o Presidente em autoestrada, ou outro VIP qualquer durante um voo de helicóptero.

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Controlar a mira com o rato deve ser bem melhor do que usar o gamepad. Nunca reparei se os anteriores Silent Scopes também o suportam!

Mas indo mesmo para as mecânicas de jogo em si, acabam por ser algo semelhantes às de outros shooters em lightgun de arcade, a diferença é que na grande maioria das vezes os inimigos estão longe e convém espreitar pela mira telescópica. De resto, quanto mais tempo perdermos a atingi-los, mais tempo eles têm para disparar sobre nós. E cada tiro levado não quer dizer necessariamente vida perdida, pois temos uma barra de vida que podemos acabar por recuperar se encontrarmos alguma mulher jeitosa e nos armarmos em voyeur, ao espreitá-las através da mira telescópica. Algo que já acontecia nos outros Silent Scopes também! Outra coisa que também sempre achei engraçado são os embates contra os bosses. Estes também possuem uma barra de energia, mas também têm um ponto fraco – geralmente a cabeça. Se lhes conseguirmos dar um tiro certeiro é logo morte certa! Agora muitos dos bosses estão em constante movimento, pelo que acaba por não ser uma coisa assim tão fácil de fazer. Geralmente no final dos jogos temos sempre uma situação mais tensa onde temos apenas uma bala, um oponente bastante longe, e uma única oportunidade de lhe dar um headshot e completar o jogo! De resto, no Silent Scope EX, apesar de ser um jogo mais curto, acaba por ter uma longevidade maior, pois em quase todos os níveis temos diferentes rotas para explorar, rotas essas que escolhemos antes de começar o nível.

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Apesar de os bosses terem também vários health points, um headshot certeiro derrota-os instantaneamente

Graficamente não é propriamente um dos jogos mais bonitos da Playstation 3, tanto o Silent Scope 3, como o EX. No entanto acabam por me parecer mais fluídos, tanto a nível de trabalho de câmaras que me parece bem mais dinâmico, como na variedade de coisas para fazer, colocando-nos em vários ambientes diferentes, desde as habituais áreas urbanas e industriais, até com combates a alta velocidade. A música pareceu-me um pouco genérica, bem como o voice acting que é o típico de jogos arcade – mau todos os dias, mas acaba por ter o seu charme por isso mesmo!

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Este é provavelmente o boss mais asqueroso que alguma vez viram.

A série Silent Scope tem aqui o seu término (pelo menos até agora) e sinceramente fiquei um pouco desiludido com este terceiro jogo pois estava à espera de algo com um pouco mais de substância. Para terem noção, os 3 jogos da série na Playstation 2 foram lançados em CD-ROM, em vez do habitual DVD, o que num jogo em 3D dá para entender a sua simplicidade. Ainda assim foi uma série que gostei de coleccionar, de qualquer das formas para quem tem Xbox se calhar acabaria por recomendar comprarem a compilação com todos os jogos da série, sempre é capaz de ser uma melhor compra.