Teenage Mutant Hero Turtles: Hyperstone Heist (Sega Mega Drive)

Hyperstone HeistApesar da Konami ter escolhido as arcadas e plataformas Nintendo como alvos principais dos seus videojogos das Tartarugas Ninja, o sucesso que a Mega Drive / Genesis teve no ocidente também não poderia ser ignorado e o resultado foi neste Hyperstone Heist, mais um beat’ em up altamente influenciado pelo Turtles in Time da Arcade/SNES, que tinha saído anteriormente, no mesmo ano. Este meu exemplar foi comprado na Feira da Vandoma no Porto há uns meses atrás por 10€, faltando-lhe o manual. Infelizmente, devido à minha falta de tempo, esta será mais uma rapidinha.

TMNT - Sega Mega Drive
Jogo com caixa

As semelhanças com o Turtles in Time começam logo na história, com a estátua da liberdade a desaparecer em directo na TV. Claro que o responsável por tal façanha foi o Shredder e o seu Foot Clan, que encolheu a estátua da Liberdade e a ilha de Manhattan de tal forma que as conseguiu pousar na sua secretária. Isso se deve ao poder da Hyperstone Heist, um artefacto poderosíssimo da Dimensão X. O resto não é nada difícil de adivinhar, lá terão as tartarugas de ir atrás do Shredder e seus amigos para estragar a festa.

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A história vai buscar algumas semelhanças ao Turtles in Time

A jogabilidade é simples porém excelente, mesmo como esta série de beat ‘em ups baseados na franchise nos habituou. Um botão para atacar, outro para correr e um outro para saltar, mas ainda assim podemos fazer montes de ataques e combos diferentes. Como também é habitual, iremos ver vários itens que podemos apanhar. Uns são pizzas que tanto nos podem restabelecer alguma da nossa vida perdida como despoletar um ataque poderoso capaz de provocar dano a todos os inimigos no ecrã. Já outros podem ser armas que podemos utilizar para encher o Foot clan de porrada. Os níveis vão sendo variados, apesar de muitos deles serem inspirados noutros jogos da série, principalmente o Turtles in Time. Lembram-se daquele segmento em que se andava numa prancha de surf? Também está aqui presente. E apesar deste jogo ter menos níveis que o Turtles in Time, para compensar acabam por ser mais longos.

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A versão Mega Drive está muito bem conseguida graficamente, mesmo não tendo muitos dos efeitos da versão SNES

Graficamente é um óptimo jogo, embora possua menos “efeitos especiais” que o Turtles in Time. Ainda assim gostei bastante das cores, detalhe das sprites e backgrounds, bem como das animações, tanto das 4 tartarugas com que podemos jogar, como dos bosses que são facilmente reconhecíveis para quem se lembra da série da TV. E para essas pessoas que passaram a sua infância a ver as Tartarugas Ninja, também depressa irão reconhecer a música título do jogo, que fica imediatamente no ouvido e teima em não sair.

Para mim, o Hyperstone Heist até pode ser um pouco redundante para quem tiver acesso ao Turtles in Time ou os anteriores para a NES, mas não deixa de ser um excelente beat ‘em up, mesmo que tenha muita coisa reciclada de outras versões.

Sega Game Pack 4 in 1 (Sega Game Gear)

Sega Game Pack 4 in 1Para não variar o artigo de hoje é mais uma rapidinha, a uma compilação que tanto pode ser um dos lançamentos mais comuns da portátil da Sega, como um dos mais raros e procurados pelos coleccionadores. Sega Game Pack 4 in 1 é uma colectânea com quatro simples minijogos que tanto foi lançada em conjunto com a própria consola (a tal versão bastante comum), como em formato standalone com uma caixinha própria – este sim, um dos holy grails junto dos coleccionadores de Game Gear. Este meu exemplar foi-me oferecido por um colega de trabalho.

