Mario Party 2 (Nintendo 64)

O artigo de hoje é para mais um jogo que já joguei há imenso tempo, mas por algum motivo ficou por cá esquecido. E claro, estou a referir-me ao segundo Mario Party, mais um título produzido pela Hudson, após o sucesso do primeiro jogo. E este, tal como o seu predecessor e os imensos sucessores, é mais uma simulação de jogos de tabuleiro, mas com uma grande quantidade de mini jogos divertidos à mistura. O meu exemplar foi comprado algures em Setembro de 2015, na Cash Converters de Alfragide por cerca de 30€.

Jogo com caixa, manuais e papelada

Tal como o seu predecessor, há aqui uma história por detrás do jogo que sinceramente acaba por não ser muito importante. O mesmo decorre na Mario Land (nome ainda não definitivo), um parque de diversões com várias temáticas diferentes. Poderemos controlar as mesmas personagens que antes: Mario, Luigi, Princess Peach, Wario, Yoshi e Donkey Kong, que competem entre si pelo maior estrelato e darem o seu nome ao tal parque temático. Ah e claro que também temos de derrotar o Bowser que anda a tramar as dele.

O objectivo em cada partida é o de amealhar mais estrelas, mas também temos de ter moedas para as comprar!

O jogo segue as mesmas mecânicas base do seu antecessor. Em cada tabuleiro, que segue uma temática diferente, o objectivo é o de obter o máximo número de estrelas que vão estando espalhadas nalguma “casa” específica, mas temos também de ter moedas suficientes para as comprar, caso passemos por uma. Cada jogador tem o seu turno de lançar os dados e ver quantas casas pode avançar, por vezes optando por caminhos alternativos a tomar ou mesmo com algumas interacções pelo caminho, onde poderemos comprar itens ou pagar por certos “serviços” que podem ter consequências positivas ou negativas. Se paramos numa casa azul ganhamos moedas, parando numa vermelha (felizmente em menor número) perdemos moedas, já as casas verdes despoletam certos eventos, como alguns mini-jogos específicos onde todos os jogadores apostam parte das suas moedas. Já as casas com a cara do Bowser despoletam eventos que tipicamente não trazem nada de bom, quer para o jogador que lá calhou, quer para os outros. No final de cada turno, ou seja, após os 4 jogadores terem jogado, há sempre um mini jogo que, tal como no seu predecessor, podem ser confrontos de trodos contra todos, 2 contra 2 ou mesmo 3 contra um, sendo que os vencedores levam mais moedas para a sua conta! A possibilidade de roubar estrelas uns aos outros, seja ao negociar com boos, seja ao usar a roleta russa do reversal of fortune, continua a ser daquelas coisas capazes de arruinar amizades se jogado com amigos! Mesmo jogando sozinhos pode ser bastante irritante caso sejamos nós os infelizes alvos.

Por vezes o caminho para a estrela está barrado e temos de arranjar forma de lá chegar

Contamos inicialmente com cinco tabuleiros, todos com temáticas diferentes como piratas, westerns (daí o Mario ter um chapéu de cowboy na capa), espaço, aventuras à lá Indiana Jones, terror e por fim acabamos por desbloquear um tabuleiro extra, dedicado inteiramente ao Bowser. Tal como o seu predecessor, o modo “história” pode ser jogado sozinho com mais 3 personagens controladas por CPU, mas também pode ser jogado inteiramente com amigos. Os tabuleiros vão tendo diferentes graus de dificuldade pois também vão tendo algumas mecânicas de jogo que os distinguem, como muitos caminhos alternativos, sendo que por vezes temos mesmo de arranjar formas de desbloquear esses mesmos caminhos para chegar a uma estrela, mesmo que eventualmente acabemos por abrir o caminho para um nosso oponente ter mais sorte e aproveitar o esforço! Para além disso, temos outros modos de jogo adicionais inteiramente dedicados aos mini-jogos, como o Mini-Game Stadium, um modo multiplayer com um tabuleiro específico onde o foco é o de ter mais moedas no fim do jogo, e estas podem apenas ser obtidas ao vencer mini-jogos. O outro modo de jogo é o Mini-Game Coaster, onde temos um mapa ao estilo Super Mario World para percorrer e vencer todos os mini-jogos que por lá aparecem.

