Gale Racer (Sega Saturn)

Hoje trago cá a conversão para a Sega Saturn do Rad Mobile, um jogo de corridas arcade da própria Sega lançado originalmente em 1991, tendo sido conhecido não só por ser o primeiro videojogo que marca uma aparição de Sonic the Hedgehog, antes da futura mascote da Sega ter o seu primeiro videojogo oficialmente lançado, bem como sendo o primeiro jogo 32bit da empresa nipónica, tendo sido lançado originalmente no sistema System 32. Ainda assim era um jogo maioritariamente em 2D, apresentando no entanto sprites com muita melhor definição que os seus esforços anteriores. Em 1994, por alturas do lançamento Japonês da Sega Saturn, a Sega acabou por lançar uma conversão deste jogo sob o nome de Gale Racer. Infelizmente não é muito boa, pelo que o jogo acabou por ficar em solo japonês apenas. O meu exemplar veio da loja Mr. Zombie no mês passado, tendo-me custado 6€.

Jogo com caixa, manual e papelada

Rad Mobile foi um dos primeiros jogos arcade que eu alguma vez joguei. O primeiro foi o Out Run, numa máquina que ficava à entrada de um hipermercado onde os meus pais faziam compras no início dos anos 90. O segundo estou na dúvida se terá sido o Insector X ou o Rad Mobile, que tinha eventualmente substituído a máquina do Out Run que mencionei anteriormente. Este era um jogo onde, tal como o Out Run, teríamos de atravessar os Estados Unidos, desde a sua costa Oeste à Leste, garantindo no entanto que fossemos ultrapassando uma série de rivais pelo caminho, de forma a chegar a Nova Iorque em primeiro lugar. Aqui o objectivo mantém-se idêntico, com o número de rivais a bater a aumentar de 14 para 21, no entanto. E se na arcade a experiência era non-stop, aqui o jogo vai estando dividido em diversos segmentos separados por ecrãs de loading. Sinais dos tempos!

Curvas inclinadas! Parece que são lombas mas é mesmo assim, do motor do jogo

Ao longo do jogo teremos então não só de garantir que vamos atravessando cada checkpoint antes que o nosso tempo se esgote, bem como ultrapassar  todos os rivais que vão surgindo. Para além disso teremos de ter em atenção ao restante trãnsito que vamos vendo na estrada, inclusivamente para carros que venham em sentido contrário. Ocasionalmente vamos encontrar alguns rivais mais agressivos que servem também de bosses do jogo, como um camião gigante, porém rapidíssimo a subir uma estrada na encosta de uma montanha, onde temos de ter cuidados adicionais para não cair no desfiladeiro. Para além do modo arcade temos também um versus para 2 jogadores em split screen, bem como um modo time attack onde o objectivo é fazer o melhor tempo possível. Um detalhe interessante é o boneco do Sonic que temos pendurado no carro e que vai abanando. Esta foi a primeira aparição oficial do ouriço num videojogo, visto que Rad Mobile foi lançado em Janeiro de 1991, com o primeiro jogo oficial de Sonic a ser lançado mais tarde nesse mesmo ano. Nesta conversão, no entanto, quanto mais formos jogando este Gale Racer, vamos desbloqueando novas bonecos que vão substituindo o Sonic, como é o caso do Tails, Knuckles, Eggman, Metal Sonic ou outros elementos mais desconhecidos do universo Sonic, como o Mighty the Armadillo e Ray the Flying Squirrel.

