Tiny Toon Adventures: Bab’s Big Break (Nintendo Gameboy)

Tiny Toon BabsMais uma rapidinha e novamente para um jogo da portátil clássica da Nintendo. Este foi mais um dos jogos que comprei um pouco às cegas, confiando no bom trabalho que a Konami fez com essa franchise em jogos para a NES ou Mega Drive. E apesar de não ser um jogo propriamente brilhante, também não é nada mau, é simplesmente mais um jogo de plataformas e para quem gostar do universo Tiny Toon até lhe poderá achar piada. Este cartucho foi comprado no passado mês de Dezembro na Feira da Ladra em Lisboa, tendo-me custado 1.5€.

Tiny Toon Adventures Bab's Big Break - Nintendo Gameboy Color
Apenas cartucho

Bom, a primeira coisa que me surpreendeu neste jogo foi que apesar de o mesmo ter no título “Bab’s Big Break”, na verdade nunca sequer chegamos a jogar com a Babs Bunny. A história parece um pouco confusa, pois começa com Babs a dizer que gostaria muito de ser actriz e vai começar a estudar nessa àrea, apesar do seu “talento natural” para a arte. Depois pelo meio aparece o Montana Max, o puto mimado e ricalhaço, que ameaça comprar um teatro qualquer. Irritadíssima com a situação Babs tenta impedir que Montana leve a sua avante. Mas paralelamente a tudo isso, temos Buster Bunny, Plucky Duck e o porquinho Hampton preocupados com Babs e decidem segui-la para o caso de ela se meter em algum sarilho. O resto do jogo é todo passado no encalço de Babs, e embora ela vá à nossa frente, pelos vistos nós é que temos o trabalho todo de enfrentar bosses e tudo.

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Estes diamantes que encontramos servem de unidade monetária, onde podem ser gastos em mini-jogos

De resto é um jogo de plataformas sólido, se bem que com algumas mecânicas de jogo um pouco diferentes do habitual. Podemos trocar entre o Bugs, Plucky e Hampton a qualquer altura do jogo, bastando para isso carregar no start, mas no entanto todas as personagens têm a mesma habilidade, sendo que a única diferença é o ataque secundário que dispomos e que passo a explicar. Basicamente podemos derrotar os inimigos saltando-lhes para cima, como em muitos outros jogos de plataforma. Mas tal como Castlevania, podemos usar alguns ataques secundários, cujas munições estão na forma de items que vamos coleccionando ao longo dos níveis. Buster Bunny atira cenouras em arco, Pluffy Duck atira ananazes nas diagonais e o Hampton usa melancias. Para além disso podemos também apanhar outros items como diamantes, corações que podem restaurar a nossa vida perdida (ou mesmo incrementá-la até ao final do nível), ou mesmo invencibilidade temporária. Os diamantes servem de unidade monetária, cujos podem ser utilizados em vários minijogos que podemos descobrir nos vários níveis, onde somos recompensados com mais vidas ou recuperar saúde. Esses mini-jogos tanto podem ser variantes do “Whac-a-Mole” onde temos de bater nos vários Montana Max que vão surgindo no ecrã, ou corridas contra outras personagens do universo Tiny Toon.

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Apesar de ser possível jogar com outras personagens, não há grande vantagem nisso.

Agora que referi esses conceitos básicos, convém também escrever um pouco da estrutura de cada nível. Geralmente os níveis estão divididos em 2 ou 3 partes, onde na primeira parte chegamos a um ponto em que não conseguimos progredir mais, precisando nós da ajuda de um outro Tiny Toon que se encontra nessa parte do nível. Depois de encontrarmos o Tiny Toon que nos pode ajudar e o convencermos a fazê-lo (alguns precisam que joguemos um mini-jogo ou que façamos outras tarefas em primeiro lugar), basta voltar ao ponto em que estávamos bloqueados para que o “companheiro” faça a sua magia e nos transporte para a segunda parte do nível, com mais platforming e um boss no final. De resto os próprios níveis vão sendo variados, o que é sempre bom. Tanto temos níveis bem simples e lineares, como outras secções cheias de caminhos alternativos e “tubos” que nos levam a outras secções como um certo canalizador bigodudo. Ou mesmo outros níveis como um passado num comboio em andamento, ou outro em que conduzimos uma mota a alta velocidade.

