Continuando com as rapidinhas, o jogo que vos trago agora é um daqueles tesourinhos deprimentes que eu não fazia ideia da sua existência e de certa forma se calhar até era melhor manter-me na ignorância. Lembram-se dos jogos da série Lethal Enforcers da Konami? Eram light gun shooters bastante interessantes por serem construídos a partir de cenários e personagens digitalizadas, um pouco como os lutadores do Mortal Kombat que eram actores reais. Ora isto em 1992 nas arcades era um feito impressionante, mas em 1997 já nem tanto. Maximum Force é um jogo com um conceito similar, mas desenvolvido pela Midway, que infelizmente deixa muito a desejar. A minha cópia foi comprada por acaso na Cash Converters de Benfica por cerca de 2€. Só o trouxe por ser muito barato e me parecer um jogo maravilhosamente mau. Fiquei surpreendido depois ao descobrir que é um lançamento nada comum para a Saturn.
Jogo completo com caixa e manual
Em Maximum Force tomamos o papel de um ou dois agentes anti terroristas e somos levados a cumprir 3 missões em cenários completamente distintos desde uma missão que começa num navio da Marinha e termina evitando que terroristas roubem plutónio, para outra em plena cidade onde um enorme assalto a um banco está a decorrer, até que somos levados a uma mansão no meio da selva, para destruir um poderoso cartel. A jogabilidade é simples, devemos matar todos os bandidos que aparecem no ecrã, antes que os mesmos nos matem a nós! Temos de ter também em atenção às balas disponíveis na arma e recarregá-la regularmente, de forma a evitar surpresas desagradáveis. Claro que ocasionalmente lá aparecem uns civis vindos do nada, mesmo a pedirem para serem baleados, o que é de evitar. Por vezes também aparecem umas mulheresem trajes menos próprios também vindas do nada… Para além disso podemos também destruir vários objectos dos cenários, resultando em pontos extra, ou alguns power ups como rapid fire ou balas mais poderosas. Também poderemos desbloquear uma série de pequenos níveis de bónus que são na realidade galerias de tiro onde teremos de fazer o máximo número de pontos possível dentro do tempo limite. Algumas dessas galerias são bastante ridículas, como uma em que vemos moçoilas a nadar de bikini no meio de tubarões, ou outra onde as cabeças dos produtores do jogo vão passando pelo ecrã.
A nível de opções não há muita coisa que se possa mudar.
Graficamente é um jogo muito estranho. Os cenários são pré-renderizados em 3D, já os bandidos e civis que vão surgindo no ecrã são sprites digitalizadas de actores reais. As suas animações são muito estranhas (especialmente as dos civis que tentam passar despercebidos, essas chegam até a ser cómicas) e para contrastar com tanto “realismo” o gore parece ser desenhado no paint! De resto, tanto como os cenários como as personagens estão em baixa resolução, quando comparado com o original de arcade que apresenta visuais bem mais nítidos (mas não menos hilariantes). As músicas não são nada de especial, sinceramente. Algumas melodias em sintetizador que parecem retiradas de filmes duvidosos da década de 80.
Matar os bandidos, não disparar sobre os inocentes. Não há muito mais a explicar.
Em suma, Maximum Force é para mim um daqueles jogos que são francamente maus, mas de uma forma algo cómica que até se tornam algo indispensáveis numa colecção, para mostrar junto de outras bizarrices. Já tenho o Area 51 debaixo de mira!
Há já uma semana que não escrevia cá nada. Estou em fase de mudanças (e por acaso do destino daqui a menos de um mês estarei novamente), nesta última semana estava sem internet fixa em casa e por isso a vontade de escrever também nunca apareceu. Mas já cá estou debaixo de um outro tecto e é tempo então de escrever mais uma rapidinha, para festejar tal feito. O artigo de hoje vai-se focar no Space Harrier II, uma das sequelas do famoso shooter da Sega do final dos anos 80. Ao contrário do primeiro, este ficou-se exclusivo pelas consolas domésticas.
