Battle Arena Toshinden (Sony Playstation)

Battle Arena ToshindenSe tudo correr bem, amanhã, dia de Natal, conseguirei publicar aqui um artigo mais trabalhado. Hoje é tempo de mais uma rapidinha, antes da ceia de Natal que se prepara na sala ao lado. E o jogo que cá vos trago é o Battle Arena Toshinden da Playstation, um dos primeiros jogos de luta em 3D, a par de outras séries como Virtua Fighter ou Tekken. Esta é a conversão original das arcades e um dos primeiros lançamentos da máquina de 32bit rival da Sega, que mais tarde viria a receber uma conversão/remake na Sega Saturn, intitulada de Battle Arena Toshinden Remix. Este meu exemplar foi comprado na cash converters de Alfragide por 2.5€ se a memória não me falha. É a versão Platinum.

Jogo em caixa, na sua versão platinum. Gosto bastante desta artwork!
Jogo em caixa, na sua versão platinum. Gosto bastante desta artwork!

A série Battle Arena Toshinden desde cedo se demarcou de Virtua Fighter ou Tekken pelo facto de ser baseada em lutas com armas brancas, à semelhança de Last Bronx ou do que viria a ser a série Soul Blade/Calibur. Para além disso, de forma a tirar algum partido do facto de ser um jogo tridimensional, para além dos habituais golpes e especiais que é habitual ver em jogos de luta, temos também a possibilidade de dar alguns passos laterais de forma a que nos consigamos esquivar dos ataques do adversário. Isso é feito através dos botões de cabeceira L/R.

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A versão PS1 é graficamente superior ao “remake” da Saturn. Olhem estas transparências!

Agora, entre esta e a versão Saturn, ambas têm as suas vantagens e desvantagens. A vantagem da versão Saturn é o facto de ter uma personagem extra e um modo história mais completo, com direito a algumas cutscenes entre batalhas, que nos vão dando mais informações das relações que cada lutador tem entre si, algo que nestes jogos acaba sempre por ser deixado um pouco de lado durante o jogo em si, apesar se espreitarmos o manual de instruções e ler a biografia de cada lutador se veja que cada um tem os seus motivos para estar ali e geralmente têm relações fortes com mais um ou outro oponente, por vários motivos. A vantagem da versão Playstation é mesmo a componente gráfica que acaba por ser mais fiel à versão arcade. Todos sabemos que a Saturn é um sistema polémico no que diz respeito à sua arquitectura de hardware e às suas capacidades para o 3D, mas a verdade é que em muitos jogos se notam realmente diferenças entre ambas as versões. Aqui a versão Playstation possui os backgrounds em 3D real, ao contrário da versão Saturn que como background tem uma imagem estática. Os efeitos especiais de transparências e luzes são também muito melhores na versão Playstation. Isso é facilmente denotado ao observar o vestido transparente da Ellis.

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Como habitual, temos também uma série de golpes especiais para aprender, incluindo os Desperation Moves que apenas se podem executar quando estamos mesmo “a soro”

No fim de contas, esta é uma série que para mim não tem o mesmo charme de Virtua Fighter. Também não sou o maior fã das personagens do Tekken, mas ainda assim acabo também por preferir essa série da Namco. De qualquer das formas, mesmo não tendo o mesmo carisma que as 2 séries acima mencionadas, não deixa de ser um bom jogo, capaz de entreter qualquer fã de jogos de luta em 3D. E foi uma série que gerou 3 sequelas na mesma plataforma, pelo que impõe também algum respeito.

Dracula 2: The Last Sanctuary (PC / Sony Playstation)

Dracula 2Hoje teremos direito a um artigo sobre um jogo que possuo em dois sistemas diferentes. Dracula 2: The Last Sanctuary é uma aventura gráfica na primeira pessoa que, tal como o primeiro jogo também aqui analisado tanto para PC como Playstation, continua a saga do romance de Bram Stoker sobre o príncipe das trevas mais famoso do mundo do entretenimento. Tal como o primeiro jogo, este também teve um lançamento inteiramente em português, onde se traduziu tudo, incluindo o voice acting. Felizmente que desta vez arranjei a versão inglesa. A versão PC deu entrada na minha conta steam há coisa de um ou 2 anos, através de algum bundle. A versão PS1 veio de umas trocas e vendas que fiz com um particular há coisa de um mês atrás.