O versus para 2 jogadores coloca-nos a competir um contra o outro em split screen

Originalmente este era um jogo inteiramente em 2D, no entanto o sistema System 32 possuía um hardware mais poderoso que os seus antecessores, disponibilizando sprites com melhor qualidade, alguns efeitos gráficos interessantes como a chuva a cair e os carros a levantar água da estrada molhada. As estradas em si eram também bem mais dinâmicas, apresentando não só as já habituais lombas, bem como se inclinando em curvas mais apertadas. Ora os efeitos metereológicos e as curvas inclinadas estão aqui presentes, mas as sprites foram substituídas por polígonos muito simples, assim como as suas texturas. Infelizmente a performance não é tão boa quanto no original arcade, e mesmo os polígonos aqui presentes serem muito simples e com texturas de baixa qualidade, a draw distance dos circuitos é muito reduzida. As mecânicas de detecção de colisões também deixam um pouco a desejar, vemos carros a atravessarem uns aos outros como se fossem fantasmas! No que diz respeito aos restantes audiovisuais, a Sega incluiu algumas cutscenes em CGI e as músicas apesar de não serem propriamente desagradáveis, ficam aquém do que mais tarde conseguiram fazer em jogos como Sega Rally, por exemplo.

No início e fim de jogo temos direito a uma cutscene em CGI – a nova geração prometia!

Portanto este Gale Racer foi uma oportunidade perdida de fazerem uma conversão decente de um jogo arcade lançado originalmente 3 anos antes. O sistema System 32 apesar de poderoso para a época, era um sistema lançado ainda com jogos 2D em mente. Gale Racer por sua vez foi lançado em 1994, tendo sido o primeiro jogo de corridas na plataforma. Creio que a Saturn seria capaz de correr uma conversão mais fiel ao arcade se mantivessem o mesmo estilo gráfico. No entanto, tendo sido um jogo de lançamento, é possível que o seu desenvolvimento tenha sido apressado e a Sega quisesse fazer uma conversão em 3D total para melhor mostrar as capacidades da consola, pelo que infelizmente o resultado não foi o melhor. A Saturn possui jogos de corrida inteiramente em 3D bem mais competentes que este Gale Racer e talvez por isso, por altura dos lançamentos ocidentais da consola, tenhamos recebido apenas o Daytona USA e este Gale Racer se tenha ficado apenas no Japão.

Slam ‘n Jam ’96 (Sega Saturn)

Continuando pelas rapidinhas a jogos desportivos, vamos ficar agora com este Slam ‘n Jam 96, que foi lançado nesse ano para a Saturn e Playstation. Desenvolvido pela Left Field, a mesma empresa que chegou a estar associada à Nintendo durante alguns anos, tendo desenvolvido os NBA Courtside e Excitebike 64, este é um jogo de basquetebol 2D que me faz lembrar de certa forma a série NBA Jam. O meu exemplar foi comprado num pequeno bundle de outros jogos Saturn e Mega Drive que comprei algures em Outubro numa feira de velharias. Ficou-me por 2.5€ portanto!

Jogo com caixa e manuais

Apesar de Magic Johnson e Kareem Abdul-Jabbar serem estrelas da NBA que foram patrocinadas pelo jogo, este não tem licença sobre as equipas NBA, pelo que os jogadores restantes possuem todos nomes fictícios. Com isso em mente, podemos optar por jogar partidas individuais, um campeonato (desde uma temporada completa com 82 jogos, ou outras mais curtas) ou saltar directo para os playoffs típicos do final da temporada.

No que diz respeito aos modos de jogo não há muito mais a acrescentar, até porque o modo temporada pode ser bastante extenso

O jogo é apresentado numa perspectiva frontal para os cestos, com as personagens, público todos completamente em 2D. Sinceramente até prefiro assim, pois esta geração sempre deixou algo a desejar no 3D, mas jogos com um 2D bem feito envelheceram muito melhor. E é o que me parece ser neste jogo! Confesso que não sou o maior conhecedor de jogos de basquetebol, mas a jogabilidade aqui parece-me bastante simples e divertida, oferecendo no entanto algumas possibilidades adicionais, como activar a fatiga, faltas (ao contrário de NBA Jam, onde vale tudo) e substituir jogadores com base nas suas estatísticas. Mas tal como o NBA Jam, o jogo possui um ritmo muito elevado, com a possibilidade também de tentarmos encestar as bolas de forma estilosa (embora não tão exageradamente como no NBA Jam). Há também a possibilidade de optar pelo multiplayer para várias pessoas com recurso ao multitap, o que me parece ser uma boa ideia.

