Dead or Alive 2 (Sega Dreamcast / Sony Playstation 2)

Dead or AliveO artigo de hoje é duplo, para escrever sobre um jogo que me deixou agradavelmente surpreendido e do qual possuo duas cópias físicas para plataformas diferentes. O primeiro Dead or Alive foi um fighter bastante agradável, mas a Tecmo esmerou-se bastante na sua verdadeira sequela (isto porque a versão PS1 do primeiro Dead or Alive é uma espécie de remake do original). E apesar da versão Dreamcast ter sido a primeira versão caseira desta sequela, pouco tempo depois a PS2 recebeu também uma versão com conteúdo extra. E para confundir ainda mais as coisas, aparentemente as versões americanas, japonesas e europeias de ambos os jogos possuem conteúdo diferente entre si. E se há alturas em que é bom sermos europeus e ser os últimos a receber os jogos, esta foi uma delas, porque tanto na Dreamcast como na PS2, ambas as versões são possuem mais conteúdo que as americanas, com a PS2 a sair na mó de cima nesse campo com mais uniformes extra. O jogo da Dreamcast foi comprado na Cash Converters de Alfragide por 7€ há uns meses atrás, o da PS2 sinceramente já nem me lembro mas não terá sido muito caro. Estão ambos completos e em bom estado.

Dead or Alive 2 - Sega Dreamcast
Versão Dreamcast completa com caixa, manual e papelada.

Como não poderia deixar de ser, a história anda à volta de um torneio de artes marciais que atrai lutadores de todo o mundo. A organização do torneio não é propriamente flor que se cheire e há heróis e vilões, todos com diferentes motivações para participarem na competição. No modo história, onde defrontamos 7 oponentes, vamos vendo algumas pequenas cutscenes entre as personagens, em especial aquelas que têm alguma ligação entre si, como a rivalidade de Kasumi e Ayane, ou Tina e o seu pai Bass Armstrong, por exemplo. Achei que foi um pormenor interessante!

Dead or Alive 2 - Sony Playstation 2
Versão PS2 completa com caixa, manual e papelada

A jogabilidade está mais refinada perante o primeiro jogo. Continua à volta do triângulo de blocks, throws e blows, agora com uns counters também à mistura. Os combates são bastante fluídos e os controlos também simples de aprender, embora claro, o jogo tem profundidade técnica suficiente para não nos safarmos apenas com button mashing. Outra novidade muito interessante foi a expansão das arenas. Agora já não temos o conceito de ring-out nem as danger zones do primeiro jogo (excepto no modo survival para a PS2) , mas sim a possibilidade de ir explorando novas áreas, como estarmos a lutar no terraço de um edificio e atirarmos o nosso oponente para o piso debaixo, com o resto do combate a desenrolar-se aí. Torna os combates mais dinâmicos!

Os combates Tag Team permitem alguns golpes especiais em que 2 lutadores colaboram
Os combates Tag Team permitem alguns golpes especiais em que 2 lutadores colaboram

Para além desse modo história, vamos dispondo de muitos outros modos de jogo, como o tradicional versus para 2 jogadores, o time attack para quem gosta de tentar ser o mais rápido possível a vencer uma série de 8 combates, o tag team que permite ter equipas de 2 contra 2, sendo possivel alternar entre lutadores a qualquer altura. Aqui também é interessante denotar que podem jogar até 4 jogadores em multiplayer, tanto na Dreamcast como na PS2 – aqui com recurso ao multitap. Existem também outros modos de jogo como o Team Battle Mode que nos permite construir pequenas equipas de lutadores e colocá-los à pancada de forma sequencial, o Sparring que é na verdade um modo de treino e por fim o Watch Mode que como o nome indica serve apenas para ver o CPU à porrada entre si. A versão PS2 inclui ainda uma série de conteúdo desbloqueável, incluindo uma galeria de imagens em CGI de várias personagens femininas do jogo. Tinha de ser…

