Resident Evil: Survivor (Sony Playstation)

Resident Evil SurvivorResident Evil: Survivor é o primeiro spin-off da série principal, saindo ainda para a primeira Playstation. E se a subsérie “Gun Survivor” que também abrange um spin off da série Dino Crisis já deu aqui o ar da sua graça com o Resident Evil Dead Aim, sempre tive curiosidade em experimentar o primeiro e quando o vi incompleto e em mau estado na feira da Ladra em Lisboa por cerca de 1€ decidi-o levar na mesma. Obviamente que um dia que o jogo me apareça à frente em melhores condições será substituído. Update: O que acabou por acontecer recentemente, com o meu amigo Ivan Cordeiro a oferecer-me um extra que tinha por lá, embora sem manual. Muito obrigado!

Jogo com caixa
Jogo com caixa

Os acontecimentos deste jogo decorrem não muito tempo depois dos acontecimentos dos Resident Evil 2 e 3, onde Raccoon City acabou por ser dizimada para conter a sua epidemia zombie. O local desta vez é uma ilha solitária no meio do oceano, com mais uma base de laboratórios da Umbrella onde as coisas correm mal e um novo surto do T-Virus é lançado sobre a população. O nosso personagem acorda nessa ilha após um acidente de helicóptero, amnésico e sem saber onde está, é levado a acreditar que o seu nome é Vincent, que mais tarde se vem a saber que Vicent era o líder da Umbrella nessa ilha, um homem cruel e impiedoso  que não olhava a meios em sacrificar humanos para as suas experiências biológicas. O costume vindo da Umbrella! É uma história simples, mas sinceramente não precisaríamos de muito mais para um jogo light gun, basta ver os primeiros The House of the Dead.

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Brains?

No entanto este não é um simples jogo light gun, como o The House of the Dead, Virtua Cop ou Time Crisis. Vai buscar outros elementos aos Resident Evil clássicos na medida em que nos podemos movimentar livremente, apanhar itens, interagir com os itens que apanhamos e com o cenário de forma a progredir no jogo. É essencialmente um first person shooter com suporte a uma light gun. E se o jogo tiver uma história simples e previsível por mim pode não ser algo assim tão mau, a jogabilidade acaba por ser crítica num jogo destes. E ao preferirem fazer algo mais fiel aos Resident Evil originais do que um mero light gun shooter on rails como The House of the Dead acabam por tornar este jogo mais frustrante de ser jogado com uma light gun, pois obriga-nos a mover a pistola para fora do alcance da TV de forma a nos movimentarmos, e movê-la para a TV para dispararmos. Assim sendo acabo por preferir usar o esquema de controlo com o gamepad apenas, embora mesmo assim os controlos não são tão bons como se fosse um FPS a sério, como um Quake 2, por exemplo, pois obriga-nos a alternar o uso do direccional para movimento ou para mirar com a arma. Falando nas armas, temos vários revólveres com munição infinita que poderemos vir a utilizar, mas armas mais poderosas como a shotgun, magnum ou lança granadas têm munições mais escassas e são melhor utilizadas nalguns inimigos específicos como um ou outro boss ou algum hunter mais chato lá na recta final do jogo.

Parecem, mas não são mergulhadores... são mais umas tropas de elite ao serviço da Umbrella
Parecem, mas não são mergulhadores… são mais umas tropas de elite ao serviço da Umbrella

De resto este Gun Survivor é um jogo curto, tanto que até nem podemos fazer save da nossa posição – apenas do armamento que possuímos, no entanto apresenta várias secções com caminhos alternativos que poderemos tomar, aumentando assim um pouco o seu factor de replayability. Graficamente é um jogo competente, mas temos de ter em consideração que, por ser jogado na primeira pessoa, os cenários não são pré-renderizados como nos Resident Evil clássicos, mas sim completamente poligonais, daí parecerem piores que os jogos anteriores da série, no entanto até que acho que os zombies e outras criaturas fofinhas como os hunters e lickers estejam bem detalhados. A música vai-se adaptando à atmosfera do jogo, sendo mais mexida em alturas com mais acção e tensa quando deve ser. Já o voice acting é horrível, infelizmente.

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Nem todas as armas têm munição ilimitada, só os revólveres, excepto a Magnum.

No fim de contas, para mim jogar um Resident Evil inteiramente na primeira pessoa sempre tinha sido algo que gostaria de fazer, tanto como um light gun shooter puro e duro que nem o The House of the Dead, ou algo mais ao estilo FPS clássico. Infelizmente a Capcom decidiu misturar as duas coisas e ainda outras dos Resident Evil clássicos, resultando numa jogabilidade que tinha potencial (e obrigação) de ser melhor. Mas não acho que seja um jogo mau de todo e com alguma práctica até se joga bem.