Visualmente é um jogo com um 2D muito competente e um bom sprite scaling

A nível audiovisual o jogo apenas possui músicas nos menus e afins, embora estas até sejam agradáveis. Durante as partidas só temos os ruídos do jogo, o barulho emotivo do público e os comentadores desportivos que vão soltando algumas larachas. Graficamente acho que é um jogo bastante apelativo, pois todas as sprites estão desenhadas no 2D muito bem detalhado e animado, portanto acho que acabou por envelhecer muito melhor que outros jogos desportivos da época. A única coisa em 3D são os contornos da arena desportiva que também são simples, portanto também não envelheceram lá muito mal.

Portanto este Slam ‘n Jam até que se revelou numa óptima surpresa, dos poucos jogos de basquetebol que joguei na Saturn este parece-me ser o mais divertido e de longe o mais apelativo visualmente pelo seus visuais em 2D muito bem detalhados. Antes deste havia o Slam ‘n Jam 95, lançado para a 3DO apenas e pelo menos a nível visual parece-me muito similar. Já depois deste jogo a Left Field entrou numa parceria com a Nintendo onde, no meio de outros jogos, começou a série NBA Courtside, que já possui uma toada mais realista.

Shockwave Assault (Sega Saturn)

Grande parte dos jogos que a Electronic Arts começou por lançar para a Sega Saturn e Playstation eram na verdade conversões de títulos que já haviam lançado antes para a 3DO, um sistema de 32bit algo primitivo que acabou por não ter muito sucesso por cá. Foi o que aconteceu com Road Rash, Need for Speeed e também esta versão do Shockwave Assault que, no entanto, traz não só o jogo original, como também a sua expansão Operation Jumpgate. O meu exemplar foi comprado no mês de Julho, tendo vindo de um grande bundle de jogos e consolas que foi comprado a meias com um amigo.

Jogo com caixa e manuais

Este é então mais um shooter que segue o cliché de uma invasão alienígena ao nosso planeta, algures num futuro próximo. Nós encarnamos num piloto de elite, porém novato, de um esquadrão localizado numa avançada base norte-americana que orbita o planeta. Iremos atravessar vários continentes e combater a ameaça terrestre ao longo de 10 missões onde teremos objectivos distintos, mas que consistem sempre em destruir uma série de objectivos alienígenas.

Começamos por defender o nosso planeta ao atravessar o Egipto e os seus grandes monumentos.

Em cada missão teremos um caminho para seguir (visível na janela do mapa na parte inferior do ecrã) e destruir practicamente todos os inimigos que nos surgem à frente. Também na parte inferior do ecrã conseguimos ver os nossos níveis de combustíveis, raios laser, combustível e mísseis, que podem todos serem regenerados ao sobrevoar estações de reabastecimento que irão estar espalhadas ao longo dos níveis, se bem que teremos de ter cuidado para não as destruir acidentalmente. Os controlos são também simples, com o D-Pad a servir para mover a nave, e os botões faciais a servir para acelerar, disparar lasers ou mísseis. Os inimigos no entanto serão cada vez mais letais e aparecerão em maior número, pelo que também devemos nos habituar a jogar de forma mais cautelosa e usar os poucos mísseis de forma mais inteligente. Se bem que à medida que vamos avançando, vamos ganhando mísseis mais poderosos como os hellfire ou mesmo tactical nukes.

Ao atravessar áreas populacionais, os edifícios são apenas texturas na superfície

A nível audiovisual, bom é um jogo algo competente tendo em conta que foi desenvolvido originalmente em 1994 para a 3DO. Tanto a Saturn como a Playstation são capazes de melhor, mas sendo esta uma mera conversão, não poderíamos esperar muito mais que isto. Os inimigos são polígonos algo primitivos, mas todos devidamente texturizados. A superfície tanto vai tendo alguns edifícios simples e completamente poligonais, como as pirâmides do egipto ou alguns prédios. Mas sobrevoando zonas densamente populacionais, os polígonos à superfície são texturizados com casas, ruas e afins, dando-lhes um aspecto muito mode 7 dos 16bit. As músicas não são nada de especial, porém o jogo está também repleto de cutscenes entre os níveis que vão avançando na história. Estas são gravadas com actores reais e apesar de não serem do mais impressionante que já se tenha visto, não são más de todo, com actores a representarem os seus papéis de forma minimamente convincente. As cutscenes em si também possuem uma boa qualidade de vídeo.

