Colecção de videojogos – alguns "rants" e análises
Autor: cyberquake
Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
Há coisas que estou sempre a aprender. Quando comprei este bundle de jogos para a Game Gear ao desbarato na Feira da Vandoma estava longe de imaginar que já tinha jogado este World Cup Soccer da Tengen. Mas na verdade, esse jogo foi também lançado com um nome diferente e que deixava a Tengen completamente fora da equação. A versão Master System deste jogo é também conhecida por Tecmo World Cup 93, cuja já cá trouxe numa rapidinha.
Apenas cartucho
Este Tengen World Cup Soccer é também conhecido no Japão como Kick & Rush. E tal como a versão Master System possuimos dois modos de jogo: um que simula a competição da Taça do Mundo de futebol, outro para partidas amigáveis, que pode também ser jogado através de multiplayer com recurso a um cabo que liga uma Game Gear à outra. De resto este World Cup Soccer possui os mesmos defeitos e virtudes que a sua versão Master System. Por um lado a sua jogabilidade é empolgante e completamente arcade, mas por outro não existem quaisquer tipos de faltas, e a possibilidade de podermos alterar por completo o uniforme das selecções também não é das coisas que mais me fascina pois pderemos descaracterizar por completo uma selecção.
Tal como na versão Master System fica a faltar o mostrador do resultado, para além do tempo de jogo.
De resto a maior diferença está mesmo na resolução do ecrã ser menor, o que permite dar mais destaque às sprites dos jogadores do que propriamente ao campo que nos envolve. De resto é practicamente idêntico, com algumas imagens digitalizadas a surgirem no ecrã cada vez que um golo é marcado. As músicas são mais ou menos, não achei que fossem as mais cativantes de sempre mas vão-se ouvindo. De resto é um jogo de futebol banal e tanto a Game Gear quanto a Master System possuem melhores jogos no seu catálogo deste género.
Vamos lá a mais uma rapidinha de volta para a Sega Master System. O jogo que cá trago hoje foi um daqueles que sofreu bastantes alterações desde o seu lançamento original no Japão, até à versão ocidental que aqui conhecemos como Black Belt. Isto porque no Japão este é um jogo da série Hokuto No Ken, ou Fist of the North Star, um anime bastante popular no Japão na década de 90, mas que nada dizia a nós ocidentais. O anime era também bastante violento e o jogo não se ficou atrás, mas nesse aspecto felizmente não houve censura. Mas já lá vamos. O meu exemplar veio da Cash Converters de Belfast e custou-me 5 libras.
Jogo com caixa e manual
Aqui a primeira coisa a mudar é a história. Nós somos um mestre de artes marciais chamado Riki cuja missão e defrontar uma série de outros bandidos e resgatar a sua namorada que foi raptada pelo seu rival de longa data. Na práctica, este jogo traduz-se para um daqueles beat ‘em ups algo primitivos, onde apenas nos podemos deslocar num plano e temos inimogos constantemente a aparecer de todos os lados. Um pouco como o Kung Fu da NES. E aqui a jogabilidade é simples, com a posibilidade de dar socos e diferentes tipos de pontapés, para além de saltar. A dificuldade é um pouco acima da média, embora seja uma versão bem mais fácil que a original japonesa. Isto porque aqui ao menos vão surgindo alguns power ups na parte superior do ecrã que nos restabelecem energia. Só temos é de os conseguir apanhar a tempo! Na versão japonesa pelo que vi não temos nenhuma forma de recuperar vida.
A jogabilidade apesar de simples, não torna o jogo fácil pois estamos sempre a ser bombardeados com inimigos a alta velocidade
E com a quantidade de inimigos que vão surgindo no ecrã, percorremos os níveis muito lentamente. Ocasionalmente temos de defrontar um pequeno boss, um inimigo que precisa de mais alguns golpes para ser derrotado. Na versão japonesa temos mais mini-bosses pela frente em cada nível, mais um motivo por ser uma versão mais difícil. Depois no final de cada nível somos também levados para um boss num combate 1 contra 1, onde cada um possui a sua própria barra de vida e aí o jogo ganha contornos de um jogo de luta 1 contra 1, embora a jogabilidade em si seja idêntica.
