Vamos voltar às rapidinhas para mais um jogo de Mega Drive e claro, este artigo é uma rapidinha pois já cá o abordei no passado, nomeadamente a sua versão Super Nintendo que está presente na compilação Data East Classic Collection lançada há uns tempos pela retro-bit. O meu exemplar foi comprado numa loja aqui perto de casa no passado mês de Dezembro, tendo-me custado uns 10/15€.
Jogo com caixa e manual
Ora este jogo é exactamente igual à sua versão Super Nintendo, com os mesmos modos de jogo e mecânicas, mesmos desafios, mesmo aspecto gráfico, as mesmas músicas, etc. Possui as mesmas diferenças técnicas típicas de jogos multiplataforma que saíram em ambos os sistemas, com a versão Mega Drive a correr numa resolução superior, enquanto a consola da Nintendo tem uma ligeira vantagem a nível de cor. As vozes digitalizadas também soam melhor na Super Nintendo e o mesmo pode ser dito da banda sonora. Esta é toda composta por melodias calmas e de forte influência jazz e apesar de não soar nada má na Mega Drive, o chip de som da Super Nintendo acaba por ser bem mais adequado a esse tipo de sonoridade.
Podemos amealhar pontos extra se metermos várias bolas consecutivamente, se seguirmos a sua sequência numérica, ou se conseguirmos enfiar alguma bola num dos buracos sugeridos pelo CPU
Portanto este é um jogo de bilhar bastante competente e que ganha muito em herdar uma jogabilidade mais arcade e menos de simulação a meu ver. Acaba por dar para entreter durante um tempo, quanto mais não seja para tentar fazer todos os trick shots.
Já há algum tempo que não escrevo nada para o blogue (faria amanhã uma semana) mas eu não tenho estado parado. Depois de ter finalmente terminado o Shining Wisdom e rejogado o Super Mario RPG, comecei entretanto mais um jogo consideravelmente longo que espero terminar algures nesta ou na próxima semana. Entretanto, com as festividades da passagem de ano não joguei muito nos últimos dias, confesso. Pelo que aproveito para publicar agora uma super rapidinha à versão Mega Drive do Paperboy, cuja versão Master System já cá trouxe no passado. O meu exemplar veio num lote considerável de jogos e consolas que comprei recentemente a um particular.
Jogo com caixa
Bom, este é na sua essência o mesmo jogo que já cá trouxe no passado para a Master System. Controlamos um jovem rapaz que entrega jornais em “pacatos” bairros residenciais, ao percorrer as suas ruas de bicicleta. A ideia é atirar os jornais para as casas dos subscritores (paredes coloridas), com pontos extra a serem atribuídos se o jornal for atirado directamente para a sua caixa do correio ou tapete de entrada. Se falharmos uma entrega ou partirmos uma janela, esse residente cancela a sua subscrição. As casas escuras são de não subscritores e aí teremos de fazer precisamente o contrário: acertar com jornais nas suas janelas para que estes assinem o jornal! A lógica do videojogo deve ser que é mais barato manter uma subscrição do jornal do que estar constantemente a substituir vidros de janelas…
Antes de começar o jogo podemos escolher o nível de dificuldade
Tal como a versão Master System (e presumo que o original arcade seja idêntico) poderemos optar por distribuir o jornal numa de 3 ruas: Easy Street, Middle Road e Hard Way, sendo que cada uma possui um grau de dificuldade diferente. Independentemente da escolha, iremos encarar inúmeros perigos que nos devemos desviar sob o risco de perder uma vida. Desde miúdos a andar de triciclo, motoqueiros, homens a fazer obras na estrada, outros carros ou até a morte são apenas alguns dos obstáculos que teremos pela frente e cujos surgem no ecrã com padrões de movimento algo difíceis. Podemos no entanto atrasá-los ao mandar-lhes com um jornal para as fuças! Temos é de ter em atenção o número de jornais que temos disponíveis para atirar, visto que os seus números são limitados, se bem que poderemos apanhar mais durante os níveis. No fim do percurso temos uma espécie de pista de obstáculos onde poderemos ainda ganhar mais pontos. De resto esta versão MD tem um modo para dois jogadores onda cada um joga à vez.