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Babs vai falando entre cada nível, embora também não diga lá muita coisa de jeito

Graficamente é um jogo interessante, pois por um lado tanto podemos ter níveis com backgrounds muito simples, noutros já os acho mais bem conseguidos e detalhados, como uma certa floresta assombrada que até gostei do que vi (e principalmente do que ouvi!). As sprites estão bem detalhadas e o elenco dos Tiny Toon parece-me completamente representado no jogo, quanto mais não seja através de cameos. Em relação às músicas também tenho sentimentos mistos, pois existem algumas secções com música muito boa, tal como a floresta assombrada que referi acima, que usa uma adaptação em chiptune do “In the Hall of the Mountain King” de Grieg. Mas o que já não gostei é que em certas zonas de todos (ou quase todos) os níveis vamos ouvindo num loop interminável a faixa tema dos Tiny Toons e confesso que já me estava a irritar um pouco.

Posto isto e para entrar num full circle repito o que escrevi logo no primeiro parágrafo. Este é um jogo de plataformas competente, nada de extraordinário, mas que ainda assim poderá ter um maior interesse para os fãs de Tiny Toons, ou mesmo dos jogos clássicos da Konami.

 

Operation Wolf (Nintendo Entertainment System)

Operation WolfAgora que adquiri mais 2 joguitos de NES no passado mês, implica novos artigos para esta plataforma. E o primeiro que vou agora escrever trata-se nada mais nada menos do que de uma adaptação de um dos sucessos de arcade da Taito nos anos 80, o Operation Wolf. A versão que eu mais tinha jogado foi a da Master System que, para além de ter gráficos mais coloridos acaba por ser mais ou menos a mesma coisa. Este cartucho em específico é a versão NTSC e foi-me oferecido por um particular.

Operation Wolf - Nintendo Entertainment System
Jogo na sua versão NTSC, apenas cartucho

Aqui nós encarnamos num comando norte-americano com a missão de nos infiltrarmos em território inimigo e resgatar uma série de prisioneiros de guerra. As semelhanças com Rambo não são mera coincidência pois todos os apetrechos militares parecem mesmo retirados das décadas de 70/80. De resto, este é um lightgun game, onde as versões caseiras que sairam para a Master System e NES têm também o suporte às lightguns respectivas do sistema, podendo também usar os comandos normais. E se por um lado jogar este jogo apenas com um comando pode tornar-se bastante caótico, em especial nos níveis mais avançados onde os inimigos não páram de surgir no ecrã, jogando apenas com a Zapper (que infelizmente ainda não possuo) também nos obriga a ter o comando numa outra mão, pois é necessário carregar no botão B para lançar granadas.

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As diferentes missões que podemos jogar. Cada uma tem um número diferente de inimigos que temos de derrotar, mas nalgumas outras temos mesmo de resgatar pelo menos 1 prisioneiro para poder acabar o jogo.

O jogo está dividido em 6 níveis diferentes, cujo fluxo até segue uma sequência lógica. Primeiro temos de assaltar o centro de comunicações, para garantir que os próximos ataques continuam com o elemento surpresa, a missão seguinte é passada na selva onde temos de extrair informação sobre o campo de concentração e por aí fora, até que nas últimas 2 missões tentamos libertar finalmente os 5 prisioneiros de guerra, e na última temos de os escoltar no aeroporto inimigo, para voltar novamente a casa. Antes de cada missão, temos sempre de derrotar um certo número de inimigos, só depois o nível termina. Por exemplo, logo no primeiro nível temos de destruir 4 helicópteros, 5 carros blindados e 55 soldados. Quando destruirmos os 4 helicópteros pretendidos, também não aparecem mais até ao final do nível, a menos que seja algum boss escondido. Mas para além dos inimigos temos sempre gente inocente que não podemos atacar, como enfermeiras, crianças ou mesmo os próprios prisioneiros que tentamos salvar. Se os atacamos, perdemos um pouco mais de vida.