Dracula 2 The Last Sanctuary - Sony Playstation
Jogo com dois discos, caixa e manual

E tal como o seu predecessor, este é também uma jogo de aventura gráfica point and click, jogado na primeira pessoa. A acção decorre logo após recordarmos os acontecimentos finais do último jogo, onde Jonathan regressa a Londres para defrontar Dracula de uma vez por todas. E após passarmos algum tempo em Londres em busca de Drácula, ao visitar a sua propriedade em Carfax Abbey, ou o asilo do Dr. Seward, coisas acontecem e teremos de voltar uma vez mais à transsilvânia para resgatar a nossa noiva/esposa Mina uma vez mais.

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Mais uma vez acaba por ser Mina a ficar no centro das atenções

A nível de mecânicas de jogo há muita coisa que se mantém idêntica à prequela e a muitos outros jogos do mesmo género em que a Cryo Interactive tenha acabado por lhes deitar as mãos. Jogamos numa perspectiva de primeira pessoa em que o movimento é dado com cliques do rato, transitando numa série de ecrãs estáticos, mas que os podemos explorar livremente em practicamente 360º. O resto é o típico de jogos point and click onde a exploração dos cenários, interacção com objectos, pessoas e resolução de alguns puzzles são o prato do dia. Ao explorar os cenários, o nosso cursor do rato vai mudando de figura. Se for uma seta, quer dizer que podemos avançar nessa direcção. Se for uma mão, podemos apanhar esse objecto, se for uma roda dentada, então teremos de procurar no nosso inventário por um objecto para colocar nesse local. Se escolhermos o objecto certo, o cursor ganha contornos verdes, caso contrário fica vermelho. Comandos simples e só pelo facto de termos uma pista visual se certo item serve para aquela posição ou não, já é uma ajuda. Mas há aqui algumas novidades também, sendo que a maior a meu ver são aqueles momentos onde de facto temos a vida em risco ao ser atacados por criaturas ou armadilhas e vemos no ecrã uma barra a esvaziar-se com o tempo. Pois, esse é o tempo que temos para nos safar, seja a interagir com alguns objectos para criar armadilhas a quem nos persegue, ou até sacar um revólver do nosso inventário e dispará-lo quase como se fosse um first person shooter.

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Parece um first person shooter mas não é!

Em relação a pormenores técnicos, felizmente nem a versão PS1 nem a PC que eu possuo foram integralmente traduzidas para português. Digo isto pois já na altura quando comprei o primeiro Dracula, sabia perfeitamente que os diálogos seriam completamente falados em português, mas tinha uma certa curiosidade mórbida em ver como foi feito esse trabalho de tradução, que naquela época ainda não era nada habitual. Mas felizmente desta vez veio tudo com o voice acting em inglês que, apesar de não ser nada por aí além, sempre é tolerável. Graficamente é um jogo com gráficos pré-renderizados, onde é a versão PC que leva a melhor pois apresenta-os com uma resolução maior. Mas é a arte e design das personagens, aliados a uns diálogos não lá muito convincentes que me retiram alguma da piada ao jogo, pois apesar de o mesmo até ter uns gráficos bonitinhos para a altura, não achei que fizessem justiça à malvadez de Drácula e suas concubinas.

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O inventário é semelhante ao do jogo anterior e permite interagir com objectos entre si

Resumindo, para mim Dracula 2: The Last Sanctuary não deixa de ser um jogo de aventura minimamente competente, capaz de entreter qualquer fã do género, ainda para mais se gostam destes com uma temática mais para o Oculto. No entanto, é também um jogo que me deixou um pouco a desejar, principalmente pelos seus diálogos pobres e design/caracterização de personagens que de assustadores não têm muito, tal como referi no parágrafo acima. Os restantes jogos desta série parece que já iniciam um novo arco de história, pelo que me deixaram bastante curioso para os experimentar. Em breve!!

