Splice (PC)

Vamos a mais uma rapidinha a um indie no PC. Splice é mais um jogo da Cipher Prime, os mesmos que estiveram por detrás do Fractal e é mais um puzzle game com mecânicas de jogo muito peculiares. Tal como o Fractal, este meu exemplar digital do Splice foi certamente comprado nalgum indie bundle por uma ninharia.

Bem, este é um puzzle game de células onde em cada nível, e com um número limitado de movimentos temos de reorganizar as células para ir construindo estruturas de células cada vez mais complexas. É um pouco difícil de explicar o conceito para quem não estiver a jogar, mas não podemos simplesmente pegar numa célula e colá-la noutro sítio à nossa vontade, mas sim num dos locais “compatíveis” para o efeito e que o próprio CPU os realça. À medida que vamos progredindo não só as estruturas que temos de construir são mais complexas, mas vamos também encontrar algumas células com propriedades especiais. Algumas dessas células podem-se duplicar horizontalmente, verticalmente, ou mesmo eliminar todas as células que estejam abaixo de si. Naturalmente a complexidade vai aumentando pois haverão puzzles que são autênticos quebra cabeças, ainda por cima com um número limitado de movimentos. Ao menos podemos sempre voltar atrás nas acções que vamos fazendo e tentar outras opções até chegar à solução final.

O objectivo de cada nível é o de manipular as células existentes até obter a forma realçada, dentro de um número limite de movimentos

Graficamente este é um jogo muito simples, com visuais muito limpos. É no entanto acompanhado por uma banda sonora algo minimalista, toda movida a bonitas melodias de piano. É uma banda sonora relaxante e que de certa forma até se adequa bem ao conceito do jogo. Portanto este Splice é um título interessante a quem gostar de puzzle games, quanto mais não seja pela sua originalidade de mecânicas de jogo.

Batman: The Enemy Within – The Telltale Series (PC)

Imediatamente após ter terminado o primeiro Batman da Telltale comecei a sua sequela, este The Enemy Within. É um jogo muito semelhante ao seu predecessor no que diz respeito a mecânicas de jogo, pelo que este artigo será uma rapidinha. Desta vez joguei-o no PC através do steam, pois não o tenho em formato físico noutra plataforma. O meu exemplar digital foi comprado nalgum bundle por uma bagatela, seguramente.

Ora estamos então perante mais um híbrido entre uma aventura gráfica, sequências de acção repletas de QTEs e uma narrativa madura e dramática a acompanhar toda a aventura. Nesta sequela voltamos a controlar o Batman/Bruce Wayne, que se verá envolvido com muitos outros vilões conhecidos daquele universo, como o Enigma, Freeze, Bane, Harley Quinn e claro, Joker. Todos esses vilões visitam Gotham por algum motivo e no seu encalço está também uma agência secreta governamental, também envolta em mistério e com objectivos algo dúbios. Pelo meio, como é habitual, vamos ter de responder a várias questões e tomar decisões que irão afectar o decorrer da história e as relações que as personagens à nossa volta vão ter connosco. Desta vez pareceu-me mesmo haverem consequências maiores para as opções que tomamos, com certos capítulos a tornarem-se muito diferentes mediante as nossas escolhas. Particularmente o último episódio, onde o Joker acaba por ter maior protagonismo.

Ao longo do jogo teremos de manter uma frágil relação com o Joker e que irá influenciar bastante o último capítulo

A nível técnico é um jogo que segue uma vez mais um grafismo algo próximo do cel shading, que resulta bem tendo em conta as origens de banda desenhada do Batman e seu universo. Felizmente nesta versão PC não tive nenhum dos problemas técnicos que tive quando joguei a prequela na PS4. A acção manteve-se fluída sem quebras de framerate de maior. Os glitches gráficos e audio também não existiram nesta versão. De resto, e tal como o primeiro jogo, após o renascimento das cinzas da Telltale, foram lançados DLCs das “shadow edition” para ambos os jogos do batman. Esses DLCs são essencialmente filtros gráficos que lhes dão um aspecto mais noir, com gráficos maioritariamente a preto e branco. Não seria DLC que compraria, para ser sincero. E mesmo esses DLCs terem sido incluídos no bundle que comprei, acabei por não os experimentar, pelo que não me posso alongar.

