F1 Circus Special (PC Engine CD)

Continuando pelas rapidinhas na PC Engine vamos ficar agora com o terceiro jogo da série F1 Circus nos sistemas da NEC (e não foi o único lançado nesse ano de 1992!). Sendo o primeiro jogo desta série a sair em formato CD, seriam esperadas algumas mudanças, pelo menos nos audiovisuais, mas na verdade também foram introduzidas algumas novidades na jogabilidade em si, mas já lá vamos. O meu exemplar foi comprado em lote a um particular algures em Outubro deste ano, tendo-me custado cerca de 5€.

Jogo com caixa e manual embutido

Após uma introdução narrada em japonês e com fotos digitalizadas que me parece contar uma breve história da equipa Lotus na competição, lá somos largados no ecrã título, onde para além do copyright da Nichibutsu, empresa que criou o jogo, vemos outro para a Lotus, o que indica que este foi um jogo lançado com o seu licenciamento. E aqui dispomos de várias opções também: o World Championship que, como o seu nome indica, é o modo temporada e tal como no F1 Circus 91 poderemos competir ao longo de 8 temporadas. O modo test drive permite-nos practicar em qualquer circuito do jogo enquanto o time attack (novidade neste jogo) é um modo de jogo multiplayer de dois a cinco jogadores e que sinceramente não experimentei. Sendo este um jogo com suporte CD, a Nichibutsu achou por bem incluir também um dicionário (que me parece integralmente em japonês) que creio que explica vários dos termos utilizados ao longo do jogo.

Sendo este um jogo em CD temos direito a uma introdução catita e se não estou em erro estes foram mesmo pilotos da Lotus no início dos anos 90

Tanto no Test Drive como no World Championship poderemos antes de cada corrida customizar vários dos parâmetros do carro, incluindo o tipo de direcção, que a meu ver influencia bastante a jogabilidade, pois no modo mais sensível, para mim torna-se quase impossível controlar o carro. Isto porque, tal como os outros F1 Circus que o antecederam, este é um jogo de corridas com uma perspectiva vista de cima, e velocidade frenética. Mesmo que o jogo até nos avise antes de uma curva, é difícil antecipar qual a sua curvatura, pelo que nos obrigará mesmo a practicar cada circuito de forma mais séria antes de cada corrida, pois os acidentes causam danos que nos poderão levar a retirar da partida. De resto, caso estejamos a competir numa temporada, a nossa performance é notada pelas equipas rivais, sendo que poderemos vir a receber convites para trocar de equipa, algo que também aconteceu no F1 Circus 91 e esqueci-me de mencionar.

Visualmente não muda muito dos seus antecessores, embora se notem alguns truques novos, como túneis.

No que diz respeito aos audiovisuais o jogo mantém a mesma base dos seus predecessores, isto é uma perspectiva vista de cima, mas com mais um ou outro detalhe gráfico aqui e ali, como diferentes animações das boxes consoante a manutenção feita. Durante as corridas, no canto inferior esquerdo vemos um pequeno gráfico que nos mostra qual a mudança, rotações e danos no carro, tal como no seu antecessor. Ainda não temos a indicação da velocidade, mas ao menos durante as corridas em si agora temos a informação das 6 primeiras posições, o que já não é mau! De resto, sendo este um jogo no formato CD, esperem por algumas coisas novas, como várias fotografias digitalizadas, o som dos carros já é bem mais próximo do som real de um motor e claro, a banda sonora é toda em CD audio. Esta é bastante eclética, com músicas pop/rock cheias de sintetizadores, outras jazz ou mesmo rock.

O modo carreira até parece ter alguma história por detrás, com os managers a falarem connosco, bem como as propostas de equipas concorrentes. Mas estando tudo em japonês não ajuda.

Portanto, este F1 Circus Special parece-me um bom follow up do seu antecessor, introduzindo alguns novos modos de jogo. Ainda assim é um jogo bastante exigente principalmente pela velocidade e perspectiva utilizada. Mas por incrível que pareça não foi o único jogo desta série a sair na PC Engine em 1992, como veremos em breve.

