Putt and Putter (Sega Master System)

Voltando às rapidinhas, vamos novamente à Master System para ficar com um interessante jogo de mini-golf. Vocês sabem como são os parques de mini golf, com circuitos repletos de obstáculos e acabam por ser experiências bem agradáveis para se passar uma tarde com amigos. Mas aqui não precisamos de sair do sofá! O meu exemplar foi comprado a um particular por 5€ no passado mês de Julho.

Jogo com caixa e manual

O jogo leva-nos por uma série de circuitos repletos de subidas, descidas e outros obstáculos como plataformas móveis sobre a água, passadeiras rolantes, objectos de pinball que causam ricochete na bola a alta velocidade, entre outros. Os controlos são simples, onde apenas temos de seleccionar a direcção para onde queremos disparar a bola e posteriormente a potência da tacada. Factores como o vento ou diferentes tacos para serem usados não são sequer para se ter em conta aqui.

O jogo possui também um modo para 2 jogadores que não explorei

Inicialmente dispomos de 5 bolas para completar um buraco, que acabam por ser as diferentes vidas do jogo. Cada buraco tem um par de referência, ou seja um número de tacadas recomendado para completar esse buraco. Se por acaso conseguimos acertar com a bola no buraco num número inferior de tacadas, como os birdies, eagle, albatross ou hole in one, o número de tacadas abaixo do par ganhamo-os como vidas extra. Por outro lado, completar um buraco com um número de tacadas acima do par, retira-nos o mesmo número de vidas. Pelo que apesar de ser um jogo divertido e com mecânicas interessantes, também não convém fazer muitas experiências pois corremos o risco de vir a ter um game over mais cedo. Ocasionalmente também teremos alguns níveis de bónus onde poderemos vir a ganhar mais algumas vidas extra.

Os interruptores servem para activar ou desactivar os tapetes rolantes

No que diz respeito aos audiovisuais, devo dizer que este Putt & Putter é um jogo simples mas bem competente. Os circuitos são apresentados numa perspectiva isométrica que simula bem um espaço tridimensional, pelo que conseguimos identificar correctamente as inclinações do terreno e todos os obstáculos que teremos pela frente. Nada de especial a apontar ao som, pois as músicas são também bastante agradáveis!

Portanto achei este Putt & Putter um jogo bem divertido. Existe também uma versão Game Gear que, pelo que descobri, é muito diferente da versão Master System. Para além da câmara estar mais próxima devido ao pequeno ecrã, os circuitos são também diferentes. A versão Master System, apesar de possuir menos circuitos, estes aqui são mais complexos e possuem alguns obstáculos não existentes na versão de Game Gear.

Wolfenstein (Sony Playstation 3)

Vamos ficar agora com o Wolfenstein de 2009, um first person shooter que há muito queria ter arranjado no PC, mas cada vez mais é difícil fazê-lo por um bom preço. Isto porque com a id software a ter sido comprada pela Bethesda há uns tempos, os direitos deste videojogo ficaram algo perdidos entre a Bethesda e a Activision que o tinha publicado originalmente. Mas como o jogo em si foi um fracasso comercial, ninguém se quis dar ao trabalho de o relançar. No PC o jogo foi retirado do Steam e não houve qualquer relançamento em formato físico também, pelo que os que ainda andam em circulação estão cada vez mais caros. A solução foi antes procurar um exemplar da PS3 que andam sempre baratinhos, muitas vezes por menos de 5€. O meu exemplar em concreto veio da Cash Converters por 5€ algures no ano passado.

Jogo com caixa e manual

Este jogo volta a colocar-nos, claro, no papel de BJ Blazkowicz para dar cabo de mais uns quantos Nazis. A cutscene inicial mostra BJ Blazkowicz a sabotar um navio nazi que se preparava para lançar um poderoso míssil com destino à cidade de Londres. Pelo meio do conflito descobre um medalhão misterioso que lhe dá poderes especiais. Depois de destruir o navio, Blazkowicz é chamado pelos seus superiores que traçam as origens desse medalhão como sendo o mítico medalhão de Thule e enviam-no para a cidade de alemã de Isenstadt, onde a Divisão Paranormal dos Nazis estaria a investigar cristais mágicos que melhoram as suas capacidades. Quando chegamos a Isenstadt vamos ser recebidos pela resistência local, mas também iremos encontrar os russos da sociedade secreta Golden Dawn, que também investigava os poderes do medalhão de Thule e nos vão dando algumas missões para cumprir.