Quando defrontamos um boss as sprites tornam-se maiores e mais detalhadas. Mas nem sempre as arenas são interessantes.
Graficamente é uma versão que sinceramente deixa muito a desejar. Isto porque a versão japonesa é muito mais interessante, com os cenários pós-apocalípticos e aquela bandidagem retirada de um filme do Mad Max. Aqui mudaram os cenários para cidades normais, ou zonas mais tradicionais japonesas. Assim como os bandidos que têm um look tirado de um filme de kung fu dos anos 70. Quando passamos para os combates contra os bosses, as sprites são maiores e mais detalhadas, assim como os cenários. Mas os cenários desta versão Black Belt por vezes parecem-me algo forçados, mais uma vez o original tinha um lançamento melhor nesse aspecto. As músicas são OK e pareceram-me iguais em ambas as versões. Outra coisa que felizmente não mudaram, ao contrário do Last Battle da Mega Drive lançado uns anos depois, foi a violência. Cada inimigo que defrontamos é desfeito em vários pedaços e apesar de não haver sangue, é algo que está também presente na versão japonesa.
Até o ecrã título da versão japonesa é bem melhor!
Black Belt é um jogo interessante para quem gostar destes beat ‘em ups primitivos, por ser um jogo desafiante e a jogabilidade não ser má de todo. No entanto, terem transformado completamente os gráficos do jogo tornaram-o bem mais genérico. O Hokuto No Ken é de longe mais interessante, embora se tenha ficado apenas no Japão.
Tempo para mais uma rapidinha para a Game Gear. E se a Game Boy tinha no Tetris o expoente máximo nos jogos de puzzle, a Sega fez o mesmo e foi atrás de um dos clones com mais potencial que surgiram na época. Columns, de Jay Geertsen, era um jogo onde blocos verticais tricoloridos iam caindo no ecrã e apenas poderíamos trocar a ordem das cores. A ideia era juntar 3 ou mais blocos em linha da mesma cor e fazê-los desaparecer, com os restantes a “cair” e podendo depois desencadear outras combinações. A Sega ficou então com os direitos de Columns e lançou vários jogos em diferentes plataformas, desde as máquinas arcade até à portatil Game Gear. O meu exemplar veio da feira da Vandoma no Porto, num bundle de vários jogos de Game Gear que me ficou bastante barato. Edit: Recentemente arranjei uma versão completa por 10€.
Jogo com caixa e manual
Tal como já referi acima, o conceito do jogo é bastante simples. É um puzzler em que vão caindo blocos verticais de 3 cores e o objectivo é o de agrupar 3 ou mais blocos da mesma cor para os fazer desaparecer. A única coisa que controlamos, para além de onde colocar o bloco, é a ordem pela qual queremos que as cores apareçam. É possível agrupar blocos horizontalmente, verticalmente e diagonalmente, bem como fazer combos que nos dão mais pontos extra, pois os blocos que desaparecem dão lugar aos que estão imediatamente acima. Nesta versão do Columns temos apenas um bloco especial, que faz com que desapareçam todos os blocos da mesma cor, assentando-o em cima de um bloco com a cor que queremos fazer desaparecer. De resto esta versão possui ainda um modo de jogo, o Flash. Aqui já temos o ecrã previamente preenchido com alguns blocos e temos de os fazer desaparecer até alcançar uma jóia reluzente algures lá no meio.
Os backgrounds vão mudando de cor com o decorrer do jogo.
