Pokémon: Red Version (Nintendo Gameboy)

Só mesmo para picar o ponto vou deixar aqui a rapidíssima referência que recentemente adquiri um cartucho do Pokémon Red, o último que me faltava da primeira geração. Como já escrevi anteriormente sobre os Pokémon Blue e Yellow, não me vou estar a repetir visto serem essencialmente os mesmos jogos. E este cartucho foi comprado na Cash Converters de Alfragide algures durante o mês passado por algo entre 3 e 4€.

Pokémon Red - Nintendo Gameboy
Apenas cartucho

Para mais detalhe, recomendo a leitura dos artigos supracitados!

Nintendo Scope 6 (Super Nintendo)

Nintendo Scope 6À semelhança do que fiz com o caso da Sega Menacer, hoje vou também escrever uma rapidinha sobre o Nintendo Scope 6, mais precisamente o conjunto de 2 jogos que vinham juntamente com a lightgun da Nintendo, visto eu ainda não ter a lightgun propriamente dita. E como a mesma é um grande trambolho eu sinceramente também não tenho assim lá muito interesse em tê-la por questões de espaço. Mas tal como a Sega Menacer, eu cheguei a experimentar a Nintendo Scope uma série de vezes, portanto cá vai. O meu cartucho foi comprado na feira da vandoma do Porto há uns bons meses, ou talvez até um ano, por 2€.

Nintendo Scope 6 - Super Nintendo
Apenas cartucho

Temos aqui 2 jogos, o LazerBlazer ou o Blastris, embora cada um tenha os seus sub modos de jogo. O LazerBlazer tem 3 modos de jogo, o Intercept, Engage e Confront. No primeiro controlamos um sistema qualquer de defesa de mísseis e vamos vendo no ecrã vários misseis a atravessar e o nosso objectivo é simplesmente de os interceptar. Os mísseis surgem num radar que nos avisa da sua posição e teremos de ter em conta a sua velocidade e a velocidade dos nossos mísseis para os interceptar. Aqui apesar de o jogo estar na primeira pessoa, o mesmo é jogado numa perspectiva lateral onde vamos vendo os mísseis a atravessarem o ecrã, com vários desertos em background e diferentes níveis de paralaxe. No engage continuamos em primeira pessoa e até faz lembrar um pouco o After Burner, embora seja um jogo de light gun. O objectivo é abater as naves inimigas que vão aparecendo no ecrã, assim com os mísseis que vão rodopiando em nossa direcção. O mode 7 do solo até que está bem interessante pois usam uma textura de boa qualidade. O Confront mistura um pouco o conceito de ambos, pois estamos numa posição estacionária, girando de vez em quando de forma a combater uma série de naves espaciais extra-terrestres que nos atacam.

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Inicialmente parece que temos apenas 2 jogos para escolher, mas os seus diferentes modos de jogo dão uma maior variedade

O Blastris é de longe o mais original aqui desta pequena compilação e aqui também temos vários modos de jogo, o Blastris A, Blastris B e o Mole Patrol. O primeiro é algo semelhante ao Tetris mas adaptado para um lightgun game. As diferenças são que os blocos andam da esquerda para a direita ao invés de cima para baixo e não os podemos mover livremente tal como no Tetris. Podemos sim é disparar e tentar acertar em alguns blocos específicos para que as peças de desmantelem e o estrago seja menor. O Blastris B já faz lembrar o Columns na medida em que temos de agrupar 3 ou mais blocos da mesma cor para os fazer desaparecer. Aqui os blocos já caem de cima para baixo e consistem em cubos com diferentes cores nas suas faces e os mesmos podem ser rodados se lhes acertarmos com uns disparos, de forma a que a sua cor acabe por conjugar com os blocos que já temos à superfície. Mais uma vez não podemos controlar a posição onde os mesmos caem. Por fim temos o Mole Patrol que não se adequa nada com os outros modos de jogo do Blastris. Estão a ver aqueles joguinhos onde vemos toupeiras a sair dos buracos e temos de lhes acertar com um martelo? É a mesma coisa mas aqui usamos uma lightgun. Eventualmente começam também a aparecer toupeiras de uma cor diferente, sobre as quais não podemos disparar.