Os mini jogos são uma vez mais bastante variados, uns mais divertidos que outros. E alguns obrigam-nos mesmo a cooperar em equipas de 2

Graficamente é um jogo simples, mas parece-me uns furos melhor que o seu antecessor. Os tabuleiros possuem imagens pré-renderizadas, como os backgrounds do Donkey Kong Country o que lhes dá sem dúvida um aspecto mais bonito do que o 3D poligonal que a Nintendo 64 conseguia apresentar, mas também lhes tira um pouco de vida pois essas imagens são estáticas e o facto de serem imagens de baixa resolução (em virtude da capacidade limitada de armazenamento dos cartuchos) também não é muito bom. Por outro lado, as personagens apresentam modelos poligonais que me parecem mais fiéis aos que vemos nos restantes jogos da Nintendo para a Nintendo 64. Os mini jogos acabam por surpreender na sua variedade visual, mesmo possuindo gráficos algo simples, o que também se explica pela baixa capacidade de armazenamento do cartucho. Por outro lado as músicas são bastante agradáveis e vão piscando o olho à temática de cada tabuleiro, com melodias de influência egípcia no tabuleiro à Indiana Jones, melodias mais futuristas no tabuleiro do espaço e por aí fora.

Portanto este Mario Party 2 é mais um jogo muito interessante precisamente para se jogar em festas com amigos. Jogando sozinho é também um jogo bem competente, mas recomendo que definam a duração para o número mínimo de 20 turnos, caso contrário cada partida pode demorar horas! Aparentemente o jogo fez sucesso uma vez mais, pois a Nintendo e a Hudson continuaram a lançar practicamente um Mario Party por ano até ao oitavo, que já saiu na Wii em 2007.

Ys Book I and II (PC-Engine CD)

E depois de ter escrito sobre o Ys I & II Chronicles+, um dos últimos relançamentos dos primeiros jogos desta série, vamos ficar agora com um breve artigo sobre a sua adaptação para a PC-Engine CD, que ficou a cargo da Hudson e Alfa System, tendo também recebido um lançamento em solo norte-americano. Mas naturalmente a versão Japonesa é bem mais acessível economicamente, pelo que foi essa que acabei por comprar num pequeno lote que comprei no eBay algures no passado mês de Fevereiro, por cerca de 10€ mais portes.

Jogo com caixa e manual embutido na capa. Versão japonesa.

Esta conversão dos dois primeiros títulos para PC-Engine tem a curiosidade de ser a primeira vez que o Ys II acaba por ser lançado no ocidente (Estados Unidos apenas) para o sistema Turbo CD. E a transição para o formato CD acaba por incluir uma série de músicas em formato redbook, algum voice acting em certos pontos chave da história e algumas cutscenes adicionais, embora estas sejam ainda relativamente simples, até porque este é um lançamento CD-ROM² e não um Super CD-ROM² que usa alguma RAM adicional. Mas já lá vamos.

Tal como noutras versões, alguns NPCs têm direito a janelas de diálogo especiais

A nível de jogabilidade é um jogo que mantém toda a sua base dos originais, sendo RPGs de acção onde não temos um botão de ataque, mas sim temos de ir contra os inimigos (de preferência num certo ângulo para não sofrer dano). Calculo que o design das dungeons e cidades seja mais próximo aos lançamentos originais, pois as edições mais recentes incluem algumas áreas adicionais que não estão aqui presentes (como a aldeia piscatória de Barbado logo no início do primeiro Ys). Mas o que se sente mesmo mais falta perante os lançamentos recentes é o facto de não nos podermos mover na diagonal. É que mover diagonalmente é muito útil para os combates e atacar os inimigos num ângulo onde conseguimos causar dano contínuo e muito raramente sofrer dano! Então, para quem que, como eu, jogou as conversões dos Ys I & II mais recentes, acabamos por ter mais trabalho em reaprender o combate. No artigo anterior eu disse que o Ys II é uma sequela directa do primeiro e de facto nesta versão o jogo transita rapidamente do primeiro para o segundo título, com Adol a herdar os seus stat points entre ambos os jogos, o que acho bem, mas não deixa de ser necessário algum grinding posteriormente na mesma.

