Megaman ZX (Nintendo DS)

Megaman ZXVoltando à Nintendo DS, o jogo que trarei cá hoje é o Megaman ZX, uma “nova” geração da longa saga do Megaman. É uma saga passada vários anos após os acontecimentos dos Megaman Zero, que por acaso já tive a oportunidade de jogar a colectânea que saiu para a DS e adorei, felizmente este ZX não foge muito à fórmula introduzida por esses jogos, mantendo-se no género “metroidvania” que eu tanto gosto. Este meu exemplar foi comprado na feira da Ladra algures em Janeiro por 10€, estando completo e em óptimo estado.

Megaman ZX - Nintendo DS
Jogo completo com caixa, manual e papelada

Bom, este jogo decorre muitos e muitos anos após as guerras contra os Mavericks nas séries Megaman X e Zero, onde os humanos conseguiram coabitar pacificamente com os Reploids (andróides como Megaman) e a civilização progrediu bastante. Os Mavericks continuavam a existir, mas não causavam assim tanta preocupação até porque a grande corporação Slither, Inc aparentemente fazia um bom trabalho de proteger os interesses de quem queria manter a paz. E eis que entramos em acção com o rapaz Vent ou a menina Aile, a escolha é nossa, mas são ambos funcionários de uma empresa de entregas, a Gyro Express. A nossa missão é simples, levar uma importante encomenda a uma pessoa misteriosa, claro que alguma coisa deveria correr mal! A meio do caminho somos atacados por um grupo de Mavericks que vinham atrás da encomenda, mas felizmente a mesma salvou-nos. O que estava dentro do pacote era nada mais nada menos que o Biometal X, um metal raro e valioso que continha a “alma” de Megaman X, que por sua vez dá os seus poderes a Vent/Aile, transformando-os numa forma parecida à do próprio Megaman X, e com as suas armas e poderes. O resto do jogo é passado a descobrir a razão pela qual houve aquele ataque e juntar novos bio-metals que nos dão diferentes formas e armas/habilidades. Claro que essas só são ganhas após vencermos algum boss, como é tradicional na série Megaman.

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Tal como nos Zero, aqui também é dado um foco maior à história e diálogos

O que mais gosto neste jogo é a exploração de um metroidvania. É certo que temos várias missões (e sidequests) para cumprir, que culminam invariavelmente em derrotar algum maverick poderoso e roubar-lhe o seu biometal, ajudar algum humano ou reploid, ou procurar por objectos importantes. Fora as missões, podemos revisitar as várias àreas do jogo sempre que o quisermos fazer, até porque as mesmas estão repletas de segredos e itens escondidos que apenas com o uso de todas as habilidades ao nosso dispor e que vamos encontrando é que os poderemos alcançar. Como humano, não podemos atacar, mas podemos agachar-nos e rastejar por entre passagens escondidas, já como X, bom aí já temos uma enorme liberdade de movimentos incluindo o air dash, e saltitar de parede em parede. Os outros biometals trazem-nos armas diferentes, bem como habilidades como air dash mais extenso, mover melhor na água, criar blocos de gelo, destruir outros blocos que estejam a esconder outras passagens, e por aí fora. As possibilidades são muitas, e assentam que nem uma luva ao esquema mais “metroidvania” utilizado por este jogo.

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Os “níveis” estão repletos de segredos e áreas que nem sempre conseguimos aceder

Como sempre temos vários “energy tanks” que podemos recolher, e sem dúvida que serão úteis nos combates contra bosses, e para além da barra de energia temos uma outra especial para os ataques elementais (fogo, gelo, electricidade). Os fatos que herdamos dos biometals adquiridos após derrotar bosses poderão utilizar disparos elementais, que podem e devem ser utilizados de forma inteligente ao atacar inimigos fracos perante um elemento, por exemplo atacar inimigos com afinidade de fogo com disparos de gelo. Para activarmos estes disparos elementais devemos activar o modo “overdrive”, ou simplesmente utilizar o charge shot das suas armas, que por defeito já utiliza a parte elemental. E tal como os energy tanks nos regeneram a vida, ao longo do jogo poderemos encontrar outros itens que regeneram esta barrinha de energia elemental.

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Eventualmente lá temos direito a uma ou outra cutscene

Graficamente é um jogo não muito diferente dos Megaman Zero para a Gameboy, sendo bastante colorido. As personagens são todas representadas num estilo anime semelhante, e os cenários são bastante variados como de costume, abrangindo modernas cidades, zonas mais naturais, ruínas, laboratórios e bases militares e por aí fora. Mas acho que a DS conseguiria fazer um pouco mais… e daí talvez não, a baixa resolução dos seus ecrãs não faz milagres. Resumidamente parece-se muito com os Zero de GBA, embora isso não seja de todo uma má coisa até porque é bastante colorido. As músicas também são agradáveis, mas nada que bata alguns dos temas clássicos da série original.

