Vamos voltar à Mega Drive para mais uma rapidinha, visto que não sou grande fã de jogos de wrestling. E este Wrestle War em particular foi um jogo desenvolvido pela própria Sega, originalmente para as arcades e que acabou, mais tarde, por ser também lançado para a Mega Drive. Curiosamente é dos poucos exemplos de um jogo ter saído no Japão e territórios PAL, mas não ter saído no mercado norte americano. O meu exemplar foi comprado numa CeX algures no mês passado, tendo surgido por 4€. Comprei online, na esperança de estar completo, o que infelizmente não foi o caso. Benvindo Portugal, à CeX roulette no que diz respeito ao retro!
Jogo com caixa
Basicamente o objectivo deste jogo é o de ser campeão de Wrestling, sendo que para isso teremos de enfrentar diversos oponentes espalhados pelos Estados Unidos e no fim lutar contra os detentores de 2 títulos: Sega Wrestling Federation e Sega Wrestling Alliance. Temos também um modo para 2 jogadores, que sinceramente nem experimentei.
Quando esta barra surgir no ecrã, é tempo de button mashing!
Como em muitos jogos de wrestling, o objectivo em cada combate é o de desgastar o oponente, para que depois o dominemos durante algum tempo, até que o árbitro do combate conte alguns segundos e nos atribua a vitória. Os botões faciais da Mega Drive servem para dar socos, pontapés ou agarrar o adversário, sendo que os mesmos botões poderão despoletar acções diferentes consoante o contexto. Por exemplo, com um oponente no chão, o botão A serve para pegar nele, o B para o pisar com pontapés, e o C para nos debruçarmos sobre o oponente para o dominar. Muitas vezes os combatentes agarram-se uns aos outros, surgindo uma “power bar” no ecrã. Aqui a ideia é pressionar o mesmo botão muito rapidamente, para que a balança penda para o nosso lado e conseguirmos depois agarrar o adversário com sucesso. Cada lutador possui também uma barra de vida, ou stamina, que quanto mais baixa for, mais difícil será o lutador recuperar de um pin, ou seja, quando temos alguém debruçado sobre nós no chão do ringue.
Os lutadores até que possuem alguns detalhes interessantes como diferentes expressões faciais, mas raramente vemos a nossa personagem de frente
No que diz respeito aos audiovisuais, as sprites dos lutadores têm um aspecto cartoony, o que sinceramente até me agrada, e são supostamente inspiradas noutros wrestlers famosos do final da década de 80. A versão Japonesa possui como protagonista um clone de Hulk Hogan, cuja sprite foi alterada na versão Europeia para a de um lutador mais genérico, certamente para evitar conflitos de licenças. As expressões faciais dos lutadores quando nos combates são também bem conseguidas e sinceramente a única coisa que me incomodou mesmo é a câmara do jogo. Isto porque vemos sempre as costas da nossa personagem e quando o mesmo se vira para o ecrã, o jogo altera a perspectiva para as costas dele uma vez mais. Mas faz isso de uma forma muito rápida, a transição é um bocado estranha. De resto, nada a apontar aos efeitos sonoros e as músicas são agradáveis.
Portanto este Wrestle War é um jogo de wrestling simples e com raízes completamente arcade. Para quem for fã do género, creio que a Mega Drive possui jogos de wrestling oficiais da WWF com mais qualidade como um todo do que este.
Há muito tempo atrás, quando terminei o Sonic Rush no meu fiel flashcart para a Nintendo DS, peguei logo a seguir na sua sequela, o Sonic Rush Adventure. Mas tal como o anterior, andava a ver se o apanhava usado a um preço próximo dos 5€, o que nunca tinha chegado a acontecer. Então no passado mês de Dezembro comprei ambos numa CeX, este já estava nos 8€, mas ficou-me um pouco mais barato pois levei alguns repetidos à troca para atenuar no preço.
