Virtua Cop (Sega Saturn)

Virtua CopJá há vários anos que andava à procura do primeiro Virtua Cop para a Saturn. É certo que o ebay tem lá toneladas deles à venda, mas eu preferia encontrá-lo a um bom preço por cá, e foi o que acabou por acontecer no mês passado, ao tê-lo comprado a um particular no OLX. Ficou-me por 5€ se não estou em erro. É a versão que vinha em conjunto com a Virtua Gun, daí ter a caixa em jewel case. Obviamente que prefiro a versão standalone mas a seu tempo há-de ser substituída.

Virtua Cop - Sega Saturn
Versão do jogo em jewel case, apenas com caixa e capa. A pistola não ficou na foto.

Virtua Cop é um dos primeiros jogos lightgun completamente em 3D poligonal, tendo o seu lançamento original nos sistemas Model 2 na arcade algures durante o ano de 1994. Esta é uma era da Sega pela qual eu guardo memórias muito especiais, com jogos como Sega Rally, Daytona USA, Virtua Fighters e os Virtua Cops a fazerem parte da minha infância. Este primeiro Virtua Cop ainda é um jogo bastante simples e sem grandes novidades a nível de mecânicas de jogo. Encarnamos nuns polícias que têm de combater uma série de mafiosos ao longo de 3 níveis que decorrem numa cidade qualquer e tudo o resto é o habitual: acertar nos bandidos antes que eles acertem em nós! Eventualmente lá veremos alguns civis inocentes que temos de fazer os possíveis por não os atingir (resultando na perda de uma vida se isso acontecer), só é pena é que muitas vezes eles façam questão em aparecer nos momentos mais inoportunos e mesmo só para atrapalhar.

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Virtua Cop é a típica experiência arcade da SEGA dos anos 90: short and sweet

De resto, para além do revólver normal que temos de ter o cuidado em recarregar regularmente e naqueles segundos livres que vamos tendo para respirar, poderemos também encontrar outras armas como uma shotgun, metralhadora ou uma magnum, quer sejam deixadas por algum inimigo, ou por termos disparado em algum objecto no ecrã. Infelizmente basta perder uma vida para ficarmos sem a arma! Mas também tal como referi acima, existe alguma interactividade com os cenários, onde podemos partir vidros de carros ou rebentar com barris de combustível, que como sempre estão estrategicamente colocados para rebentarem com um conjunto de bandidos. Os níveis são apenas três e sem caminhos secundários, o típico de um jogo arcade daquele tempo.

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O esteriótipo do lenhador não é de agora, pois já em 1994 haviam barbudos a atirarem-nos com machados

A nivel técnico é ainda um jogo com um 3D muito rudimentar. Não tem o mesmo nível de detalhe de um Virtua Fighter 2 que também usa a Model2 como base, mas também é normal pois jogos desse género apenas têm de se preocupar em apresentar 2 lutadores bem detalhados no ecrã, com os cenários a não terem o mesmo destaque. Mas não é nada mau para um jogo de 1994! As explosões ou transparências de vidros dos carros nota-se que são muito fraquinhas, em especial nas cutscenes, que preferiram colocar “reflexos de nuvens” nos vidros, mas de uma forma em que não resultou lá muito bem. As músicas são competentes, mas prefiro aqueles temas mais rock que outros jogos da AM2 e da Sega em geral nas arcades tinham.

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Por defeito temos activado este aviso da localização dos inimigos. O círculo vai avançando de verde para vermelho consoante os bandidos se vão preparando para atirar

Concluindo, este primeiro Virtua Cop é um jogo ainda bastante simples, apenas com 3 níveis lineares com bosses no final. Mas tendo em conta que é um jogo de 1994 e nessa altura as conversões para arcade ainda eram bastante simples e sem grande conteúdo exclusivo, não deixa de ser um clássico!

