Cheese Cat-Astrophe (Sega Master System)

CheeseCatastrophe-SMS-PT-mediumMais uma rapidinha, pois ainda ando a arrotar a rabanadas do Natal. O jogo que trago cá hoje é um jogo da plataformas de mais uma personagem dos Warner Bros, nada mais nada menos que o rato mexicano Speedy Gonzales. E esta é também mais uma edição dos Portuguese Purple, jogos que tiveram um relançamento apenas em solo nacional com esta capa em tons púrpura, cortesia da nossa Ecofilmes. Este exemplar até foi uma oferta de um utilizador do fórum Collector’s Corner, a quem muito agradeço. Só me falta o Sonic Spinball para fechar o set!

Cheese Cat-Astrophe - Sega Master System
Jogo com caixa

Mas sem mais demoras, a história por detrás deste jogo é simples. O gato Sylvester, como sempre, tenta apanhar o pequeno rato, mas como não consegue, decide raptar a sua namorada que agora me falha o nome, e uma série de outros ratos amigos de Speedy, tudo para o atrair e tentar apanhar de uma vez por todas. Então somos largados numa série de níveis de platforming, onde para além de nos esquivarmos de obstáculos e outros bichos como aranhas ou escorpiões gigantes, temos também de encontrar uma pequena chave escondida em cada nível. Ao encontrar essa chave somos levados a uma salinha onde um amigo de Speedy está preso, e simplesmente temos de o libertar. De resto os controlos são simples, com um botão para saltar (e podemos saltar em cima dos inimigos para os derrotar) e um outro botão para atirar chapéus, que podem também servir de arma e coleccionáveis em cada nível.

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Nunca percebi muito bem o que são estes bichinhos escuros, pelo que vou chamá-los de aranhas

Eventualmente, de nível para nível, teremos mais algumas funções extra, como apanhar barras de dinamite e atirá-las para o Sylvester, ou lançar uma corda para subir a outras plataformas às quais não conseguimos saltar directamente. No entanto, apesar de ser simples não achei um jogo tão fácil assim, pois levar dano dos inimigos (principalmente se quisermos conservar os chapéus) é fácil e os saltos não são tão precisos como em outros jogos de plataforma. Mas nem todos os níveis são de platforming puro e duro, temos também os tradicionais níveis em água, que tanto controlamos Speedy numa bóia a descer aparentemente um rio, mas a fugir de vários obstáculos, ou um outro em sidescroller onde nadamos no fundo de uma lagoa.

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Podemos apanhar vários chapéus espalhados nos vários níveis

Nos audiovisuais sinceramente achei um jogo fraquinho. Se por um lado as sprites são coloridas e bem detalhadas tendo em conta que estamos a falar de um jogo de 8bits, por outro lado nos cenários tanto temos níveis com backgrounds bem detalhados, como outroas absolutamente horríveis. O nível em que nadamos debaixo de água é na minha opinião o maior culpado! As músicas sinceramente também achei bastante desinspiradas e simples demais.

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Um dos vários amigos de Speedy que temos de resgatar antes de poder avançar para o nível seguinte

No fim de contas acho este Cheese Cat-Astrophe um jogo de plataformas algo medíocre, que se não fosse por ter este lançamento em Portuguese Purple, pouco me iria preocupar em andar à procura dele.

Marko’s Magic Football (Sega Mega Drive)

MarkosMagicFootballVoltando às rapidinhas para um curioso jogo de plataformas para a Mega Drive. Marko’s Magic Footbal é mais um videojogo europeu da Domark e tal como a lei mandava nos anos 90, é um videojogo de plataformas e sendo um produto europeu, visualmente é também um jogo muito cartoonesco. Mas o que diferencia este jogo dos demais jogos de plataformas que inundavam o mercado nessa época é mesmo o facto de Marko (a personagem principal) atacar os inimigos com uma bola de futebol. Talvez pelo facto de na capa do jogo ter um puto com uma bola de futebol, permitiu-me comprá-lo relativamente barato na cash converters de Alfragide. Creio que me custou uns 3, 4€ e está completo.