O design das áreas de jogo parece ser bem mais fiel aos originais

A nível audiovisual, este é um jogo muito interessante por incluir algum voice acting e, depois de jogar um pouco a versão norte-americana emulada, até me pareceu bem competente para um jogo de 1990. As músicas são compostas por todas aquelas melodias super sonantes e confesso que a banda sonora parece-me algo dividida entre temas em formato cd audio, e outros chiptune. São músicas excelentes, mas não há como não preferir as suas versões gravadas com instrumentos reais como ouvimos mais tarde nas versões Chronicles. Graficamente é um jogo simples, com sprites pequenas, mas ocasionalmente temos direito a algumas cutscenes mais trabalhadas, embora ainda não com um nível de detalhe como iremos ver mais tarde noutros jogos desta série para o PC-Engine.

Nesta versão vamos tendo também algumas cutscenes ocasionais

Eu não joguei esta versão na sua totalidade, mas as quase 2 horas de jogo já me deixaram com uma boa ideia das suas capacidades e a ideia que me dá é que, para 1990, são adaptações muito competentes dos primeiros jogos da série. Mas com as versões Eternal/Complete/Chronicles que possuem uma jogabilidade mais fluída, a possibilidade de nos movermos na diagonal, e audiovisuais muito superiores (principalmente nas músicas), torna-se muito difícil voltar a versões mais antigas.

Bikkuriman Daijikai (PC-Engine CD)

Vamos a mais uma super rapidinha a um outro jogo bizarro de PC-Engine CD que, devido à barreira linguística, não dá mesmo para tirar grande proveito. Mas sinceramente, mesmo que algum dia alguém se desse ao trabalho de fazer um patch de tradução do jogo (o que duvido seriamente), mesmo em inglês seria um jogo nada apelativo. Daí o artigo de hoje ser bastante curto! O meu exemplar veio em conjunto com a PC-Engine Duo RX que comprei no ano passado a um coleccionador francês.

Jogo com caixa e manual com poster no verso

Ora Bikkuriman, pelo que invesiguei, é uma marca de chocolates japoneses que fizeram sucesso na década de 80 ao introduzirem uma colecção de cromos com personagens bizarras. Esse sucesso levou à criação de séries animadas, mas também videojogos. O primeiro videojogo Bikkuriman é na verdade uma adaptação do Wonder Boy in Monster Land pela Hudson, que já tinha lançado o primeiro Wonder Boy na MSX/Famicom/NES como Adventure Island e posteriormente a sequela na PC-Engine como Bikkuriman World. O jogo seguinte, já lançado em 1988 para o novíssimo sistema PC-Engine CD é então este Bikkuriman Daijikai. Então será este um jogo de plataformas como o primeiro? Antes fosse…

Durante o “jogo” temos de ler detalhes dos vários cromos Bikkuriman…

Na verdade este é um daqueles quizz games, que por algum motivo fazem um sucesso considerável no Japão e que eu nunca vou compreender o porquê, um pouco como os jogos de corridas de cavalos. Então a ideia aqui é ir explorando os diferentes cromos, ler um pouco sobre eles e eventualmente alguém nos faz uma pergunta. Se acertamos, passamos para a fase seguinte do jogo, que consiste em ver mais cromos e ler os seus detalhes, para mais tarde termos de responder a outra pergunta. É só isto. Naturalmente que com a barreira linguística não faço ideia do que estava ali a fazer, mas realmente as personagens têm um aspecto bastante bizarro!

…para eventualmente respondermos a algumas perguntas!