Evander Holyfield’s Boxing (Sega Game Gear)

Evander HolyfieldMais uma super rapidinha para não perder o ritmo. Estes meus posts super rápidos são sobre versões semelhantes de jogos que já tenha, ou outros que sinceramente não são muito a minha praia mas cá vieram parar. Este Evander Holyfield’s Boxing da Game Gear, como o proprio nome indica é um jogo de boxe e foi-me oferecido por um colega de trabalho, juntamente com outros jogos da Game Gear e da própria consola. E como tudo o que chega cá por “doações”, por cá fica.

Evander Holyfield's Boxing - Sega Game Gear
Apenas cartucho

Aqui temos diferentes modos de jogo, desde combates simples que até podem ser jogados por multiplayer com recurso ao cabo de ligação para unir duas Game Gears, até um modo de torneio onde podemos criar o nosso próprio lutador e seguir uma carreira que acabará por nos levar até ao Evander Holyfield, o único pugilista real no meio de muitos outros fictícios. Depois entre cada combate poderemos treinar vários exercícios que nos irão melhorar os nossos stats. Normalmente, o jogo é jogado numa perspectiva de primeira pessoa em que apenas vemos os nossos punhos e o oponente. A jogabilidade usa os botões direccionais em conjunto com os faciais para desferir os vários golpes. Sinceramente nunca fui grande fã deste estilo de jogo, mas há algo de original no meio disto tudo, pois podemos alternar entre a nossa perspectiva em primeira pessoa, bem como a do nosso oponente, vendo apenas os seus punhos e o nosso pugilista que criamos à nossa medida. No caso das pequenas cutscenes quando mandamos o oponente ao chão, essa perspectiva mantém-se pois vemos o opoenente deitado no chão na terceira ou primeira pessoa, inclusivamente com o árbitro a olhar para nós ao fazer a contagem.

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O que achei mais original aqui é o facto de podermos jogar com a perspectiva de primeira pessoa dos nossos adversários

Tecnicamente é um jogo minimamente competente, os gráficos apresentam algum detalhe na caracterização das personagens e pouco mais. As músicas não são das melhores, até porque os combates são apenas acompanhados pelos sons dos socos e bloqueios, para além das contagens em voz digitalizada pelo ábritro, embora a mesma seja um pouco abafada, o que é normal tendo em conta as limitações da plataforma. De resto é para mim um jogo não lá muito do meu interesse, mas ainda assim, dos poucos jogos de boxe que há para esta consola, este é provavelmente o mais bem conseguido.

The Terminator (Sega Master System)

The TerminatorMais um artigo, mais uma rapidinha e o jogo escolhido hoje é nada mais nada menos que o The Terminator, a adaptação para a Master System do clássico filme que coloca o tio Arnold como vilão. E este jogo, tal como a sua sequela directa, não é propriamente um jogo fácil, mas até me surpreendeu pela positiva num ou noutro ponto. Já lá vamos. Este meu exemplar veio da Cash Converters de Alfragide há uns meses atrás, tendo-me custado 5€, mas falta-lhe os manuais.

The Terminator - Sega Master System
Jogo com caixa

Creio que neste ponto todos nós vimos pelo menos os primeiros dois filmes da franchise The Terminator, pelo que deveríamos conhecer a sua história. Basicamente, algures no futuro um super computador dotado de inteligência artificial achou boa ideia extinguir toda a raça humana, pelo que iniciou uma guerra nuclear e depois, no aftermath desse conflito, desenvolveu uma série de cyborgs para continuarem a assassinarem todos os humanos que encontrem. Não satisfeitos com isso, decidem desenvolver uma máquina no tempo e lançar um desses exterminadores para o passado ano de 1984, para assassinar Sarah Connor e prevenir que a mulher tivesse o seu filho John Connor, líder da resistência humana no futuro. E para combater isso, John Connor envia também para o mesmo ano um dos seus melhores guerreiros. O resto… vejam o filme!

