Soviet Strike (Sega Saturn)

Soviet StrikeO Desert Strike é um dos meus jogos preferidos da era 8/16bit, tendo sido um excelente jogo de acção com alguns conceitos de estratégia militar. Com o sucesso de Desert Strike, vieram as sequelas Jungle e Urban Strike, tendo sido lançadas maioritariamente tendo em vista as consolas 16bit. Com as consolas 32bit em força no mercado, foi altura de o próximo jogo da série tirar partido das possibilidades oferecidas pelos novos hardwares e nasceu assim este Soviet Strike, sendo inclusivamente o único jogo da série a ser lançado na Sega Saturn. Se a memória não me falha, o jogo entrou na minha colecção ao ter sido comprado na feira da Ladra em Lisboa algures em 2013 e o seu preço não deverá ter sido superior a 6€.

Soviet Strike - Sega Saturn
Jogo completo com caixa e manuais

Tal como o nome do jogo indica, desta vez lutaremos contra a ameaça soviética. Na verdade em 1997 já há muito que a União Soviética tinha deixado de existir, mas uma antiga facção ligada ao KGB está aparentemente a tramar algumas. O jogador toma assim mais uma vez o papel de um piloto de helicóptero, mas desta vez pertence a um grupo militar norte-americano ultra-secreto (STRIKE) que nas suas operações encobertas trava batalhas de forma a impedir que guerras venham a acontecer. A apoiar-nos durante as missões temos o general Earle, um hacker bizarro e Andrea, uma agente Strike com a profissão infiltrada de repórter de imprensa, que nos vão dando os briefings de cada missão e algumas dicas também.

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O jogo passa-se em diferentes territórios ex-Soviéticos, não apenas na Rússia

Tal como os jogos anteriores, este Soviet Strike está dividido em vários níveis bem grandinhos, onde em cada nível temos várias missões a desempenhar, tais como destruir radares, tanques inimigos, armas de destruição massiva, resgatar prisioneiros de guerra, prender líderes inimigos, entre várias outras. E também tal como os jogos anteriores, a ordem das missões convém serem respeitadas de forma a facilitar um pouco mais as coisas ao longo do nível. Por exemplo, destruir os radares inimigos faz com que os inimigos percam alguma da sua capacidade de nos emboscar. Também algumas missões só ficam desbloqueadas após termos concluído a anterior.

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Este é Hack, e como o nome indica é o hacker de serviço. O que raio tem ele na cabeça?

De resto para quem jogou Desert Strike a jogabilidade é muito semelhante. A grande diferença está em apenas podermos conduzir o helicóptero, ao contrário do Jungle e Urban Strike que a certo ponto nos deixavam conduzir outros veículos. De resto continuamos a ter de gerir os recursos como munições, combustível e armadura do helicóptero, forçando-nos a procurar no campo de batalha por esses “mantimentos”. A outra diferença está também na câmara que deixou de ser isométrica, porém continua com uma perspectiva muito parecida, mantendo assim a mesma identidade à série. Neste jogo também deixou de acontecer o nosso helicóptero perder-se de vista por detrás de algum edifício alto, pois ele sobe e desce dinamicamente, deixando assim de ser possível embater nesses edifícios também.

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Como sempre, as missões devem ser jogadas pela ordem atribuída, por razões estratégicas