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Ainda dentro de cada modo de jogo poderemos ter pequenas variantes ou suporte a 2 jogadores como é o caso do Blastris A

No que diz respeito aos audiovisuais, como um todo acho os de LazerBlazer mais apelativos, apesar de mesmo estes serem simples. Mas tal como referi acima, o modo engage acaba por fazer um bom uso do mode 7, e o Interceptor de efeitos de paralaxe. Nos Blastris os cenários são muito mais simples. As músicas também têm diferenças no seu estilo. No LazerBlazer adequam-se melhor à acção, sendo músicas mais mexidas ou épicas. No Blastris as coisas soam muito mais alegres e melódicas.

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O Mole Patrol não tem nada a ver com os outros modos de jogo do Blastris, mas também não haveria muito mais que se pudesse fazer em puzzle games e light guns…

No fim de contas é interessante traçar um paralelismo entre esta compilação e a compilação que vem com a Sega Menacer e sinceramente, se não fosse pela maluqueira do Ready, Aim, Tomatoes!, eu diria que esta Nintendo Scope 6 acaba por ser mais divertida e interessante, apesar de numa primeira análise possa parecer ter menos diversidade.

Dragon Quest Monsters Joker 2 (Nintendo DS)

DQMJ2Nas minhas últimas viagens Porto-Lisboa tenho levado sempre a minha Nintendo DS comigo. E a razão é muito simples, para jogar o DQ Monsters Joker 2. Já há algum tempinho tinha jogado a sua prequela e apesar de até ter gostado do jogo, ainda achava que haveria ali muita margem de manobra para evolução. E felizmente a Square-Enix também achou o mesmo e esta sequela é melhor em todos os aspectos. Este meu exemplar foi comprado já há uns bons tempos nem me lembro bem onde nem quanto me custou. Creio que foi na Worten do Maiashopping por 7.5€, ou então usado na Game do mesmo centro comercial por 5€.

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Jogo completo com caixa, manual e imensa papelada como é habitual

A começar pela história, a deste jogo, apesar de não ter ligações directas com o primeiro (sim, poderemos encontrar o Incarnus do primeiro DQMJ em conteúdo bónus), acaba por ser bem diferente. Aqui mais uma vez controlamos um jovem rapaz anónimo cujo maior sonho é o de se tornar num pokémon trainer, errr, digo monster scout de renome. E começamos precisamente por nos infiltrar num dirigível que levava meia dúzia de pessoas precisamente a um desses torneios. A meio da viagem somos descobertos e o capitão do dirigível, que outrora quando era mais novo fazia exactamente a mesma coisa, acaba por simpatizar connosco e permite-nos manter a bordo com uma condição: iremos auxiliar a tripulação durante a viagem. Mas a viagem essa fica-se a meio pois ao atravessar uma ilha aparentemente deserta, alguma coisa acontece e despenhamo-nos, onde recuperamos os sentidos no dia seguinte, apenas com o mecânico de serviço à vista que nos ajuda a procurar os restantes passageiros e tripulação. E eis que visitamos a primeira região do jogo quando descobrimos um enorme monstro, um titã gigantesco que acaba por devorar um dos nossos amigos!

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Mais uma vez os monstros que já tenhamos capturado aparecem com um visto no ecrã

E o restante do jogo vai ser passado precisamente a procurar as restantes pessoas, ao explorar diversas regiões onde em cada uma teremos um titã que a guarda. Esses titãs também não estão lá por acaso e serão uma das chaves dos mistérios que iremos desvendar na ilha, para além de procurar maneira de escapar de lá, claro. E sim, como este é um Dragon Quest Monsters, teremos muitos monstros para capturar, treinar e se quisermos, fundir para ganharmos monstros mais poderosos que herdam as melhores skills dos seus “pais”. As restantes mecânicas de jogo mantêm-se idênticas ao seu predecessor ou seja, poderemos formar uma party com 3 monstros com mais outros 3 que ficam de backup e que podem ser trocados a qualquer momento no jogo. Os restantes vão para um sistema de armazenamento e só na nossa base é que os poderemos ir buscar. Felizmente feitiços como o Zoom podem ser novamente utilizados, aquelas viagens no DQMJ1 eram um bocadinho chatas.