Como é habitual, vamos ter muitas cutscenes de luta onde teremos de passar por uns quantos QTEs

A aventura termina com uma grande opção que teríamos de tomar em relação ao futuro de Batman/Bruce Wayne o que me deixou intrigado sobre o que poderia acontecer numa eventual sequela, mas aparentemente não há planos para que isso aconteça. Ainda assim devo dizer que no geral gostei de ambos os jogos do Batman da Telltale, precisamente por possuírem uma narrativa mais madura. Pena pelos inúmeros problemas técnicos do primeiro jogo.

Batman: The Telltale Series (Sony Playstation 4 / PC)

Vamos agora para uma rapidinha a mais um jogo da Telltale, nomeadamente esta primeira temporada do Batman. Tal como os outros jogos de aventura da Telltale, este Batman é mais um misto entre aventura gráfica e sequências de acção repletas de QTEs. Pelo meio vamos tendo também vários diálogos cujas escolhas que vamos tomando vão tendo algumas consequências na narrativa, nomeadamente as relações entre Batman/Bruce Wayne e as restantes personagens, bem como alguns eventos que se podem tornar algo diferentes. Tenho duas versões distintas deste jogo, a primeira é a versão PC (digital, Steam) que me veio parar às mãos certamente através de algum bundle por uma bagatela, já a segunda é a versão PS4 que comprei algures em Outubro na Amazon por pouco mais de 10€. Este artigo irá incidir na versão PS4.

Jogo com caixa

O jogo passa-se todo em Gotham City, onde, à medida que vamos avançando na história, Bruce Wayne vai ser o centro de todas as atenções da cidade, devido a certos crimes que aconteceram no passado e que envolvem a sua família. Paralelamente (e eventualmente veremos que não é uma coincidência), começam a haver uma série de crimes violentos perpretados por um grupo de mercenários, que mais tarde se vem a descobrir que pertencem aos Children of Arkham. Portanto, iremos ao longo de todo o jogo alternar entre Bruce Wayne e a sua persona de Batman para desvendar todos esses mistérios e confrontar uma série de vilões. Caras conhecidas como a Catwoman, Joker, Penguin ou o Two Face serão alguns dos vilões que iremos lidar.

Como é habitual nos jogos da Telltale, temos um tempo limitado para responder. Não responder também é válido e terá as suas consequências

Tal como referi acima, esta é mais uma mistura entre aventura gráfica, onde teremos de explorar cenários e investigar uma série de pistas, bem como teremos várias cutscenes de acção repletas de quick time events, onde teremos de pressionar rapidamente os botões ou combinações que vão surgindo pelo ecrã. Pelo meio teremos muitos diálogos onde teremos de responder a perguntas dentro de um tempo limite, e ocasionalmente tomar algumas decisões importantes, como escolher qual pessoa queremos salvar num determinado conflito. As respostas que damos e as decisões que escolhemos vão mudando as relações com quem nos rodeia e, no limite, poderão também influenciar parte da narrativa. Digo parte da narrativa pois tipicamente estes jogos da Telltale dão-nos uma falsa sensação de liberdade e independentemente das escolhas tomadas, há sempre uma certa ordem de acontecimentos chave que nunca mudam. Poderemos no entanto, ter de visitar diferentes cenários, e por conseguinte iremos presenciar/interagir em diferentes eventos, mediante algumas escolhas que fazemos. Sinceramente até que gostei da história, a narrativa é bastante madura.