Jogo com caixa, manual e papelada
Este Sonic Rush Adventure mistura então os conceitos de um jogo de plataformas com os de aventura. E na parte das plataformas, as mesmas mecânicas introduzidas no Sonic Rush estão novamente aqui presentes: é um jogo maioritariamente 2D, cuja acção atravessa os 2 ecrãs da Nintendo DS. Podemos jogar uma vez mais com Sonic, e mais tarde também Blaze regressa, ambos com as mesmas mecânicas introduzidas anteriormente. A tension bar está novamente aqui presente, cuja se vai enchendo sempre que fizermos alguns truques enquanto estivermos pelo ar. Esta barra pode ser depois gasta ao dar um boost extra de velocidade tanto a Sonic como a Blaze, tornando-os invencíveis enquanto temos esta habilidade activa. Também tal como no anterior, o jogo possui alguns elementos 3D, não só nos confrontos com os bosses, que sinceramante agora até são mais apelativos, mas também em alguns segmentos “on rails” durante os níveis em si, como por exemplo nas partes onde conduzimos um minecart, ocasionalmente poderemos atravessar um túnel em 3D.
Na nossa base de operações podemos falar com os NPCs e traçar rotas para explorar
Para além de tudo isto, temos também uma grande componente de aventura e exploração. Mas antes de as abordar, deixem-me só fazer um pequeno parêntesis na história: Sonic e Tails viajam na famosa avioneta da raposa para investigar uma misteriosa fonte de energia. Entretanto são arrastados por uma enorme tempestade e na manhã seguinte acordam na praia de uma ilha tropical, sendo salvos pela Marine, uma guaxinim muito chata. Para tentarem voltar a casa, terão de explorar o arquipélago à sua volta, descobrindo pelo meio piratas robóticos que estão a tramar alguma coisa e a Blaze, que acaba por se juntar a Sonic na sua aventura. Então a ilha onde demos à costa acaba por ser a base de operações e o ponto de partida para o oceano que a rodeia. Inicialmente dispomos apenas de uma moto de água que nos permite explorar apenas as imediações da ilha, onde não só poderemos descobrir outras ilhas grandes que albergam o conjunto normal de 2 níveis + um boss, bem como poderemos encontrar ilhas menores, com níveis de plataformas bastante mais simples. Todas estas ilhas e os níveis que jogamos também nos oferecem matérias primas que poderemos usar posteriormente para construir outros meios de transporte, como um barco capaz de viajar distâncias maiores, um hovercraft que permite viajar sobre o gelo e por fim um submarino que nos permite viajar debaixo de água, todos eles nos permitirão alcançar algumas ilhas adicionais que avançam a história principal.
Os níveis são variados, coloridos e muito bem detalhados
Quando viajamos num destes meios de transporte, as viagens são mini-jogos com mecânicas diferentes, onde teremos vários obstáculos pela frente até alcançarmos a meta, ou seja, o ponto de chegada da rota que traçamos inicialmente. Estes mini-jogos são também inteiramente em 3D e usam o touchscreen da Nintendo DS, não só para mover o veículo, bem como para disparar sobre os inimigos que nos surgem pela frente. E estas mecânicas são inteiramente diferentes de veículo para veículo. Para além de tudo isto teremos vários NPCs com os quais poderemos interagir na nossa base. Alguns desbloqueiam-nos upgrades cosméticos, outros dão-nos missões adicionais para cumprir, caso desejemos. Estas consistem em desafios como chegar ao final de um nível dentro de um tempo limite, defrontar um boss numa versão mais complicada, coleccionar um determinado número de anéis ou derrotar um certo número de inimigos num nível, entre outros.