Jogo com caixa
E para quem conhece ou jogou o primeiro Space Harrier, já sabe o que esperar, a fórmula utilizada neste jogo é practicamente idêntica. O mesmo é visto numa perspectiva da personagem principal, um guerreiro capaz de voar e disparar a sua arma ao mesmo tempo. Nesta perspectiva, é um jogo que originalmente usava a tecnologia Super Scaler de sprites, conferindo-lhe, no original das arcades, uma fluidez de jogo incrível e efeitos gráficos que lhe davam profundidade e uma certa percepção 3D. A conversão para a Master System era notavelmente muito inferior, mas esta sequela para a Mega Drive já se aproxima mais do original. Apesar da Mega Drive não possuir suporte nativo à tecnologia Super Scaler da Sega, ainda assim conseguiram transmitir uma experiência de jogo próxima do original.
Graficamente é muito melhor que o seu antecessor na Master System, mas o original arcade ainda leva a melhor
De resto, é practicamente a mesma coisa do primeiro Space Harrier, com inimigos e níveis diferentes. Mas nada é assim tão diferente que não deixe de ser familiar. Os padrões quadriculados no chão e eventualmente nos tectos, os inimigos a voarem por todos os lados, os bosses compostos por múltiplas sprites ligadas entre si, estão uma vez mais aqui presentes. A jogabilidade é bastante familiar, embora agora seja possível utilizar o auto-fire.
Já disse que tecnicamente este é um jogo muito mais próximo ao original das arcades do que a versão para a Master System alguma vez poderia ser. Mas infelizmente nem tudo são rosas. Se por um lado temos aqui as vozes digitalizadas que anunciavam que estávamos a entrar na era dos 16 bit com todas as suas novas potencialidades, por outro lado as músicas acabaram por me desiludir bastante. A faixa título do primeiro Space Harrier é das minhas melodias clássicas de videojogos preferidas, a versão Master System (preferencialmente com o chip FM Unit) é fabulosa, aqui as músicas são muito mais contidas. Foi para mim uma grande desilusão neste campo.
De resto, não deixa de ser Space Harrier! Um shooter fantasioso que só poderia ser saído da década dourada dos anos 80, e esta versão Mega Drive, se não fosse pela banda sonora decepcionante, teria tudo para ser um dos grandes shooters da plataforma.
Se há jogo do Sonic desta era dourada das máquinas 16bit que eu não me consigo decidir se gosto ou odeio, é o Knuckles Chaotix, para o addon 32X da Mega Drive. E não é pelo facto de Sonic, ou Tails não serem personagens jogáveis, nada disso. É mesmo pela jogabilidade diferente que implementaram aqui, em conjunto com uns visuais bem mais “psicadélicos” que ainda não consegui entender se gosto ou não. Entretanto, este meu cartucho foi comprado na Feira da Ladra em Lisboa por 5€, perto do final de 2015.
Apenas cartucho
A história curiosamente é diferente na versão Japonesa e ocidental, embora apenas esteja descrita no manual (que por acaso não tenho) e não no jogo em si. Nesta versão o jogo é passado na tal Carnival Island, uma ilha com um parque de diversões todo high-tech e psicadélico, ilha essa alimentada por uma esmeralda do caos gigante (tal como no Sonic & Knuckles, presumo). Robotnik planeia sugar toda a energia libertada pela esmeralda e é com essa desculpa que Knuckles o tenta impedir. Pelo meio parece que Robotnik também raptou uma série dos seus amigos e a única maneira que Knuckles tem de os libertar temporariamente é através de uns anéis especiais, que os une através de um feixe de energia “elástica”. É uma história um bocado elaborada demais, mas o que interessa reter aqui é que o Chaotix é jogado sempre com duas personagens ligadas entre si com uma espécie de elástico. E como isso se traduz para o gameplay? Bom, como qualquer elástico, ao esticar vai acumular uma certa energia elástica que ao ser libertada traduz-se em grande velocidade. A ideia é usar essas propriedades elásticas para ver as duas personagens a fazer algumas acrobacias enquanto atravessam os níveis. É um bocado difícil de explicar, de tal forma que a Sega incluiu um segmento de tutorial antes do jogo “a sério” começar, que explica exaustivamente estas mecânicas de jogo e todas as suas possibilidades. Para jogar com mecânicas algo semelhantes aos Sonic clássicos… bom, basta pegarem na outra personagem ao colo e siga!