Sega Game Pack 4 in 1 - Sega Game Gear
Apenas cartucho

Os quatro minijogos consistem em variantes do Columns, um jogo de Rally, um outro de penalties e um de ténis. O primeiro é mesmo muito semelhante ao Columns normal, mas com um cheirinho a Puyo Puyo, pois agora temos de juntar 4 ou mais blocos de cores semelhantes para os fazer desaparecer. E tal como Puyo Puyo, não é necessário que os blocos formem uma linha recta ou diagonal, basta que se toquem. O Penalyy shoot out é na minha opinião o pior jogo da compilação. É um jogo em que apenas marcamos (e defendemos) penáltis, nada mais. No caso de um atacante, podemos escolher a direcção do remate (esquerda, meio ou direita) bem como a altura. No caso do guarda-redes… bom resta-nos adivinhar qual a direcção que o CPU vai escolher e tentar defender. E é isto! O que acaba por ser bastante repetitivo.

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O jogo de rally é divertido, embora seja bastante simples. Peca principalmente pela música repetitiva

Sobram então o jogo de Ténis e o de Rally que acaba por ser uma espécie de Hang-On de quatro rodas. Aqui o objectivo é ir passando os vários checkpoints dentro do tempo que temos disponível. Indicações de curvas para a esquerda ou direita vão sendo dadas na parte superior do ecrã, o que sinceramente sempre foi um detalhe que gostei em jogos de Rally. De resto a jogabilidade é simples e ao contrário de Hang-On ou Out-Run o nosso veículo não explode ou capota sempre que batemos nalgum carro adversário, perde apenas velocidade. Já o jogo de ténis é também bastante simples, porém bem conseguido. De todos os que estão no cartucho é capaz de ser o que mais me agrada para algumas partidas mais casuais que sejamos sinceros, é para isso que este cartucho serve. De notar o pormenor interessante de termos o Sonic como árbitro das partidas, uma analogia clara ao velhinho Tennis da NES, que coloca Mario no mesmo papel.

Sim, o jogo dos penáltis é muito mau...
Sim, o jogo dos penáltis é muito mau…

Graficamente é um jogo bastante simples em qualquer um dos 4 jogos, sendo talvez mais bem conseguido uma vez mais no mini jogo de Ténis. Os outros são mais simplistas e mesmo no jogo de rally os backgrounds poderiam ser mais bem detalhados. As músicas infelizmente não são muitas e em certos jogos (precisamente no de rally) acabam por ser um pouco repetitivas.

Qualquer semelhança com o Tennis da NES é mera coincidência... ou não
Qualquer semelhança com o Tennis da NES é mera coincidência… ou não

Apesar de gostar dos cartuchos multi-jogos que por norma a Sega lançava para as suas consolas domésticas (as compilações Mega e Master Games por exemplo) essas acabavam por conter jogos na sua maioria já com provas dadas de sucesso de crítica e de público. Este Sega Game Pack 4 in 1 acaba por ser algo diferente, precisamente por não seguir esse padrão e incluir 4 mini jogos exclusivos, que acabaram por ser algo inconsistentes quanto à sua qualidade, na minha opinião.

Duke Nukem (PC)

Hoje será tempo de mais uma rapidinha, já que no fim de semana não houve practicamente tempo nenhum para me aproximar sequer do PC. E o jogo que vos trago hoje é um jogo de plataformas desenvolvido e publicado pela Apogee, e logo o primeiro de uma franchise que muita tinta deu a gastar ao longo dos anos, pelas melhores e pelas piores razões. Sim, estou a falar do Duke Nukem. Os primeiros dois Dukes são jogos de plataformas 2D, um pouco na veia dos Commander Keen da iD Software, cujos a Apogee também publicou. Este jogo foi comprado nalguma promoção do Steam, tendo-me ficado baratinho.

Duke Nukem

Neste primeiro Duke Nukem ainda não haviam invasões de alienígenas ao nosso planeta com o objectivo de nos raptar as boazonas. Aqui o vilão era o Dr. Proton, que algures no “futuro próximo” de 1997 queria dominar o mundo com o seu exército de robots. Os aliens surgiram apenas no jogo seguinte!