Para conquistar as esmeraldas caóticas temos de vencer umas corridas de moto de água
Depois claro, podemos chegar ao “fim” do jogo, mas para alcançar o seu verdadeiro final, lá teremos de coleccionar uma vez mais 14 esmeraldas: as tradicionais sete Chaos Emeralds do mundo do Sonic, mais sete Sol Emeralds do mundo de Blaze. Para as Chaos Emeralds, desta vez não precisamos de entrar em níveis bónus durante os níveis normais. Ao navegar pelos oceanos, ocasionalmente somos surpreendidos pelo pirata Johnny que nos desafia para uma corrida de moto de água. Se chegarmos à meta à sua frente, ganhamos uma Chaos Emerald. Algumas corridas no entanto serão demasiado complicadas, pelo que teremos de fazer um upgrade à nossa mota de água para o conseguir vencer. Estes upgrades a veículos apenas são desbloqueados após chegarmos ao final normal do jogo, e uma vez mais precisarão de recursos que nos obrigam a rejogar alguns dos níveis previamente desbloqueados. As Sol Emeralds são desbloqueadas ao jogar algumas missões adicionais especialmente concebidas para esse efeito. Uma vez coleccionadas todas as esmeraldas, lá desbloqueamos o verdadeiro boss final. Para além de tudo isto, Sonic Rush Adventure possuia também uma componente multiplayer que sinceramente nunca cheguei a explorar.
Os segmentos em 3D também estão bem detalhados tendo em conta as capacidades da portátil
De resto, do ponto de vista audiovisual, este Sonic Rush Adventure é um jogo bem conseguido. Os níveis principais atravessam uma vez mais diversos mundos diferentes, alguns típicos dos Sonics, como as florestas verdejantes, ruínas de templos ou zonas mais industriais, desta vez com uma temática mais steampunk. Os gráficos 2D estão muito bem detalhados e o 3D, dentro das limitações da Nintendo DS, também está muito bem conseguido, principalmente os bosses que enfrentamos, agora bem mais detalhados e variados entre si. As músicas são outro ponto forte no jogo, sendo bastante agradáveis e muito variadas dentro dos géneros musicais.
Portanto, devo dizer que até gostei deste Sonic Rush Adventure. Por um lado continuo a não apreciar assim tanto as mecânicas da Tension Bar, bem como o número de abismos sem fundo em alguns níveis, mas a Sonic Team e a Dimps estiveram bem em colocar todos estes elementos extra de aventura no jogo. A narrativa peca no entanto pelos seus diálogos longos e algo infantis, mas este é um jogo do Sonic, não posso esperar por uma história mais madura, mas se os diálogos (e a Marine como um todo) não fossem tão chatos teria sido bem melhor.
Quando fundei este blog, a minha ideia sempre foi a de documentar os jogos que iam entrando na minha colecção, à medida que os fosse jogando. O texto poderia ser longo, bem como apenas meras linhas, embora nunca tenha escrito tão pouco a menos que o artigo em si fosse de alguma versão/conversão de algo que já cá tenha trazido anteriormente. Com este Brian Lara Cricket apetece-me mesmo resumir “Eu não percebo nada deste desporto, mas tecnicamente até que é um jogo bonito”. Na altura era muito mais selectivo com os jogos que comprava, portanto nunca me passaria pela cabeça em comprar um jogo de cricket, ou outros desportos mais estranhos para nós portugueses, como futebol americano, basebol ou rugby. Actualmente vejo as coisas de forma diferente, talvez até por a oferta ser muito menor. Para algumas consolas que me digam mais, como é o caso das Sega e retro-Nintendo, se me aparecer algo à frente barato o suficiente, adiciono à colecção. Continuo sem a pretensão de fazer um fullset, mas para certos sistemas deixei de ser tão selectivo. Foi o que aconteceu com este Brian Lara Cricket, que veio junto de um bundle de vários jogos de Mega Drive que comprei algures no mês atrás.
Jogo com caixa e manual
Pelo pouco que percebi do cricket, possui algumas semelhanças com o baseball, na medida em que alguém lança uma bola, e outro jogador com um taco esquisito tem de lhe acertar. Enquanto a bola vai no ar, dois jogadores da mesma equipa correm entre si, trocando de posição. Quando alguém agarra a bola, terá de a atirar de volta para essa àrea principal de jogo, onde se houver alguém dos que estavam a correr, fora das suas posições, contará como pontos da equipa adversária. Por outro lado, para quem atirar a bola, se conseguirem atingir a estrutura de madeira que fica atrás dos batters, também se ganha qualquer coisa. Certamente que existirão mais regras, mas confesso que não tive a paciência necessária para aprender mais.
