Kid Icarus Of Myths and Monsters (Nintendo Gameboy)

585772_46679_frontA Nintendo possuia um cardápio impressionante de franchises durante a época da NES. Muitas delas tornaram-se sucessos colossais de vendas e crítica como Mario, The Legend of Zelda ou Metroid, mas muitas outras ficaram completamente esquecidas. Kid Icarus quase que se tornava numa dessas franchises perdidas nos anais da história, pois para além do lançamento do primeiro jogo para a NES em 1986 e desta sequela para Gameboy em 1991, foi apenas em 2012 que vimos um novo jogo da série, lançado para a 3DS. Ora este Myths and Monsters foi-me oferecido por um colega de trabalho, num bundle Gameboy que arranjei recentemente. Possuo apenas o cartucho e respectiva caixa plástica de protecção, pelo que um dia que venha a obter o jogo completo, este post será actualizado.

Kid Icarus Of Myths and Monsters - Nintendo Gameboy
Apenas cartucho, versão americana

O jogo herda muita da mitologia da grécia antiga, incluindo monstros e criaturas mitológicas. Neste jogo controlamos Pit, uma espécie de anjo guerreiro ao serviço da deusa Palutena, com a missão de conquistar 3 artefactos sagrados que por sua vez são protegidos por poderosos guardiões. Estes artefactos irão dar a Pit poderes especiais para defrontar o exército demoníaco de Orcos, que se prepara para invadir a Angel Land, o que acaba por acontecer de facto lá mais para a frente do jogo.

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Algumas das salas que podemos entrar dão acesso a dicas para o jogo

O jogo é um sidescroller de plataformas dividido em 3 áreas principais, cada uma com um conjunto de 4 níveis mais um boss. Pit está equipado com um arco com flechas infinitas, ou pode utilizar também um martelo para atacar os inimigos. Mas estes martelos podem-se partir, caso sejam utilizados em objectos especiais que por sua vez se tornam em items. Ao longo do jogo poderemos encontrar diversas salas com diferentes propósitos. Algumas servem para comprar items como poções que restauram a vida ou mais martelos para utilizar no combate. Essas lojas aceitam como moeda os coraçõezinhos que vão sendo deixados no ecrã pelos inimigos derrotados, um pouco como na série Castlevania. Um tipo de loja peculiar é o black market, onde para além dos items normais, poderemos também recuperar alguns items específicos que nos tenham sido roubados por um inimigo em particular. Outras portas que encontraremos darão acesso a diferentes salas, entre as quais uma “Treasure Room” onde podemos ganhar alguns items valiosos, dependendo da ordem em que quebramos os potes que os contêm, salas que permitem recuperar energia, outras para obter informações do jogo, ou outras ainda salas em que Zeus põe as nossas habilidades em teste, premiando-nos no final com vários powerups importantes.

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Outras dão acesso a lojas onde podemos comprar diversos items utilizando os coraçõezinhos como moeda

Existem ainda outras salas a descobrir e diferentes peculiaridades, como por exemplo existir sempre um nível por zona passado numa fortaleza labiríntica, ou ainda outros tipos de salas a descobrir. Apesar de Kid Icarus ter todas estas peculiaridades que a meu ver o tornam num jogo único, sinceramente não é jogo que eu tenha apreciado por aí além. Os controlos estão bem implementados, os níveis são grandinhos e com imensos segredos para descobrir, mas no entanto este Of Myths and Monsters não é jogo que me tenha agradado particularmente. É meramente uma questão pessoal de gostos.

Graficamente é um jogo monocromático, mas bem detalhado para o hardware da Gameboy. As sprites são grandinhas e bem detalhadas, assim como os níveis que possuem zonas bem distintas entre si. A única coisa que não gostei assim muito na questão audiovisual foram mesmo as músicas que em alguns níveis estão uns furos abaixo da média, e com os níveis grandinhos que o jogo tem, acabam por se tornar bastante repetitivas.

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O Grimreaper quando nos vê lança os seus minions ao combate

No fim de contas apenas consigo dizer que é um jogo tecnicamente bem feito, com imenso conteúdo a descobrir, tendo em conta a idade do jogo, mas no entanto pessoalmente não consigo gostar particularmente dele. Tenho a certeza que para os fãs do Kid Icarus original da NES irão gostar deste jogo. Já para quem conheceu Kid Icarus com o recente lançamento para a Nintendo 3DS (o que não foi o meu caso), então esperem algo de realmente muito diferente.