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Antes de cada nível temos direito a uma cutscene que nos vai contando a história

A primeira coisa que me surpreendeu pela positiva foi a quantidade de texto e imagens digitalizadas do filme que vão aparecendo entre cada nível, ao contar um pouco da história e o contexto em que o próximo nível se realizaria. Mas depois somos largados na selva e temos de nos desenrascar, ao fugir de fogo inimigo e descobrir o melhor caminho para avançar. Inicialmente jogamos no futuro, combatendo directamente os exterminadores. Munidos de granadas, o nosso objectivo é destruir um reactor qualquer, sendo que para isso temos também de atirar as granadas para destruir algumas paredes ou portas. E atirar as granadas num arco também tem o que se lhe diga quando temos exterminadores a virem de todos os lados. Felizmente ainda nesse mesmo nível descobrimos também uma metralhadora, que acaba por ser mais confortável de se utilizar. Os níveis seguintes já são passados no ano de 1984 e uma vez mais inspirados no filme. Até o assalto à esquadra da polícia para resgatar Sarah é descrito no jogo! Só acho estranho sermos constantemente atacados por punks em vários desses níveis, mas também se não houvessem inimigos em demasia não era videojogo!

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Para além dos inimigos a surgirem por todo o lado temos o relógio contra nós

Graficamente é um jogo minimamente competente, tal como referi no início do parágrafo anterior, aquelas “cutscenes” entre cada nível foram um mimo que sinceramente não estava à espera. Já no jogo em si, as sprites do nosso herói e dos inimigos – excepto dos exterminadores, são um pouco pequenas demais para o meu gosto, seria practicamente a primeira coisa que eu mudaria. As músicas não são das melhores de sempre, como é habitual na Master System, mas também não foram muito desagradáveis.

Portanto, The Terminator não é um mau jogo, e se calhar até gostei mais que a sua sequela, mas não deixa de ser um jogo bastante desafiante, até porque lá por termos uma vida dada em percentagens, o que nos permite levar com vários golpes antes de morrer, quando isso acontecer, somos levados sempre ao início do nível. Experimentem-no, pois há quem diga que seja uma versão mais bem conseguida que a da Mega Drive!

Mortal Kombat Gold (Sega Dreamcast)

Mortal Kombat GoldJá há algum tempo que andava atrás de um dos vários lançamentos do Mortal Kombat 4 para a minha colecção, visto que ainda não tinha nenhum e foi jogo que sinceramente pouco tinha jogado na minha adolescência. Mas de todas as versões do Mortal Kombat 4, já que não poderia ser a original de arcade, então era mesmo a versão da Dreamcast que mais gostaria de ter. Isto porque este Mortal Kombat Gold é o MK4 na sua essência mais alguns extras, para além de ser na minha opinião a melhor versão caseira deste jogo. O que mesmo assim não é dizer muita coisa. Este meu exemplar foi comprado há coisa de um mês atrás na Cash Converters de Alfragide e custou-me cerca de 10€.

Mortal Kombat Gold - Sega Dreamcast
Jogo completo com caixa e manuais

No Mortal Kombat 4 deu-se início a um novo arco de história nesta série. Em vez de Shao Khan, Shang Tsung, Sindel e afins, aqui os vilões principais são a dupla Quan-Chi e Shinnok. O primeiro é um poderoso feiticeiro tal como Shang Tsung. O segundo é um dos antigos deuses lá do universo Mortal Kombat que tinha sido banido para o Netherealm por querer controlar o universo. Quan-Chi, com a ajuda de outras novas e antigas personagens, tentam trazer Shinnok de volta para a nossa dimensão, e cabe a Rayden e aos guerreiros da Terra (e não só) tentar evitar que isso aconteça.