Graficamente o jogo até que é bem detalhado… o desporto é que é mesmo desinteressante.
Do ponto de vista técnico, no entanto, pareceu-me ser um jogo muito bem conseguido, em particular no foco que é dado na parte dos lançamentos da bola. Aí vemos os jogadores bem detalhados e animados! No que diz respeito aos menus e interfaces com o jogador, as coisas também são visualmente agradáveis e funcionais. Nada a apontar aos efeitos sonoros, e as músicas, que habitualmente apenas ocorrem nos menus e afins, não são memoráveis, mas não deixam de ser agradáveis.
Portanto este Brian Lara Cricket obrigou-me a perceber um bocadinho mais do desporto, mas sinceramente não me deixou com vontade de o explorar mais. Pelo que se um dia apanhar o Brian Lara Cricket 96 baratinho, não me estou a ver a escrever um artigo mais elaborado que este.
Vamos a mais uma rapidinha a um jogo desportivo, eu avisei que este mês iriamos ter vários, principalmente na Mega Drive, pois arranjei no mês passado um bundle considerável de jogos, a maioria de desporto. O que cá trago hoje é o NHL 97, mais uma iteração da já longa série de desporto da Electronic Arts. O primeiro jogo NHL na Mega Drive era simplesmente intitulado de NHL Hockey, tendo sido lançado exclusivamente no mercado norte-americano em 1991. Este já saiu 5 anos depois e nota-se bem a evolução que o desporto teve na Mega Drive.
Jogo com caixa
Aqui dispomos de vários modos de jogo, desde partidas amigáveis, passando por diversos tipos de outras competições mais longas, como um modo temporada completo, ou outros torneios por playoff. Dispomos de um número considerável de equipas norte-americanas e canadianas para jogar e, pelo menos no modo temporada, temos também uma vertente de team management, onde poderemos contratar e dispensar jogadores da nossa equipa. Também incluido, como práctica, são uma série de minijogos feitos precisamente para testar as nossas skills no jogo. O puck control relay obriga-nos a manobrar o disco por uma série de obstáculos, passá-lo ao jogador seguinte e repetir. O puck blast, é simples, simplesmente temos de rematar à baliza e o jogo informa-nos posteriormente da velocidade do disco. O reaction time coloca-nos no controlo do guarda-redes, onde teremos de defender 10 remates sequenciais (por defeito podemos controlar o guarda-redes durante as partidas normais). Por fim temos o accuracy shooting, onde o objectivo é rematar a bola e atingir uma série de alvos, o máximo número de vezes dentro de um tempo limite. São pequenos desafios que ajudam a dominar o controlo do jogo e sinceramente foram uma surpresa muito benvinda!
Os skill challenges são uma maneira interessante de aprendermos os controlos do jogo
A nível audiovisual, sinceramente acho este jogo muito apelativo, mas não tenho o NHL 96 para servir de comparação. Os movimentos dos jogadores estão muito bem animados, bem como o seu detalhe das sprites. A acção é fluída e bom, no que diz respeito ao som, este foi uma óptima surpresa! Por um lado as músicas que vamos ouvindo nos menus são excelentes e bem apelativas, por outro lado, durante as partidas em si, o som também está bem conseguido. Conseguimos ouvir todos os grunhidos dos jogadores quando colidem entre si, a excitação do público, e aquelas pequenas melodias em orgão que habitualmente ouvimos durante as partidas.
Durante as temporadas, podemos não só criar jogadores de raiz, bem como contratar jogadores de outras equipas
O jogo possui também uma versão 32bit, para PC, Saturn e Playstation, que naturalmente possui um nível de detalhe maior, embora sinceramente acho que esta versão 16bit, pela sua jogabilidade fluída e visuais 2D bem aprimorados, tenha resistido bem melhor ao teste do tempo. É também o último NHL da EA a sair oficialmente para a Mega Drive na Europa. Os norte americanos ainda receberam, exclusivamente o NHL 98, que pelo que vi, pouco de novo traz.