O que gostei mais deste jogo face à sua sequela foi precisamente a história que me pareceu mais empolgante, até pelos Titãs que nas primeiras regiões teremos forçosamente de fugir, mas depois lá seremos obrigados a enfrentar os restantes. Teremos também várias regiões para explorar e uma vez mais existem ciclos de noite e dia que trazem diferentes monstros às paisagens. Mas para além da noite e dia, as condições climatéricas também acrescentam algo novo. Se visitarmos algum sítio já previamente explorado numa altura em que esteja a chover bastante, acabamos por conseguir aceder a pequenas regiões que de outra forma seriam inacessíveis, seja a água a limpar caminhos previamente obstruídos, ou levantar placas de madeira que nos permitem atravessar pequenos penhascos.

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Os colossos que temos de enfrentar ou fugir são uma das novidades mais interessantes deste jogo

E sim, como todos os Dragon Quest modernos que se prezem, depois de terminarmos a história principal o jogo não termina. Teremos ainda várias dungeons adicionais para explorar, com novos bosses, alguns torneios e sidequests ainda por frequentar e também a possibilidade de defrontar e capturar os titãs de cada região. Existe também um modo online onde poderemos juntar a nossa equipa e lutar contra amigos e desconhecidos, mas nunca cheguei sequer a experimentar.

A nível gráfico é dos melhores jogos 3D que a Nintendo DS produziu. Todos sabemos que a DS é uma consola limitada nesse aspecto, mas mesmo assim a nível de modelos poligonais para as personagens, monstros e especialmente bosses acaba por ser bastante detalhado, assim como os cenários e suas texturas. As músicas e efeitos sonoros já todos sabemos. Se já jogaram um Dragon Quest sabem perfeitamente o que esperar neste aspecto: aquelas músicas magistrais e efeitos sonoros bem característicos.

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As cutscenes utilizam o motor gráfico do jogo que chega perfeitamente para o efeito.

É um óptimo RPG para uma portátil e da série Dragon Quest Monsters acaba por ser um dos melhorzinhos mesmo, mas também sou suspeito pois nunca gostei muito das versões Gameboy / Color. Existe ainda no Japão uma versão “Professional” deste mesmo jogo que acrescenta uma série de novos monstros e outro conteúdo extra, mas a barreira da linguagem é sempre algo a ter em conta.

Kid Icarus (Nintendo Entertainment System)

Kid IcarusTempo para mais uma rapidinha, desta vez a um clássico de NES que caiu completamente na obscuridade até à Nintendo se lembrar do Pit e ter desenvolvido uma sequela para 3DS mais de 20 anos depois da última aventura. Estou a falar claro está do Kid Icarus, um sidescroller 2D onde teremos de resgatar 3 importantes tesouros sagrados para conseguirmos salvar a deusa Palutena das mãos de Medusa. O meu exemplar foi comprado há coisa de um mês atrás na feira da Vandoma no Porto por 10€, sendo apenas o cartucho.

Apenas cartucho e sleeve protectora
Apenas cartucho e sleeve protectora

Este é um jogo de plataformas com alguns elementos de RPG. Isto porque todos os inimigos que derrotamos aumentam a nossa pontuação, pontuação essa que posteriormente é convertida em pontos de experiência no final de cada nível e poder-se-á traduzir em mais pontos de saúde para o Pit. Também temos algumas salas com desafios especiais onde se os completarmos também ficamos ligeiramente mais fortes. De resto é um sidescroller tradicional, onde Pit está armado do seu fiel arco e flechas infinitas, mas apesar de ter asas teremos de ter cuitado para não cair abaixo da torre pois poderemos perder uma vida. No entanto existem também alguns power-ups que nos salvam dessa situação, bem como uma harpa que transforma os inimigos em enormes martelos, martelos esses que poderão ser utilizados posteriormente como arma também. Mas quando utilizarmos os martelos é bom que os usemos também numas certas estátuas que libertam outros anjos que tinham sido lá aprisionados. Eles serão bem mais úteis mais tarde.