Rage Racer (Sony Playstation)

Rage RacerA série Ridge Racer da Namco foi uma das mais importantes séries de corridas que atravessaram as arcades e as consolas da Sony, embora os jogos tenham sido algo divergentes entre ambas as plataformas. O Ridge Racer Revolution pouco mais do que a banda sonora foi buscar ao Ridge Racer 2 da arcade, e este Rage Racer pouco tem a ver com o Rave Racer, o terceiro jogo original de arcade, pois este introduz uma série de customizações, já se afastando um bocadinho das suas raízes arcade. Este meu exemplar foi comprado a um particular por cerca de 4 a 5€, já não me recordo bem.

Rage Racer - Sony Playstation
Jogo completo com caixa, manual, papelada e disco bónus com cenas

E então como este jogo se divergiu das suas raízes coin-op? Bom, aqui somos presenteados com um modo “carreira”, onde vamos competindo em várias corridas e ganhar créditos que podem se gastos a comprar novos carros, ou customizar os que já temos, tanto a nível estético, como a nível mecânico. Mas sim, os carros continuam a ser fictícios e as pistas sao todas variantes naquela ilha com paisagens já por nós bem conhecidas dos dois primeiros jogos. Existem várias classes nas quais deveremos competir, com a dificuldade a aumentar progressivamente. Se falharmos por várias vezes os nossos objectivos, então somos mesmo retirados do “campeonato”, embora mantenhamos todos os créditos amealhados até então. Este tipo de coisas para mim retiram muita da piada ao jogo, pois o que eu aprecio é mesmo aquele feeling de jogo arcade, mas é óbvio que com o passar dos anos, já nos finais da década de 90 onde as consolas caseiras começaram a receber jogos de corrida mais complexos, a curta experiência arcade não seria mais suficiente. Mas felizmente a jogabilidade ainda continua arcade e isso para mim é o mais importante, embora o jogo já tenha uma abordagem um pouquinho mais de simulador.

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Pela primeira vez temos muitas oportunidades de customização dos carros

Mesmo com todos os carros para desbloquear e novas ligas mais exigentes para competir, no fundo temos apenas 4 circuitos para conduzir, cujos podem mais tarde ser também conduzidos de forma reversa. Mas os mesmos acabam por ter bem mais detalhe, com novas paisagens a serem descobertas, várias alturas do dia e diferentes condições climatéricas, e a nível técnico, a draw distance é grandinha, quase que não se nota o pop-in da pista a ser gerada à nossa frente, coisa muito habitual em outros jogos de corrida desta era das máquinas 32 bit. A música essa continua numa toada muito mais electrónica, o que sinceramente não é dos meus géneros musicais preferidos embora não seja propriamente má. Acho que é por ser de um estilo mais “disco” que não me agrada tanto como as bandas sonoras dos Wipeout, por exemplo.

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Mais uma vez poderemos correr em várias partes do dia

Em jeito de conclusão de uma rapidinha, Rage Racer é uma espécie de ponto de viragem na série que embora não largue de todo as suas raízes arcade, começa a incorporar muitas outras características de jogos mais complexos pois o mercado também assim o exigia. Não deixa de ser um bom jogo no entanto!

Time Crisis: Project Titan (Sony Playstation)

Time CrisisVamos lá a mais uma rapidinha, desta vez a mais um jogo da série Time Crisis para a PS1, o Project Titan, spin off da série principal. Chega a ser curioso pois apesar deste Project Titan ter sido um jogo desenvolvido exclusivamente para as consolas, deixando as arcades de lado, foi o segundo jogo da série que chegou até nós pelas consolas. Mas indo para as arcades, então ainda temos o Time Crisis II e o Crisis Zone que sairam nas arcadas ainda nos anos 90 e só viríamos a receber uma versão caseira já na PS2. E este meu exemplar, do qual eu apenas possuo o CD por agora, veio de “oferta” quando comprei o Time Crisis 3 para a PS2 numa cash converters. O CD do Project Titan simplesmente estava lá metido entre o manual… EDIT: Entretanto arranjei a versão Platinum, completa numa cash converters por 3.50€.

Jogo com caixa e manual, versão Platinum
Jogo com caixa e manual, versão Platinum

A história acaba mais uma vez por ser apenas uma desculpa para andarmos o resto do jogo ao tiro a tudo o que se mexa à nossa frente. Aparentemente alguém incriminou Richard Miller, o nosso herói, de ter assassinado um presidente de um país qualquer. O resto já se sabe, iremos tentar limpar o nosso nome à lei da bala. E a jogabilidade deste Project Titan mantém-se idêntica ao que a série nos habituou até agora, ou seja, podemo-nos sempre esconder ao longo do jogo e ficar em segurança do fogo inimogo (e também recarregar a arma), mas dessa forma também não conseguimos ripostar fogo. E com o relógio sempre a contar, afinal este é um jogo com raizes arcade, não nos podemos dar ao luxo de ficar sempre enfiados no nosso buraquito. Mas para além dessas mecânicas básicas e já conhecidas, neste Project Titan em certas partes poderemos escolher a direcção para a qual nos quisermos mover. Isto é especialmente verdade nos confrontos contra os bosses, onde muitas vezes temos mesmo de os flanquear e os atacar de outros ângulos.