Entre cada nível vamos tendo algumas cutscenes de vídeo que nos avançam na história

De resto, e para além do Assault, esta conversão traz também a expansão Operation Jumpgate, que nos leva a percorrer vários planetas e luas ao longo do sistema solar, onde esta presença extra-terrestre se mantém. São mais 5 missões que pouco de novo acrescentam à jogabilidade, mas não deixa de ser de louvar a EA as ter incluido também. A série continuou na 3DO com o Shock Wave 2: Beyond the Gate, mas creio que esta sequela já acabou por não ser relançada em mais sistema nenhum.

X-Men: Children of the Atom (Sega Saturn)

Nos anos 90, e após o lançamento de Street Fighter II que revolucionou todo o panorama dos videojogos nas arcades, mas também em casa, a Capcom não se cansou de lançar updates e sequelas de Street Fighter, bem como novas séries de jogos de luta como foi o caso de Darkstalkers. X-Men Children of the Atom é também um jogo muito importante na medida em que não só conseguiram assegurar o licenciamento para um videojogo de luta de uma das franchises mais populares da Marvel, como o sucesso do jogo serviu para abrir portas a mais videojogos de luta da Marvel e imensos crossovers que lhe seguiram. A Sega Saturn foi uma das contempladas com uma versão caseira deste jogo, sendo que a minha cópia foi comprada algures em Setembro deste ano, na loja Mr. Zombie, por 22€.

Jogo com caixa e manual

Neste jogo podemos optar por jogar com 6 dos X-Men, como Cyclops, Psylocke, Wolverine ou Storm, bem como 4 vilões, como o caso de Silver Samurai, uma Sentinela ou a Spiral. Tanto um grupo como o outro acaba por defrontar o Juggernaut e Magneto nos dois últimos combates, tantando travar mais um dos seus planos. Akuma, do universo de Street Fighter é uma personagem secreta que pode ser desbloqueável.

O casting de personagens é ainda reduzido

Tal como Super Street Fighter II ou Darkstalkers, este Children of the Atom é um jogo de luta mais frenético, com grande ênfase nos combos e golpes especiais, que podem ser desbloqueados à medida que vamos enchendo a barra dos specials, aqui apelidada de X-Power, onde cada personagem possui diferentes habilidades e poderes mutantes, como os raios vermelhos de Cyclops, a habilidade de voar da Storm, ou mesmo a possibilidade de auto regeneração do Wolverine. As arenas em si são agora muito mais verticais, pois cada mutante salta bastante alto e algumas arenas possuem diferentes níveis inclusivamente. A nível de controlos as coisas são simples, com os 6 botões faciais do comando da Saturn a servirem para socos e/ou pontapés fracos, médios e fortes, os botões de cabeceira a servir para saltar a grandes alturas ou correr, e o d-pad a servir também para fazer throws ou defender dos golpes inimigos. Depois claro que cada personagem possui diferentes golpes especiais e combos que convém que aprendamos!

Personagens grandes, boas animações, cenários muito bem detalhados. A CPS2 era mesmo uma maravilha!

A nível de modos de jogo, para além do arcade temos como seria de esperar um versus para dois jogadores. Para além desses dois modos de jogo temos ainda um Survival, onde teremos de enfrentar uma série de oponentes de forma aleatória, até perdermos um combate e com a nossa vida a regenerar apenas um pouco entre combates. Temos também o Group Battle, mais uma vertente multiplayer que nos permite formar equipas e combater entre as mesmas.