Inicialmente somos levados por um tutorial que nos explica as mecânicas de jogo
Outra das coisas que chama logo à atenção neste jogo, para além da falta de Sonic e Tails, é da inclusão de imensas novas personagens, cada qual com diferentes habilidades. Para além do Knuckles que pode planar e escalar paredes, temos personagens como o crocodilo Vector que também pode escalar paredes e dar segundos saltos, o tatu Mighty que pode saltar entre paredes, a pequena abelha Charmy que pode voar livremente, ou o camaleão Espio que pode andar em paredes e tectos. Eventualmente também podemos escolher 2 robots do Robotnik, que supostamente são robots que se revoltaram contra o seu criador, mas não parece, pois as suas habilidades não dão jeito nenhum. Heavy, tal como o nome indica é bastante pesado e atrasa-nos a vida e o Bomb, que para além de também não ser muito rápido ainda pode explodir se lhe apetecer.
Antes de começar cada nível podemos escolher desta forma a personagem que nos acompanha
Depois o jogo segue uma estrutura muito não linear. A partir do momento em que passamos a zona tutorial, para além de desbloquear o modo para 2 jogadores, passamos sempre por um hub, a entrada da Carnival Island que nos dá acesso a tudo. Primeiro calhamos numa espécie daquelas máquinas que existem na vida real para tentar apanhar bonecos ou brindes, mas aqui para escolher a personagem que nos acompanha. Depois entramos noutro sítio onde podemos escolher qual zona a visitar. Cada zona possui 5 níveis, e podem ser jogadas de forma independente umas das outras. De resto, temos também os níveis de bónus, que podem ser acedidos ao encontrar anéis especiais no decorrer dos níveis normais. Estas colocam a personagem que entrou no nível a descer um abismo em queda livre, onde teremos de tentar apanhar o máximo número de anéis e power-ups. Os outros níveis especiais são acessíveis no final dos níveis normais se possuirmos mais de 50 anéis. Fazem lembrar os níveis de bónus do Sonic 2 onde percorríamos uma espécie de tubo e tinhamos de coleccionar um certo número de anéis para desbloquear uma esmeralda do Caos. Aqui também começamos a percorrer estruturas similares, mas também podem ser planas, com obstáculos e buracos que teremos de ter em conta. Mas ao contrário dos jogos do Sonic, aqui não somos recompensados com uma esmeralda no fim, mas sim anéis do Caos (porquê não sei).
O mesmo pode ser dito dos níveis, este jogo tem uma progressão completamente não-linear
Os níveis em si vão sendo variados, existindo alguns com uma ênfase muito maior para a velocidade (como o Speed Slider) e outros mais para a exploração, como a Amazing Arena ou Techno Tower, com uma natureza mais labiríntica onde por vezes teremos até de resolver pequenos puzzles para prosseguir. Com novas mecânicas de jogo vêm também novos power ups e para além dos já habituais power ups de velocidade, 10 anéis extra, escudos e invencibilidade surgem também muitos outros. Um é um outro anel especial, cinzento, com a particularidade que se formos atingidos por um inimigo, em vez de termos dezenas de nossos anéis perdidos a serem espalhados por todo o lado, veremos um único anel cinzento a cair e se o apanharmos, recuperamos na totalidade os anéis que tínhamos antes de ser atingidos. Outros tornam a personagem que o apanhou gigante ou minúscula, o que influencia as físicas do jogo e a velocidade ou poder que podemos atingir. Outros power ups transformam-nos temporariamente na personagem que está no monitor, outros servem até para estabilizar o ecrã de escolha de parceiros ou o de escolha de níveis, dando-nos muita mais liberdade e controlo nessas escolhas (sem os power ups é tipo roleta russa).