Graficamente não é o jogo mais impressionante de sempre, os modelos em 3D poligonal são simples e eficazes, já os bonequinhos que representam humanos parecem-me directamente retirados dos clássicos da Mega Drive. O fundo de cada nível tem boas texturas, tendo supostamente sido criados com recurso a imagens reais retiradas por satélite. A inteligência artificial dos inimigos também me parece boa tendo em conta os jogos anteriores. Aqui os inimigos são mais eficazes nas suas emboscadas e é frequente sermos “sodomizados à bruta” pelos veículos armados inimigos, em especial nos últimos níveis. As músicas é que me deixam um pouco de pé atrás, mais na sua qualidade, visto algumas mais parecerem chiptune do que propriamente red book audio. O jogo está também repleto de várias cutscenes em full motion video, que comparando com a versão Playstation ficam um bocadinho a desejar na qualidade, fruto de a Sega Saturn não ter nativamente codecs vídeo tão bons assim. Essas cutscenes existem em demasia, antes de cada nível, depois, e mesmo durante, ao completar algumas missões ou em acontecimentos chave. E isso até nem me chatearia, se eu não achasse todos os diálogos, ou as representações dos actores muito cheesy e over the top. Preferia de longe as coisas mais “terra-a-terra” e simplificadas dos primeiros jogos. Aqui a trama acaba por ficar mais confusa mesmo por causa de todas essas cutscenes exageradas.

Mas ainda assim, apesar de ter alguns defeitos, Soviet Strike não deixa de ser um jogo bastante sólido e quem gostou dos clássicos de 16bit certamente não irá desgostar deste novo jogo. Depois do Soviet Strike a EA ainda lançou cá para fora o Nuclear Strike, que nas consolas apenas abrangiu a Playstation e a Nintendo 64. Tenho pena de a série não ter continuado (sem contar com uma conversão do Desert Strike para a Gameboy Advance), mas vindo da Electronic Arts tenho muito receio de uma eventual sequela vinda por eles.

Die Hard Arcade (Sega Saturn)

Há pouco tempo quando escrevi sobre o Die Hard Trilogy para a Sega Saturn, referi que em breve falaria de um outro jogo da franchise. Claro que me estava a referir a este Die Hard Arcade, também para a plataforma de 32bit da Sega. Die Hard Arcade é um beat ‘em up em 3D bastante divertido, apesar de ser curtinho como muitos jogos arcade da Sega. No Japão o jogo é conhecido como Dynamite Deka, com a franchise Die Hard ser apenas “aproveitada” no ocidente devido a várias similaridades existentes entre o jogo e o primeiro filme. O Dynamite Deka é mais conhecido por cá na sua sequela, Dynamite Deka 2 para a Sega Dreamcast, que chegou cá como Dynamite Cop.

Die Hard Arcade - Sega Saturn
Jogo completo com caixa e manual

Este jogo entrou na minha colecção algures durante 2013, tendo sido comprado na Cash Converters de Alfragide por 4€, um excelente preço tendo em conta a procura do jogo. Podem ler a minha análise completa ao Die Hard Arcade no site da PUSHSTART.

World Cup Italia ’90 (Sega Master System)

WorldCupItalia90-SMS-EUJá que ando numa de artigos sobre sistemas 8bit, cá fica mais uma “rapidinha” a um dos vários jogos de futebol existentes para a Sega Master System. World Cup Italia ’90, tal como o nome indica é o jogo “oficial” da edição de 1990 do campeonato do mundo de Futebol. O “oficial” esteve entre aspas, pois existem diversos jogos sobre o mesmo tema lançados especialmente em computadores em território europeu, como Amiga, Commodore 64, Atari ST, entre outros. A versão que tem o dedo da Sega saiu para a Mega Drive e para a Master System, versão que aqui trago para análise. Este jogo em particular foi comprado num bundle de uns 7 jogos de Master System que tinha comprado há uns bons anos atrás, por um valor irrisório.

World Cup Italia 90 - Sega Master System
Jogo com caixa e manual multilingue

No Brasil o jogo é conhecido como Super Futebol II (com o primeiro a ser o World Soccer), e essa versão eu também a possuo na minha colecção, com a colectânea “Portuguese Purple” Gamebox Série Esportes, de onde também se inclui o Great Volley e o primeiro Wimbledon. Mas noutra altura abordarei melhor essa colectânea.