A nível audiovisual é um jogo bastante competente. Os lutadores estão muito bem detalhados e animados, algo que se vai mantendo habitual nos fighters baseados no sistema CPS2 que lhe seguem. As arenas são grandes e muito bem detalhadas também, como a Danger Room que vai mudando a sua temática, uma fábrica de sentinelas, a nave espacial de Magneto, entre outros. É por estas razões que sempre gostei destes fighters 2D, pelos seus visuais excelentes e arenas bem detalhadas! As músicas são também bastante agradáveis, tendo geralmente uma toada mais rock que pessoalmente me agrada mais. De resto aparentemente esta versão Saturn corta uns quantos frames de animações devido à pouca memória disponível no sistema, algo que foi posteriormente corrigido noutros fighters que possuem expansões de memória. Sinceramente não me incomoda assim tanto, acho esta uma boa conversão também, sem dúvida melhor que a da Playstation que inclusivamente foi lançada mais tarde.

Confesso que não conhecia estes vilões, nem a Spiral!

Portanto estamos perante um óptimo fighter 2D, o primeiro que abriu as portas à Capcom para todas as sequelas e crossovers que foi lançando nos anos que lhe seguiram. A ver como ficou o Marvel Super Heroes em breve!

 

 

NHL All-Star Hockey 98 (Sega Saturn)

Continuando pelas rapidinhas, mas agora na Sega Saturn, vamos ficar com mais um jogo de desporto com o selo da Sega Sports. A Mega Drive era a consola 16bit que melhores jogos de desporto recebia, sendo a plataforma principal de desenvolvimento da EA Sports, e com a Sega a certa altura a criar a marca Sega Sports, mantendo também uma linha própria de jogos de desporto, sejam desenvolvidos nos seus estúdios internos, ou subcontratados como é o caso deste NHL All-Star Hockey 98 que foi desenvolvido pela Radical Entertainment. O meu exemplar custou-me 2.5€, tendo vindo de uma feira de velharias algures no mês passado de Outubro.

Jogo com caixa e manuais

Aqui dispomos de várias equipas e selecções e, vendo o símbolo NHL PA na capa do jogo, presumo que as equipas possuam todas os jogadores reais. Pelo menos graficamente, as arenas e uniformes parecem-me todas distintas entre si, o que é um bom sinal. Dispomos de vários modos de jogo como partidas amigáveis ou campeonatos e torneios. Aqui, entre outras coisas, podemos ter algum controlo adicional sobre a equipa que escolhemos, pois podemos inclusivamente fazer algumas transferências de jogadores se assim o desejarmos. A jogabilidade em si parece-me bastante fluída, mas eu não sou de todo um especialista no género.

Ao jogador seleccionado , aparece sempre o seu nome abaixo, um pormenor interessante

A nível audiovisual, como já referi acima, as equipas possuem todas uniformes diferenciados, assim como as arenas, portanto é possível que sejam mesmo fiéis aos uniformes da época. O jogo em si apresenta diferentes câmaras, algumas mais dinâmicas que nos deixam ver os jogadores com mais algum detalhe. E sim, não têm o detalhe dos lutadores do Virtua Fighter 2, mas sinceramente para um jogo de desporto os gráficos não me parecem nada maus. A nível de som, bom não existem músicas a não ser algumas melodias que vão tocando quando há alguns eventos no jogo, como golos, faltas ou expulsões. Temos um comentador que apesar de não estar a narrar os jogos em si, vai informando quais são os jogadores que marcam, quem fez a assistência, assim como no caso de faltas ou lesões. Compreende-se o porquê dos comentadores estarem mais silenciosos, pois gravaram falas com os nomes de todos os jogadores disponíveis no jogo.

Graficamente até que é um jogo bem competente

Portanto este All-Star Hockey 98 até me parece ser um jogo bastante competente dentro do seu género. A Radical Entertainment era também o estúdio que estava por detrás da série NHL Powerplay e em 1997 lançaram também o NHL Powerplay 98 para a Playstation, que me parece ser muito, muito idêntico a este. Talvez o “Exclusive on Sega Saturn” não seja tão bem assim.