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O jogo não é tão colorido como na sua versão arcade, como seria de esperar, mas ainda assim não é mau de todo

De resto convém também referir que a munição não é ilimitada. Cada “magazine” contém 20 balas, se bem que podemos obter mais munições, incluindo as granadas que causam splash damage (cuidado para não matar inocentes) e geralmente vêm sempre em números reduzidos. Para isso basta disparar para alguns animais que vão-se atravessando no meio da confusão, largando alguns desses items e outros power-ups, como a possibilidade de ter rapid-fire com balas infinitas durante 10 segundos, ou restabelecer alguma da vida perdida. Mas com tanta coisa a acontecer ao mesmo tempo é mesmo necessário ter reflexos de lince para conseguir apanhar tudo, e evitar sofrer muito dano, o que foi sempre o maior problema para mim neste jogo. Para além disso, podemos ainda ter alguns pequenos níveis extra, com ataques surpresa dos inimigos, mas sinceramente não percebi se isso é um acontecimento aleatório ou não.

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O game over não acontece apenas quando morremos. Ficar sem munições também não é nada bom

No que diz respeito aos audiovisuais é óbvio que o jogo está uns bons furos abaixo da versão arcade, cuja para o ano em que foi originalmente lançada, apresentava sprites muito bem detalhadas e grandinhas, para além de gráficos muito mais coloridos. Era a magia das arcades naqueles tempos! Aqui o jogo começa com uma pequena cutscene semelhante ao original (mas sem as animações), e depois vamos tendo cenários com backgrounds bem detalhados para uma NES, embora as sprites sejam no geral muito mais pequenas do que no original, o que é perfeitamente compreensível. As músicas são quase não existentes, tocando apenas no ecrã título. nos interlúdios entre missões e no final. São clipes pequenos, onde se notam bem as influências militares, mas nada do outro mundo.

Acho este Operation Wolf um jogo interessante, mas tenho pena de não o ter experimentado com uma Zapper. Jogando com o comando, é preciso comer muita sopinha (e uns bons bifes) para conseguirmos apontar a mira sempre para o sítio certo no meio de toda a cacofonia de tiros e explosões que vamos presenciando.

Astérix and Obélix Take on Caesar (Nintendo Gameboy Color)

screenshotO artigo de hoje será mais uma rapidinha, pois é certamente a pior compra que eu alguma vez fiz. Comprei este jogo na Cash de S. Sebastião há poucos meses atrás, em conjunto com vários outros cartuchos de Gameboy Color e Advance por sensivelmente 3€ cada. A razão pela qual levei o jogo é porque sempre gostei dos videojogos do Astérix na era das consolas 8 e 16bit e como o cartucho tinha a forma de um cartucho da Gameboy normal (embora com a cor preta, o que significa que é um jogo de GBC retrocompatível com as primeiras a preto-e-branco), na altura pensei que fosse um jogo dessa era e como estava com pressa acabei por o levar. Mas eis que depois olho com mais atenção e vejo o símbolo da Cryo Interactive, seguido por uma alusão ao primeiro filme “live action” da dupla gaulesa. “What have I done??” perguntava-me eu, mas já era tarde demais.

Astérix and Obélix Take on Caesar - Nintendo Gameboy Color
Apenas cartucho

Ora tal como referi acima, supostamente este jogo baseia-se no primeiro filme do Asterix com actores reais, que eu sinceramente até tinha gostado de ver quando era mais novo (ai Laetitia Casta…), mas na verdade vai-se a ver e do filme apenas as sprites e uma ou outra foto digitalizada dos actores é que lá vão aparecendo. Tudo o resto parecem-me ser uma miscelânea de mini jogos mas tão maus, tão maus que nem sei como tiveram o descaramento de lançar isto para o mercado. Logo no primeiro vemos uma rixa entre o pessoal na vila, o bardo a “cantar” no seu poleiro. Lembram-se daquela secção do Earthworm Jim 2 onde temos de transportar uns cachorrinhos aos saltos num tambor de um lado para o outro? Aqui é mais ou menos a mesma coisa, mas em vez de cachorros temos os peixes que vão saindo disparados da luta entre os aldeões e apenas temos de os “guiar” até acertar com eles no bardo, com a dificuldade acrescida de termos de evitar as notas musicais que também vão caindo no ecrã.