Graficamente é um jogo impressionante para a época, com personagens e arenas muito bem detalhados
Graficamente é um jogo impressionante para a época, com personagens e arenas muito bem detalhados

Graficamente é um jogo impressionante, tanto na Dreamcast como na Playstation 2. A primeira versão do Dead or Alive 2 da PS2 foi um tanto polémica pois foi um jogo de lançamento da consola e pelo que o Itagaki diz, a versão que saiu para as lojas estava ainda inacabada, com gráficos algo inferiores à versão Dreamcast. Com o lançamento do Dead or Alive 2 Hardcore nos E.U.A e Europa para a PS2 (aqui apenas chamada de apenas Dead or Alive 2), os grafismos já foram melhorados. Os puristas e fãs die hard da Sega ainda assim afirmam que a versão Dreamcast continua ligeiramente melhor que a PS2 na fluídez e gráficos, mas sinceramente, se realmente houverem diferenças essas são mínimas. Os gráficos estão muito bons, com arenas bem detalhadas e as personagens ainda mais. Já o Dead or Alive original impressionava com as físicas das roupas e cabelos ao vento (já para não falar das físicas dos peitos que ainda estão aqui mais aprimoradas – culpem o Itagaki). As músicas também têm todas uma sonoridade bem rockeira que me agrada bastante e o voice acting é possível manter o original em japonês com legendas em inglês (e no caso da versão europeia com outras línguas também). É algo que me agradou bastante também, porque prefiro de longe o voice acting japonês nestes casos.

Mediante a versão que joguem, terão mais ou menos uniformes alternativos para desbloquear
Mediante a versão que joguem, terão mais ou menos uniformes alternativos para desbloquear

Em suma, acho este Dead or Alive 2 um belíssimo jogo de luta, tanto no seu aspecto visual, desde os gráficos e detalhes propriamente ditos dos cenários e personagens, como para o design de menus e de mensagens no jogo. A jogabilidade também é bastante agradável e contém imensos modos de jogo diferentes bem como conteúdo desbloqueável, o que também é sempre uma nota positiva. Mas não deixa de ser um jogo com versões algo confusas. A versão Dreamcast japonesa é superior à Europeia em conteúdo (incluindo também suporte a jogo online), e apesar da versão PS2 Japonesa original ter sido tecnicamente inferior à Dreamcast, posteriormente a Tecmo relançou no Japão a versão Dead or Alive 2 Hard*Core com ainda mais conteúdo adicional. Como se não bastasse, a Tecmo lançou alguns anos mais tarde a versão Dead or Alive Ultimate, que contém remakes do primeiro e segundo Dead or Alive, com melhores gráficos e ainda mais conteúdo extra. Confusos? Eu também. Mas são todos bons jogos.

Virtua Cop: Elite Edition (Sony Playstation 2)

Virtua CopContinuando pelas rapidinhas da PS2, o título que cá vos trago hoje é uma compilação de dois light gun shooters que fizeram as delícias na minha infância/adolescência. Adorava jogar Virtua Cop nas arcades e também na Sega Saturn, embora vim a ter as versões Saturn na minha colecção muito mais recentemente. Para além dessas, foi lançado para a PS2 esta compilação que traz versões melhoradas dos dois clássicos, em conjunto com mais algum material bónus (mas não se entusiasmem muito com isso). O meu exemplar foi comprado na Cash Converters de Alfragide por cerca de 2€ há uns meses atrás.