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Ecrã-título

Este jogo apresenta 3 diferentes modos, o World Cup, Test Match e Penalty Kick Contest, onde apenas o primeiro é exclusivamente singleplayer. No modo de World Cup funciona precisamente como a competiçao oficial se tratasse, começando pela fase de grupos até à final. A diferença é que podemos não só escolher qualquer uma das 24 selecções que fizeram parte da competição, como podemos escolher uma de 6 selecções bónus que tomam o lugar no grupo de uma outra. Infelizmente Portugal não consta da lista, mas pronto, são outros tempos. O Test Match e Penalty Kick Contest dão para 2 jogadores e tal como o nome indica, o primeiro é apenas um jogo amigável, o segundo é uma competição de grandes penalidades. Nestes 2 modos de jogo também temos as 30 selecções disponíveis.

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O campo é demasiado pequeno para tanto jogador. E são só 8 por equipa!

As equipas têm os seus pontos fortes e fracos, pelo que antes de escolher uma selecção a jogar podemos observar as suas estatísticas para velocidade, kick, capacidade ofensiva e capacidade defensiva. Obviamente que quanto maiores forem os números, melhor é a equipa nesse ponto. O jogo toma uma perspectiva aérea, e infelizmente os controlos não são os melhores, principalmente quando não se tem a bola, onde é muito difícil chegar à bola antes do adversário. O facto de o campo ser tão pequeno para todos os jogadores em campo (ou os jogadores serem grandes demais, escolham a que melhor convém), também dificulta um pouco as coisas, pois é muito frequente ficar uma multidão de jogadores num espaço curto.

Graficamente o jogo começa muito bem, com um bonito ecrã título e boas animações na selecção de equipas ou nos penalties. Já no jogo em si, não gostei das cores escolhidas para o campo, e a Master System é capaz de melhor neste campo. Os efeitos sonoros são OK, tendo em conta o hardware, já a música também não deixa grandes memórias.

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O modo campeonato do mundo dá para um jogador apenas.

No fim de contas, para quem gostar de jogos de futebol com esta perspectiva, então as versões Master System do Sensible Soccer ou Super Kick Off parecem-me ser alternativas bem melhores. Mas também quem estou a enganar? O público alvo deste género de jogos hoje em dia continuará a preferir jogar os novos PES ou FIFA.

Ninja Gaiden (Sega Game Gear)

screenshotApós os 3 jogos da série Ninja Gaiden para a NES, a Sega adquiriu a licença do nome Ninja Gaiden para alguns lançamentos para as suas consolas. Mas ao invés de converter alguns dos jogos já lançados, a Sega optou por desenvolver jogos inteiramente novos. Um desses lançamentos é este próprio Ninja Gaiden para a Sega Game Gear que trago cá hoje. O jogo entrou-me na colecção algures no final do ano passado, tendo sido comprado na feira da Ladra em Lisboa por um valor que andou entre o 1 ou 2€, já não sei precisar. É apenas o cartucho, pois tal como todas as consolas com jogos em caixas de cartão, o coleccionismo do conjunto completo é muito mais difícil. No entanto se um dia vir a arranjar o jogo completo, editarei este post. Edit: Recentemente arranjei uma versão completa, que veio cá parar através de um amigo.

Jogo com caixa e manual

Apesar de ser apenas intitulado de Ninja Gaiden, tal como o da Master System o é, apesar de ser um jogo inteiramente diferente, é provavelmente um dos únicos jogos onde a palavra Gaiden faz mais sentido em toda a série. Gaiden quer dizer algo como side-story, ou digamos uma história alternativa que não pertence à série principal. Aqui controlamos na mesma o ninja Ryu Hayabusa, que tenta descobrir quem tentou roubar a sua preciosa espada Dragon Sword, coisa que vai escalando desde um simples assaltante, a um traficante de armas até ao ponto de chegar a um ser demoníaco que queria usar os poderes da espada para começar uma terceira guerra mundial e dominar o mundo.