O que não faltam aqui são obstáculos para nos desviarmos!
Visualmente esta é provavelmente das melhores versões deste jogo, o que não quer dizer muito visto este Paperboy ser um título originalmente lançado nas arcades em 1984. As casas, inimigos e obstáculos estão bem detalhados, pelo menos considerando a versão original. A música e efeitos sonoros sinceramente não os acho nada de especial, embora esta versão da Mega Drive possua também algumas vozes digitalizadas, mas que infelizmente também soam algo abafadas nesta versão.
No fim de cada nível temos um trilho de obstáculos onde, com jornais ilimitados, poderemos ganhar muitos mais pontos
Portanto esta versão do Paperboy acaba por ser bastante sólida (e desafiante!) para quem gostar do lançamento original. Confesso que apesar do desafio e de ter alguns momentos bem humorados como a morte à espreita ou o facto de podermos impedir que ladrões assaltem casas ao atirar-lhes com um jornal, este não é propriamente um jogo que me tenha fascinado.
Vamos voltar à Mega Drive para uma rapidinha a um jogo que nunca tinha jogado antes e nem fazia ideia que era adaptação de um filme do mesmo nome, The Pagemaster. Esta adaptação é então um jogo de plataformas ocidental com versões para a Mega Drive e Super Nintendo e tal como se espera de um jogo de plataformas ocidental desta geração, o que não faltam são itens para apanhar e coleccionar mas já lá vamos. O meu exemplar foi comprado numa Cex há umas semanas atrás por 15€.
Jogo com caixa e manual
Nunca vi o filme mas aparentemente conta a história de um rapaz de 10 anos que após entrar numa biblioteca mágica, é transportado para o mundo de vários livros. No entanto, neste jogo em particular, vamos ser levados a três mundos distintos apenas, o de terror, aventura e fantasia. No entanto, cada mundo possui mais de uma dezena níveis e por vezes até temos caminhos alternativos que nos levam a níveis diferentes, não sendo no entanto obrigatório jogá-los a todos para alcançar o final. O objectivo de cada nível é o de encontrar a sua saída (representada na forma de um livro), existindo por vezes múltiplas saídas que nos poderão levar a níveis secretos. Existem no entanto alguns níveis com objectivos distintos, como o de coleccionar um certo número de itens ou derrotar vários inimigos específicos. Se coleccionarmos todos os cartões de biblioteca, escondidos nalguns níveis específicos, desbloquearemos o final verdadeiro, que aviso já que não é nada do outro mundo.
Em cada mundo temos um mapa com os vários níveis que vamos desbloqueando, por vezes com caminhos alternativos e níveis secretos.
Os controlos são simples, com um botão para saltar (A ou C), com o botão B a ser utilizado para atacar se tivermos algum power up em específico, podendo também ser utilizado para atirar certos objectos que podemos também apanhar recorrendo ao direccional. A maior parte dos inimigos pode também ser derrotada se simplesmente saltarmos em cima deles, Mario style. Como referi acima, o que não faltam aqui são vários itens para coleccionar. As chaves, moedas ou ovos (mediante o mundo em que estamos) servem para nos dar vidas extra a cada 100 que apanhemos, de resto temos também os tais cartões de biblioteca para coleccionar se quisermos alcançar o final verdadeiro, vidas extra, capacetes que nos dão invencibilidade temporária, estátuas que nos desbloqueiam níveis de bónus ou outros itens que nos dão habilidades adicionais. Estes incluem sapatos que nos permitem saltar mais alto ou saltar entre paredes, uma gosma verde que nos permite caminhar pelos tectos com as nossas próprias mãos ou itens que nos dão ataques adicionais, como projécteis ou uma espada. Estes itens, para além das habilidades extra que nos dão, servem também de barra de vida, pois por cada dano que sofremos, perdemos um destes itens (podendo ainda recuperar alguns se formos rápidos). Naturalmente se formos atingidos e não tivermos nenhuns destes extras na nossa posse perdemos uma vida.