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Como sempre, há por aí uma donzela para salvar

O jogo em si consiste apenas no modo arcade e um time attack para quem quer o desafio de completar vários segmentos do jogo o mais rápido possível. E para os bons nisso, ainda dá para desbloquear modos especiais do Time Attack, onde teremos de atirar em inimigos com a mesma cor de uniforme. De resto os níveis vão sendo bastante variados, desde mansões, zonas industriais, iates de luxo ou aeroportos. Vale tudo!

Estes inimigos com escudos metálicos são sempre chatos
Estes inimigos com escudos metálicos são sempre chatos

A nível gráfico é um jogo de altos e baixos. Por um lado acho que os cenários estão bem detalhados e gosto particularmente das animações dos inimigos: saltam por todos os lados, agacham-se, atiram-se de cobertura em cobertura, chamam os colegas, e por aí fora. Mas nas cutscenes pareceram-me mauzinhos pois há muito flicker. As músicas por norma são mais épicas e cinemáticas e adaptam-se bem ao contexto do jogo. O voice acting é que é mauzinho, mas não seria a mesma coisa se não o fosse! No fim de contas acho-o mais um lightgun shooter bem agradável de se jogar, a série Time Crisis não desaponta.

Time Crisis (Sony Playstation)

Time CrisisMais uma rapidinha, desta vez para a Playstation 1 com um clássico das arcadas. Enquanto a Saturn tinha o seu Virtua Cop, um jogo que para mim me guarda muita nostalgia, a Playstation como sempre contava com o apoio da Namco para as conversões arcade de jogos semelhantes. E o que a Namco tinha feito na altura deu-se pelo nome de Time Crisis, um jogo de light gun moderno, em que nos colocava ao tiro contra um enorme exército mas com um diferença fulcral na jogabilidade: a possibilidade de nos deixarmos em cover. Este meu exemplar, versão platinum, foi comprado há coisa de um mês e pico na Cash Converters de Alfragide por 2€ se a memória não me falha.

Time Crisis - Sony Playstation
Jogo com caixa e manual, versão platinum

A história de Time Crisis, como em muitos jogos arcade, não é algo que se deva levar muito a sério. Basicamente alguém causou um golpe de estado num país qualquer e fez refém uma jovem donzela, certamente filha de alguém muito importante. O nosso papel é o de qualquer agente “one man army” que nem o Rambo, basicamente temos de enfrentar um exército completo sozinhos, e lá arranjamos maneira de dar conta do recado, até porque temos munições infinitas.

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Para recarregar a arma temos de nos colocar em segurança do fogo inimigo

Tal como referi acima temos a possibilidade de nos resguardarmos e num abrigo para fugir ao fogo inimigo. Isso nas arcadas era feito com um pedal, enquanto tivessemos o pedal pressionado estavamos em segurança, aqui é um botão. E fugir para um abrigo serve também para nos recarregar a arma. Por outro lado como um jogo arcade que Time Crisis é, estamos sempre a jogar em contra-relógio, pelo que também não nos podemos dar ao luxo de estar muito tempo em segurança, pelo que este nosso resguardo deve ser utilizado com alguma estratégia. O jogo obriga-nos assim a ter reflexos rápidos pois em certas alturas aparecem-nos muitos inimigos no ecrã ao mesmo tempo e temos de arranjar forma de lhes limpar o sebo rapidamente. A versão caseira deste Time Crisis trás ainda um modo extra de jogo onde nos leva para um hotel que albergava um grupo terrorista e as mecânicas de jogo diferem ainda um pouco mais da versão arcade pois poderemos enveredar por caminhos alternativos mediante a nossa performance no jogo.

No que diz respeito aos audiovisuais este é um daqueles jogos que não foge muito aos padrões de 1996/1997 ou seja, a nível gráfico esperem por coisas muito pixelizadas, polígonos e texturas pouco detalhadas. Mas dá para entender perfeitamente o que se passa à nossa volta e é isso que interessa. As músicas são algo cinemáticas, sendo bem épicas por várias ocasiões, o que até é bem abonatório para o jogo. O voice acting é mauzinho mas lá está, é daquelas coisas que fazem parte dos jogos arcade japoneses dessa era.