A boa jogabilidade deste Megaman ZX, aliado ao desafio dos seus combates e platforming por vezes exigente, como seria de esperar de um jogo desta saga, tornam-o num jogo bem sólido e que fica bem em qualquer colecção de DS. A sua mais valia para mim é mesmo a componente de exploração à lá “metroidvania” que nos faz querer explorar ao máximo cada pixel no mapa. Gostei.

Kuru Kuru Kururin (Nintendo Gameboy Advance)

Kuru Kuru KururinO artigo de hoje vai ser mais uma rapidinha porque, you know it, o tempo tem sido completamente escasso. E para a rapidinha de hoje será um jogo bastante bizarro da altura do lançamento da Gameboy Advance, pelo menos em território europeu. Kurukuru Kururin é uma espécie de puzzle-game com um conceito bastante original que só alguém do Japão poderia ter uma ideia dessas e já perceberão o porquê. O meu exemplar foi-me oferecido por um particular, a quem eu bem agradeço e está completo com caixa e manuais.

Kuru Kuru Kururin - Nintendo Gameboy Advance
Jogo completo com caixa manuais e papelada

O jogo é bizzarro até na história. O nosso protagonista é um pato em busca de todos os seus irmãos que estão espalhados por sabe-se lá onde. E como os vamos encontrar? Bom, e que tal enfiarmo-nos no veículo mais estranho do mundo? Que tal soa uma bola com 2 hélices gigantes que rodam sem parar para atravessar corredores estreitos e cheios de obstáculos? Porque basicamente é isso que acontece ao longo de todo o jogo, temos de levar o “helicóptero” do ponto A ao ponto B em cada nível, evitando ao máximo embater em paredes ou outros obstáculos no meio. A velocidade com que as hélices rodam é sempre a mesma e o sentido “também”. Com base nisso temos de pensar bem no timing para atravessar algumas curvas, aproveitando o sentido de rotação e a curvatura. Ao embater em paredes perdemos um coração, e temos poucos para usar, no entanto os mesmos podem ser regenerados em algumas áreas do circuito.

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Esta é a coisa que pilotamos

Mas também podemos ver algumas molas e nessas podemos embater à vontade, pois alteram o sentido de rotação das hélices e são muitas vezes a chave para o sucesso ao fazer alguns “S” ou outros circuitos mais complexos. Para além disso podemos também apanhar uma série de itens de bónus, que poderão ser usados depois para customizar o aspecto do nosso helicóptero. Creio que são apenas mudanças cosméticas… e para além do modo história temos um modo de treino onde podemos practicar os circuitos já desbloqueados e um outro modo Challenge, onde temos de bater tempos mais apertados em vários circuitos. Existe também uma vertente multiplayer que pode ser jogada até 4 jogadores com apenas um único cartucho, uma das grandes novidades introduzidas pela GBA. Mas claro que não experimentei.

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Ao embater nalguma superfície que não uma mola, somos penalizados

Graficamente é um jogo simples, mas bem colorido. Os níveis são temáticos, tanto temos cenários mais naturais ou industriais, mas como é um jogo baseado em circuitos não há muita coisa que se possa fazer. Por outro lado, as músicas são excelentes e fazem-me lembrar bastante o chiptune da NES. Para fechar o artigo, devo dizer que Kurukuru Kururin é um jogo divertido para ser jogado numa portátil. Quem gosta de puzzle games irá certamente encontrar algum desafio aqui, mas não é de todo um jogo que eu recomende incondicionavelmente. Cumpre o seu papel.

Boulder Dash (Nintendo Entertainment System)

Boulder DashO artigo que trarei cá hoje é invariavelmente mais uma rapidinha, pois o tempo não dá mesmo para mais. E também não teria assim muito para dizer pois este Boulder Dash é uma conversão de um clássico da velha-guarda, bastante simples nas suas mecânicas de jogo, mas nem por isso propriamente fácil. Para já apenas disponho do cartucho, que foi comprado na feira da Vandoma no Porto, algures durante o mês de Janeiro por 5€, se a memória não me falha.

Boulder Dash - Nintendo Entertainment System
Apenas cartucho

O objectivo do jogo é simples: somos o mineiro Rockford e o nosso pai, Stoneford deu-nos uma série de mapas de várias minas que tinham imensos tesouros, como diamantes ou outras pedras preciosas. Bom, os mapas deviam ser uma porcaria pois o que mais se vê é terra, rochas, inimigos e alguns diamantes à vista. Os outros têm mesmo de ser descobertos. E o jogo é passado numa perspectiva que pode parecer “top-down view”, mas na realidade é uma vista lateral. Os controlos são bem simples, os direccionais fazem com que Rockford ande ou escave na direcção pretendida e o objectivo é apanhar um certo número de diamantes antes do tempo limite. Mas a gravidade é uma coisa lixada e é preciso ter cuidado ao escavar a terra debaixo de rochas, pois faz com que elas caiam e se estivermos debaixo, bom, não é difícil adivinhar o que nos acontece.