Marko's Magic Football
Jogo complrto com caixa e manuais

Então e o que acontece por aqui? Bom, como referi acima, controlamos o jovem Marko, que por coincidência descobre os planos maquiavélicos do Coronel Brown, dono da fábrica de brinquedos Sterling Toys. Ele desenvolveu uma substância viscosa que transforma animais em monstros pegajosos e com isso planeia criar um exército de monstros para controlar a cidade. Marko descobre isso quando os vê a despejar essa gosma tóxica nos esgotos e quando a sua bola de futebol por coincidência rebola para uma poça desse líquido ganha poderes mágicos. Marko tenta então colocar um fim aos planos de Coronel Brown e é aí que entramos.

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Os visuais deste jogo são muito cartoonescos

Os controlos de Marko são simples, um botão para correr, outro para saltar, e por fim o botão C para controlar a bola. Se não a tivermos connosco, basta carregar em C que a bola se teletransporta magicamente para os nossos pés. Depois, usando na mesma o botão C em conjunto com os direccionais podemos chutar a bola em várias direcções ou dar toques de cabeça, que acabam por servir de “ataques aéreos” também. Saltando em cima da bola com o botão B pressionado acaba também por servir de efeito trampolim, permitindo-nos saltar para zonas de outra forma inacessíveis. Claro que temos também uma série de items e power-ups que tanto nos podem apenas dar mais pontos, como vidas extra, ou restaurar a saúde de Marko (os corações). Outros dão-nos invencibilidade temporária ou deixam-nos usar também temporariamente uma metralhadora no lugar da bola (who saw that coming?).

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A fotógrafa à esquerda serve de checkpoint para o caso de perdermos alguma vida.

Graficamente é um jogo bonitinho. As sprites, em especial as do próprio Marko são grandinhas e bem detalhadas, e há uma boa variedade nos níveis que tanto atravessam subúrbios e ruas da cidade, como os próprios esgotos, circos entre outros. Os inimigos mantêm todos um estilo muito de cartoon, como muitos videojogos europeus o faziam. As músicas também vão sendo agradáveis, embora naturalmente a própria versão da Mega CD seja melhor pelo facto de conter red book audio.

Marko’s Magic Football é um jogo de plataformas original e mesmo não sendo uma obra prima, vale a pena pelas suas mecânicas de jogo fora do comum. A versão Mega CD é practicamente idêntica a esta, tirando a banda sonora melhor, e a versão SNES, apesar de não a ter jogado, também não me parece ser muito diferente, mesmo na paleta de cores, a julgar pelos screenshots que espreitei.

Wonder Boy in Monster Land (Sega Master System)

screenshotWonder Boy é um nome envolto em muitas confusões. Todos eles foram desenvolvidos pela Westone e publicados pela Sega, que por sua vez detinha os direitos da franchise e personagem. Ora o primeiro Wonder Boy, que era um simples jogo de plataformas, ao ser convertido pela Hudson para a NES, deu sucesso à série Adventure Island, e por outro lado, na Sega a série evoluiu para o “Monster World”. Noutras plataformas, como a PC-Engine, os jogos ainda são diferentes! Existe um óptimo artigo no hardcoregaming101 sobre esta série que recomendo vivamente a sua leitura. Mas sem mais demoras, este jogo é a continuação directa do primeiro Wonder Boy, e o primeiro jogo na saga Monster World. Foi-me oferecido por um particular, e mesmo não estando num óptimo estado, é para mim um dos jogos obrigatórios desta consola.