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O modo de jogo extra pareceu-me ter gráficos um pouco melhores que o original

Na minha opinião, mesmo sendo um jogo que para os padrões de hoje esteja bastante ultrapassado, este Time Crisis não deixa de ser um clássico, quanto mais não seja por ser mais que uma alternativa ao Virtua Cop, ainda conseguiram melhorar essa fórmula. E com a GunCon 45 ainda dá bem para mandar uns tirinhos!

Disruptor (Sony Playstation)

DisruptorPor vezes deparamo-nos com jogos que nos passaram completamente despercebidos, espreitamos uns 3 minutos de vídeo gameplay no youtube, entusiasmamo-nos com a ideia e acabamos por o comprar. O Disruptor foi um destes meus casos, um particular que sabe que eu gosto de FPS da velha guarda perguntou-me se não quereria comprar o que ele estava a vender e cá veio parar, completo em óptimo estado por cerca de 8€. Mas será que apenas alguns minutos de video fizeram-lhe completamente justiça? É o que iremos ver em seguida.

Disruptor - Sony Playstation
Jogo com caixa e manual

A primeira coisa que reparei é que este é um jogo da Insomniac, o mesmo estúdio que nos trouxe anos depois séries como Ratchet & Clank e Resistance, já para não mencionar que foram os criadores de Spyro the Dragon. A segunda surpresa foi quando comecei o jogo: cutscenes de full motion video com actores reais, com uma performance tão má que faz alguns filmes como o “Star Wars turco” ser merecedor de um Óscar. Ok, não tão maus assim, mas já estão a perceber a ideia. Mas eu até que acho piada a estas coisas, e vão ter muitas cutscenes para ver, pois à excepção dos níveis finais, existe uma cutscene entre cada que serve para avançar na história. E qual história? Bom, este é um FPS futurista que nos coloca no papel de Jack Curtis, um jovem recruta dos LightStormer Corps, uma unidade militar toda XPTO da altura. E enquanto os primeiros níveis servem de treino para nos habituarmos aos controlos e mecânicas de jogo, depois algumas coisas começam a acontecer e lá iremos combater uma misteriosa organização terrorista com as coisas a ganharem contornos conspiratórios, mas sempre com aquela qualidadezinha sebosa que até tem graça.

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À esquerda temos o nosso herói. À direita, o seu irmão já veterano lá no sítio. Todos maus actores.

E os controlos são os típicos de um FPS pré-controlo analógico, onde apenas o D-Pad servia para nos movimentarmos e os botões de cabeceira para fazer o strafing para a esquerda ou direita. Isso e escolher as armas, que por sua vez muito sinceramente me deixaram bastante a desejar. Para um jogo futurista, a maioria das armas tem um design muito fraquinho e modos de disparo que sinceramente não achei lá muita piada. Temos uma shotgun e uma metralhadora bem pirosas, várias armas futuristas nada precisas e um “lança rockets” capaz de fazer lock-on aos inimigos e segui-los. Este até que ficou porreiro! Mas para além das armas temos outra coisa com que brincar – os poderes psiónicos. Estes são poderes que nos permitem atirar bolas de energia poderosas, regenerar a nossa vida ou então podemos utilizar a habilidade “drain” que causa algum dano aos inimigos e também serve para restabelecer a nossa energia “psiónica”. Existe inclusivamente um nível em que não podemos usar quaisquer armas para além destes poderes.

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Com o mau voice acting posso bem, até é um guitly pleasure. Agora o mau design de armas e inimigos é que já não gosto tanto.

A nível gráfico é o que se esperaria de um clone do Doom. Gráficos em 2.5D, ou seja, níveis tridimensionais mas com inimigos, itens e powerups na forma de sprites em 2D. Os inimigos consistem em robots, criaturas estranhas ou cyborgs, mas tal como as armas, também não me despertam lá muito interesse. De resto o design dos níveis até é o mais interessante, embora seja tudo instalações industriais e outras cenas futuristas, mas no geral até foram níveis interessantes, mas nada com mecânicas de jogo do outro mundo. O resto é mediano, tanto as músicas, efeitos especiais, ou o acting terrível que já mencionei.

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Acabaram-se as munições? Toca a mandar bastonadas com as armas!

Mas mesmo com todos os seus defeitos e imperfeições, nem é um mau jogo de todo, é um daqueles clones do Doom que não acrescenta muito mais à fórmula, a não ser os poderes psiónicos ou as cutscenes em full motion video de qualidade questionável. Joga-se bem, mas algumas escolhas estéticas não foram mesmo do meu agrado. Mas é precisamente para os fãs de FPS da velha guarda que este jogo guarda o seu interesse, e o facto de ser exclusivo da Playstation ou de ter o Mark Cerny na equipa de produção certamente torna-o ainda mais curioso.