Metroid II: Return of Samus (Nintendo Gameboy)

Metroid II Return of Samus

Metroid, a par de The Legend of Zelda,  é então das minhas séries preferidas da Nintendo. No entanto parece-me que a Nintendo não tem o mesmo carinho que eu por Samus Aran, existem muito menos Metroids que Marios, Zeldas ou mesmo Kirbies, ou quando Samus fez os seus 25 anos de existência, foi um facto completamente ignorado, ao contrário de Mario, Luigi ou The Legend of Zelda. Mas os poucos Metroids que há são na sua larga maioria excelentes jogos, embora existam alguns que fiquem um bocadinho aquém do patamar de excelência. Este Metroid II é um desses exemplos, sendo prejudicado pelo hardware monocromático da Nintendo Gameboy. Este jogo em particular foi-me oferecido por um colega de trabalho, em conjunto com um bundle de Gameboy. Infelizmente tenho só o cartucho, pelo que se um dia vier a arranjar uma versão completa do jogo, actualizarei o artigo.

Metroid II - apenas o cartucho, versão americana

A missão de Samus desta vez é bastante simples. Ir ao planeta SR-338, local nativo dos Metroids e exterminá-los a todos para que os Space Pirates não os possam utilizar novamente para más finalidades. E o jogo é assim mesmo, explorar o planeta de SR-338 e dizimar uma população de 40 metroids no geral, com o backtracking do costume de forma a encontrar novos upgrades que por sua vez nos dão novas habilidades. A grande diferença é que neste jogo podemos ver o processo evolutivo dos Metroids, desde a sua conhecida forma de “bébé” que mais parece uma alforreca, até à sua forma adulta mais reptiliana e letal. O confronto final é mesmo com uma Metroid Queen, onde uma pequena cria Metroid acaba por se afeiçoar a Samus, gerando depois a trama para o jogo seguinte – Super Metroid na SNES.

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E assim começa uma nova aventura

A jogabilidade mantém-se fiél aos restantes jogos clássicos da série, sendo um sidescroller com uma componente de exploração muito forte, mas com algumas ligeiras mudanças à fórmula. Existem vários beams, ou seja armas, que podemos encontrar ao longo do jogo, algumas novas como o Plasma beam. A diferença é que podemos carregar apenas uma dessas armas de cada vez e se quisermos voltar a usar uma das anteriores teremos de voltar ao local onde as encontramos pela primeira vez. Este é também o primeiro jogo da série que introduz a spiderball, um upgrade à já conhecida morphball que permite a Samus se rebolar em várias paredes ou mesmo tectos. Depois temos mesmo os novos Metroid que já referi, que vão sendo cada vez mais vorazes, desde os Alpha aos Gamma.

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Estas estátuas dos Chozo continuam espalhadas pelo jogo

Infelizmente devido ao ecrã monocromático da Gameboy, perde-se muito do impacto visual. Apesar de o jogo estar dividido em várias áreas diferentes, sendo tudo a preto-e-branco, não há uma grande distinção entre as mesmas. No entanto o detalhe gráfico, especialmente o das sprites, está muito superior ao que a NES é capaz de fazer. Apesar de monocromático ainda assim o jogo consegue ter alguns bons momentos de tensão tal como os clássicos. Sempre que temos de defrontar um Metroid ou as suas formas evolutivas a coisa fica sempre caótica. No entanto, se por um lado a falta de cores terá prejudicado o jogo, os efeitos sonoros e música continuam excelentes. A música que toca no ecrã-título é certamente das coisas mais tensas que já passaram num videojogo.

No fim de contas acho este um excelente jogo tendo em conta as limitações técnicas da Gameboy original, mas comparando este Metroid II com os grandes clássicos da série, então é um jogo que fica bem aquém desses. Se há jogos que mereciam um remake com todos os eye candy que nos são possíveis hoje em dia, e com uma área de jogo bem mais expandida, este Metroid II é um sério candidato a ocupar o topo dessa eventual lista.

Super Probotector: Alien Rebels (Super Nintendo)

Super Probotector Alien RebelsTinha de acabar o ano de 2013, ou começar o ano de 2014 – depende da hora em que lerem isto – com um jogo excelente. Super Probotector: Alien Rebels, mais conhecido lá fora como Contra III: The Alien Wars, é uma das coqueluches da Super Nintendo que felizmente tive a sorte de arranjar a um preço muito bom a um colega de trabalho. E porque raio isto não se chama Contra por cá? Bom, temos de agradecer aos nossos amigos alemães que, por alturas em que o primeiro Contra saiu, as suas políticas de censura fizeram com que a Konami alterasse um pouco o jogo, de forma a substituir os humanos por Robots. Essa mudança trouxe também o nome “Probotector”, que se foi mantendo por cá até ter saído o Contra: Legacy of War para a Playstation. A minha versão do jogo está completa, embora a caixa não esteja no melhor estado.