Este é um jogo open world, pelo que poderemos interagir com vários NPCs. Pena que a maior parte não tenha nada de jeito para dizer.

Este Wolfenstein é em parte um FPS da velha guarda, na medida em que poderemos manter equipadas todas as armas que encontramos e, tal como habitual na série Wolfenstein, estas vão sendo um misto de armas reais do tempo da segunda guerra mundial, como outras fictícias e experimentais do exército Nazi. Mas também temos uns quantos toques de FPS moderno, como a vida a regenerar automaticamente segundos depois de não sofrer dano e este é também um jogo open world, na medida que poderemos explorar livremente a cidade de Isenstadt, entrar em edifícios para procurar segredos, combater nazis nas ruas e chegar aos pontos de acesso para as diferentes missões que decorrem em mapas separados. No que diz respeito às mecânicas de jogo e controlos, nada de especial a apontar, o esquema de controlo é o standard em jogos deste género. Só me chateou mesmo a parte das granadas, pois não temos nenhuma indicação visual de onde as mesmas irão cair e muitas vezes acabamos por desperdiçar granadas por não cairem onde queremos. Por outro lado, os Nazis para além de terem muita força de braços ao atirar granadas através de largas dezenas de metros nalgumas vezes, caem sempre pertinho de nós. Felizmente que se formos rápidos temos também a hipótese de as atirar de volta.

Espalhados ao longo dos mapas, para além de dinheiro existem também documentos que podemos ler e descobrir um pouco mais da história

Mas a principal mecânica de jogo aqui anda mesmo à volta do medalhão de Thule e dos diferentes poderes mágicos que nos confere. Inicialmente o único poder que temos é a capacidade de entrar no veil, uma dimensão paralela que nos deixa ligeiramente mais rápidos, desbloqueia algumas passagens secretas bem como nos dá uma espécie de visão nocturna, que salienta a localização dos inimigos. Mas à medida que vamos progredindo no jogo iremos desbloquear novos poderes como o Mire que abranda tudo à nossa volta durante uns segundos, um escudo capaz de repelir todos os projécteis que nos atiram ou o empower, um poder que melhora o dano infligido pelas nossas armas, bem como nos dá a habilidade dos nossos projécteis atravessarem escudos inimigos. Não podemos é usar estes poderes durante muito tempo, pois sempre que os activemos temos uma barra de energia que se vai esvaziando ao fim de algum tempo e depois esta vai-se regenerando muito lentamente. Vamos tendo no entanto, espalhados pelo mapas, vários pontos de energia onde o medalhão pode ser recarregado.

No mercado negro poderemos comprar upgrades para as armas. A mira telescópica é um must!

O mercado negro, espalhado ao longo de Isenstadt, é também um ponto de referência, onde poderemos comprar upgrades para as nossas armas e também para o medalhão de Thule. O jogo avisa-nos logo para termos atenção aos upgrades que compramos pois não teremos dinheiro para os comprar todos. O dinheiro, para além do que vamos ganhando ao cumprir missões, está espalhado ao longo dos mapas, muitas vezes bem escondido. Certos upgrades, como a munição extra para as metralhadoras MP40 e MP43, a mira telescópica para a rifle, ou os upgrades para o medalhão de Thule são mesmo muito importantes! Estes vão sendo desbloqueados à medida que também vamos encontrando documentos de inteligência ao longo dos mapas, ou os tomes of power para os upgrades do medalhão.