No que diz respeito aos audiovisuais, sinceramente este Columns é um jogo mais modesto. Graficamente não há muito que pode melhorar, sinceramente. Num ecrã como o da Game Gear, é preciso ter algum cuidado redobrado com a área de jogo. Existem alguns backgrounds que vão mudando ligeiramente com o tempo, mas nada de especial. Infelizmente as músicas é que não são lá muito cativantes para ser sincero e aí poderia ser um ponto mais facilmente melhorado. Ainda assim neste tipo de jogos o que interessa mesmo é a jogabilidade e Columns é um jogo bem sólido nesse aspecto. Esta versão Game Gear não foge à regra nesse aspecto e isso é o mais importante.
Killzone Shadow Fall foi um dos jogos de lançamento da PS4, e tendo eu até gostado dos seus predecessores, não poderia falhar este jogo também. É um novo capítulo na série, 30 anos após os acontecimentos narrados nas prequelas, que culminaram com a destruição do planeta Helghan. A ISA decidiu então albergar os sobreviventes no seu planeta Vekta, dividindo-o a meio com uma muralha gigantesca. Naturalmente as tensões continuavam altas entre ambas as facções e eventualmente novos conflitos voltam a ocorrer. O meu exemplar veio da Cash Converters de Alfragide, algures no início do verão de 2016. Custou-me cerca de 12€ se bem me recordo.
Jogo com caixa e panfletos, já que manuais nesta geração são uma miragem.
Shadow Fall continua a tradição de um first person shooter futurista, mas com algumas novidades. Por um lado muito do armamento antigo volta a marcar cá a sua presença, embora com algumas modificações nas armas. Por outro temos o OWL, um pequeno drone que nos acompanha ao longo de practicamente todo o jogo e pode ser usado para nos auxiliar em várias circunstâncias. A função mais importante é a de ataque, onde o podemos mandar para um grupo de inimigos e o drone enfrenta-os por nós, o que nos pode ajudar bastante em manobras de distracção. Por outro lado temos de ter em conta que o OWL possui também uma barra de energia que vai sendo diminuída à medida que leva fogo inimigo. Quando se esvazia, o drone volta para nós e fica a recarregar em background. Isto também tem de ser tido em conta pois quando levamos com bastante dano e ficarmos incapacitados, o drone pode-nos ressuscitar se tivermos connosco algum medkit. No entanto, se o drone estiver a ser recarregado então nada podemos fazer e teremos de recomeçar do checkpoint.
Uma das outras funcionalidades que temos é a possibilidade de fazer um scan à area que nos rodeia, mostrando a posição dos inimigos e de alguns itens
O OWL pode também ser usado para outras funções, como as de disparar uma descarga electrostáctica, atarantando momentaneamente os inimigos. Isso é também útil para incapacitar temporariamente drones ou robots inimigos de nos atacarem, bem como a de destruir escudos. Outra das funções do OWL é a de criar precisamente um escudo para nos proteger do fogo inimigo, ou ser usado como gancho de forma a fazer slide para plataformas que estejam bem abaixo de nós. O drone pode ainda ser usado para interagir com computadores e outros terminais, seja para obter informação necessária para progredir no jogo, ou desactivar alarmes inimigos. Aliás, durante todo o jogo é notório que há toda uma atmosfera diferente em torno das missões. Enquanto que nos anteriores jogávamos num clima de guerra aberta e muitas das missões faziam parte de campanhas militares, onde até tinhamos a companhia de soldados NPCs, aqui a maior parte das missões são mais de infiltração, num ambiente bastante tenso entre as forças da ISA e os Helghast.
Neste jogo a história leva-nos a um ambiente de Guerra fria, onde a maior parte das missões são para prevenir conflitos maiores.