Virtua Cop Elite Edition - Sony Playstation 2
Jogo completo com caixa e manual

Essencialmente, os jogos são muito similares às versões Sega Saturn do Virtua Cop e Virtua Cop 2, pelo que recomendo a leitura dos artigos respectivos. A diferença está mesmo nos gráficos que foram bastante melhorados mesmo relativamente às versões originais de arcade, que já por si eram mais bem detalhadas que as versões que acabaram por sair para a Sega Saturn. Mas ainda assim não esperem por gráficos do outro mundo, pois a PS2 é capaz de fazer melhor. Para além disso, adicionaram também um modo de treino com galerias de tiro e uma galeria com artwork desbloqueável ao longo dos 2 jogos, geralmente ao disparar sobre objectos estranhos, ou em bandidos que apareçam a correr de um lado para o outro em plano de fundo, cuja mira automática do jogo não os foca. Mas esse artwork é tudo imagens promocionais de ambos os Virtua Cop da sua época com aquelas CGIs primitivas, pelo que não esperem por nada fora de série. As músicas continuam com aquele feeling muito característico dos jogos arcade da Sega AM2, algumas mais rockeiras e com belas melodias de guitarra que eu sempre gostei.

Graficamente é um pouco melhor que os originais, mas a PS2 é capaz de mais.
Graficamente é um pouco melhor que os originais, mas a PS2 é capaz de mais.

Posto isto, este Virtua Cop Elite Edition acaba por ser uma compilação interessante a quem gostar de light gun shooters, em especial para quem não tiver acesso aos originais. Isto porque não trazem nada de muito novo para quem já se habituou aos originais, para além dos gráficos melhorados e dos extras de modo de treino e artwork desbloqueável. Ou seja, continuam jogos bastante curtos. E apesar de suportarem a G-con 2, é pena que não suportem também a primeira G-Con, como vários outros light gun shooters da PS2 suportam.

FIFA 96 (Sega 32X)

FIFA 96Hoje é dia para uma ou duas rapidinhas. A primeira será mesmo muito breve, e refere-se à versão 32X do FIFA 96, que já tinha sido trazido cá ao blogue anteriormente. Esta versão 32X é essencialmente o mesmo jogo, mas que tira algum partido das capacidades 3D rudimentares do add-on da Sega. O meu exemplar veio da feira da Ladra em Lisboa, custando-me 2.5€, o que para um jogo completo de 32X parece-me bem bom.

FIFA 96 - Sega 32X
Jogo completo com caixa e manuais

Como referi acima, é uma versão muito parecida à da Mega Drive, oferecendo os mesmos modos de jogo com campeonatos, torneios, partidas amigáveis e por aí fora. A grande diferença a meu ver está mesmo nos gráficos. Enquanto a versão Mega Drive mantém o campo na perspectiva isométrica que bem caracterizou a série desde o primeiro FIFA até ao 98 nesta consola, aqui na 32X as coisas ficam um pouco mais dinâmicas. Apesar de os jogadores continuarem a ser sprites em 2D, o campo já tem alguns elementos 3D algo rudimentares como as balizas ou as bancadas que se notam perfeitamente serem poligonais. A câmara é também mais dinâmica e para além de se nos dar a oportunidade de escolher vários ângulos de jogo, incluindo o isométrico, acaba sempre por seguir a bola, o que em alguns ângulos até acaba por desorientar um pouco.

Nesta versão podemos jogar com diferentes ângulos de cãmara
Nesta versão podemos jogar com diferentes ângulos de cãmara

A nível de jogabilidade parece-me muito semelhante, mas eu sou suspeito para falar pois jogos este tipo de jogos de forma muito casual. Sendo esta versão 32X uma versão desenvolvida por equipas diferentes da versões 16 e 32bits é normal que a jogabilidade seja um pouco diferente.

Ainda não consegui perceber bem se os jogadores são sprites 2D ou modelos poligonais muito rudimentares. Mas aposto no 2D
Ainda não consegui perceber bem se os jogadores são sprites 2D ou modelos poligonais muito rudimentares. Mas aposto no 2D

Não vou dizer que é o melhor jogo de futebol de sempre, até porque a nostalgia leva-me sempre para o FIFA 97 da Mega Drive ou o Worldwide Soccer 97 da Saturn, mas esta versão 32X parece-me um compromisso interessante entre dois mundos: a jogabilidade 2D de uma era, e o excitante mundo do 3D poligonal que a geração seguinte nos trouxe em força.