Usar os poderes do medalhão dá muito jeito nos combates mais complicados

Graficamente é um jogo algo simples. Com uma versão melhorada do mesmo motor gráfico do Doom 3, que por sua vez já tinha sido desenvolvido na geração anterior, não esperem por gráficos super bem detalhados, mas cumprem bem o seu papel. No entanto, como um jogo open world deixa muito a desejar. É certo que é um jogo que decorre em plena guerra, mas atravessar a cidade de uma ponta à outra acaba sempre por ser um sacrifício em vez de um prazer. A cidade não é muito apelativa e a única coisa que vemos nas ruas são soldados inimigos e ocasionalmente alguns membros da resistência que nos auxiliam nos combates (mas muito pouco). Já no que diz respeito ao som, a banda sonora possui aquelas músicas orquestrais típicas dos Medal of Honor e Call of Duty da época, o que num jogo como Wolfenstein, bem menos sério e realista, acaba por não cair tão bem. O voice acting não é nada de especial embora ainda se ouçam aqui e ali algumas referências ao Wolfenstein 3D, como os soldados que gritam “mein leben” quando morrem, o que achei interessante.

Ocasionalmente teremos também alguns bosses para derrotar

Portanto este Wolfenstein até que é um first person shooter com potencial principalmente pelas mecânicas de jogo introduzidas pelo medalhão de Thule, mas a sua implementação não foi de todo a melhor. A experiência como um todo acaba por ser bastante aborrecida infelizmente. E nem sequer falei do multiplayer pois já não está disponível de todo. Felizmente, os Wolfensteins que lhe seguiram, a começar pelo New Order, parecem-me estar muito bons!

Primal Rage (Super Nintendo)

Street Fighter II e Mortal Kombat foram dois jogos de luta que revolucionaram por completo o mercado, tanto nas arcades, como nas consolas domésticas. Enquanto o primeiro primava pela sua jogabilidade excelente e personagens carismáticas, o Mortal Kombat fez mais sucesso pelos seus gráficos mais realistas ao usar sprites digitalizadas dos seus lutadores baseadas em actores reais e claro, todo o gore e violência. Tanto um como o outro inspiraram imensos jogos que lhe seguiram e este Primal Rage acaba por ir buscar as suas influências ao Mortal Kombat. Mas infelizmente o resultado final não foi de todo o melhor. O meu exemplar da SNES foi comprado a um particular no passado mês de Agosto, estava novo, um exemplar new old stock, portanto acabei por pagar um pouco mais do que estaria disposto a pagar por este jogo.

Jogo com caixa, manual e papelada

Desenvolvido pela Atari, Primal Rage é um jogo de luta que decorre no planeta terra, muitos anos no futuro, após um apocalipse que, para além de ter transformado todo o planeta, practicamente extinguiu toda a vida humana. Os seus sobreviventes passaram a viver em tribos pré-históricas e, no meio de todo o caos, ressurgiram das profundezas do planeta 7 criaturas míticas, adormecidas todos estes anos, e que passaram a ser idolatradas pela população. Nós encarnamos precisamente numa dessas 7 criaturas onde iremos combater com todas as outras e assim conquistar os seus territórios.

Graficamente é uma adaptação não tão fiel à arcade, mas não é de todo das piores conversões

As mecânicas de jogo são relativamente simples, com o d-pad a servir para movimentar a nossa personagem e os quatro botões faciais para aplicar golpes altos, baixos, fracos ou fortes. Os golpes especiais, que vêm detalhados no manual, obrigam-nos a deixar pressionados alguns destes botões faciais e depois pressionar o d-pad nalgumas direcções específicas, o que habitualmente é ao contrário nos restantes jogos de luta. No que diz respeito aos modos de jogo, para além do versus para 2 jogadores temos o modo história que é uma adaptação do modo arcade, onde teremos de ir enfrentando todas as criaturas míticas e conquistar o seu continente. No último combate não enfrentamos nenhum boss, mas sim os restantes 6 oponentes num combate de resistência, onde com a mesma barra de vida, teremos de os derrotar todos em seguida.