De resto a jogabilidade é a típica de um first person shooter, a Guerrilla Games não reinventou a roda e sinceramente nem era preciso. Existem alguns segmentos novos, como aquelas partes jogadas em pleno espaço e sem gravidade, ou a última missão, jogada com um outro protagonista que não a personagem principal, que possui uma jogabilidade completamente furtiva. Foi uma missão que me deixou com um sabor algo agridoce, pois por um lado não usamos o OWL, mas sim algumas habilidades furtivas, como a possibilidade de ficar temporariamente invisível (embora as câmaras de segurança nos consigam detector), ou a possibilidade de usar spider bots para precisamente destruir câmaras de segurança. A primeira parte da missão gostei bastante, mas a última foi um martírio para a completar. Quem jogou este Killzone provavelmente terá a mesma opinião que eu. Basicamente temos de percorrer uma cidade de forma completamente despercebida, evitar sermos descobertos por civis, militares ou câmaras de segurança e tudo dentro de um tempo limite de aproximadamente 3 minutos e meio. Até aí tudo bem, mas o mecanismo de camuflar não funciona tão bem assim e com os soldados 100% alertas torna o objectivo final bastante difícil. Se formos descobertos uma vez, muito dificilmente conseguiremos recuperar. Mas eventualmente lá consegui fazer o que era pretendido e terminei o jogo.
Existem várias variantes de jogo no multiplayer. Infelizmente é coisa que não tenho tempo para explorar
Temos também vários modos de multiplayer à disposição, embora sinceramente não tenha perdido nenhum tempo com eles. Pelo que entendi, para além de vários modos de jogo como o team deathmatch, variantes do capture the flag ou modos de conquista de objectivos, existem também várias classes com diferentes habilidades e afins. Para além disso existe um modo de jogo co-operativo na forma do DLC Intercept, que obviamente também não testei porque não o comprei. Pelo que investiguei é uma espécie de Left 4 Dead contra Hellghasts… De resto existem vários outros DLCs, alguns gratuitos, como mapas extra para o multiplayer, outros coisas inúteis como novas skins e afins, mas é o mercado que temos…
De resto, no ponto de vista audiovisual, Shadow Fall é um jogo naturalmente bastante competente. Quando os primeiros trailers foram revelados e mostraram aquelas cidades de Vekta tão imponentes e detalhadas, mostravam também o poder de processamento que a PS4 possuía. Acho que é um jogo com gráficos bem competentes, embora sinceramente acho que estamos a atingir um patamar tal, em que não vale a pena estar a focar demasiado nos gráficos, pois nos jogos AAA para estas consolas, se há coisa que os developers vão fazer bem, é precisamente todo o eye candy. E este Killzone a meu ver cumpre bem com o seu propósito. As músicas também vão sendo épicas como se quer e o voice acting parece-me competente. No entanto, sinceramente não achei que a história fosse tão boa assim. Talvez se me tivesse dado ao trabalho de procurar todos os coleccionáveis (comics, logs de texto e áudio, páginas de jornal, etc), talvez me conseguisse envolver mais na história. Assim já nem tanto, pois fiquei com a sensação que aquela relação entre o Kellan e o comandante Sinclair e o escalamento dos conflitos ficou muito forçada com o decorrer das coisas.
Graficamente é um jogo competente que mostra o poder da nova geração de consolas. Agora se era algo realmente necessário em 2013, bom, isso é outra história.
Posto isto, acho este Killzone Shadow Fall um FPS bem competente para quem for fã do género. Possui os seus altos e baixos, na minha opinião não é tão bom quanto os anteriores até porque os Helghast, aqueles space nazis que tão intimidadores eram nos jogos anteriores, não me pareceram tão ameaçadores assim neste jogo. Mas ainda assim é um jogo bastante competente e felizmente vai ser daqueles que certamente irá ser encontrado ao desbarato no futuro.
Escrever um artigo sobre este jogo depois de ter feito o mesmo à sua fantástica sequela Super Smash Bros Melee torna-se uma tarefa algo ingrata. Isto porque a obra-prima da Gamecube pegou na mesma formula de jogo introduzida neste jogo e melhorou-a em todos os aspectos, com muitos mais modos de jogo, bónus e conteúdo extra para desbloquear. Pelo que irei tratar este artigo mais como uma rapidinha. O meu exemplar veio da cash converters de Alfragide algures durante o ano de 2016. Foi um cartucho caro, custou-me cerca de 25€ se bem me recordo.