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Apesar do copyright de 1988, o jogo não tem nada a ver com os originais

Ao contrário dos Ninja Gaiden clássicos que eram desafios brutais de platforming, este jogo é bem mais simples e linear, parecendo-se muito mais com o primeiro Shinobi no level design. Especialmente nos primeiros níveis apenas temos de ir sempre em frente, atacando alguns inimigos e pouco mais. Depois nos níveis finais as coisas já ficam um pouco mais exigentes e ainda existe um nível intermédio em que temos de escalar um arranha-céus, tal como o Spider-Man, evitando obstáculos que caem do céu, ou outros inimigos que estupidamente dão saltos kamikaze para a sua morte. A jogabilidade é a de um simples hack and slash, com um botão para saltar, outro para atacar. Mas ao longo do jogo podemos encontrar powerups, desde items que regeneram vida, ataques mágicos ou diversas armas secundárias, embora só possamos carregar com uma. Para usar essas armas secundárias temos de pressionar para cima e no botão de ataque, algo que pode parecer algo confuso no início, mas já foi utilizado em muitos outros sidescrollers. Os poucos botões disponíveis assim o exigem…

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Este boss é incrivelmente fácil.

Graficamente é um jogo muito interessante e ao mesmo tempo aborrecido em algumas partes. Isto porque alguns níveis são bastante simples e pouco detalhados, mas por outro lado existem várias cutscenes que se desenrolam entre cada nível, o que embora seja algo que os Ninja Gaiden já nos habituaram, não é algo tão comum assim numa Game Gear. Até porque as cutscenes por vezes são mais longas que os níveis propriamente ditos. De resto, ainda nos gráficos, o jogo comporta-se bem e nesse aspecto é superior ao Ninja Gaiden da Master System, por culpa da maior paleta de cores da Game Gear, que permite ter alguns níveis bem coloridos. As músicas é que são uma lástima na minha opinião. Apenas um ou outro tema escapa, o resto é muito desinspirado.

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Os Japoneses e as suas canas de bambu…

Mas o grande problema deste jogo é mesmo a sua curta duração. Após conhecer bem os níveis e os padrões de ataque dos bosses – que convenhamos não são assim tão difíceis – é possível terminar este jogo em torno dos 20 minutos, incluindo as cutscenes, o que é de facto muito pouco, mesmo para um jogo de uma portátil. Fossem os níveis maiores e em maior número, estava aqui um jogo de peso para a Game Gear. Sendo assim o Shinobi II fica com o título de melhor jogo ninja para a consola, na minha opinião.

Jurassic Park (Sega Master System)

JurassicPark-SMS-PT-mediumO Jurassic Park foi o primeiro filme que fui ver ao cinema, corria o ano de 1993 e tinha eu na altura uns 7 anos. Ainda mal lia as legendas, mas só ver aqueles bicharocos no ecrã gigante já valia completamente a pena. Sim, tal como muitos de nós jovens nerds desta geração, também tinha um fascínio por dinossauros. E o Jurassic Park, filme tão badalado como foi, necessitava também de uma adaptação a videojogos. E curiosamente, existem inúmeras adaptações deste filme, desde a NES, Arcade, Gameboy, Mega-CD até aos PCs, quase todas elas diferentes entre si e com sequelas também distintas. A versão Master System que aqui trago é idêntica à da Game Gear, sendo esta mais uma das Portuguese Purples. Custou-me algo entre os 5€ e os 7€ na Feira da Ladra em Lisboa, algures em 2013.

Jurassic Park - Sega Master System
Jogo completo com caixa e manual. Versão Portuguese Purple

O jogo segue muito ligeiramente a história do filme. Encarnamos no Dr. Grant, reconhecido paleontólogo, com a função de visitar diversas secções do parque jurássico e aprisionar vários diferentes dinossauros que escaparam das suas “jaulas”. O jogo começa com um mapa da ilha, onde podemos escolher livremente um de 4 diferentes níveis. O 5º e último nível está bloqueado, apenas o podemos jogar em último lugar e mesmo assim para o desbloquar temos de encontrar todos os tokens com as letras JP, que estão espalhados nos vários níveis, tendo nós de derrotar os dinossauros que os carregam. Infelizmente não dá para ver quais os dinossauros têm esse item, pelo que o ideal é mesmo “matá-los” a todos.