As sequências de acção estão repletas de QTEs bem estilizados

A nível gráfico é um jogo que segue os mesmos visuais da série Walking Dead da Telltale, com os seus gráficos algo cel shaded e que sinceramente resultam bem, pois Batman surge precisamente de um contexto de banda desenhada. O voice acting é, como habitual nos jogos da Telltale, excelente e a banda sonora acompanha bem a narrativa, alternando entre temas mais atmosféricos ou mais épicos consoante o contexto. Para além disso, toda a acção é apresentada de uma forma algo cinemática e que também resulta bastante bem. Até aqui tudo bem, mas pelo menos na PS4 o jogo está repleto de problemas técnicos. Para além de quebras graves de framerate (o que já me tinha habituado nos jogos da Telltale na PS3), o jogo está repleto de glitches gráficos e problemas de audio. Em relação a estes últimos, por vezes há diálogos inaudíveis, mas que estão presentes nas legendas, outras vezes é ao contrário, ouvimos diálogos, mas nada é escrito nas legendas. Também me aconteceu por vezes a música ser interrompida abruptamente a meio de uma conversa e só retornar quando se muda de cena. No que diz respeito aos bugs gráficos, temos coisas como a imagem ficar desfocada do nada (e não me parece que seja propositado), conseguir ver o interior da cabeça do Bruce nalgumas cutscenes ou alguns problemas de renderização de certos efeitos especiais de luz/sombras e afins. Por exemplo, o mais gritante é o fumo dos cigarros do Gordon, que aparece sempre no ecrã como formas brancas opacas. Parece que fizeram recortes de uma folha de papel e colaram! Mas tal como referi acima, isto na versão PS4. No PC não sei se terá os mesmo problemas.

Ocasionalmente temos também de fazer algum trabalho de detective e analisar cenas de crme

Portanto devo dizer que, apesar dos problemas técnicos que acompanharam toda a aventura, pelo menos na versão PS4, até que gostei deste Batman. A sua narrativa madura agradou-me bastante, mas de certa forma compreendo o porquê da Telltale Games ter falido. A fórmula que usaram consistentemente ao longo de todos estes jogos acaba por se esgotar. E sinceramente, apesar de até gostar dos seus jogos, nunca conseguiria comprar uma destas aventuras a full price. E o facto da versão PS4 estar repleta de problemas técnicos também não ajudava. Mas depois da falência da Telltale em 2018 e o seu ressurgimento no ano seguinte (agora com outros patrões), foram lançados alguns DLCs adicionais para ambas as aventuras do Batman, as Shadow Edition. Estas aparentemente davam um look mais noir a ambos os jogos, mas sinceramente nem as experimentei. Poderia tê-lo feito na versão PC, cujo DLC já veio incluindo no bundle, mas não o fiz.

Call of Duty: Infinite Warfare (PC)

Vamos agora voltar à série Call of Duty para aquele que é, até ao momento em que estou a escrever isto, o último Call of Duty que tenho na colecção. Lançado originalmente em 2016 e produzido pelos veteranos da Infinity Ward, este é mais um Call of Duty que segue a veia futurista introduzida nos últimos jogos da série que haviam saído até então, nomeadamente o Advanced Warfare e Black Ops III. Tal como é habitual, este artigo irá-se focar unicamente no modo campanha, visto que nem sequer experimentei nenhum dos modos de jogo multiplayer. O meu exemplar foi comprado algures em 2018 numa Fnac em Paris, creio que me custou uns 10€.

Jogo com caixa, papelada e 6 DVDs. Não é por acaso que a maioria dos jogos que saíram para PC em formato físico passaram a ter apenas um código de download.

A história leva-nos então a um futuro bem mais distante, onde a raça humana começou verdadeiramente a exploração do seu sistema solar, ao instalar colónias e fábricas de extracção mineral em diversos planetas e luas. A civilização marciana estava bem avançada, de tal forma que os seus líderes se revoltam, constroem um grande exército e invadem a Terra, atacando a cidade de Genebra, na Suíça, no dia em que as forças militares terrestres tinham toda a sua frota espacial a sobrevoar a cidade numa parada militar. Ao longo do jogo iremos então combater as forças da SDF (Settlement Defense Force) ao longo de todo o sistema solar, seja em combate de infantaria, tanto em missões mais furtivas ou de combate directo, seja em autênticas dogfights a bordo de naves espaciais.