O jogo oferece um sistema de combos mas nem sempre é fácil executar os golpes especiais

Ao longo dos combates vamos ver também alguns humanos no ecrã, seguidores de alguma das “divindades” que lutam entre si em cada combate. Estes por vezes intrometem-se na acção, principalmente quando um dos dinossauros fica atordoado, e nessa altura poderemos atacá-los ou mesmo devorá-los para recuperar parte da nossa barra de vida. Aliás, antes do combate final onde teremos de defrontar todos os outros oponentes de seguida, teremos também um mini-jogo cujo objectivo é precisamente o de devorar o máximo de humanos possível, para extender a nossa barra de vida e mais facilmente sobreviver ao combate de resistência que se avizinha.

No que diz respeito aos gráficos, o original arcade (que até hoje ainda não foi fielmente emulado devido a uma encriptação anti-pirataria que a Atari lá colocou) possuia visuais impressionantes para a época. Todos os dinossauros e outras criaturas estranhas eram muito bem detalhados, tendo sido captados em sprites pré-renderizadas em 3D, com muito gore e algumas fatalities bem bizarras. Aqui na Super Nintendo os gráficos não são tão bons quanto os originais (embora sejam bem mais coloridos que a versão Mega Drive) e infelizmente o jogo sofreu alguma censura. Ainda assim é um jogo bem mais apelativo visualmente do que propriamente pela sua jogabilidade. Um detalhe gráfico que sempre achei piada são os das barras de vida e de saúde mental (???), sendo representados por um coração a bater e um cérebro que fica electrificado quando a personagem em questão ficar temporariamente paralisada. No que diz respeito ao som, as músicas misturam temas rock com alguns ritmos tribais. Não são propriamente temas que fiquem no ouvido, mas também não são maus de todo.

O jogo possui algum gore e fatalities, embora infelizmente esta versão tenha sido ligeiramente censurada

No fim de contas, este Primal Rage é mais um daqueles jogos de luta que até tinham potencial para serem bem melhores do que o seu produto final. O lançamento original nas arcades era mesmo visualmente apelativo, mas aparentemente já aí (nunca joguei o original) a jogabilidade não era a melhor. Portanto seria de esperar que a transição para plataformas 16bit não poderia ficar muito melhor. O jogo recebeu inúmeras conversões para outros sistemas da época e aparentemente a versão da Saturn é a que se safou melhor, embora sofra bastante de loadings demorados entre cada combate.

Startropics (Nintendo Entertainment System)

Voltando agora à Nintendo, vamos ficar com este interessante Startropics, que sempre foi comparado ao The Legend of Zelda mas, apesar de ter algumas similaridades, é um jogo       bem mais linear que a dita “inspiração”. É no entanto um jogo de aventura muito agradável, com algumas mecânicas de jogo muito próprias que passarei a detalhar mais à frente. O meu exemplar foi comprado a um particular no passado mês de Agosto por 15€.

Apenas cartucho

A aventura começa ao encarnarmos no papel do jovem Mike Jones que, ao visitar o seu tio arqueólogo numa ilha tropical fictícia, descobre que ele está afinal desaparecido. Munido de um yo-yo e do submarino do seu tio, Mike parte em busca do seu familiar, para depois descobrir que afinal foi raptado por extraterrestres. Iremos explorar todo aquele arquipélago de ilhas, conhecer gente nova e completar uma série de dungeons até finalmente encontrar o tio de Mike e derrotar os aliens que o raptaram.

Os diálogos com as personagens principais possuem muito detalhe gráfico

O jogo está dividido em duas mecânicas distintas. Por um lado, quando exploramos o mundo ou as aldeias de cada ilha tropical, temos uma perspectiva aérea algo distante, muito semelhante ao que nos habituamos nos Dragon Quest e/ou Final Fantasy, onde poderemos também interagir com os NPCs que as habitam. No entanto, quando entramos numa dungeon, a câmara aproxima-se mais um pouco e as mecânicas de jogo já são mais próximas dos The Legend of Zelda. Aqui também teremos de explorar umas quantas áreas (incluindo algumas passagens secretas) bem como poderemos vir a coleccionar uma série de diferentes itens/armas que poderemos vir a equipar e usar quando necessário. De completamente diferente dos Zeldas originais, no entanto, são mesmo as mecânicas de saltos. Nas dungeons teremos de saltitar em várias pequenas plataformas quadradas, muitas vezes até para descobrir e activar interruptores que nos desbloqueiam passagens ou mesmo abrir baús com power ups. É um jogo bem mais linear que os Zeldas, no entanto não deixa de ser desafiante, até porque as armas iniciais que temos à nossa disposição possuem um alcance algo curto.