Toilet Kids (PC Engine)

Tempo de voltar às rapidinhas e à própria PC Engine para um shmup no mínimo bizarro. Publicado pela Media Rings, este Toilet Kids é um jogo repleto de humor de casa de banho, pelo que não vão faltar cócós, chichis, rabos, flatulências ou até pénis voadores, mas já lá vamos. O meu exemplar foi comprado num lote a um particular no passado mês de Novembro. Este jogo em particular não foi propriamente barato, mas ao menos não chegou aos três dígitos.

Jogo com caixa e manual embutido

A bizarrice começa logo na história. A cutscene de abertura mostra um pequeno rapaz a acordar a meio da noite e ir à casa de banho. Baixa as calças do pijama, senta-se na sanita e esta jorra um jacto de água que o projecta para uma outra dimensão. Claro que o manual conta a história em maior detalhe, mas o que interessa reter é que duas crianças, um rapaz e uma rapariga (jogador 1 e 2 respectivamente) foram transportados para o Toilet World por uma divindade do cócó (possivelmente a criatura que vemos no ecrã título).

Destruir 100 destes poios dourados no chão dá-nos uma vida extra

No que diz respeito às mecânicas de jogo estas são super simples. É uma espécie de clone de Xevious na medida em que a nossa nave (na verdade uma sanita voadora) pode disparar diferentes projécteis para atingir alvos aéreos e outros à superfície, onde para isso temos o auxílio de uma mira que nos indica onde essas bombas iriam atingir o solo. Mantendo o botão de ataque “normal” pressionado e largá-lo após breves segundos faz com que disparemos uma série de projécteis mais poderosos em leque, neutralizando assim mais uns quantos inimigos aéreos de uma só vez. Ocasionalmente poderemos encontrar power ups que nos melhoram a arma ou outros que servem de ataques especiais logo no momento que sejam coleccionados, como bombas capazes de destruir todos os inimigos no ecrã em simultâneo. Temos no entanto alguns coleccionáveis: Ao longo dos níveis vamos vendo uns quantos cagalhotos dourados pelo chão. Se conseguirmos destruir 100, ganhamos uma vida extra!

Bom, digamos que a equipa que produziu este jogo tinha uma imaginação muito fértil

De resto o jogo em si não é muito longo, possuindo apenas 4 níveis que são divididos em duas fases, a primeira com um mini-boss, outra com o boss principal. No que diz respeito aos visuais em si, bom, os cenários não são nada de especial, consistindo em florestas, lagos, desertos ou ruínas, sempre com os típicos poios em forma helicoidal. Já os inimigos, a história é completamene diferente e anda tudo à volta de humor escatológico. Podemos ter sanitas no chão que nos atiram projécteis castanhos, caranguejos com rabos de gente, gorilas que metem a mão no rabo e nos atiram fezes, pilas voadoras que disparam bolas amarelas, é todo um festim de coisas bizarras a acontecer no ecrã! Nada de especial a apontar aos efeitos sonoros que cumprem o seu papel e a banda sonora, apesar de não ser propriamente memorável, também não é desagradável.

Aí está, a divindade do cócó.

Portanto sim, este Toilet Kids é um jogo super bizarro no seu conceito e visuais, mas como shmup em si, devo dizer que acho que haveria margem para melhorar o sistema de powerups. E talvez mais um ou outro nível não fosse má ideia!

Captain Silver (Sega Master System)

Lançado numa altura em que a Sega ainda estava a suportar a Master System inteiramente sozinha, Captain Silver é um jogo original da Data East, que havia sido lançado originalmente em 1987 nas arcades. É um jogo de acção 2D sidescroller como muitos outros do seu tempo, mas este tem a particularidade de se focar em piratas. Curiosamente é também um jogo a versão Norte-Americana fica muito a perder comparativamente à que viemos a receber, tal como irei mencionar mais à frente. O meu exemplar foi comprado num lote a um particular, tendo-me custado algo em volta dos 12€ no passado mês de Novembro.