Alguns efeitos gráficos como o sprite scaling são usados bastante aqui
Tecnicamente, apesar de 2D, é um jogo bem bonito, na minha opinião. As zonas são bastante coloridas e repletas de detalhes, embora muitas vezes as cores sejam demasiado psicadélicas. Mas sendo o jogo passado num suposto parque de diversões, é algo de esperar que assim seja. Depois vemos imensos efeitos gráficos que só estávamos habituados a ver na SNES, como a rotação e ampliação fluída de sprites. Até pequenos efeitos de partículas vemos no ecrã, ao destruir algumas plataformas. As músicas são excelentes, algumas delas bem memoráveis!
Os níveis de bónus já são num 3D algo rudimentar
No fim de contas, volto ao que referi na introdução do artigo. Knuckles Chaotix é um jogo que não consigo mesmo me decidir se gosto ou odeio. Por um lado possui mecânicas de jogo tão únicas que certamente irão estranhar sempre alguém experimente o jogo, por outro os níveis são tão psicadélicos que nem é normal, mas por outro, ao fim de algum tempo quase que nos habituamos a tudo isto! E a banda sonora é óptima. De resto, é uma pena que seja um jogo de 32X, pois fora este lançamento nunca o vimos em nenhuma das imensas compilações que se fizeram de jogos do Sonic ou outros para a Mega Drive. Suspeito que seja pela dificuldade de emulação desse sistema, já que no PC ainda demorou bastante até existirem emuladores competentes e estáveis.
Ser criança é possuir uma imaginação bastante fértil e passar tardes inteiras a brincar com practicamente qualquer coisa que nos apareça à frente, sejam brinquedos, material de escritório, louça da cozinha, qualquer coisa serve para a imaginação de uma criança. Se der para misturar tudo ainda melhor! O que a No Cliché aqui fez neste Toy Commander foi precisamente isso, levar-nos a reviver essas brincadeiras e toda a criatividade que nos caracterizava. O meu exemplar, se não estou em erro, veio de um bundle que comprei para a Dreamcast há uns bons meses atrás, na feira da Vandoma, no Porto.
Jogo completo com caixa, manuais e papelada
A história leva-nos então para a imaginação fértil de uma jovem criança chamada Andrew Gunthy, onde os seus antigos brinquedos, sentindo-se negligenciados por não serem incluidos nas brincadeiras, decidem armar a confusão por toda a casa, raptando outros brinquedos ou causando alguma destruição também. Somos então levados a explorar as diferentes divisões da casa, onde teremos de cumprir uma série de missões, muitas delas com contornos militares. Desde coisas simples como participar em corridas de brinquedos, ou procurar uma barra de chocolate e colocar 2 ovos a cozer, as missões acabam por se revelar bastante originais e variadas. Temos missões de resgate de brinquedos, de combate a incêndios, repelir invasões alienígenas, escoltar comboios, entre muitas, muitas outras.
Quaisquer semelhanças com Godzilla são mera coincidência. Ou não.
E poderemos então conduzir vários tipos de veículos terrestres e aéreos, desde autocarros e camiões militares que podem transportar brinquedos, incluindo os soldados de plástico que nos podem auxiliar a tomar posições inimigas, passando por vários tipos de aviões, helicópteros e carros militares equipados com armas. Por um lado temos metralhadoras e mísseis (que na verdade podem ser lápis de cor, tampas de canetas bic ou marcadores), bombas ou outras armas explosivas. Ao longo do jogo teremos vários power-ups que podemos apanhar que vão desde upgrades às armas, tornando-as mais potentes, ou simplesmente restaurar o combustível ou “vida” de cada veículo. É um jogo bastante divertido e original, embora o maior problema esteja nos seus controlos que não são os mais intuitivos. Mas isso sempre foi um problema da Dreamcast em jogos 3D, devido à falta de um segundo analógico. De resto, para além deste modo história que nos irá ocupar muitas horas, temos também uma vertente multiplayer que dará até 4 jogadores em split screen. Não cheguei a experimentar este modo de jogo, mas consiste em versões adaptadas de capture the flag e deathmatch, com brinquedos.