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Logo no primeiro mini jogo já dá para perceber que vamos passar um mau bocado.

Os outros minijogos também podem ser coisas como variantes do “whac-a-mole” onde romanos vão surgindo alternadamente em posições fixas no ecrã e temos de lhes atirar com um menir, ou simplesmente distribuir um soco bem mandado na cara, um outro em que o Astérix desce um rio num tronco de uma árvore e temos de evitar os obstáculos que nos aparecem à frente ou mesmo um minijogo em que servimos de pombo correio entre os dois druidas, esquivando-nos de estalactites que vão caindo no ecrã. Mas para além dos minijogos serem chatos ainda têm maus controlos, com os movimentos a não serem muito precisos.

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Apenas seguindo o modo “história”, é que dá para saber ao certo o que é suposto fazer em cada mini jogo.

Graficamente é um jogo bastante simples, e as músicas também não me cativaram nada. É uma pena, tendo em conta o bom histórico que os jogos do Asterix tiveram nas plataformas 8 e de 16bit, terem tido esta nódoa tão grande. É que mesmo as versões PC e Playstation, embora graficamente muito superiores, também giram à volta deste conceito de mini-jogos chatos, o que é mesmo muito decepcionante. Não é um jogo que recomende por nada deste mundo, a menos que tenham prazer em coleccionar jogos muito maus.

The Smurfs Travel the World (Super Nintendo)

Smurfs 2Hoje como é dia de festa e para estar com a família, o jogo que vou trazer cá ao tasco é mais uma rapidinha. Não sou grande apologista em escrever primeiro sobre uma sequela ou um port e só depois do original, mas por vezes vou abrindo algumas excepções, como esta. Smurfs Travel The World é o segundo jogo de plataformas sobre os pequenos seres azuis desenvolvido pela francesa Infogrames, pois tal como em Tintin, Asterix, ou Lucky Luke, durante os anos 90 a Infogrames focou-se no lançamento de videojogos baseados em conhecidas séries de banda desenhada franco-belga. Este é o último dos jogos que me faltava analisar, que comprei há uns meses atrás num bundle juntamente com outros jogos NES e SNES por 50€.

The Smurfs Travel the World - Super Nintendo
Jogo com caixa e manual

Em Smurfs 2, a história é simples, 2 dos Smurfs espreitam às escondidas o laboratório do smurf velhote para verem um certo cristal mágico. Mas ao mexer no que não devem, o cristal parte-se em muitos pedaços e os smurfs são levados para o outro lado do mundo, na américa do sul. A partir daí o objectivo é encontrar todos pedaços dos cristais deseparecidos, acabando por visitar vários locais diferentes do mundo como a América do Norte, África, Austrália e Ásia.

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A história do jogo vai sendo contada com estas pequenas cutscenes.

A jogabilidade é simples, com um botão para saltar, outro para correr e ainda outro para dar pontapés, que por vezes até é bem necessário para chutar objectos, não necessariamente os inimigos pois estes podem também ser derrotados saltando-lhes em cima. Os cristais tanto podem ser bem facilmente encontrados, mas também pode ser necessário cumprir certas tarefas, como dar bananas a macacos, encaminhar peixes pequenos para serem comidos por outros maiores, ou levar abelhas de volta para as suas colmeias. De resto é a jogabilidade tradicional de um jogo de plataformas em 2D, nada do outro mundo.

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Graficamente é um jogo bem competente e detalhado

Graficamente é um jogo bem bonito e colorido, tendo sido uma das primeiras coisas que reparei mal o joguei pela primeira vez. Os cenários são bem detalhados e apesar de existirem muitos cenários naturais, as diferenças entre as américas, áfrica, austrália e ásia estão de facto muito bem representadas. As sprites estão também bem detalhadas, mas tenho pena que falte alguns bosses a sério. Por vezes temos um ou outro, mas nada de especial, todo o conceito do jogo aponta mesmo para colecionar todos os cristais presentes num nível e avançar para o seguinte. As músicas são também óptimas, tanto com as influências étnicas das diferentes regiões visitadas, como na própria qualidade das mesmas. O chip de som da SNES permite reproduzir músicas bem épicas, e acho que o resultado final, pelo menos tecnicamente, é muito bom.