Se formos atingidos e tivermos algum power up equipado, perdemos um desses power ups mas geralmente poderemos conseguir apanhá-lo de volta se formos rápidos. Ilustrado acima vemos os sapatos mágicos a fugirem de nós.
O jogo tem portanto algumas ideias interessantes e mecânicas de jogo fora do comum, no entanto os seus controlos não são os melhores, pois por vezes temos de fazer alguns saltos de plataformas bem precisos e o controlo que temos sobre os saltos não são os melhores, assim como as mecânicas de detecção de colisões, pois por vezes saltar em cima dos inimigos resulta em dano causado em nós mesmos, o que no caso de não termos nenhum power up equipado traduz-se numa vida perdida.
Ilustrado acima vemos o tal power up que nos permite caminhar pelos tectos
A nível audiovisual o jogo até que é interessante, existindo por vezes alguns backgrounds bem detalhados e que bem utilizam as limitações de cor da própria Mega Drive. As sprites são, em regra geral, bem detalhadas e animadas, mas ocasionalmente confundem-nos e nem sempre é claro o que é um inimigo, o que é um power up, ou mesmo uma plataforma. O exemplo mais gritante disso mesmo são os livros, que tanto podem ser inimigos como plataformas especiais ou até as portas de saída do nível. Os níveis bónus são jogados numa perspectiva à lá Space Harrier que também está bem representada na Mega Drive. Já no que diz respeito ao som, sinceramente não achei nada de especial, nem a banda sonora, nem os efeitos de som.
Cada mundo tem uma temática diferente e o da aventura leva-nos ao tempo dos piratas
Portanto este Pagemaster é um jogo que até tem algumas ideias interessantes e no que diz respeito a adaptações de filmes para consolas, este nem é um mau jogo de todo. Mas também confesso que há ali algumas coisas que me deixaram um pouco irritado, pelo menos no início, até me habituar às suas peculiaridades. Existe também uma versão para a Super Nintendo que é muito idêntica a esta, com os níveis de bónus a utilizarem no entanto o mode 7.
Vamos voltar à Mega Drive para um dos exclusivos que a Electronic Arts lançou neste sistema e que sinceramente eu até considero um jogo bem interessante e com algumas boas ideias, mas a sua execução poderia ser melhor. O meu exemplar chegou à colecção através de um amigo meu algures em Setembro passado e creio que me custou uns 20€.
Jogo com caixa e manual
O jogo coloca-nos no papel de Ronaan, um dos manda-chuvas do reino de Inner Realm, um mundo fantasioso onde a magia prevalece e a sua população possui fortes convicções anti tecnológicas. Mas eis que a certo dia um portal se abre vindo da Terra, onde uma série de soldados e máquinas invadem aquele mundo e levam a Life Staff, um valioso artefacto. Cabe-nos então a nós viajar para a terra e recuperá-lo, onde iremos também eventualmente descobrir quem esteve por detrás de tal ataque.
A história até que é interessante, pena que não tenham apostado numa arte melhor a acompanhar os diálogos
E este é um jogo de acção interessante onde através de uma série de níveis deveremos cumprir vários objectivos, desde o de eliminar todos os inimigos presentes, passando por coleccionar uma série de chaves ou destruir vários objectos-chave como geradores, por exemplo. Ronaan terá todo um arsenal de diferentes feitiços à sua disposição e as mecânicas de jogo têm o que se lhe diga. Devo começar então por avisar que este é um título que suporta os comandos de 6 botões da Mega Drive e deveremos mesmo utilizá-los caso os tenhamos para facilitar um pouco mais os controlos. O botão A serve para atacar fisicamente com o bastão mágico que dispomos, enquanto que o botão B serve para disparar o feitiço ofensivo actualmente equipado. O C serve para equipar um outro feitiço ofensivo, onde para isso deveremos manter o botão C pressionado, que nos abre, no canto inferior esquerdo do ecrã, uma matriz de 3×3 com as iniciais de todos os feitiços que dispomos no momento, devendo seleccionar o novo feitiço com o direccional e só depois largar o botão C. Para além de feitiços ofensivos, teremos também acesso a feitiços de suporte como curar, levitar, teletransportar para a base (início do nível) ou temporariamente invencível. Num comando de 6 botões, esses feitiços ficam automaticamente mapeados para os botões mode, X, Y e Z, já num comando de 3 botões teremos de utilizar várias combinações de botões para os activar. Pressionar start leva-nos a um menu de pausa onde também poderemos fazer todas estas acções.