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Aqui o Duke ainda não tinha todas aquelas one liners, mas já estava perto

A nível de mecânicas de jogo, este acaba por ser bastante simples. Um botão para saltar e um outro para atacar, ou seja, disparar a nossa arma contra tudo o que mexa. O objectivo de cada nível é simplesmente chegar à sua saída, sendo que para isso muitas vezes teremos de encontrar chaves coloridas que nos dêm acesso a outros locais. De certa forma este é um típico jogo de plataformas para o PC desta época, um pouco como a série Commander Keen, pois temos níveis bem grandinhos (tanto horizontalmente como verticalmente) para explorar, repletos de inimigos para destruir e itens para coleccionar, embora a maioria desses itens sirvam apenas para aumentar a nossa pontuação. Alguns como comida ou coca-cola servem para restabelecer um pouco a nossa barra de energia, outros dão mais poder de ataque à nossa arma ou outros até nos deixam fazer rappel em algumas secções de alguns níveis. E sim, no final de cada “episódio” – pois este é um jogo lançado originalmente como shareware – teremos um combate contra o Dr. Proton.

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É frequente recebermos algumas dicas ou ameaças do Dr. Proton ao longo do jogo

No que diz respeito aos audiovisuais ainda há algumas coisas a referir. Em primeiro lugar, sendo este um jogo de 1991 e de forma a garantir retrocompatibilidade com PCs mais antigos, os gráficos são em EGA, que não apresentam lá muitas cores. Mas isso para mim é o menos importante, pois ainda assim as sprites e backgrounds acabam por estar bem definidos. Se bem que há também a polémica de alguma artwork ter sido “aproveitada” de jogos como a versão (horrível) para PC do Megaman ou do Turrican. De resto até que gostei da variedade dos episódios, sendo o primeiro passado numa cidade em ruínas após os ataques do Dr. Proton, o seguinte na sua base lunar e no último somos levados para o futuro. O que me causa mais pena é mesmo ao jogo não ter suporte a placas de som e todos os efeitos sonoros serem em PC Speaker, o que sempre achei muito mau, mas quando não haviam placas de som, que remédio tínhamos senão em aguentar. Nesta altura do campeonato acho que a Apogee deveria ter incluído suporte às poucas placas de som já existentes.

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Apesar de possuir gráficos simples, até que gostei dos backgrounds utilizados nos diferentes episódios

Em suma, Duke Nukem não é um mau jogo de plataformas, mas confesso que seja um pouco ultrapassado para os dias de hoje. A sua sequela acaba por ser um jogo muito melhor, ao apresentar gráficos mais cuidados e um design de níveis também mais trabalhado.

Silent Scope 3 (Sony Playstation 2)

Silent Scope 3Já há algum tempo que andava atrás deste terceiro capítulo da série Silent Scope, que por sua vez teve as suas origens nas arcades como um jogo de lightgun muito peculiar. É que somos um sniper e a nossa light gun é mesmo uma sniper rifle com mira telescópica e tudo! Replicar esse comportamento nas consolas domésticas com uma light gun normal não é tarefa fácil pelo que apenas usamos os controlos normais, embora pelo menos este Silent Scope 3 tenha suporte ao rato da PS2. Este meu exemplar foi comprado por cerca de 5€ novo, numa loja no Porto.

Silent Scope 3 - Sony Playstation 2
Jogo com caixa, manual e papelada

A coisa engraçada neste jogo é que na realidade são dois num só. Por um lado temos o Silent Scope 3 que apesar de ser uma sequela é um jogo que acaba por ser exclusivo de consolas, por outro temos o Silent Scope EX, este sim uma adaptação de um jogo arcade de mesmo nome. E apesar de as mecânicas de jogo serem practicamente idênticas em ambos os jogos, naturalmente têm as suas diferenças. No Silent Scope 3 somos uma vez mais o Falcon, sniper maravilha que embora esteja reformado é mais uma vez chamado para uma operação crítica. Parece que raptaram um importante cientista de clonagem humana, com vista a “construirem” um enorme exército de clones. É uma missão ultra-secreta a pedido de uma alta patente do exército, pois ao que parece esse cientista já estava a aplicar os seus conhecimentos ao serviço dos Estados Unidos. Por outro lado, o Silent Scope EX possui uma história mais simples, onde um enorme gangue tomou de assalto uma cidade e cada nível acaba por ser uma missão diferente onde temos de resgatar reféns, escoltar o Presidente em autoestrada, ou outro VIP qualquer durante um voo de helicóptero.