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Elenco quase completo dos lutadores que podemos escolher

Inicialmente a jogabilidade até parece algo semelhante aos clássicos, com o mesmo layout de botões (era só o comando da Saturn ser compatível com a Dreamcast que era altamente), e algumas coisas como as mensagens que aparecem no ecrã quando fazemos algum combo são também semelhantes aos jogos anteriores. Mas este é um jogo totalmente em 3D, então podemo-nos movimentar também nessa mesma terceira dimensão, ao dar alguns passos laterais, com a câmara a acompanhar esse movimento. Outras novidades estão no combate de armas – cada personagem possui uma arma secreta que pode ser activada com uma certa combinação de botões, utilizada quanto baste e ser largada na arena se bem o entendermos, com a possibilidade do adversário a apanhar, e utilizá-la ele mesmo. A mesma coisa se pode dizer de objectos que possam ou não estar espalhados na arena, como rochas ou mesmo cabeças humanas, não fosse este um Mortal Kombat.

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Armas e objectos no chão que podem ser usados, sangue pelo ar, vale tudo!

De resto o catálogo de lutadores tem uma série de caras novas mas também muitas já bem familiares, em especial nesta versão Gold que traz mais 6 personagens extra, todas elas nomes conhecidos como Kitana, Mileena, Sektor ou Cyrax. A nível de modos de jogo, temos o tradicional Arcade onde podemos escolher qual o grau de dificuldade que queremos seguir, aumentando o número de confrontos e a inteligência artificial quanto mais difícil quisermos as coisas. Existem também vários modos de jogo para além do tradicional arcade e versus para 2 jogadores. Podemos lutar em combates de 2 contra 2, mas um oponente de cada vez, um modo torneio para umas tardes bem passadas com os amigos, várias versões do modo Endurance onde com 1 vida apenas temos de derrotar o máximo de oponentes possível. Se quisermos treinar os movimentos de cada personagem… temos sempre o Practice Mode. Infelizmente este foi um jogo feito um pouco à pressa para coincidir com o lançamento da Dreamcast no ocidente e com isso a Midway não aproveitou nenhuma das capacidades online que a consola da Sega apresentava. Não que faça muita diferença hoje em dia…

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O layout das barras de energia de cada lutador, bem como as mensagens de combos são idênticas aos jogos da geração MK3

No que diz respeito aos gráficos, este é um jogo que não envelheceu lá muito bem. Ainda assim é de longe a melhor versão das consolas domésticas e aquela que graficamente mais se aproxima da original de arcade. Os lutadores estão muito melhor detalhados (leia-se com mais polígonos) do que nas versões PS1 e N64, mas em algumas personagens como o Goro nota-se que ainda assim não envelheceu muito bem. Isto porque o Goro parece um boneco de borracha. Para as músicas e afins, não tenho muito a dizer pois sinceramente foi algo que não me chamou muito à atenção, mas no voice acting… bom isso é uma questão à parte. A versão DC do MK4 está repleta de cutscenes em FMV com os finais de cada personagem, e algumas delas até que são bem longuinhas. Mas os diálogos… esses são bastante cheesy, o que na verdade nunca tinha sido muito diferente na série até então. As fatalities (esqueçam animalities, friendships, babalities e o resto) continuam violentas quanto baste, embora muitas delas sejam reaproveitamentos das antigas, como o Scorpion a incinerar o seu oponente, Liu Kang a transformar-se num dragão e comer o torso do adversário, entre muitos outros, incluindo algumas das fatalities mais humorísticas, como os suicídios de Cyrax em que estoura com o planeta, ou os beijos de femme fatale de Kitana e outras garotas.

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Por cada personagem que completemos o modo arcade, temos acesso a uma cutscene com o final da sua história

Resumindo, o Mortal Kombat 4 é um jogo que teve os seus altos e baixos. Na minha opinião, é um daqueles clássicos exemplos onde alguém tem de fazer a transição de um popular jogo 2D para a terceira dimensão e nunca sabem muito bem o que fazer. Não acho que seja um mau jogo de todo, mas para além de não ter o mesmo carisma dos clássicos, também não envelheceu lá muito bem. Ainda não joguei nenhum dos jogos que lhe seguiram até aos recentes MK / MK X, mas a impressão que tenho é que só conseguiram mesmo acertar em cheio com o Mortal Kombat de 2009. Veremos, pois já tenho o Deadly Alliance ali no forno para lhe meter as mãos.