Super Probotector Alien Rebels - Super Nintendo
Jogo com caixa, manuais e papelada.

As únicas diferenças entre este jogo e a versão Americana estão mesmo na substituição do título e dos heróis humanos (Jimbo e Sully) por 2 robots: RD008 e RC011. Essa substituição é feita no jogo e nos vários ecrãs com artwork. Como a maioria dos inimigos na versão normal já eram robots, essa mudança não foi necessária na versão europeia. De resto, pareceu-me idêntico, mas como sempre me habituei à versão americana por emulação, confesso que algumas outras diferenças me poderão passar ao lado. E no restante artigo irei chamar a este jogo Contra III, porque sim.

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O ecrã-título desta versão

A história é a de uns Aliens que já tinham invadido a Terra em alguns jogos anteriores, voltaram à carga algures no século XXVII e desta vez a coisa parece ser ainda mais catastrófica, a avaliar pelos cenários que vamos atravessando. O resto da história não é difícil de imaginar, na Terra só há 2 heróis capazes de derrotar toda esta ameaça, Jimbo e Sully na versão Americana, e os robots manhosos nesta nossa versão.

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Os bosses são enormes, como sempre o devem ser.

A jogabilidade é, na sua maioria, a de um sidescroller. Com o lançamento das consolas de 16bit, os jogos deste género ganharam bastante com essa evolução tecnológica e Contra III não é uma excepção. O jogo para além de ser visualmente bem mais colorido e detalhado, a jogabilidade é bem mais frenética, embora não esteja ao nível de um Contra Hardcorps (falta o blast processing!). A versão japonesa deste jogo é mais fácil, existindo cheat codes que permitem obter 30 vidas e tem também um número ilimitado de continues. As versões ocidentais têm um número fixo de vidas e continues, mediante o grau de dificuldade escolhido. Tendo em conta que para se obter o melhor final é necessário terminar o jogo em hard, estejam à espera de um bom desafio na mesma. Como é habitual na série, o jogo possui vários power-ups e diferentes armas que podemos utilizar, para além de que neste jogo podemos guardar 2 tipos de armas ao mesmo tempo e alternar entre eles sempre que desejarmos. Também podemos recolher uns mísseis especiais e utilizá-los em momentos oportunos, matando todos os inimigos presentes no ecrã. Existem também algumas habilidades novas, como carregar no botão L ou R para “pregar” os heróis ao chão, permitindo disparar com maior precisão, ou carrregar em ambos simultâneamente para que dêm um salto mortal, disparando projécteis em todas as direcções.

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Um nível repleto de adrenalina!

Infelizmente o jogo apesar de ser intenso, é um pouco curto, tendo só 6 níveis. Dois desses níveis jogam-se com uma perspectiva aérea, onde temos de destruir uns quantos “monster generators“. Os controlos são diferentes, aqui a personagem está estática no ecrã, onde utilizamos os botões L e R para rodar o cenário, fazendo uso das capacidade Mode 7 da SNES. E dos sidescrollers, há um nível particularmente intenso em que conduzimos a alta velocidade numa moto por uma auto estrada, disparando em tudo o que mexa, culminando numa batalha aérea contra um boss gigante, saltando de míssil em míssil. Um momento Contra bastante memorável. Também não podia deixar de referir o modo para 2 jogadores, que nestes níveis em top-down view se joga com um split-screen horizontal.

Graficamente era um jogo muito bom para a altura e plataforma em que foi lançado. Os gráficos são bastante detalhados e coloridos, bons efeitos como explosões e bosses gigantes e ameaçadores. As músicas são também boas, embora eu preferisse uma banda sonora mais rockeira, mas penso que a SNES não é a plataforma indicada para essas sonoridades. As músicas têm todas uma toada electrónica e acompanham bem a acção de todo o jogo, mas sinceramente não acho que seja uma banda sonora tão boa como alguns fãs possam dizer o contrário.

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Os níveis em top-down-view no modo 2 jogadores são jogados em splitscreen, com duas variantes distintas.

Este jogo ainda teve algumas conversões, nomeadamente uma versão naturalmente capada para a Gameboy original, e uma nova versão Contra Advance: The Alien Wars EX para a Gameboy Advance. Pelo que me recordo, há diferenças notórias entre esta versão e a conversão GBA são a substituição dos 2 níveis com câmara aérea por 2 níveis do Contra Hard Corps da Mega Drive, mais algumas alterações à jogabilidade, como sacrificar o poder carregar com 2 armas e as super bombas por um esquema de lock on nos inimigos. Eu diria que alteraram demasiado o clássico, no entanto, esse jogo foi lançado na Europa com o nome Contra e os heróis humanos, pelo que poderá ser uma mais valia para alguns. As versões existentes na Virtual Console em território Europeu continuam com o nome Probotector, infelizmente. Por essas razões, as versões SNES, apesar de geralmente serem caras, continuam a ser uma opção de respeito. E claro, o jogo é excelente. Bom ano de 2014 a todos os leitores!