Fantasy Zone (Sega Game Gear)

Fantasy ZoneO artigo de hoje, para além de ser uma rapidinha, continua no reino das portáteis, com esta incarnação da série Fantasy Zone da Sega, que sempre se caracterizou pelos seus shmups fofinhos e coloridos, carinhosamente apelidados de cute ‘em ups. Este meu exemplar foi comprado no mês anterior na feira da Ladra em Lisboa, tendo-me custado cerca de 2€. Acabou por se revelar uma agradável surpresa, na medida em que estava à espera de uma conversão de um dos Fantasy Zones que sairam para a Master System, mas acabou por ser um jogo inteiramente novo, apesar de não ter sido desenvolvido pela Sega, mas sim pela Sanritsu/SIMS que mesmo sendo nomes desconhecidos, foram responsáveis por grande parte das conversões 8bit a pedido da Sega. Um pouco como a Tose.

Fantasy Zone - Sega Game Gear
Apenas cartucho

A primeira coisa curiosa nesta série é logo com o protagonista. Opa-Opa é uma espécie de nave espacial viva, com perninhas e asinhas e os diferentes mundos que vamos visitando são igualmente bizarros, com monstros completamente absurdos, como reservatórios de água, cactos voadores, pilhas eléctricas e o mesmo pode ser dito dos bosses. A nível de jogabilidade, é inegável que a série Fantasy Zone foi buscar inspirações a clássicos como Defender. Isto porque podemo-nos movimentar em qualquer direcção nos cenários, não existindo nenhum scroll automático. E o objectivo em cada nível é destruir todos os inimigos grandinhos, que são responsáveis por gerar todos os outros inimigos mais pequenos que nos vão atacando. À medida que os formos destruindo, vão largando algumas moedas que podem ser usadas na loja, pelo que se quisermos amealhar uma pequena fortuna, podemos ir “farmando” dinheiro ao manter os “geradores de monstros” vivos por mais tempo. Esse dinheiro naturalmente que vai servir para ser gasto. Para isso por vezes vamos encontrar a voar pelo ecrã uma esfera vermelha com o nome SHOP. Aí podemos comprar vários updates para Opa-Opa, desde novas asas, motores, diferentes armas (como raios laser, mísseis teleguiados, spreadshot, etc), e versões mais poderosas das bombas, o ataque especial.

Graficamente é um jogo bastante colorido, tirando partido da maior paleta de cores da Game Gear face à Master System
Graficamente é um jogo bastante colorido, tirando partido da maior paleta de cores da Game Gear face à Master System

A diferença é que esses itens têm duração limitada e depois lá teremos de os comprar outra vez se assim o desejarmos (alguns dão um jeitaço para certos bosses). E aqui começam os poucos problemas deste Fantasy Zone em específico. Devido ao ecrã reduzido da Game Gear, tiveram de sacrificar toda a informação adicional, como um radar dos inimigos ou a quantidade de munição disponível para as armas escolhidas. Mas caso queiramos trocar de equipamento que já tenhamos comprado, podemos fazê-lo a qualquer momento do jogo.

Esta é a loja que podemos visitar ao longo do jogo e comprar uma série de upgrades
Esta é a loja que podemos visitar ao longo do jogo e comprar uma série de upgrades

Nos audiovisuais é que este jogo já marca pontos, apresentando backgrounds mais coloridos e detalhados que as versões Master System dos Fantasy Zones anteriores, assim como as sprites, mesmo sendo pequenas. Claro que com os bosses a ocupar grande parte do ecrã os backgrounds tiveram de ser sacrificados, mas é algo que se compreende. As músicas são bastante agradáveis também, e não tenho nada a apontar aos efeitos de som.