Tal como nos CoD anteriores, não vamos combater apenas soldados humanos, mas robots soldados também

A jogabilidade é o que devem esperar de um Call of Duty. Este é então um first person shooter bastante sólido nos seus controlos e mecânicas de jogo, onde vamos ter acesso a dezenas de armas de fogo, diferentes tipos de granadas e outros gadgets. Algumas das mecânicas introduzidas nos outros Call of Duty futuristas foram também aqui mantidas, como é o caso da possibilidade de fazer hacking a robôs inimigos, passando-os a controlar temporariamente, ou a possibilidade de activar boosters no nosso equipamento, permitindo-nos saltar mais alto, ou mesmo correr em paredes. Os combates em gravidade zero também regressam, assim como o gancho que nos permite alcançar superfícies distantes rapidamente, mas também atacar inimigos. Esperem por uma campanha com uma forte narrativa e repleta de reviravoltas, mas o que eu mais gostei foram mesmo os combates espaciais, a bordo de caças. Aqui teremos autênticas dogfights contra caças inimigos e naves bem maiores, que nos irão obrigar não só a gerir bem os recursos como armas de fogo e flares para nos defendermos de mísseis inimigos, mas também os after burners, para as perseguições a mais altas velocidades ou simplesmente para escapar de algum lock-on inimigo. Um outro detalhe que achei interessante é o facto de existirem múltiplas missões opcionais que poderemos completar, aumentando assim a longevidade da campanha, que me demorou quase 10h a completar.

Os combates com naves espaciais foram provavelmente os meus momentos preferidos

De resto, a série Call of Duty é mais conhecida por todas as suas componentes multiplayer, mas tal como referi acima, nem sequer as experimentei, pelo que não me vou alongar nesse tópico. Temos o habituais modos de jogo multiplayer competitivo e cooperativo, este sendo o já tradicional modo zombies que desta vez decorre algures nos anos 80 e com uns visuais muito psicadélicos e cartoon também. Pareceu-me bem divertido e humorado pelo gameplay que vi, mas acabei mesmo por não o experimentar.

Algumas das paisagens estão belíssimas

Do ponto de vista audiovisual este é um excelente título. Há uma grande variedade de cenários, não só a cidade de Genebra mas também todas instalações que iremos visitar ao longo de todo o sistema solar, que resultam num leque muito variado de paisagens. Para não mencionar toda a exploração espacial em si, não só nos combates em gravidade zero, mas também de todas as naves que iremos explorar, se bem que estas não diferem muito, naturalmente. Mas tudo está bem representado, com gráficos muito detalhados não só nas personagens como em todos os cenários. Efeitos de luz e partículas estão também impressionantes para a época! No que diz respeito ao voice acting e som no geral, este continua excelente como a série nos tem vindo a habituar. Aliás, no modo campanha a Activision voltou a recrutar várias caras conhecidas de Hollywood para representar várias das personagens principais, com o destaque a ir, claro, para Kit Harington como o vilão (you know nothing, Jon Snow).

Uma vez mais temos alguns actores conhecidos a dar a cara a uma série de personagens

Portanto devo dizer que até gostei bastante deste Infinite Warfare. Não fui um grande fã de campanha do Black Ops III, mas devo dizer que a Activision/Infinity Ward acabaram por se esmerar neste jogo. Gostei da campanha, a variedade de armas e equipamentos, que embora não seja tão grande quanto no Black Ops III, acabam por resumir bem algumas das habilidades mais úteis. Os combates espaciais foram outro dos aspectos que gostei bastante! Gostava que voltassem a revisitar esta série Infinite Warfare, visto que ainda haveria potencial para eventuais sequelas. Mas visto que foi um jogo que não vendeu tanto quanto os outros, não me parece que a Activision esteja para aí virada.

Shatter (PC)

Vamos ficar agora com uma rapidinha a um indie. Shatter é um clone de Breakout ou Arkanoid, mas em ácidos! Com uma jogabilidade viciante e uns visuais psicadélicos, este jogo acaba por ser uma óptima forma de passar algum tempo em diversão pura. O meu exemplar do steam terá vindo certamente de algum indie bundle ao desbarato.