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Controlar a mira com o rato deve ser bem melhor do que usar o gamepad. Nunca reparei se os anteriores Silent Scopes também o suportam!

Mas indo mesmo para as mecânicas de jogo em si, acabam por ser algo semelhantes às de outros shooters em lightgun de arcade, a diferença é que na grande maioria das vezes os inimigos estão longe e convém espreitar pela mira telescópica. De resto, quanto mais tempo perdermos a atingi-los, mais tempo eles têm para disparar sobre nós. E cada tiro levado não quer dizer necessariamente vida perdida, pois temos uma barra de vida que podemos acabar por recuperar se encontrarmos alguma mulher jeitosa e nos armarmos em voyeur, ao espreitá-las através da mira telescópica. Algo que já acontecia nos outros Silent Scopes também! Outra coisa que também sempre achei engraçado são os embates contra os bosses. Estes também possuem uma barra de energia, mas também têm um ponto fraco – geralmente a cabeça. Se lhes conseguirmos dar um tiro certeiro é logo morte certa! Agora muitos dos bosses estão em constante movimento, pelo que acaba por não ser uma coisa assim tão fácil de fazer. Geralmente no final dos jogos temos sempre uma situação mais tensa onde temos apenas uma bala, um oponente bastante longe, e uma única oportunidade de lhe dar um headshot e completar o jogo! De resto, no Silent Scope EX, apesar de ser um jogo mais curto, acaba por ter uma longevidade maior, pois em quase todos os níveis temos diferentes rotas para explorar, rotas essas que escolhemos antes de começar o nível.

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Apesar de os bosses terem também vários health points, um headshot certeiro derrota-os instantaneamente

Graficamente não é propriamente um dos jogos mais bonitos da Playstation 3, tanto o Silent Scope 3, como o EX. No entanto acabam por me parecer mais fluídos, tanto a nível de trabalho de câmaras que me parece bem mais dinâmico, como na variedade de coisas para fazer, colocando-nos em vários ambientes diferentes, desde as habituais áreas urbanas e industriais, até com combates a alta velocidade. A música pareceu-me um pouco genérica, bem como o voice acting que é o típico de jogos arcade – mau todos os dias, mas acaba por ter o seu charme por isso mesmo!

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Este é provavelmente o boss mais asqueroso que alguma vez viram.

A série Silent Scope tem aqui o seu término (pelo menos até agora) e sinceramente fiquei um pouco desiludido com este terceiro jogo pois estava à espera de algo com um pouco mais de substância. Para terem noção, os 3 jogos da série na Playstation 2 foram lançados em CD-ROM, em vez do habitual DVD, o que num jogo em 3D dá para entender a sua simplicidade. Ainda assim foi uma série que gostei de coleccionar, de qualquer das formas para quem tem Xbox se calhar acabaria por recomendar comprarem a compilação com todos os jogos da série, sempre é capaz de ser uma melhor compra.

Dracula 2: The Last Sanctuary (PC / Sony Playstation)

Dracula 2Hoje teremos direito a um artigo sobre um jogo que possuo em dois sistemas diferentes. Dracula 2: The Last Sanctuary é uma aventura gráfica na primeira pessoa que, tal como o primeiro jogo também aqui analisado tanto para PC como Playstation, continua a saga do romance de Bram Stoker sobre o príncipe das trevas mais famoso do mundo do entretenimento. Tal como o primeiro jogo, este também teve um lançamento inteiramente em português, onde se traduziu tudo, incluindo o voice acting. Felizmente que desta vez arranjei a versão inglesa. A versão PC deu entrada na minha conta steam há coisa de um ou 2 anos, através de algum bundle. A versão PS1 veio de umas trocas e vendas que fiz com um particular há coisa de um mês atrás.