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O colorido ecrã título

Os níveis estão divididos em duas partes: na primeira vemos o Dr. Grant a conduzir de jipe pelo parque e temos de o proteger de todos os dinossauros que o atacam, a segunda parte já é mais tradicional de um jogo de plataformas/sidescroller. Voltando ao início, estes segmentos em que o Dr. Grant viaja num jipe assemelham-se a um pseudo-lightgun game. Vemos uma mira no ecrã e com o botão direccional temos de apontar para os vários dinossauros que vão atacando o jipe. Na recta final da viagem temos sempre um dinossauro maior a servir de boss, que precisa de vários tiros para ser derrotado. E sim, tal como no filme, também seremos perseguidos por um T-Rex. Os outros segmentos também como já indiquei são mais tradicionais de um jogo de plataformas, onde nós temos de ir do ponto A ao B, defendendo-nos dos dinossauros que nos atacam e também das adversidades naturais dos níveis. No final de cada um desses níveis de plataformas teremos também um boss.

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Estas perseguições são um bocadinho chatinhas e os gráficos também não ajudam

Tanto nos níveis de perseguição como nos de plataformas, temos uma barra de energia que vai sendo gasta com cada ataque que sofremos e existem vários powerups que podemos apanhar. Estes, para além dos tokens JP que dão acesso ao nível final, consistem em items que regeneram a barra de energia, medkits que podem ser utilizados no ecrã de pausa, ou mesmo novas vidas e continues. Durante as secções em que estamos a ser perseguidos, podemos também encontrar um garrafão de combustível que nos aumenta a barra de energia. Na secção de platforming ao carregar em pausa temos acesso a um pequeno menu, onde para além de podermos utilizar o medkit como já referi acima, podemos também escolher uma de 3 diferentes armas a utilizar. A arma normal dispara projécteis em linha recta, ideais para inimigos que nos ataquem ao mesmo nível. Temos também uma espécie de lança granadas, bons para derrotar os dinossauros voadores e por fim umas barras de dinamite que são atiradas em arco.

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O Visitor Center é o último nível que poderemos jogar, ou não, e tal como no filme, o T-Rex vai aparecer.

Os níveis, apesar de serem poucos, parecem-me bastante variados entre si, ao contrário das perseguições de jipe em que pouca coisa muda. Podemos atravessar florestas repletas de perigos, como plataformas que caem, raios de trovoada ou mesmo incêndios que rapidamente enchem o ecrã de chamas. O Dr. Grant para além de atacar e saltar, pode também agarrar-se a ramos de árvores e subir para cima das mesmas, ou mesmo tectos. Pois tal como no filme podemos também atravesar algumas instalações humanas, como se viu nos filmes quando os velociraptors e o T-Rex andaram a fazer das suas. Graficamente o jogo não é nada de especial, apesar de nos níveis de platforming ter alguns detalhes interessantes, como as árvores a mexerem com o vento. Alguns bosses são bem grandinhos, mas as sprites apresentam algum flickering, especialmente quando lhes andamos aos tiros. Mas o que realmente gostei nos visuais é a elaborada cutscene de introdução, são poucos os jogos que se esmeraram assim tanto. De resto já se viu melhor na Master System, mas também já se viu muito pior. O mesmo pode ser dito dos efeitos sonoros e música.

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A cutscene inicial está muito boa para os padrões da consola

Acho extraordinário o facto de existirem imensas adaptações do primeiro filme Jurassic Park, quase todas elas completamente diferentes entre si (conto pelo menos umas 10, não contanto com sequelas não oficiais como Jurassic Park 2: The Chaos Continues para SNES/GB). Hoje em dia é algo que seria practicamente impossível de se ter, a menos que considerássemos as diferenças notáveis de hardware entre consolas caseiras, portáteis e smartphones/tablets. Mas voltando mais uma vez à versão da Master System, não acho que seja um jogo mau de todo, mas também não se destaca na consola. Pode ser que mais tarde possa analisar uma das outras versões.