Eventualmente iremos dar de caras com algumas lojas onde poderemos comprar vários itens
Eventualmente iremos dar de caras com algumas lojas onde poderemos comprar vários itens

O jogo está dividido em 4 áreas principais, cada uma com 3 níveis mais um boss que nos recompensará com um dos tais 3 tesouros que temos de apanhar. A última área é que é diferente e acaba por ter um só nível bem grandinho, mas aí já estamos munidos dos 3 tesouros e controlamos um Pit com uma armadura imponente e capaz de voar, o que nos dará um jeitaço para enfrentar a Medusa. Aqui os outros anjos que libertamos anteriormente das estátuas juntam-se a nós no combate e poderão dar uma boa ajuda.

O nosso status screen onde podemos ver o progresso no jogo
O nosso status screen onde podemos ver o progresso no jogo

A nível técnico é um jogo competente com boas músicas – sempre adorei o chiptune de NES e temos aqui uma ou outra faixa bem memorável e a nível gráfico é também competente, tendo em conta que é um outro jogo originalmente lançado em 1986 no Japão. Kid Icarus é um jogo um pouco estranho e talvez por isso a série tenha ficado adormecida por mais de 20 anos. Ainda assim achei-o bastante interessante, apesar de não ser de longe um dos must have para mim.

Perfect Dark (Nintendo 64)

Perfect DarkSou sincero. Este Perfect Dark foi jogado inteiramente em emulador. O cartucho que eu tenho é a versão norte-americana e a Nintendo 64 é uma consola region locked cujo desbloqueio não é propriamente trivial. Por outro lado também me falta o Expansion Pak, um acessório que acrescenta mais RAM à consola que na falta dele, torna a maior parte deste Perfect Dark inutilizável. Por outro lado, existem uns plugins interessantes para o emulador Project 64 que permitem jogar alguns FPS desta consola com o setup típico de FPS para PC, isso mesmo com rato e teclado! Então claro que tirei partido dessa vantagem e cá fica a minha opinião sobre este óptimo jogo. Apenas fiquem avisados que não o joguei da forma que o mesmo foi idealizado para ser jogado. De resto este cartucho custou-me 5 dólares se a memória não me falha. Edit: Eventualmente arranjei uma versão Europeia e completa, tendo vindo do UK algures na recta final do ano de 2019, custou-me à volta de 12libras.

Jogo completo com caixa, manual e papelada

Perfect Dark era para ser o sucessor do 007 Goldeneye, também produzido pela Rare para a Nintendo 64 e um dos mais importantes first person shooters a aparecer exclusivamente numa consola de videojogos. Por acaso tinha sido um jogo que passou completamente debaixo do radar para mim, até ter comprado uma Mega Score do ano 2000 que o analisava, e o que lá escreveram sempre me deixou a salivar por um dia destes o jogar. Aqui em vez do James Bond, temos uma outra agente secreta, a Joanna Dark e o jogo tem uma toada muito mais sci-fi, pois decorre no futuro e leva-nos para o meio de conspirações políticas, terroristas e até com extra-terrestres à mistura!

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Existe imenso conteúdo desbloqueável neste jogo!