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Podemos mudar a cor da sprite da nossa personagem. Yay pallete swaps!

Para piorar as coisas existem também vários inimigos a vaguear pelo subsolo e também nos podem matar com um toque apenas. Por outro lado também podemos ser inteligentes e fazer com que rochas caiam em cima deles, matando-os. Isto acaba também por ser obrigatório, pois ao matar os inimigos eles explodem e podem rebentar com algumas paredes que nos dão acesso a mais diamantes. Alguns inimigos acabam mesmo por gerar 9 diamantes extra após explodirem! Como vêm, o conceito do jogo é bem simples, apesar de existirem imensos níveis repletos de inimigos e outros perigos, pois as rochas podem começar a cair em cascata e os inimigos por vezes seguem padrões de movimento algo imprevisíveis. É um daqueles jogos arcade da velha guarda em que apesar de não haver uma grande variedade, o desafio está sempre lá. Creio que o jogo está dividido num total de quase 100 níveis, que por sua vez estão espalhados ao longo de 4 quests de 6 mundos cada. É muito nível!

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Até os próprios diamantes nos podem esmagar se não tivermos cuidado

Graficamente é um jogo bastante simples, com sprites pequenas e pouca variedade de inimigos ou cenários, nota-se bem que este Boulder Dash é uma encarnação de um jogo da primeira metade da década de 90. As músicas são acessíveis, tanto vamos tendo algumas melodias agradáveis para ouvir, em especial nos menus e introduções de cada nível, como outras músicas mais tensas, em especial quando andamos mesmo nas escavações a tentar sobreviver a todo o custo.

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Existem vários mundos a explorar, embora não haja grande variedade nas mecânicas de jogo

Boulder Dash é um daqueles jogos que apesar de ter envelhecido mal com o tempo, pelo menos no seu aspecto, a sua jogabilidade simples mantém-se desafiante. Cumpre o seu papel, e é uma herança dos jogos arcade da velha guarda, ao lado de títulos como Pac-Man ou Dig Dug. No entanto não é daqueles títulos que eu considere um must-have para qualquer coleccionador de NES.

Pokémon Emerald (Nintendo Gameboy Advance)

Pokemon EmeraldApós mais um interregno de vários dias onde não tive tempo para nada, o artigo que trago cá hoje é mais um daqueles bem curtinhos. Mas também faz sentido, pois já escrevi anteriormente sobre o Pokémon Sapphire e este Emerald, tal como o Yellow ou Crystal nas primeiras 2 gerações, é o terceiro jogo da mesma saga, onde a base é a mesma mas acrescentam algo mais, tornando-se practicamente no jogo mais “completo” de cada geração. E também tal como o Sapphire, apenas possuo o cartucho deste jogo e foi comprado na Cash Converters de Alfragide por cerca de 4€.

Pokemon Emerald - Nintendo Gameboy Advance
Apenas cartucho

Como não me vou alongar muito neste artigo, recomendo que dêem uma vista de olhos ao artigo do Pokémon Sapphire, pois as bases são idênticas. As maiores novidades na minha opinião, para além da inclusão de vários pokémons “velhos” que poderemos capturar, a história é também um pouco diferente, onde acabamos por defrontar os 2 grupos de vilões que se viam separadamente em Ruby ou Sapphire (Team Magma ou Aqua) e o Pokémon lendário Rayquaza a ter um papel mais predominante na história também. Outras áreas do jogo ou foram expandidas ou modificadas e há aqui um maior foco nas batalhas duplas, com a possibilidade de lutarmos contra 2 treinadores ao mesmo tempo (cada um com um pokémon de cada vez). Existem outras pequenas mudanças, mas creio mesmo que estas são as mais significantes. Pelo menos para mim são, que eu jogo estes Pokémon pela história e pelo prazer de os “coleccionar a todos”, não tenho grande interesse em montar uma equipa perfeita para o multiplayer.

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Aqui o destaque maior vai para Rayquaza, mas isso já se sabia logo pela imagem da capa.

Se não tiverem ainda o Ruby ou o Sapphire, eu acabo por recomendar a compra deste jogo pelas razões que já referi: são jogos que pertencem à mesma geração e este acaba por estar um pouco mais completo. Claro que se os quiserem “ter todos”, pelo menos na Gameboy Advance, então terão certamente de comprar um Ruby/Sapphire e um FireRed ou LeafGreen, para trocarem de Pokémons entre si.