Jogo com caixa e manual

Ao contrário do que o seu nome indica, o jogo coloca-nos no papel de um pobre marinheiro que parte à procura dos tesouros de um tal capitão Silver. E este é um jogo de acção 2D sidescroller com controlos simples, com um botão para atacar com a espada e outro para saltar. Tal como muitos jogos arcade da época, os inimigos surgem de todos os lados e basta sofrermos um golpe para perder uma vida! No entanto vamos tendo também vários itens que poderemos apanhar para nos auxiliar a tarefa: os mais comuns são uma série de letras onde, de cada vez que formamos as palavras CAPTAIN SILVER ganhamos uma vida extra! Outros itens que podemos apanhar podem ter efeitos temporários como botas que nos deixam saltar mais alto, congelar o tempo limite para completar o nível ou mesmo um escudo que nos deixa sofrer um golpe apenas sem perdermos uma vida. Fadas aumentam-nos o poder da nossa espada permitindo disparar 1, 3 ou 5 estrelas em simultâneo de cada vez que ataquemos, mediante o número de espadas que tenhamos coleccionado.

A maior parte dos bosses que enfrentamos são sprites de médio porte, que permitem à Master System continuar a renderizar o ecrã de fundo

Todos as letras que apanhemos, quer contem para completar as palavras ou não, bem como moedas de ouro ou jóias que eventualmente encontremos servem para nos aumentar a pontuação. Pontuação essa que acaba por ser também a unidade monetária do jogo, pois poderemos descobrir e visitar uma série de lojas onde poderemos comprar um ou vários dos power ups que mencionei acima com os pontos que fomos amealhando. Temos é poucos segundos para tomar uma decisão, sempre que visitemos uma dessas lojas.

Os pontos que vamos amealhando podem ser gastos em certas lojas ao comprar diferentes power ups

A nível visual confesso que acho o jogo um pouco estranho. Por um lado é bem colorido e possui um nível de detalhe interessante quanto baste, por outro não gosto nada da direcção artística que o jogo possui. Alguns inimigos e bosses são simplesmente estranhos, outros cenários, como logo o do primeiro nível, não gostei do detalhe que foi dado à cidade que visitamos. Mas já a versão arcade é assim! Existe no entanto alguma variedade tanto nos cenários (cidade, navios, cavernas ou selvas) como nos inimigos, que tanto podem ser piratas, animais ou criaturas sobrenaturais e os bosses possuem um nível considerável de detalhe. Alguns possuem sprites grandes, mas não grandes o suficiente para que mantenham todo o detalhe dos níveis em plano de fundo, enquanto outros (como o dragão do nível 4 por exemplo) já são bem maiores, com o plano de fundo a transitar para uma única cor azul escura. A banda sonora sinceramente não achei nada de especial.

Apanhar fadas permite-nos activar um ataque de médio alcance, com estrelas a serem disparadas da nossa espada sempre que ataquemos

Portanto este Captain Silver é um jogo de acção que apesar de ser competente no que faz, sinceramente não me cativou assim tanto como estaria à espera. A direcção artística tomada para este jogo não é do meu gosto o que também não ajuda muito. Mas um detalhe interessante aqui a reter é a existência de versões distintas para os vários mercados. A primeira a sair foi naturalmente a japonesa, que inclui suporte ao FM Unit, um chip de som adicional que nunca chegou a ser lançado no ocidente. As versões americana e europeia foram ambas lançadas no ano de 1988, embora não tenha a certeza qual foi lançada primeiro. A diferença é que a versão europeia inclui o jogo na íntegra. A norte-americana encurta o número de níveis de 6 para 4, simplificando alguns dos outros níveis, menos inimigos e bosses e um ecrã de fim de jogo bem mais preguiçoso. Tudo isto para poupar custos, para que o jogo coubesse num cartucho de 1 megabit de capacidade (128KB) enquanto os lançamentos europeu e japonês foram lançados em cartuchos com o dobro da capacidade. É certo que a Master System nos Estados Unidos andava pelas ruas da amargura, mas não deixa de ter sido uma decisão infeliz por parte da Sega.