Gekioh: Shooting King (Sony Playstation)

GekiohQuando vi este jogo na Cash Converters de Alfragide, não sabia muito bem o que esperar. Vi que era um shmup às antigas, e se isso é algo que me chama à atenção pois é um género de nicho que eu tenho curiosidade em querer conhecer melhor, foi mesmo o nome da Natsume na caixa que me fez levá-lo para casa. A Natsume é uma empresa japonesa que desenvolveu imensos jogos de qualidade, muitos deles que se ficaram apenas pelo Japão e são algo obscuros nos dias de hoje. E nem é um mau jogo de todo! Creio que me custou 2€.

Gekioh Shooting King - Sony Playstation
Jogo com caixa e manual

Originalmente este era um jogo arcade que apenas tinha saído no Japão com o nome Shienryu e posteriormente convertido para a Saturn e Playstation. Por algum motivo, quando decidiram lançá-lo no ocidente como um título budget na PS1, decidiram mudar-lhe o nome para algo provavelmente ainda mais estranho para nós ocidentais. Entre Shienryu e Gekioh Shooting King venha o diabo e escolha. Mas o que interessa é que uma vez mais somos só nós contra uma invasão alienígena, onde começamos por os combater no nosso planeta e vamos entrando em pleno espaço sideral até os correr de vez daqui para fora.

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Esta arma eléctrica é excelente!

A jogabilidade não é nada complicada, afinal apenas podemos escolher uma nave e dispomos de um ataque normal, e outro especial capaz de provocar dano a practicamente tudo o que estiver no ecrã. Claro que o especial é para ser usado com moderação, embora em certos níveis até não seja muito difícil encher um stockzinho com essas munições. Depois temos também para além do pea shooter normal vários outros tipos de armas. Uma com mísseis teleguiados, o vulcan shot que se vai abrindo em leque e por fim a minha preferida, uma arma que lança raios eléctricos que são atraídos pelas naves inimigas, conseguindo com um só disparo atingir uma grande parte das naves no ecrã. De resto, é um jogo com uma jogabilidade simples conforme já referi, em que naturalmente a dificuldade vai aumentando à medida em que vamos progredindo no jogo. Para além do modo normal de história, poderemos encontrar outros modos de jogo de bónus, em que alguns até alteram completamente as coisas.

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Que coisa marada este Pocket Mode! Um bónus muito interessante!

Um deles é o Pocket Mode, onde parece que estamos a jogar num VMU de Dreamcast, ou na Pocketstation da Sony, tal é reduzido o ecrã. Depois temos o Ancient Mode onde o ecrã ganha contornos de sepia e o som como se estivesse a sair de um rádio mal sintonizado, algures no fundo de um poço, outro modo mais cómico torna todas as explosões em risadas e por aí fora em diversas variantes estapafúrdias, mas são pequenos pormenores como esse que por vezes fazem a diferença.

A nivel técnico é um jogo competente. É verdade que os gráficos, se não fosse por um ou outro efeito como as explosões ou a arma eléctrica, em certos momentos quase que poderia passar por um jogo de Super Nintendo, mas sinceramente eu prefiro um shmup em 2D bem definido, do que uma mixórdia de polígonos. Os efeitos sonoros e a música cumprem o seu papel, nada a apontar.

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Gosto bastante dos inimigos gigantes e bem detalhados!

Gekioh Shooting King foi uma agradável surpresa e é interessantíssimo ver como a PS1 e PS2 receberam imensos jogos budget que nos poderão ter passado ao lado. É verdade que muitos deles podem ser shovelware, mas por vezes temos pequenas pérolas deste género.