The Cyber Shinobi (Sega Master System)

cybershinobiO artigo que vos trago cá hoje é invariavelmente mais uma rapidinha a um jogo que teria potencial (e a obrigação também) de ser muito melhor, pois pertence a uma das séries mais aclamadas e hardcore de todo o catálogo da Sega: Shinobi. Pelo nome do jogo dá logo para antever que mistura ninjas e ciborgues o que só por si tinha tudo para dar bem: um jogo com as mecânicas clássicas do Shinobi mas passado no futuro. Infelizmente foram uns furos ao lado, mas ainda assim é um jogo que eu fazia questão em comprar, precisamente por fazer parte de uma série que aprecio bastante. Este meu exemplar foi comprado a um particular por 10€ há coisa de uns 2 meses atrás.

The Cyber Shinobi - Sega Master System
Jogo com caixa e manual europeu. Se há coisa que sempre gostei foi da arte da capa!

Este jogo começa logo por causar enorme confusão no ecrã inicial ao apresentar o subtítulo de Shinobi Part 2. Ora, este é um assunto peculiar pois tanto o Shadow Dancer, como o Revenge of Shinobi são sequelas do original, sairam antes e o jogo que por cá conhecemos como Shinobi III chama-se Super Shinobi II no Japão – devido a ser uma sequela ao Revenge of Shinobi/Super Shinobi. Há por aqui uma confusão de números, mas um dia destes ainda perderei algum tempo em falar nesta série como um todo. E sendo este um jogo futurista, encarnamos num descendente do Joe Musashi, meio ninja, meio máquina, no seu combate à Cyber-Zeed, o novo sindicato do crime a ser derrotado.

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A detecção de colisões ser má por vezes até nos ajuda a não perder vida quando deveríamos

As mecânicas de jogo, na sua essência, não são muito diferentes às que os Shinobi da Mega Drive nos habituaram. Controlamos um ninja que tanto pode atacar inimigos próximos com uma espada, como usar armas de longo alcance para os que estejam mais distantes. Mas em vez de shurikens, temos tiros de metralhadora e granadas. Infelizmente a espada do ninja tem um alcance demasiado curto que mais parece que está a usar uma faca de cozinha, mas como a detecção de colisões também não é a melhor (e por vezes até funciona a nosso favor), acaba por não ter assim grandes problemas nessa questão. Outra coisa que nos salta logo à vista são todos os indicadores e números que ocupam um terço do ecrã. Temos medidores de vida, munições, tempo restante para completar o nível ou mesmo o Ninjutsu que podemos usar e quantas vezes. Ao longo do jogo iremos encontrar várias caixas que ao serem partidas albergam itens que vão enchendo cada uma destas barrinhas, seja vida, munições ou os tais ninjutsus. No final de cada nível temos sempre um boss mas sinceramente sempre os achei um pouco desinspirados – são apenas veículos que mal se mexem.

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Apesar de não ser novidade alguns bosses em jogos desta série serem veículos, esperava mais alguma vida nestas batalhas

Tecnicamente é que é o que mais me deixa triste. É um jogo com um scrolling muito mau por não ser nada fluído, bem como as animações em si de practicamente tudo, desde os inimigos simples, até aos bosses que apesar de serem grandinhos, são uma sprite gigante com poucas ou nenhumas animações. Há níveis em que vemos pedras gigantes a serem atiradas contra nós. Essas pedras não têm transparências, notando-se perfeitamente o quadrado que as compõe, apesar das mesmas serem redondas. Isto revela algum amadorismo de quem desenvolveu o jogo, pois é algo que não em muitos outros jogos nesta consola. As músicas deixaram-me com sentimentos mistos, pois algumas até foram do meu agrado.

No fim de contas, minha opinião este é um jogo que me deixou algo desiludido. Mesmo sendo uma espécie de spin-off na série, a reputação que a série Shinobi nos deixou a nós jogadores, era obrigatório que o resultado final fosse muito melhor. É pena!