A diversidade de brinquedos e de missões é elevada!
Graficamente é um jogo muito bem conseguido para a Dreamcast, especialmentequando nos lembramos que era um jogo de lançamento no mercado europeu. As divisões da casa estão bem retratadas e a disposição dos seus objectos varia bastante consoante as missões. Ocasionalmente lá nos deparamos com uma ou outra textura em muita baixa resolução, mas sinceramente acho que no geral a prestação gráfica deste jogo é bastante sólida. No que diz respeito ao som, não tenho nada a apontar sobre os efeitos sonoros que são competentes. Já as músicas é que não são nada de especial para o meu gosto, abordando bastante temas electrónicos e de dance music.
Resumidamente, este Toy Commander é um excelente jogo pela sua diversidade e originalidade nas suas missões. A nível de controlos envelheceu um pouco mal, mas parece-me um bom jogo no geral. Pena que a No Cliché apenas tenha lançado um outro jogo na sua carreira, uma espécie de sucessor deste Toy Commander, o Toy Racer, que tal como o nome indica foca-se apenas nos segmentos de corrida. Agartha, que seria um survival horror também para a Dreamcast, acabou por ser cancelado.
Continuando com as rapidinhas, hoje trago cá um artigo muito breve sobre o MIG-29 Fighter Pilot, um simulador de voo lançado para a Mega Drive através da Domark, onde nos pomos atrás dos controlos do famoso caça soviético. O meu exemplar veio de um bundle que comprei há uns meses atrás na feira da Vandoma, no Porto, veio em conjunto de mais uns 5 jogos e 2 Mega Drives que me ficaram por 45€ no total.
Jogo com caixa e manual
Como sempre somos levados a um teatro de guerra, aqui num qualquer país do médio oriente, onde um poderoso general invadiu um outro estado bastante conhecido pelas suas reservas de petróleo. Nós supostamente somos um piloto de elite dos Mig-29 que terá pela frente várias missões críticas para o desenrolar deste conflito. E como em qualquer simulador de voo, temos uma catrafada de coisas para fazer. Os botões B e C abrem menus que nos permitem escolher as armas que queremos activar, ou outras funcionalidades como largar flares ou chaff para despistar mísseis inimigos ou mesmo activar ou recolher o trem de aterragem. Se usarmos um comando de 6 botões, a tarefa fica mais simples pois alguns dos botões ficam já mapeados com algumas destas funções regulares. Antes de cada missão temos um briefing onde nos são mostrados os objectivos a cumprir, depois lá somos levados para um ecrã onde teremos de escolher que armas queremos equipar o nosso caça e em que quantidade. Por fim começa a missão e a primeira tarefa é levantar voo. Felizmente que o manual lá nos dá algumas dicas em como prosseguir, e a missão de treino também.
Os gráficos são poligonais e bastante simples. Ainda bem que o jogo é passado em desertos, senão ia ser complicado a Mega Drive dar conta do recado
No que diz respeito aos audiovisuais, é um jogo graficamente competente, pois é completamente em 3D poligonal, sem recurso a qualquer hardware extra, como muitos cartuchos da Super Nintendo possuíam chips adicionais para permitir coisas destas. No entanto não há milagres e o frame rate é bastante baixo, bem como o número de polígonos em simultâneo no ecrã ser bastante reduzido. Músicas só em menus e afins, pois durante a acção apenas ouvimos os vários barulhos do avião, e avisos de mísseis a serem disparados.
No fim de contas, este MIG-29 Fighter Pilot não é um jogo para todas as pessoas pois é um simulador. Surpreendentemente, existem uns quantos na Mega Drive, mas como não sou fã do género, também não vos consigo garantir se é melhor ou pior que a concorrência. Eu é mais After Burner!!