Apesar desta versão SNES ser bem competente em relação à da Mega Drive que também não deixa nada a desejar, ainda gostaria um dia de ter uma outra versão deste jogo, nomeadamente a versão Master System. Com a versão Master System a ser lançada oficialmente em 1996, é um dos últimos, senão mesmo o último jogo a ser lançado para essa consola, pelo menos em território europeu, sendo assim um jogo bem rarinho e procurado.

Astérix and Obelix (Nintendo Gameboy)

Asterix and ObelixA era dourada da Mega Drive e SNES, foi uma boa época para os fãs  de jogos de plataformas e de banda desenhada. Nas consolas da Sega tivemos excelentes jogos para a Master System e/ou Mega Drive produzidos pela própria Sega ou pela Core, estes já não tão bons. Nas consolas da Nintendo foi a francesa Infogrames a lançar os videojogos desta dupla gaulesa. E o que aqui trago hoje foi um jogo que foi lançado originalmente para as plataformas da Nintendo, quer a SNES, quer esta versão Gameboy que por sua vez foi comprada no mês passado na Cash Converters de S. Sebastião em Lisboa por cerca de 3€.

Asterix and Obelix - Nintendo Gameboy
Apenas o cartucho

A história é uma mistura dos acontecimentos em vários livros, mas com o conceito base do “Astérix e a Volta à Gália”, onde César manda barricar a pequena aldeia rebelde Gaulesa, para tentar conter Astérix e seus amigos. Como forma de desafiar o imperador romano, Astérix e Obelix partem à aventura viajando para outros países ocupados pelos Romanos, trazendo um souvenir de cada um desses destinos e enviá-los para César, de forma a mostrar-lhe que o seu plano não resultou. É aqui que o jogo vai buscar os acontecimentos de outros livros como Astérix entre os Bretões, Helvéticos, ou na Hispânia.

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A jogabilidade é simples e bem tradicional

A jogabilidade é a de um simples jogo de plataformas em 2D, não tendo muito que saber. Existe um botão para saltar e outro para atacar, podemos escolher jogar quer com Astérix ou com Obélix. Ao longo do jogo vemos uma série de caixinhas como as item boxes de Super Mario, que tanto poderão servir como plataformas, ou podem também ser quebradas e alojar items como estrelas (servem apenas para aumentar a pontuação, moedas que tal como Mario nos dão vidas extra ao coleccionar um determinado número. Mediante se jogarmos com Astérix ou Obélix, podemos também encontrar uma poção mágica ou um javali assado respectivamente, que nos dão invencibilidade temporária. Muitas vezes teremos também níveis de bónus para completar, onde o objectivo é apanhar o maior número de itens possível dentro de um curto intervalo de tempo. Também no final de cada capítulo principal temos um nível diferente. Na Bretanha temos uma partida de Rugby para vencer, na Grécia umas provas olímpicas que exigem um certo button mashing da nossa parte, ou na Hispânia ainda participamos numa pequena tourada.

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Usando o Super Gameboy, o jogo ganha uma paleta de cores bastante útil

Graficamente é um jogo bem detalhado para uma Gameboy, mas também é daqueles que para quem tiver uma Super GameBoy da SNES beneficia em grande ao jogar isto na TV, pois o esquema de cores fica muito melhor, tendo também um bom banner de fundo. Isso ou jogam mesmo a versão SNES que obviamente na parte gráfica é bem superior. Curiosamente até acabo por preferir as músicas desta versão Gameboy, achei que ficaram bem mais conseguidas tendo em conta a limitação do hardware.

Por alguma razão, a Infogrames decidiu ainda converter este jogo para a Gameboy Color, sendo uma versão ainda mais colorida deste jogo, mas também para a Gameboy Advance, na compilação Astérix & Obélix Bash Them All, embora essa versão seja baseada na versão SNES, naturalmente superior pelo menos no quesito gráfico.