A única memória que tenho do Europeu de 96 é a de estar numa grande festa da empresa onde o meu pai trabalhava e, a certo ponto, aparecerem uma série de homens chateados pela selecção nacional ter perdido um jogo que os eliminou da prova. Lembro-me bem mais deste jogo para a Saturn, que tinha sido lançado pouco antes do torneio começar. Produzido pela Gremlin Interactive, esta é uma adaptação do seu Actua Soccer (até então, exclusivo da Playstation), mas inteiramente dedicado ao torneio Europeu, tendo obtido as devidas licenças. A Sega aproveitou e incorporou o jogo na sua linha Sega Sports, tornando este lançamento exclusivo para a Saturn (e PC) e apenas lançado em solo Europeu. De certa forma percebe-se o porquê, até porque os únicos jogos de futebol que estavam disponível até à data eram ainda o International Victory Goal e FIFA 96, com outros jogos de futebol a sairem mais tarde no ano de 1996. O meu exemplar foi comprado num bundle de vários jogos para a Saturn algures em Lisboa, há uns bons meses atrás.
Jogo com caixa e manuais
Dispomos aqui de vários modos de jogo, desde partidas amigáveis, um modo treino e a competição oficial, onde poderemos escolher qualquer uma das selecções que tinham sido qualificadas para o evento. Teoricamente os controlos são simples, com um botão para passar, outro para rematar, outro para correr e um outro para alternar de jogador quando não temos a posse da bola. Uma das coisas que achei engraçado é a maneira como o indicador do jogador seleccionado muda conforme a situação. Se não tivermos a posse da bola o indicador é circular. A partir do momento que temos a posse da bola o indicador torna-se triangular, começando a piscar se o CPU detectar que estamos numa boa posição para rematar à baliza. Se por acaso o indicador se tornar na forma de quadrado, quer dizer que estamos numa boa posição para cruzar para a área, bastando para isso pressionar o botão de passe. A bola irá então automaticamente sendo cruzada para a área e, caso haja algum jogador da nossa equipa pronto para receber a bola, o seu indicador surge como uma estrela, onde depois de pressionar o botão de remate, o jogador irá fazer-se à jogada e rematar de primeira ou cabecear. É um conceito interessante, embora demore um pouco a habituar. Ah, e aqui também temos o after touch para remates e passes longos, onde depois da bola ser disparada podemos arquear a sua trajectória ao pressionar o botão direccional na direcção pretendida. De resto contem com uma série de opções habituais, como alterar a formação táctica das equipas e os seus jogadores. Ao longo de cada partida podemos também alternar entre diferentes ângulos de câmara, alguns bastante dinâmicos mas que nos prejudicam a área visível de jogo, outros mais amplos que já nos dão maior controlo.
O jogo possui uma série de ângulos de câmara mais dinâmicos que até podem parecer bonitos em movimento, mas não dão muito jeito
A nível audiovisual, convém referir que este é dos poucos jogos que conheço na Sega Saturn que possui menus em português. De resto, graficamente era um jogo minimamente detalhado, embora naturalmente que tenha envelhecido bastante mal com o tempo. Possui comentários em inglês durante as partidas, embora não sejam nada do outro mundo. Mas é engraçado que o comentador tenha gravado o nome de cada jogador, e o enuncie com entoações diferentes consoante o contexto. Os restantes efeitos sonoros são competentes, desde os ruídos e cânticos do público, como os restantes barulhos normais de cada partida. As músicas são agradáveis, embora apenas toquem fora das partidas, como seria de esperar.
Graficamente é um jogo que envelheceu muito mal, como seria de esperar
Este UEFA Euro 96 é então um Actua Soccer inteiramente dedicado ao campeonato Europeu desse ano, com muitas mecânicas de jogo a serem herdadas do seu lançamento original na Playstation. Não é um jogo que tenha envelhecido bem, mas na altura até que era divertido quanto baste.