Resident Evil: Survivor (Sony Playstation)

Resident Evil SurvivorResident Evil: Survivor é o primeiro spin-off da série principal, saindo ainda para a primeira Playstation. E se a subsérie “Gun Survivor” que também abrange um spin off da série Dino Crisis já deu aqui o ar da sua graça com o Resident Evil Dead Aim, sempre tive curiosidade em experimentar o primeiro e quando o vi incompleto e em mau estado na feira da Ladra em Lisboa por cerca de 1€ decidi-o levar na mesma. Obviamente que um dia que o jogo me apareça à frente em melhores condições será substituído. Update: O que acabou por acontecer recentemente, com o meu amigo Ivan Cordeiro a oferecer-me um extra que tinha por lá, embora sem manual. Muito obrigado!

Jogo com caixa
Jogo com caixa

Os acontecimentos deste jogo decorrem não muito tempo depois dos acontecimentos dos Resident Evil 2 e 3, onde Raccoon City acabou por ser dizimada para conter a sua epidemia zombie. O local desta vez é uma ilha solitária no meio do oceano, com mais uma base de laboratórios da Umbrella onde as coisas correm mal e um novo surto do T-Virus é lançado sobre a população. O nosso personagem acorda nessa ilha após um acidente de helicóptero, amnésico e sem saber onde está, é levado a acreditar que o seu nome é Vincent, que mais tarde se vem a saber que Vicent era o líder da Umbrella nessa ilha, um homem cruel e impiedoso  que não olhava a meios em sacrificar humanos para as suas experiências biológicas. O costume vindo da Umbrella! É uma história simples, mas sinceramente não precisaríamos de muito mais para um jogo light gun, basta ver os primeiros The House of the Dead.

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Brains?

No entanto este não é um simples jogo light gun, como o The House of the Dead, Virtua Cop ou Time Crisis. Vai buscar outros elementos aos Resident Evil clássicos na medida em que nos podemos movimentar livremente, apanhar itens, interagir com os itens que apanhamos e com o cenário de forma a progredir no jogo. É essencialmente um first person shooter com suporte a uma light gun. E se o jogo tiver uma história simples e previsível por mim pode não ser algo assim tão mau, a jogabilidade acaba por ser crítica num jogo destes. E ao preferirem fazer algo mais fiel aos Resident Evil originais do que um mero light gun shooter on rails como The House of the Dead acabam por tornar este jogo mais frustrante de ser jogado com uma light gun, pois obriga-nos a mover a pistola para fora do alcance da TV de forma a nos movimentarmos, e movê-la para a TV para dispararmos. Assim sendo acabo por preferir usar o esquema de controlo com o gamepad apenas, embora mesmo assim os controlos não são tão bons como se fosse um FPS a sério, como um Quake 2, por exemplo, pois obriga-nos a alternar o uso do direccional para movimento ou para mirar com a arma. Falando nas armas, temos vários revólveres com munição infinita que poderemos vir a utilizar, mas armas mais poderosas como a shotgun, magnum ou lança granadas têm munições mais escassas e são melhor utilizadas nalguns inimigos específicos como um ou outro boss ou algum hunter mais chato lá na recta final do jogo.

Parecem, mas não são mergulhadores... são mais umas tropas de elite ao serviço da Umbrella
Parecem, mas não são mergulhadores… são mais umas tropas de elite ao serviço da Umbrella

De resto este Gun Survivor é um jogo curto, tanto que até nem podemos fazer save da nossa posição – apenas do armamento que possuímos, no entanto apresenta várias secções com caminhos alternativos que poderemos tomar, aumentando assim um pouco o seu factor de replayability. Graficamente é um jogo competente, mas temos de ter em consideração que, por ser jogado na primeira pessoa, os cenários não são pré-renderizados como nos Resident Evil clássicos, mas sim completamente poligonais, daí parecerem piores que os jogos anteriores da série, no entanto até que acho que os zombies e outras criaturas fofinhas como os hunters e lickers estejam bem detalhados. A música vai-se adaptando à atmosfera do jogo, sendo mais mexida em alturas com mais acção e tensa quando deve ser. Já o voice acting é horrível, infelizmente.