Temos de prestar atenção constante à nossa barra de vida e às munições disponíveis do feitiço actualmente seleccionado
Todos os feitiços necessitam de munições para poderem ser utilizados, munições essas que são largadas pelos inimigos assim que os derrotamos, ou podem também estar escondidas nalguns locais de cada nível. A única excepção é a do feitiço ofensivo básico, cujas munições apenas servem para o seu rapid-fire, podendo ser utilizado normalmente em qualquer circunstância. Outras mecânicas a ter em conta é o facto de podermos activar o Indar, uma ave mágica que nos acompanha e que poderemos controlar para sobrevoar o nível e identificar a localização de inimigos ou objectivos. O Indar pode ser activado tanto com a combinação de A+Start ou através do menu de pausa também. Para além disso, poderemos também escolher um de dois guarda-costas disponíveis para nos acompanhar: Farrg ou Chazz. O primeiro é mais forte fisicamente e ataca com uma bazooka, enquanto Chazz é também um feiticeiro, sendo portanto mais frágil mas com ataques mágicos mais fortes. O comportamento destes guarda-costas pode também ser alterado entre guard, offensive ou shadow (neste último eles apenas nos seguem sem atacar qualquer inimigo) e tal como nós deveremos ter também em atenção à sua barra de vida.
Se não quisermos mudar de feitiços on the fly, podemos fazê-lo também no ecrã de pausa.
Apesar dos controlos que requerem uma curva de aprendizagem considerável (que seria bem maior no caso dos comandos de 3 botões), o jogo rapidamente se mostra ser também consideravelmente desafiante. Os inimigos são numerosos, persistentes e várias vezes com respawn, alternar entre feitiços ofensivos recorrendo ao botão C, ou usar a habilidade do pássaro não pausam a acção, pelo que corremos o risco de sofrer dano constantemente e perder uma vida. O facto de alguns níveis serem algo labirínticos e confusos (o último nível então…) pode tornar as coisas ainda mais frustrantes. Usar o feitiço de teletransporte pode e deve ser utilizado em alturas de maior aperto, pois leva-nos de volta à base, o que faz com que recuperemos vida (e a do nosso companheiro também), assim como poderemos mudar de guarda-costas, se um deles nos parecer mais eficiente para os inimigos em questão. Teletransportar para a base leva-nos de novo ao início do nível no entanto, o que para os níveis mais complexos pode também ser algo chato para fazer o caminho todo novamente. E o jogo não tem nenhum sistema de save, apenas passwords.
As munições têm as iniciais dos feitiços a que correspondem. As de cor laranja são para o nosso companheiro
No que diz respeito aos audiovisuais este não é o jogo de Mega Drive mais bonito que alguma vez irão jogar. Os gráficos são algo simples, embora os níveis até sejam bastante diversificados entre si: vamos atravessar Las Vegas, sucatas, desertos e bases militares/tecnológicas, até aos últimos níveis que nos levam de volta ao Inner Realm. A acompanhar a história vamos tendo pequenos diálogos com direito a retratos dos protagonistas, mas nada de especial. O final do jogo surpreendeu-me pela positiva, no entanto, indicando uma potencial sequela que nunca se materializou. A banda sonora não é nada de especial, assim como os efeitos sonoros. Este é portanto mais um jogo que utiliza o driver de som GEMS, largamente utilizado por estúdios norte-americanos e que muito contribuiu para a fama do som da Mega Drive não ser lá grande coisa.