Machinarium (PC)

Continuando pelas rapidinhas, mas voltando agora ao PC, aproveitei para jogar mais um título do meu extenso backlog no steam. Produzido pelos checos Amanita Design, que por sua vez já haviam produzido uns quantos jogos mais pequenos anteriormente, creio que foi mesmo este Machinarium que os trouxe à ribalta, principalmente pela sua direcção artística, algo que já vinha a ser evidente mesmo nos seus jogos anteriores. O meu exemplar creio que foi comprado nalgum indie bundle a um preço bem reduzido.

O jogo leva-nos a acompanhar a história do pobre robot Joseph, que logo no início da aventura se vê atirado para um monte de sucata. Após nos recompormos e finalmente conseguirmos entrar novamente na cidade é que nos vamos apercebendo da história que está por detrás, sendo esta contada de uma forma minimalista, mas brilhante. O nosso papel será o de resgatar a namorada de Joseph, que havia sido raptada por um conjunto de robots bandidos que andam por lá a causar o pânico na cidade e por várias vezes os iremos encontrar ao longo do jogo.

O mundo de Machinarium é brilhantemente representado, com belíssimos cenários que parecem pintados à mão e robots dos mais variados feitios com boas animações também

Esta é então uma aventura gráfica do estilo point and click, mas também com uma interface muito minimalista, pois é literalmente apontar o rato e clicar, com o ponteiro a mudar automaticamente de forma consoante o tipo de acção que podemos desencadear, seja andar ou interagir/falar com outros objectos e robots que por lá habitam. No entanto, apenas sabemos que podemos interagir com alguma coisa quando nos aproximamos da mesma, tenham isso em consideração. Coleccionar e combinar itens é parte integrante deste tipo de jogos e tal aqui não falta, assim como alguns puzzles e outros mini-jogos que teremos eventualmente que resolver. Um outro detalhe interessante a mencionar é que o corpo de Joseph é extensível, podendo alongar e encurtar-se, o que será também necessário utilizar para avançar em muitos dos desafios que o jogo nos coloca.

A narrativa é também simplista, mas resulta muito bem

Visualmente é um jogo impressionante por toda a sua direcção artística. Machinarium (presumo que seja esse o nome da cidade), é uma cidade onde tudo é mecanizado, desde os robots com aspecto mais humanóide e outros com formas de animais como gatos ou pássaros. A cidade de Machinarium é também suja e enferrujada por tudo isso e os cenários acabam por ser muito bem desenhados. As animações também estão excelentes, assim como a banda sonora que é bastante atmosférica e se adequa perfeitamente à narrativa. A narrativa por si só é bastante minimalista, não existindo qualquer diálogo escrito ou falado. Os diálogos vão então sendo interpretados através de balões de banda desenhada onde no lugar de palavras vamos mesmo vendo algumas animações que ilustram a mensagem que está a ser passada. Resulta muito bem!

Se estivermos presos nalguma parte do jogo temos também um sistema de hints que nos vão dando algumas dicas de como prosseguir

Portanto devo dizer que este Machinarium foi uma óptima surpresa. É uma aventura gráfica com uma direcção artística brilhante e uma narrativa minimalista, porém muito bem conseguida. Depois de o jogar fui cuscar o restante catálogo da Amanita Design e, vendo outros videojogos com direcção artística excelente, será um estúdio que merecerá muito mais da minha atenção.

F1 Circus ’91 (PC Engine)

Tempo para mais uma rapidinha e quando cá trouxe o primeiro F1 Circus no passado referi que apesar de eu não ter gostado muito do jogo, alguma coisa a Nichibutsu deve ter feito bem, pois nos anos 90 foram inúmeras as sequelas que o jogo recebeu para múltiplas plataformas distintas. Só ecossistema PC Engine temos 4 jogos desta série, sendo que este F1 Circus ’91 é a primeira sequela. E o meu exemplar foi comprado a um particular algures em Novembro deste ano, por cerca de 10€.