Wonder Boy in Monster Land
Jogo com caixa

Mais uma vez o protagonista é o jovem Bock Lee, apelidado de Tom-Tom pelos seus amigos, que tenta salvar a sua terra do dragão Meka que aterrorizou a população e encheu o mundo de monstros, daí o nome de Monster World/Monster Land. Apesar de ainda ser um jogo algo linear e também dividido por níveis, até porque foi um jogo lançado originalmente para arcades, aqui já se introduziram uma série de novas mecânicas de jogabilidade que se tornaram familiares em todos os Monster World seguintes. Isto porque desde cedo nos dão uma espada, com a qual atacamos os inimigos que nos vão deixando moedas, dinheiro esse que poderá ser usado ao visitar uma série de lojas para compras mais equipamento, como diferentes escudos, armaduras ou botas, ou mesmo armas mágicas especiais, como bombas, raios que provocam dano a todos os inimigos no ecrã, etc.

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Em algumas das portas apenas encontramos quem nos dê dicas

Essas lojinhas no início estão representadas como portas e o respectivo ícone a indicar para que se tratam. Mas ao longo do jogo iremos encontrar muitas dessas portas que nos levam a armadilhas, umas com pequenos bosses, outras com bosses mais a sério que são mesmo necessários derrotar para avançar para o nível seguinte. Outras lojas, muitas das vezes até com bom material para comprar, estão invisíveis, tendo de ser encontradas pelo método de tentativa-erro. De resto, para além dos coraçõezinhos que nos vão indicando a vida disponível e que podem ser aumentados ao encontrar os respectivos “heart containers”, temos também timers para avançar no nível, o que também não nos deixa assim muito à vontade para “farmar” mais tempo. Influências de este ter sido um jogo arcade!

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Não precisamos de comprar tudo logo de uma vez, outras oportunidades virão nos níveis seguintes

Graficamente é um jogo muito bem colorido e detalhado, quase ao mesmo nível do Wonder Boy III The Dragon’s Trap, que é na minha opinião um dos melhores jogos de plataformas de sempre. Não existe é uma variedade tão grande de cenários, apesar de existirem desertos, florestas, ilhas, cavernas (incluindo subaquáticas), há sempre uma insistência no mesmo tipo de cores, nomeadamente os amarelos, castanhos, verdes e azuis do céu ou água. As músicas também são boas, embora naturalmente a versão japonesa e o seu suporte ao FM Sound Unit lhe dêm uns 15-0 ao som normal.

Em suma, e embora não seja uma obra prima como o The Dragons Trap, este Wonder Boy in Monster Land já foi um bom ensaio para as mecânicas mais “metroidvania” que foram implementadas de vez nos jogos seguintes. Não, o Wonder Boy III Monster Lair não conta. Quê? Outro Wonder Boy III? A Westone é pior que um filme do David Lynch.

Syd of Valis (Sega Mega Drive)

Syd of Valis

O jogo que aqui trago hoje é um joguinho que nunca esperaria encontrar nas lojas portuguesas. Valis é uma série de videojogos algo obscura, com uma protagonista uma jovem colegial que ganha super-poderes à lá sailor moon e vai para outra dimensão (do mundo de Vecanti) lutar contra um imperador malvado com os habituais planos de world domination. No meu último vídeo de aquisições onde falei deste jogo, disse que era uma espécie de remake do primeiro Valis mas enganei-me redondamente, é um remake do segundo. De qualquer das formas é um jogo que não saiu oficialmente na Europa pelo que mesmo sendo apenas o cartucho, não tive problemas nenhuns em trazê-lo para casa, até porque só me custou uns 3€. Edit: recentemente arranjei um exemplar do relançamento da retro-bit, onde já analisei também o primeiro Valis.