A nível audiovisual é um jogo muito simples e a única coisa que lhe faz justificar ser em formato CD é o facto de ter alguns clipes de voz e algumas músicas que suspeito que tenham sido retiradas ou do anime, ou de eventuais anúncios televisivos. Ao longo do jogo em si, iremos ouvir algumas músicas em chiptune que sinceramente não achei nada de especial.

E pronto, Bikkuriman Daijikai é isto. Uma curiosidade apenas, que mesmo para a altura em que saiu, acho que apenas despertaria o interesse a quem fosse mesmo grande aficcionado daquela colecção de cromos em particular!

Super CD-ROM² Taiken Soft-shuu (PC-Engine CD)

Hoje deixo-vos com uma super rapidinha. Também conhecido como Super CD-ROM² RPG Sampler este produto é na verdade uma compilação de duas demos de dois dos mais famosos RPGs da PC-Engine: Dragon Slayer: The Legend of Heroes e o segundo Tengai Makyou, também conhecidos como Far East of Eden. O meu exemplar veio de um bundle de uns 7 jogos que importei directamente do Japão algures em Dezembro.

Esta compilação de demos tem um código de barras, portanto aparentemente chegou mesmo a ser comercializada no Japão, embora ache que fizesse mais sentido que fosse incluída juntamente com os add-ons Super CD-ROM² ou as consolas da família PC-Engine Duo que já vinham com suporte nativo ao formato Super CD-ROM². E que formato é este perguntam vocês? Bom, é uma evolução do CD-ROM², a expansão de leitor CD original para a PC-Engine/Turbografx, em que os sistemas possuíam uns 192Kb de RAM adicionais, o que permitia uma melhor qualidade audiovisual nos jogos em CD. A NEC eventualmente lançou as consolas PC-Engine Duo e TurboDuo nos mercados Japonês e Norte-Americanos, que suportavam tanto jogos em formato Hu Card, CD-ROM² e Super CD-ROM². Para quem tivesse um dos sistemas anteriores, a NEC lançou também o cartão Super System Card, que inclui a bios e expansão de memória necessárias para ler jogos neste formato. Se achavam que a SEGA fez muitos malabarismos com revisões de hardware e add-ons nos anos 80 e 90 para as suas consolas, acreditem que a NEC fez muito pior…

O ecrã de selecção de jogo

Mas vamos ao que interessa, os jogos! A série Dragon Slayer, da Falcom, é uma das mais antigas séries de RPGs no Japão e também uma das mais difíceis de catalogar e categorizar. Isto porque, principalmente nos anos 80, cada novo título Dragon Slayer deu origem a uma nova sub-série, o que aconteceu com séries como Xanadu, Sorcerian ou Lord Monarch, que todas carregavam o nome Dragon Slayer algures. Este jogo em específico é o primeiro do universo The Legend of Heroes, que nos trouxe mais tarde titulos como Trails in the Sky ou Trails of Cold Steel. Felizmente foi um jogo que chegou a ser traduzido e lançado nos Estados Unidos e planeio jogá-lo em breve até porque o meu exemplar (versão Japonesa) chegou há uns dias. Já o Tengai Makyo 2, bom é uma série de RPGs que teve a sua génese precisamente nos sistemas PC-Engine. Aparentemente teve muito sucesso no Japão, mas infelizmente ainda não há qualquer tradução para inglês. É pena pois é um jogo que tem bom aspecto e parece ser muito bem humorado! Também está nos planos um dia comprar os 3 Tengai Makyo que existem nesta consola pois são baratíssimos e tenho esperança que eventualmente alguém os vá traduzir.

Os Tengai Makioyu, também conhecidos como Far East of Eden, têm mesmo bom aspecto!

No fim de contas, e pelo que o tradutor do google me indica, pelo que está escrito na capa temos direito a jogar cerca de 1 hora do início do Tengai Makyo 2, e cerca de 2 horas do Dragon Slayer. Parecem-me ser dois RPGs bastante sólidos e que ilustram bem as capacidades dos sistemas Super CD-ROM² da NEC, mas sinceramente terem lançado estas demos no mercado a retalho não me parece grande ideia, mesmo que apenas tenham cobrado 1000Y por isto. Pelo menos eu como consumidor sentia-me insultado e ao menos por cá as demos vinham com revistas! Já sobre os jogos em si, pelo menos o Dragon Slayer planeio jogar em breve pelo que depois escreverei uma opinião mais detalhada.