Mas é mesmo na jogabilidade que este jogo brilha – e mais uma vez sublinho que o joguei com rato e teclado em emulador ao invés do comando da Nintendo 64. Mas nem é pelos controlos que digo que Perfect Dark é bom, já que mesmo na N64 usa o analógico para movimentar e o D-Pad ou os C-Buttons para controlar a câmara. Bom, na verdade parece que usa uma mistura de ambos, o que acaba para atrapalhar um pouco as coisas a quem já estiver habituado aos controlos standard, mas não é sobre isso que quero aqui escrever, mas sim na quantidade de coisas que podemos fazer. Podemos ter abordagens mais furtivas, entrar à Rambo e dizimar tudo o que nos aparece à frente, as armas são bastante variadas e com modos de fogo secundário, temos imensos gadgets que poderemos utilizar entre muitos outros bons detalhes, como o sistema de hit detection dos nossos inimigos que reagem de formas diferentes consoante onde lhes acertemos. Até é possível desarmá-los ao disparar um tiro certeiro nas suas armas ou mãos! Sobre os gadgets, temos brinquedos desde vários tipos de visores como infravermelhor, raio-x, nocturnos, pequenas câmaras espiãs voadoras, radar, equipamento para hackear computadores, etc. Mas ao contrário de outros jogos onde o seu uso é meramente facultativo e acabamos por os usar uma ou outra vez por curiosidade, aqui seremos mesmo obrigados a utilizá-los numa ou noutra ocasião.

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Perfect Dark tem uma quantidade absurda de diferentes armas para utilizar

Inicialmente dispomos de 5 opções de jogo: na primeira poderemos vaguear à vontade pelo Carrington Institute, a nossa agência empregadora. Aqui poderemos reconhecer todos os cantos da casa e participar no modo tutorial que nos ensina os controlos e as acções básicas do jogo, incluindo mexer com muitos dos gadgets acima mencionados. Depois temos o modo campanha propriamente dito que achei muito bom, onde poderemos também desbloquear 4 missões bónus que acrescentam valor à história, com missões vistas por outros protagonistas. Como não poderia deixar de ser, os outros são vários modos multiplayer, como partidas de deatchmatch, capture the flag e variantes, outros modos de jogo baseados em captura objectivos como King of the Hill, ou o Hacker Central, onde temos de hackear um computador aleatório na arena. Estes modos de jogo são altamente customizáveis a nível de regras, algo que a equipa que posteriormente saiu da Rare para criar a série Timesplitters levou com eles. Ainda aqui temos os Challenges, que nos podem recompensar com o desbloqueio de alguns destes modos de jogo, armas e personagens. Outros modos de jogo separados incluem o cooperativo, que nos permitem jogar as missões que já tenhamos desbloqueado no modo single player com mais um amigo. Por fim temos também o inovador Counter-Operative, onde o primeiro jogador vai jogando normalmente como Joanna Dark nos níveis normais, mas o segundo jogador pode encarnar em vários dos inimigos que vagueiam pelo nível, com o único objectivo de caçar Joanna.

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Rare, a adivinhar a vida do Obama muitos anos antes!

No que diz respeito aos audiovisuais este é sem dúvida um dos jogos mais avançados para a Nintendo 64. Graficamente é bom e bastante variado, com o setting futurista a assentar-lhe que nem uma luva, embora também visitemos outras zonas mais “naturais”. Os inimigos e níveis no geral são muito bem detalhados com bastantes polígonos, mas o calcanhar de aquiles da N64, ou seja, a falta de espaço de armazenamento nos cartuchos dá uma vez mais o ar da sua (des)graça com os níveis a terem texturas muito simples. Por outro lado há uma quantidade impressionante de diálogos (e com boa qualidade) que voltam a colocar a “balança técnica” bem positiva. O mesmo posso dizer para as músicas que estão óptimas.

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Em certos momentos, Perfect Dark é mesmo um dos jogos mais bonitos da Nintendo 64

Em suma, Perfect Dark é um excelente FPS que ao fim de 15 anos lá o consegui jogar.  Mas deixou-me com pena de duas coisas: de ainda não o ter em versão PAL mais um Expansion Pak para o poder desfrutar no seu sistema original, mas também tenho pena que a Rare tenha sido vendida para a Microsoft, pois gostaria de ter visto o Perfect Dark Zero na Gamecube.