A primeira coisa que acho estranha neste jogo foi o facto de terem mudado o nome da protagonista de Yuko para Syd, o que nem faz muito sentido pois até soa a nome de homem. A outra coisa mais estranha são os seus gráficos, mas já lá vamos. Este é mais um sidescroller e apesar de Yuko (Syd) possuir a espada mágica Valis, pouco andamos a esquartejar o que se atravesse no nosso caminho, mas sim disparar cenas pela espada, soando mais a um Contra que um Shinobi. À medida que vamos progredindo no jogo, que por sua vez está dividido em níveis e subníveis, vamos encontrando muitos bosses, alguns bem fáceis, outros mais chatinhos, mas ao os derrotarmos muitas vezes vamos desbloquear coisas novas. Seja a nossa barra de energia a incrementar, sejam novos modos de fogo, como bolas de energia teleguiadas ou disparos em 3 direcções, ou então novos fatos que por sua vez podem ter melhor defesa ou agilidade. O modo de fogo e a armadura equipada podem ser trocados a qualquer altura. Também temos um ataque especial, uma bomba que dá dano a todos os inimigos no ecrã – muito útil numa ou outra secção do jogo, mas com usos limitados aos itens disponíveis.

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Estes vilões em SD tiram-me do sério

Gosto bastante do grafismo dos Valis em si, pois levam-me aos animes dos anos 80, que eu tanto aprecio, bem mais do que 90% dos animes recentes. Infelizmente neste jogo em particular decidiram torna-lo “cute” com aquilo a que chamam de “super deformed“. Ou seja, bonecos com cabeças e olhos gigantes bem fofinhos. O que me deixa triste, pois também o fizeram para os inimigos que noutros jogos da série sempre tiveram um aspecto bem badass. Isso é o que mais tenho pena neste jogo, pois de resto até é um sidescroller bem porreirinho! Outra coisa que mudaram para pior foram as cutscenes. Nos outros jogos, e em particular nas versões de PC Engine CD devido ao formato de disco, trazem longas cutscenes animadas, já aqui são apenas pequenos retratos falantes e texto em baixo. De resto, as músicas não são para toda a gente, pois usam e abusam daquelas sonoridades mais àsperas que estão presentes em tantos jogos da Mega Drive. Mas gostei particularmente das músicas dos bosses.

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As cutscenes mais sérias dos outros jogos deixaram algumas saudades

Posto isto, um artigo que se tornou numa rapidinha, mesmo este Syd of Valis não ser o melhor dos jogos da série, aliás nenhum deles é particularmente excelente, ainda assim é para mim bastante interessante e fiquei muito contente por o ter encontrado assim do nada. De resto, com a Telenet Japan a ter ido às couves há muito tempo, ainda assim o legado de Valis continuou…. com jogos hentai e manga ecchi. É pena, pois a Telenet Japan, e seus estúdios como a Wolf Team têm um catálogo de jogos interessantes, tanto com pérolas como El Viento, como abortos como Earnest Evans.

Virtua Fighter 5 (Sony Playstation 3)

Virtua Fighter 5 - PS3Voltando à Playstation 3, para mais um jogo de luta que é um autêntico curso superior para o dominar. Depois de um Virtua Fighter 4 bem sucedido que viu 3 lançamentos principais nas arcades e 2 na Playstation 2, chegou a vez de a série entrar no fantástico mundo da alta definição e o primeiro resultado foi este Virtua Fighter 5. Numa primeira vista, para além do notório update gráfico e as novas personagens da praxe, pouco mudou na jogabilidade e modos de jogo disponíveis, não que me queixe. Este jogo foi comprado salvo erro em 2013, na GAME do Norte Shopping por 10€, estando completo e em bom estado.

Virtua Fighter 5 - Sony Playstation 3
Jogo completo com caixa e manual

 

Virtua Fighter 5 começou como sendo um lançamento arcade para o então novíssimo sistema Lindbergh que levou os jogos arcade à alta definição e com belíssimos gráficos. Ao longo do seu ciclo de vida, o jogo levou com muitos updates, conto pelo menos uns cinco, em que para além de balanceamento de personagens foram introduzindo várias novidades. Esta versão Playstation 3 é baseada na Version B arcade, tendo no entanto algum conteúdo extra tal como as versões caseiras do Virtua Fighter 4 o fizeram. E sendo eu um jogador quase casual deste género de jogos, não vou entrar nesses meandros a detalhar o que é que de facto trouxe este jogo de novo, para além de novos golpes, combos e duas novas personagens: a pequena Eileen e o seu Monkey Kung Fu e o wrestler de lucha libre El Blaze.