Bomberman: Panic Bomber (PC-Engine CD)

Vamos voltar às rapidinhas, para mais um Bomberman da PC-Engine. Um dos muitos Bomberman produzidos para este sistema foi este Panic Bomber para a PC-Engine CD, que mais tarde acabou por ser relançado numa série de outras plataformas. E este Panic Bomber é um puzzle game algo à imagem de outros títulos como Tetris e Puyo Puyo, mas naturalmente com algumas mecânicas de jogo relacionadas com bombas e explosões, não fosse este um Bomberman! O meu exemplar foi comprado num bundle que mandei vir do Japão algures em Dezembro do ano passado.

Jogo com caixa, manual embutido na capa e um registration card que não ficou na foto

É engraçado que apesar de o jogo estar em japonês, a Hudson teve o cuidado de incluir algumas palavras em inglês no menu principal. O modo história, para além de caracteres nipónicos possui a palavra inglesa STORY e a última opção é um HOW TO PLAY que, apesar de ser totalmente narrado em japonês, os exemplos que são mostrados no ecrã dá para ter uma boa ideia das mecânicas de jogo. Os outros modos de jogo são um multiplayer (que aparentemente suportava até 5 jogadores em simultâneo) e uma espécie de modo challenge que também não cheguei a abordar.

Até parece que a Hudson adivinhou que os estrangeiros iam querer saber jogar isto!

Mas então e que consiste o jogo? É um daqueles puzzle games onde temos de juntar blocos coloridos que vão caindo do topo do ecrã e sempre que fizermos uma linha horizontal, vertical ou diagonal de pelo menos 3 blocos de cor idêntica, os blocos desaparecem e ganhamos pontos. Pontos extra para combos que eventualmente consigamos fazer! Por um lado faz-me lembrar o Dr. Mario por a área de jogo ser em forma de uma garrafa, mas em vez dos blocos coloridos virem em conjuntos de 2 na forma de medicamentos, aqui vêm em conjuntos de 3, formando um pequeno L, ou seja, não são 3 blocos em linha como no Columns. Podemos ir rodando a forma como os blocos estão distribuídos e à medida que vamos ganhando pontos o nosso ecrã vai-se enchendo também de bombas apagadas. Ocasionalmente um dos blocos que vamos controlar é uma bomba acesa que explode nos 4 pontos cardinais, como num Bomberman clássico. Se essa explosão apanhar alguma das bombas inactivas que temos espalhadas no jogo, essas também explodem, limpando uma parte do nosso ecrã e enchendo o ecrã do adversário de lixo que terá de limpar manualmente. Naturalmente também nos acontecerá o mesmo e perde o primeiro que não conseguir dar vazão aos blocos no ecrã. Tal como Puyo Puyo, é um jogo viciante, mesmo que tivesse apenas as mecânicas básicas de juntar blocos coloridos!

Rapidamente as coisas podem ficar caóticas, se conseguirmos encher o ecrã do aoso adversário com blocos de “bomberman queimado” o que acontece quando conseguirmos rebentar umas quantas bombas do nosso lado!

A nível audiovisual é um jogo bem colorido mas tirando o facto de vir com uma banda sonora em CD Audio, sinceramente é um jogo que poderia perfeitamente ter saído no formato normal de cartucho, pois não temos nenhumas cutscenes em FMV que justificassem todo o espaço de armazenamento que um CD oferecia. Temos algumas samples de vozes digitalizadas, principalmente no tutorial, mas isso poderia facilmente ser substituído por caixas de texto se fosse necessário. E as músicas de todos os Bomberman da PC-Engine que já tenha jogado são excelentes, quer fossem em chiptune, quer fossem em CD-Audio e este jogo não é excepção. Contem então com um jogo muito colorido e com boas músicas!