Dracula 2 The Last Sanctuary - Sony Playstation
Jogo com dois discos, caixa e manual

E tal como o seu predecessor, este é também uma jogo de aventura gráfica point and click, jogado na primeira pessoa. A acção decorre logo após recordarmos os acontecimentos finais do último jogo, onde Jonathan regressa a Londres para defrontar Dracula de uma vez por todas. E após passarmos algum tempo em Londres em busca de Drácula, ao visitar a sua propriedade em Carfax Abbey, ou o asilo do Dr. Seward, coisas acontecem e teremos de voltar uma vez mais à transsilvânia para resgatar a nossa noiva/esposa Mina uma vez mais.

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Mais uma vez acaba por ser Mina a ficar no centro das atenções

A nível de mecânicas de jogo há muita coisa que se mantém idêntica à prequela e a muitos outros jogos do mesmo género em que a Cryo Interactive tenha acabado por lhes deitar as mãos. Jogamos numa perspectiva de primeira pessoa em que o movimento é dado com cliques do rato, transitando numa série de ecrãs estáticos, mas que os podemos explorar livremente em practicamente 360º. O resto é o típico de jogos point and click onde a exploração dos cenários, interacção com objectos, pessoas e resolução de alguns puzzles são o prato do dia. Ao explorar os cenários, o nosso cursor do rato vai mudando de figura. Se for uma seta, quer dizer que podemos avançar nessa direcção. Se for uma mão, podemos apanhar esse objecto, se for uma roda dentada, então teremos de procurar no nosso inventário por um objecto para colocar nesse local. Se escolhermos o objecto certo, o cursor ganha contornos verdes, caso contrário fica vermelho. Comandos simples e só pelo facto de termos uma pista visual se certo item serve para aquela posição ou não, já é uma ajuda. Mas há aqui algumas novidades também, sendo que a maior a meu ver são aqueles momentos onde de facto temos a vida em risco ao ser atacados por criaturas ou armadilhas e vemos no ecrã uma barra a esvaziar-se com o tempo. Pois, esse é o tempo que temos para nos safar, seja a interagir com alguns objectos para criar armadilhas a quem nos persegue, ou até sacar um revólver do nosso inventário e dispará-lo quase como se fosse um first person shooter.

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Parece um first person shooter mas não é!

Em relação a pormenores técnicos, felizmente nem a versão PS1 nem a PC que eu possuo foram integralmente traduzidas para português. Digo isto pois já na altura quando comprei o primeiro Dracula, sabia perfeitamente que os diálogos seriam completamente falados em português, mas tinha uma certa curiosidade mórbida em ver como foi feito esse trabalho de tradução, que naquela época ainda não era nada habitual. Mas felizmente desta vez veio tudo com o voice acting em inglês que, apesar de não ser nada por aí além, sempre é tolerável. Graficamente é um jogo com gráficos pré-renderizados, onde é a versão PC que leva a melhor pois apresenta-os com uma resolução maior. Mas é a arte e design das personagens, aliados a uns diálogos não lá muito convincentes que me retiram alguma da piada ao jogo, pois apesar de o mesmo até ter uns gráficos bonitinhos para a altura, não achei que fizessem justiça à malvadez de Drácula e suas concubinas.

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O inventário é semelhante ao do jogo anterior e permite interagir com objectos entre si

Resumindo, para mim Dracula 2: The Last Sanctuary não deixa de ser um jogo de aventura minimamente competente, capaz de entreter qualquer fã do género, ainda para mais se gostam destes com uma temática mais para o Oculto. No entanto, é também um jogo que me deixou um pouco a desejar, principalmente pelos seus diálogos pobres e design/caracterização de personagens que de assustadores não têm muito, tal como referi no parágrafo acima. Os restantes jogos desta série parece que já iniciam um novo arco de história, pelo que me deixaram bastante curioso para os experimentar. Em breve!!