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Tal como no Virtua Fighter 4 e em muitos outros jogos de luta actuais podemos customizar o aspecto dos lutadores

Para além dos tradicionais modos arcade e versus, temos também o regresso do Quest Mode que já tinha sido abordado no artigo do Virtua Fighter 4 Evolution. Aqui mais uma vez vamos percorrer vários centros de arcade no Japão e participar numa série de lutas contra oponentes baseados em jogadores reais, com estatísticas retiradas do VF.NET. Aqui vamos ganhando pontos de experiência que nos podem fazer subir de ranking (ou descer se perdermos combates) e ganhar items que nos permitem customizer estéticamente as personagens. O grau de customização parece-me maior que no VF4, alguns items podem também ser comprados em lojas com o dinheiro virtual que vamos ganhando no Quest Mode, mas ao contrário do jogo anterior, aqui temos as arcades todas desbloqueadas logo de início. Sinceramente isso já não me parece tão aliciante, pois podemos logo de início combater contra os jogadores mais experientes (e levar uma carga de porrada), retira algum do desafio e sentido de progressão no jogo. No entanto este continua a ser um jogo bastante técnico e bem difícil de dominar.

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O quest mode permite-nos ficar colado ao ecrã durante horas a fio, até ganhar calos nos dedos.

Para ajudar a dominar as mecânicas do Virtua Fighter 5 temos mais uma vez o Dojo mode. Aqui é onde podemos treinar os movimentos de cada lutador, em 3 diferentes variantes: Em Free Sparring podemos fazer o que bem nos apetece contra um oponente inofensivo, em Command Training como o próprio nome indica serve para treinar todos os movimentos de um lutador, é sem dúvida o modo de jogo a experimentar para todos os que querem treinar a sério sem lixar as estatísticas no Quest Mode. Mas ainda dentro do Dojo temos o Time Attack, onde basicamente competimos para ter o melhor tempo possível a dominar os movimentos de cada lutador. Mais um para os masters!

Graficamente é um excelente jogo, como seria de esperar. Os lutadores estão muitíssimo bem detalhados e o mesmo pode ser dito das arenas, que são variadas, tanto em locais naturais, urbanos, ou outros mais tradicionais, como aquelas arquitecturas asiáticas. Qualquer que seja o local, os cenários estão muito bem detalhados e com belos efeitos de luz. Realmente um jogo “next gen“. As músicas são o tradicional da série Virtua Fighter. Tanto temos aquele hard-rockzinho cheio de guitarradas como eu tanto gosto, como outras faixas mais folclóricas com temas asiáticos. Uma boa banda sonora, mas confesso que é algo que não presto assim tanta atenção quando estou é preocupado em não perder um combate.

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Em imagens estáticas pode não parecer, mas este jogo em movimento é belíssimo

Virtua Fighter 5 é então um excelente jogo de luta em 3D, mas não é esta a versão que eu recomendo, a menos que sejam por razões de coleccionismo ou se a encontrarem a um bom preço. A versão Xbox 360, que saiu uns meses depois desta é baseada na Version C Arcade, e para além dos balanceamentos introduzidos na revisão tem suporte à jogatina online devido à estrutura da Xbox Live Arcade. Se bem se lembram, a PSN nos primeiros tempos não era lá grande espingarda. Mas para além disso, embora tenha saído apenas em formato digital, para muita pena minha, a versão definitiva do Virtua Fighter 5 é a Final Tuned, baseada no último update do jogo na Arcade e com muito mais conteúdo, para além de mais 2 lutadores, incluindo o regresso do lutador de Sumo Taka-Arashi.