As mecânicas base são simples, se já jogaram um Breakout, Arkanoid ou um dos seus milhentos clones já dá para ter uma ideia do que esperar com este Shatter. Basicamente vamos ter diversas arenas de jogo repletas de blocos destrutíveis, onde numa das extremidades controlamos uma nave que lança um projéctil e a ideia é limpar a arena de blocos, com a bola que lançamos a fazer ricochete nos blocos, paredes e na nossa própria nave. Se deixarmos escapar esse projéctil pela nossa linha de movimento, perdemos uma vida. O básico é isto, mas há muitas particularidades a referir também. A principal é mesmo o facto da nossa nave ser capaz de aspirar ou soprar ar e com isso influenciar não só a trajectória do projéctil, mas de todos os detritos e blocos que se encontrem a vaguear pela arena de jogo. Isto porque cada vez que destruímos um bloco, este desfaz-se em pequenos pedaços que deveremos apanhar. Aspirar o ar facilita essa tarefa, pois sugamos todos esses pedaços directamente para a nave. Mas existem também aqui uma série de mecânicas de física que temos de ter em consideração, pois temos também blocos que podem estar soltos e começam a vagear pela área de jogo. Ao sugar ar, iremos também atrair esses blocos que, caso entrem em contacto com a nave, causam-nos dano e retiram-nos do jogo por breves momentos, o que pode ser o suficiente para deixar escapar o nosso projéctil. À medida que vamos avançando no jogo vão surgindo também outros blocos especiais, alguns que também sugam ou sopram ar, outros causam explosões, outros que são autênticos foguetes após serem tocados pela primeira vez, entre outros. Todos estes diferentes blocos vão causando diferentes dinâmicas que teremos de ter em conta!

Ocasionalmente teremos também alguns bosses para combater, que tipicamente têm diferentes padrões de ataque e estratégias que teremos de ter em conta

Os fragmentos que vamos coleccionando vão preenchendo uma barra de energia que, uma vez completa, permite-nos activar o shard storm, ou seja, durante alguns segundos activamos uma poderosa metralhadora capaz de desfazer (quase) tudo o que toca muito rapidamente! Por outro lado também poderemos activar temporariamente um escudo, cujo vai consumindo alguma dessa barra de energia enquanto estiver activo. Esse escudo é muito útil para deflectir alguns blocos que se estejam a aproximar da nossa nave e evitar sofrer dano que, tal como referi acima, nos deixa fora de controlo durante breves momentos. Contem também com alguns power ups, desde multiplicadores de pontos, vidas extra, ou outros que podem tornar a bola mais forte, atravessando todos os blocos que destrói, fazendo apenas ricochete nas paredes, ou mais leve e por conseguinte mais susceptível às correntes de ar. Por fim, para além do modo história, que nos leva ao longo de 10 mundos com 8 níveis cada (incluindo bosses!) vamos também desbloqueando diversos outros modos de jogo como o endless e time attack, que poderão também ser jogados em co-op. Ou o boss rush mode onde naturalmente iremos apenas enfrentar os bosses sequencialmente. Eu acabei por ficar-me apenas pelo modo história, que foi jogado em pequenas doses de cada vez.

A disposição dos blocos que teremos de destruir irá ter algumas formas bizarras e com regras de física especiais, como a rotação e gravidade e as mecânicas das correntes de ar.

A nível audiovisual este é um jogo muito agradável. Todas as arenas possuem cores fortes, com visuais sci fi e futuristas e tudo isto é acompanhado por uma excelente banda sonora de música principalmente electrónica, mas que condiz perfeitamente com a acção! Portanto estamos aqui perante um jogo que, apesar de algo curto, é capaz de providenciar vários momentos de pura diversão. As mecânicas de jogo que adicionaram à forma clássica dos Breakout/Arkanoid acabaram por ser muito bem conseguidas e a jogabilidade fluída, aliadas a uns visuais interessantes e uma excelente banda sonora, tornam este Shatter numa óptima forma de passar o tempo!