Metroid Fusion (Nintendo Gameboy Advance)

E foi na passada PUSHSTART #38 que tive a oportunidade de analisar um dos meus videojogos preferidos de uma das muitas consolas portáteis da Nintendo, neste caso a Gameboy Advance. Estou a referir-me claro está a mais uma aventura espacial de Samus Aran e companhia. Este jogo é importante pois em conjunto com Metroid Prime, marcou o regresso da série à ribalta, algo que já não acontecia desde Super Metroid.

Metroid Fusion
Jogo completo com caixa, manuais e papelada

A minha cópia do jogo foi adquirida por volta de 2012 salvo erro, tendo sido comprada na Toys ‘r Us do Norteshopping, numa interessante promoção que eles estavam a fazer. Basicamente haviam uma série de jogos em promoção da Nintendo DS a 10€, em que traziam de oferta este jogo selado. Eu lá optei pelo jogo de DS melhorzinho que por lá andava (WarioWare D.I.Y.) e lá acabei por trazer este Fusion de brinde. Sem mais demoras, podem ler a análise na integra aqui.

Sega Casino (Nintendo DS)

Sega CasinoMais uma “rapidinha” a um jogo que sinceramente não joguei assim tanto, pois não faz mesmo o meu género. Sega Casino é, tal como o nome indica, sobre jogos de casino e foi produzido pela Sega para a Nintendo DS. E daí talvez não, este é um dos imensos jogos e conversões que foram tomadas a cabo pela Tose, um dos developers que mais anda pelas sombras em toda a indústria de videojogos. Mas voltando ao jogo, Sega Casino foi-me oferecido por um amigo meu há vários anos atrás, penso que em 2006, muito antes de eu sequer ter comprado uma DS e quando o fiz, este foi o jogo que me entreteu durante vários dias.

Sega Casino - Nintendo DS
Jogo completo com caixa, manual e papelada

Inicialmente dispomos de Blackjack, Roulette, Baccarat e a variante Texas Hold ‘Em do Poker. Esses 4 diferentes jogos podem ser jogados no free mode que como o nome indica é um modo de jogo meramente casual, ou então no Casino Mode, onde dispomos inicialmente de uma quantia e temos de ganhar o máximo de dinheiro possível para desbloquear outros jogos ou mesas de apostas mais elevadas. Posteriormente podemos então desbloquear várias modalidades de video poker, uma outra modalidade de poker (7 Card Stud), ou outros jogos de pura sorte como o Keno e variantes de jogos de dado. Obviamente que a piada está mesmo em jogos que necessitem de alguma estratégia e não se baseiam puramente em sorte, pelo que me dediquei um pouco mais ao Texas Hold ‘Em, nas viagens de autocarro que na altura fazia entre casa e a faculdade. Só que infelizmente a IA não é lá grande coisa, raramente faz bluff, portanto quando vemos alguns dos bots a apostar, é porque na maioria das vezes têm razões para isso.

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Os vários modos de jogo que podemos desbloquear.

Graficamente não é um jogo nada de especial, apresentando o mínimo indispensável. Alguns jogos, como a roleta por exemplo, lá apresentam mais algum detalhe, com alguns gráficos poligonais inclusivamente. Se não fossem mesmo os dois ecrãs e a interface touch-screen, diria que era um jogo de Gameboy Advance. Os efeitos sonoros e a própria música não acrescentam nada demais, pelo que também nem vale a pena perder muito tempo nisso. No que poderia realmente perder tempo, se não fosse algo que nunca cheguei a experimentar, seria mesmo a componente multiplayer deste jogo. Aqui é possível jogar localmente com até 5 amigos na mesma rede, bastando apenas um cartucho com o jogo. E seria mesmo na vertente multiplayer que poderíamos jogar o que mais piada teria: as duas variantes do poker e o Blackjack.

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A roleta é dos poucos momentos em que até vemos algum 3D no ecrã

Posto isto, Sega Casino é um jogo que recomendo apenas aos mais ávidos coleccionadores de produtos da Sega ou mesmo da Nintendo DS, pois como jogo de casino, o que não faltam por aí são outros jogos com essa temática bem superiores. Porque a Sega lançou isto? Talvez para colmatar uma lacuna inicial de jogos deste género na Nintendo DS, é a única desculpa que encontro.