Tenho pena que este ainda seja para já o único Fantasy Zone que possuo na minha colecção, mas a seu tempo os outros lançamentos principais hão-de cá chegar. Ainda assim fiquei agradavelmente surpreendido por este lançamento, quanto mais não seja por ver que afinal é um lançamento novo e não uma conversão manhosa.

Toki: Going Ape Spit (Sega Mega Drive)

TokiNo mundo dos videojogos, tal como noutras artes, há sempre espaço para coisas bizarras. E que outra reacção é que poderíamos ter quando víssemos à nossa frente a capa deste jogo?? Um macaco com uma banana na mão, a cuspir um jacto de luz com bolas de energia! Quando vi este que se tornou no meu exemplar na Cash Converters de Alfragide, fiquei algum tempo perplexo a olhar para a capa e, com um leve olhar na contracapa decidi trazê-lo. Custou-me 5€ se não estou em erro, mas falta-lhe o manual.

Toki Going Ape Spit - Sega Mega Drive
Jogo com caixa

A história começa por ser o cliché habitual, um feiticeiro qualquer rapta a nossa namorada e é o nosso papel salvá-la. Mas para tornar as coisas mais interessantes, transforma-nos também num macaco com super poderes. E são estes super poderes que tornam este jogo numa interessante mistura de plataformas com os run and gun característicos de séries como Contra ou Gunstar Heroes, isto porque podemos disparar da boca do macaco projécteis de energia como nos shmups, onde iremos encontrar ao longo dos níveis vários powerups distintos, como diferentes modos de fogo, ou outros na forma de sapatilhas que nos permitem andar mais rápido ou saltar mais alto. E sendo este um jogo com origens nas arcades, basta uma colisãozinha que perdemos logo uma vida. De resto os níveis vão tendo um desafio quanto baste, ao colocar-nos a atravessar zonas com plataformas que caem, abismos com espinhos e outras coisas fofinhas.

O porquê dos protagonistas estarem seminus é algo que me ultrapassa
O porquê dos protagonistas estarem seminus é algo que me ultrapassa

De resto, apesar de existirem imensas conversões deste Toki para os mais variados sistemas, esta versão Mega Drive vence pelo conteúdo adicional, ao introduzir um maior número de níveis e por conseguinte, bosses. Para se ter uma ideia, um jogador experiente poderia chegar ao fim do jogo em cerca de 20 minutos no original de arcade. Aqui precisaria de quase uma hora. Mas apesar de todo este conteúdo adicional, não traz nada de muito novo, com o jogo a apresentar na mesma os tradicionais cenários selvagens em florestas, montanhas, subaquáticos, dentro de vulcões e cavernas geladas. Mas não deixa de ser um bom jogo de plataformas, desafiante quanto baste.

Quando vi este macaco nos screenshots da contracapa fez-se logo luz. Afinal tinha jogado 5 minutos deste jogo em emulação antes.
Quando vi este macaco nos screenshots da contracapa fez-se logo luz. Afinal tinha jogado 5 minutos deste jogo em emulação antes.

Graficamente não é dos jogos mais brilhantes na Mega Drive. A paleta de cores escolhida é constantemente escura, não havendo muita variedade de cores. É verdade que a Mega Drive tem algumas limitações quanto à sua paleta de cores, mas olhando para jogos como a série do Sonic é fácil ver que com pouco consegue-se na mesma fazer muito, o que não é aqui o caso. Este conteúdo adicional infelizmente ficou-se só nos níveis expandidos e adicionais… pois nas músicas deixaram ficar tudo como está. O resultado é que vamos ter muitas músicas a repetirem-se ao longo do jogo e devo dizer que também não fiquei impressionado com as mesmas.

Concluindo esta rapidinha, mesmo com as suas limitações nos audiovisuais, este Toki acabou por ser um jogo que me surpreendeu pela positiva, quanto mais não seja pela bizarrice da capa e do conceito. Já na jogabilidade, é um bom jogo que mistura bem os conceitos de platformer, run ‘n gun e shmup. Só por aí já marca pontos!