As dungeons estão repletas destas plataformas onde devemos saltar

Graficamente é um jogo bem interessante também. Não que as ilhas, aldeias e dungeons sejam propriamente as coisas mais bonitas que possamos ver numa NES, mas possuem detalhe quanto baste. Gosto particularmente das janelas de diálogos com algumas personagens importantes, que nos mostram retratos bem detalhados das mesmas. Já o som, esse é excelente. Startropics possui imensas músicas bem agradáveis ao ouvido, é para mim sem dúvida o ponto mais forte de todo o jogo.

Ao explorar as aldeias o jogo ganha uma perspectiva clássica dos RPGs da era

Portanto este Startropics é um jogo de acção/aventura bastante agradável, embora as suas mecânicas de saltos sinceramente já não lhes tenha achado tanta piada assim. É curioso também por ter sido desenvolvido pela própria Nintendo, mas focado no mercado ocidental, particularmente o dos Estados Unidos, até porque o jogo nem saiu do Japão. Teve também direito a uma sequela, que infelizmente, ao contrário deste jogo, se ficou mesmo só pelos Estados Unidos. Também foi lançada em 1994, bem no final do ciclo de vida da consola, pelo que de certa forma se compreende o porquê da Nintendo não se ter dado ao trabalho de lançar uma versão por cá. Se bem que a NES recebeu uns quantos jogos de empresas europeias nesse ano, mas isso são outras histórias.

NBA Live 97 (Sega Mega Drive)

Voltando às rapidinhas a jogos desportivos, vamos ficar agora com o NBA Live 97 para a Sega Mega Drive, que até possui algumas novidades face ao seu antecessor, num ano em que as 16 bit já eram plataformas com cada vez menos foco no mercado. O meu exemplar foi comprado numa feira de velharias no passado mês de Agosto, tendo-me custado 5€.

Jogo com caixa e manuais

Tal como o seu predecessor temos ao nosso dispor partidas individuais, um modo de temporada completa, alusivo à época 96-97, bem como poderemos saltar logo para os play offs finais. Mas também temos alguns modos de jogo mais à basquetebol de rua, como partidas de 2 contra 2 ou 3 contra 3. Não são propriamente NBA Jams com toda a sua loucura, mas é uma adição interessante à fórmula. De resto, a nível de controlos parecem-me idênticos aos do seu antecessor incluindo o suporte ao comando de 6 botões, onde poderemos assignar algumas jogadas pré-definidas aos botões adicionais dessa linha de comandos.

A perspectiva isométrica dos jogos anteriores mantém-se

A nível de opções e customização, poderemos optar por por uma jogabilidade bem mais próximo de um simulador, onde temos de ter em conta a fadiga dos jogadores, eventuais lesões, e todas as faltas e regras do desporto. Ou então uma experiência mais arcade e mais leniente perante as regras. De resto, para o modo temporada, podemos também participar no mercado de trânsferência de jogadores, para além de consultar um extenso dossier de estatísticas gerais.

Para além das estatísticas podemos ver uma breve história de cada equipa aqui representada

A nível audiovisual, o jogo usa o mesmo motor gráfico dos seus antecessores, com a acção a ser apresentada numa perspectiva isométrica. Portanto, para além de mudanças nos menus e respectivas músicas entre partidas, não esperem por nada muito diferente, se bem que também não haveria muito mais por onde mudar, pois na minha opinião esta perspectiva isométrica resulta muito bem neste tipo de jogos desportivos para sistemas mais antigos sem suporte nativo a gráficos tri-dimensionais.