Portanto este Technoclash é um jogo super interessante nas suas ideias. Os mundos de tecnologia e magia que colidem entre si, os diferentes feitiços que podemos usar ou mesmo os guarda-costas são tudo boas ideias mas infelizmente a sua execução não é a melhor, resultando num jogo bastante frustrante. Abençoados save states!
Vamos voltar às rapidinhas na Mega Drive e aos shmups para mais um jogo da Toaplan, o Hellfire! Este é dos poucos shmups horizontais que eles produziram, mas possui também uma série de mecânicas interessantes e claro, picos de dificuldade insana. O meu exemplar foi comprado a um amigo meu no passado mês de Setembro e custou-me algo entre os 20/25€.
Jogo com caixa e manual
Ora e o que difere este Hellfire dos demais jogos do género? É sem dúvida a sua jogabilidade. Os controlos são simples, com o direccional a mover a nave pelo ecrã, o botão A para disparar (o autofire pode ser activado nas opções) e o C é usado para disparar o special, um poderoso tiro de canhão (estes com munição limitada) capaz de atravessar os inimigos, logo capaz de causar dano em vários em simultâneo. Sobra então o botão B que tem consigo a tal inovação nas mecânicas de jogo. Esse botão serve então para direccionar as nossas armas normais para disparar em frente, disparar para trás, disparar em simultâneo para cima ou baixo ou disparar nas 4 diagonais em simultâneo. Um detalhe interessante é que cada direcção escolhida muda a cor da nave e dos disparos para cor-de-rosa, amarelo, verde ou azul respectivamente. Naturalmente que à medida que vamos jogando vamos efrentar inimigos vindos de múltiplas direcções e vários padrões de movimento e ataque, que nos irão encorajar fortemente a alternar entre estas várias direcções de disparo.
Na versão MD não só os disparos mudam de cor consoante a sua direcção, mas a nave também, o que acaba por ajudar um pouco
E claro, temos também uns quantos power ups para apanhar. Os ícones do tipo P servem para fortalecer a nossa arma normal, que passa inicialmente a disparar um feixe mais potente, passando para disparar múltiplos feixes em simultâneo. Os ícones do tipo S servem para aumentar a nossa velocidade de movimento, enquanto que os B servem apenas para nos dar pontos de bónus. Também poderemos no entanto encontrar um escudo, vidas extra, munições para o canhão especial e uma option, um satélite que voa ao nosso lado e que tem aqui também um papel distinto. Este não serve para aumentar o nosso poder de fogo (pelo menos directamente) nem servir de escudo. Na verdade não temos qualquer controlo dessa pequena nave, que vai vagueando pelo ecrã em busca de inimigos, albarroando-os e causando-lhes dano dessa forma. De resto convém sempre sublinhar os picos de dificuldade típicos de um jogo da Toaplan. Temos apenas 2 níveis de dificuldade: easy (que não é necessariamente fácil) e hard, sendo que para alcançar o final verdadeiro temos no entanto de terminar o jogo numa dificuldade secreta, mais difícil ainda.
O design de alguns inimigos até que é bastante interessante. A nave da direita costuma recompensar-nos com power ups
No que diz respeito aos gráficos, este é um shmup bem competente, embora esteja longe de um Thunder Force IV nesse aspecto. O jogo está dividido em 6 níveis, todos com paisagens bem distintas, passando então tanto por batalhas em pleno espaço como em enormes estações inimigas, bem como florestas, selvas ou até um deserto com certas pirâmides e inimigos de influência egípcia. Gosto do design da nave e de alguns inimigos! Os níveis também vão tendo um bom nível de detalhe e as músicas são bastante agradáveis.
Portanto estamos aqui perante mais um shmup bem competente, com algumas mecânicas de jogo interessantes e uma dificuldade acima da média, como a Toaplan nos habituou. A versão Mega Drive é uma conversão bastante competente do original arcade, embora por vezes os cenários não sejam tão fiéis à versão original. Convém também mencionar que existe uma versão para a PC Engine CD que devido a sair nesse formato teve direito a uma cutscene de abertura anime bem detalhada e uma banda sonora toda em CD Audio. Dizem também que é uma versão muito mais fácil…