Super Mario All-Stars (Super Nintendo)

Super Mario All StarsO artigo de hoje, apesar de ser sobre uma compilação de luxo, será mais uma rapidinha. Isto porque Super Mario All-Stars é uma colectânea dos principais jogos de plataforma do canalizador bigodudo lançados originalmente na NES, mas agora com uma roupagem mais 8bit. O jogo que darei maior destaque será ao Super Mario Bros The Lost Levels, o verdadeiro Super Mario 2 que está aqui também incluído e foi a primeira vez que o pudemos jogar de uma forma legítima no nosso mercado. Este cartucho foi comprado a um particular por 5€, a quem eu bem agradeço.

Super Mario All Stars - Super Nintendo
Apenas cartucho

O Super Mario Bros original, bem como o terceiro, já tinham sido aqui analisados anteriormente. O Super Mario 2, versão ocidental que é nada mais nada menos que um sprite hack de um outro jogo japonês em que o próprio Myiamoto esteve também envolvido (Doki Doki Panic), será também um jogo que farei questão em analisar mais a fundo assim que o tiver comprado para a NES. No entanto fiz uma breve análise ao remake na Gameboy Advance que pode também ser lido aqui. Ora todos estes jogos são muito parecidos aos originais de NES, no entanto com gráficos melhorados e isso nota-se especialmente nos primeiros 2 jogos, onde Mario e Luigi já não são apenas palette swaps de si mesmos, e todas as cores foram expandidas, com os backgrounds a terem agora muito mais detalhe. Foram feitas também algumas pequenas mudanças no design dos jogos em si, mas nada de muito peculiar. Continuam a ser os Marios que sempre conhecemos e isso é bom! Uma mudança definitivamente para melhor é a capacidade de se fazer save nos jogos, para além da nova roupagem audiovisual. De resto, foram corrigidos também alguns bugs como o Minus World do Mario original.

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“The Lost Levels? O que é isso?” deve ter sido a reacção de muitos miúdos nos anos 90 quando experimentaram este jogo pela primeira vez.

Mas vamos lá então para o Mario The Lost Levels. Lançado originalmente em 1986 (esse grande ano…) para o mercado Japonês, acaba por ser uma espécie de expansion pack, ou DLC robusto do que uma verdadeira sequela, sendo certamente esse um dos motivos que levou ao jogo não ter sido lançado originalmente no mercado americano. Mas ainda assim, com a popularidade que o original alcançou no mundo todo, a Nintendo deveria ter ido em frente de qualquer das formas, logo que nos fizesse também chegar uma versão ocidental do Doki Doki Panic. Isto porque este jogo utiliza o mesmo “motor gráfico” e os mesmos assets do Super Mario Bros original, o mesmo estilo de níveis, mesmos inimigos e por aí fora. A grande diferença está no maior desafio. Apesar de ainda estar longe da frustração de alguns platformers modernos como Super Meat Boy, a dificuldade deste jogo já era acima da média, comparando com os restantes jogos da série. A exigir saltos bastante precisos, muitas vezes precisando de algum inimigo voador presente no sítio certo à hora certa, obstáculos colocados estrategicamente, ou mesmo o novo cogumelo mágico que em vez de tornar Mario maior, faz precisamente o contrário, causa-lhe dano. Existem níveis onde levamos com grandes rajadas de vento que também dificultam um pouco a nossa vida, e no geral, para além dos 8 mundos normais, temos uma segunda quest, que nos leva até ao décimo-terceiro mundo, onde mais uma vez temos Bowser para derrotar. E lembram-se das warp zones do original que nos permitiam saltar alguns mundos? Aqui também existem, mas algumas delas transportam-nos para trás.

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The Lost Levels tem um level design mais desafiante, tendo sido essa uma das razões pela qual o jogo não tinha saído originalmente cá.

Mas voltando ao intuito da compilação All-Stars, esta é sem dúvida uma compilação de luxo, que reune 0s 4 Super Mario principais da NES, em que para mim o destaque vai mesmo todo para o The Lost Levels, que só depois de ter internet é que me apercebi que é o autêntico Super Mario Bros 2 que se tinha ficado apenas pelo Japão. E jogar esses clássicos com visuais melhorados é um grande plus, embora a Super Nintendo seja capaz de melhor. Ainda assim, sinceramente prefiro continuar a jogar os originais por uma razão muito simples: a música. Apesar de a SNES possuir um chip de som bastante poderoso, desenvolvido pela Sony, eu sinceramente acabo por preferir o belo do chiptune 8bit da NES.

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Todos os jogos clássicos da NES têm aqui um aspecto melhorado.

Ainda assim, não deixa de ser uma excelente compilação, acabando por se tornar numa alternativa bastante válida para quem não quiser ir atrás dos originais de NES, pois estão aqui reunidos num único cartucho. E esta compilação foi ainda relançada mais tarde em território Ocidental, com o Super Mario World também incluído, essa aí acaba por ser ainda mais bombástica.