Jogo com caixa e manual embutido. Algures no tempo foi um jogo que custou uns meros 130 Yen, um valor muito, muito em conta.

No que diz respeito aos modos de jogo temos aqui uns quantos e vou começar pela novidade: um modo de treino. Este é na verdade uma espécie de tutorial onde devemos practicar vários desafios para nos habituarmos aos controlos peculiares do jogo. São desafios com vários tipos de curvas, onde inclusivamente temos de os completar dentro de um tempo limite para que os completemos. A única customização que podemos fazer antes de cada desafio é escolher que tipo de direcção queremos usar: leve, média ou pesada e isto faz toda a diferença. É que tal como o seu predecessor, este F1 Circus 91 é um jogo de corridas com uma perspectiva vista de cima, tal como os jogos Micromachines da era 8/16 bit, por exemplo. E apesar de o jogo nos avisar sempre que vem uma curva, é difícil antecipar quanto falta para esta chegar e qual a sua a curvatura, pelo que até memorizarmos os circuitos iremos bater constantemente. Para agravar as coisas, o F1 Circus original tinha uns controlos demasiado precisos, onde o quanto viramos o volante depende de quanto tempo mantivermos o botão direccional pressionado e por vezes uma fracção de segundo a mais (ou a menos) é o suficiente para curvar em demasia ou pouco, projectando-nos para fora do circuito. Portanto poder optar por diferentes graus de “sensibilidade” para a direcção faz toda a diferença! O jogo continua difícil, principalmente quando competimos contra outros oponentes, mas ao menos pode-se tornar menos frustrante escolhendo o grau de sensibilidade para a direcção.

Antes de cada corrida podemos sempre customizar o carro à nossa medida

De resto, para além do modo de jogo que nos permite participar em corridas livres, o principal modo de jogo é mesmo o campeonato. No entanto, independentemente do modo de jogo escolhido temos na mesma de escrever o nosso nome e seleccionar em qual das equipas (fictícias) queremos competir. Depois lá somos levados para o ecrã de preparação da próxima corrida, onde para além de participar em voltas de treino podemos também customizar vários parâmetros do nosso carro em cada uma das fases da corrida, desde pneus, transmissão, travões, suspensão, etc. O tipo de direcção que mencionei no parágrafo acima é também possível de ser seleccionado aqui, felizmente. Mas também tal como referi acima, o jogo continua bastante desafiante, por vezes até para o próprio CPU! O jogo é tão rápido e frenético que colisões são constantes, não só com o nosso carro, mas também com os restantes! Acelerar, fazer bem as curvas neste jogo e ultrapassar os oponentes é uma arte difícil de ser dominada aqui.

Como seria de esperar, o jogo não tem qualquer licença, mas emula os construtores e pilotos reais da época

No que diz respeito aos gráficos, o jogo não difere muito (ou practicamente nada) do seu antecessor, visto que usa a mesma perspectiva vista de cima. Os cenários são então renderizados com detalhes minimalistas, mas que resultam bem devido à velocidade frenética com que corremos (isto se não batermos em nada, claro). No entanto há pequenas coisas que eu melhoraria. Durante as corridas, no canto inferior direito temos sempre uma caixa com informação das rotações do motor, qual a mudança engrenada e o estado geral do nosso carro, como pneus, suspensão e afins. No entanto não há no ecrã mais nenhuma indicação visual útil como a nossa posição na corrida, a velocidade a que vamos ou mesmo os tempos. A posição, tempos e voltas que faltam surgem no ecrã sempre que passamos a meta, mas a meu ver não é suficiente. Nada de especial a apontar aos efeitos sonoros, já a banda sonora até achei uma boa surpresa pois é bastante agradável.

Graficamente é um jogo muito idêntico ao seu antecessor

Portanto este F1 Circus apesar de continuar a ser um jogo bastante exigente pela sua jogabilidade e, perspectiva apresentada e velocidades frenéticas, não deixa também se ser uma melhoria face ao seu antecessor, precisamente por apresentar melhorias nos controlos. O facto de também não ter aquele modo de jogo inútil (constructors) também é um bónus!