Apenas cartucho
A ideia por detrás deste Super Smash Bros é simples e genial. Colocar várias personagens do universo Nintendo à pancada umas com as outras, em arenas também retiradas de cenários como os de Mushroom Kingdom, Hyrule, F-Zero ou Metroid. Mas ao contrário de outros crossovers como Marvel vs Capcom, aqui as mecânicas de jogo são muito diferentes, aproximando-se mais a um party game do que propriamente a um jogo de luta normal. Isto porque para além de termos 4 personagens no ecrã à batatada, independentemente da personagem escolhida, as mecânicas de jogo são muito similares. Os diferentes golpes que podemos fazer são feitos usando sempre as mesmas (simples) combinações de botões. Depois temos os power ups que vão surgindo no ecrã, todos eles também do universo Nintendo e com diferentes usos, como uma Super Scope da SNES para disparar tiros, um martelo de Donkey Kong, pokébolas que chamam Pokémons para atacar, entre muitos outros.
Por vezes temos de defrontar um número grande de oponentes
O objectivo aqui também não é o de drenar a barra de energia do nosso oponente, mas sim atirá-los fora da arena. Ao distribuir pancada aumentamos sim uma percentagem, essa que quanto maior for, mais longe da arena somos lançados e mais difícil é para recuperar. As arenas são várias plataformas suspensas no ar e cada personagem tem truques especiais como duplos ou triplo saltos que podem e devem ser usados para recuperar e tentar aterrar de novo na arena. Temos à nossa disposição vários modos de jogo, tanto multiplayer como single player. Na vertente single player temos o modo de treino que nos permite practicar os movimentos de cada personagem, e podemos practicar as nossas habilidades de platforming nos modos Bonus 1 and 2 Practice. Aqui teremos de percorrer 2 dos níveis de bónus que geralmente encontramos no modo de jogo normal, onde com uma personagem teremos de saltar em todas as plataformas marcadas ou destruir uma série de alvos, espalhados em sítios de difícil acesso. O modo de jogo normal é relativamente curto, mas nunca se torna enfadonho. Começamos por defrontar Link em Hyrule, depois uma equipa de Yoshis, depois o Fox McCloud em pleno espaço sideral, os dois irmãos Mario juntos e por aí fora até defrontarmos a Master Hand.
O truque está em não deixar o nosso oponente aterrar na arena. Temos é de garantir que nós o conseguimos fazer.
Como não poderia deixar de ser temos várias personagens que podem ser desbloqueadas. Originalmente o elenco é composto por 8 personagens da Nintendo, pelo que poderemos desbloquear outras 4 ao completar o modo normal de jogo dentro de alguns objectivos prédefinidos, ou no caso do Luigi, ao completar o Bonus 1 Practice com cada um dos 8 personagens iniciais. As outras personagens desbloqueáveis são a Jigglypuff, Captain Falcon e o Ness, de Earthbound. De resto, para além do conteúdo single player, a grande alegria deste jogo estava na sua vertente multiplayer de até 4 jogadores. Apesar de não oferecer tantas opções de customizações como na sequela Melee, não deixa de ser super divertido. A jogabilidade é mesmo excelente e a aproximação a um party game torna este Super Smash Bros num jogo multiplayer local por excelência.
Aqui também podemos pausar o jogo e ver o caos que criamos, com mais calma
Graficamente é um jogo interessante para a Nintendo 64. As personagens e as arenas estão bem detalhadas, apesar das imagens de fundo serem de muito má resolução, infelizmente. Mas de resto está tudo ok, assim como as músicas que tanto podem ser temas inteiramente novos como é o caso da música de abertura, ou retirados de clássicos da Nintendo como Zelda, Starfox ou Metroid. Um excelente jogo em todos os aspectos, mas com muita margem para melhorias, como de facto se tem vindo a assistir com cada sequela.