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Nem todas as armas têm munição ilimitada, só os revólveres, excepto a Magnum.

No fim de contas, para mim jogar um Resident Evil inteiramente na primeira pessoa sempre tinha sido algo que gostaria de fazer, tanto como um light gun shooter puro e duro que nem o The House of the Dead, ou algo mais ao estilo FPS clássico. Infelizmente a Capcom decidiu misturar as duas coisas e ainda outras dos Resident Evil clássicos, resultando numa jogabilidade que tinha potencial (e obrigação) de ser melhor. Mas não acho que seja um jogo mau de todo e com alguma práctica até se joga bem.

Rage Racer (Sony Playstation)

Rage RacerA série Ridge Racer da Namco foi uma das mais importantes séries de corridas que atravessaram as arcades e as consolas da Sony, embora os jogos tenham sido algo divergentes entre ambas as plataformas. O Ridge Racer Revolution pouco mais do que a banda sonora foi buscar ao Ridge Racer 2 da arcade, e este Rage Racer pouco tem a ver com o Rave Racer, o terceiro jogo original de arcade, pois este introduz uma série de customizações, já se afastando um bocadinho das suas raízes arcade. Este meu exemplar foi comprado a um particular por cerca de 4 a 5€, já não me recordo bem.

Rage Racer - Sony Playstation
Jogo completo com caixa, manual, papelada e disco bónus com cenas

E então como este jogo se divergiu das suas raízes coin-op? Bom, aqui somos presenteados com um modo “carreira”, onde vamos competindo em várias corridas e ganhar créditos que podem se gastos a comprar novos carros, ou customizar os que já temos, tanto a nível estético, como a nível mecânico. Mas sim, os carros continuam a ser fictícios e as pistas sao todas variantes naquela ilha com paisagens já por nós bem conhecidas dos dois primeiros jogos. Existem várias classes nas quais deveremos competir, com a dificuldade a aumentar progressivamente. Se falharmos por várias vezes os nossos objectivos, então somos mesmo retirados do “campeonato”, embora mantenhamos todos os créditos amealhados até então. Este tipo de coisas para mim retiram muita da piada ao jogo, pois o que eu aprecio é mesmo aquele feeling de jogo arcade, mas é óbvio que com o passar dos anos, já nos finais da década de 90 onde as consolas caseiras começaram a receber jogos de corrida mais complexos, a curta experiência arcade não seria mais suficiente. Mas felizmente a jogabilidade ainda continua arcade e isso para mim é o mais importante, embora o jogo já tenha uma abordagem um pouquinho mais de simulador.

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Pela primeira vez temos muitas oportunidades de customização dos carros

Mesmo com todos os carros para desbloquear e novas ligas mais exigentes para competir, no fundo temos apenas 4 circuitos para conduzir, cujos podem mais tarde ser também conduzidos de forma reversa. Mas os mesmos acabam por ter bem mais detalhe, com novas paisagens a serem descobertas, várias alturas do dia e diferentes condições climatéricas, e a nível técnico, a draw distance é grandinha, quase que não se nota o pop-in da pista a ser gerada à nossa frente, coisa muito habitual em outros jogos de corrida desta era das máquinas 32 bit. A música essa continua numa toada muito mais electrónica, o que sinceramente não é dos meus géneros musicais preferidos embora não seja propriamente má. Acho que é por ser de um estilo mais “disco” que não me agrada tanto como as bandas sonoras dos Wipeout, por exemplo.

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Mais uma vez poderemos correr em várias partes do dia

Em jeito de conclusão de uma rapidinha, Rage Racer é uma espécie de ponto de viragem na série que embora não largue de todo as suas raízes arcade, começa a incorporar muitas outras características de jogos mais complexos pois o mercado também assim o exigia. Não deixa de ser um bom jogo no entanto!