Wave Race 64 (Nintendo 64)

WaveRace64E como uma rapidinha nem sempre vem só, ainda vos vou escrever um breve artigo do Wave Race 64, um dos jogos de primeira geração da Nintendo 64 que se calhar pouca gente sabe, mas é na realidade uma sequela de um outro jogo da Game Boy clássica, o Wave Race, também um jogo de corridas de motos de água. Este meu exemplar veio da cash converters de Alfragide em Janeiro deste ano, tendo-me custado 5€ pelo cartucho.

Wave Race 64 - Nintendo 64
Apenas cartucho

Aqui dispomos de vários modos de jogo, mas antes disso vamos às mecânicas básicas. Sendo este um jogo de corridas convém chegarmos em primeiro. Mas para além disso vamos vendo espalhadas nos circuitos várias bóias de cores vermelha e amarela. As vermelhas indicam que temos de as passar à sua direita, enquanto as amarelas pela esquerda. Cada vez que façamos isso correctamente acende-se uma setinha de “power” no ecrã, dando mais velocidade à moto de água. Por outro lado, por cada bóia que falhemos perdemos um nível de “power” e por conseguinte, um pouco de velocidade. Para além disso, ao falhar 5 bóias somos desqualificados da corrida, pelo que convém não abusar. Para além disso o jogo possui uma interessante física de ondulações e quando passamos por alguma rampa podemos fazer alguns truques enquanto estivermos pelo ar.

Estas bóias devem ser respeitadas, se falharmos 5 somos logo desqualificados
Estas bóias devem ser respeitadas, se falharmos 5 somos logo desqualificados

Passando para os modos de jogo em si, o principal é o Championship, onde o objectivo é pontuar o máximo possível (de preferência chegar em primeiro em cada corrida) de forma a que se chegue ao final do campeonato e sejamos o piloto com mais pontos. Mas de corrida para corrida temos sempre uns pontos mínimos a atingir para poder avançar para a corrida seguinte. Mediante também a dificuldade escolhida teremos mais ou menos circuitos que teremos de correr, para além de que os oponentes serão mais agressivos e por vezes as condições climatéricas também não serão as mais favoráveis. Para além deste modo de jogo temos o Warm-Up (que é na realidade uma espécie de circuito tutorial onde podemos practicar os controlos e diferentes mecânicas de jogo), o Time-Attack (o tradicional modo onde corremos sempre em contra relógio), 2P VS (a vertente multiplayer splitscreen deste jogo) e o Stunt Mode, onde teremos de executar o máximo de acrobacias possível, sozinhos nos circuitos. Nestes modos de jogo apenas podemos jogar nos circuitos já desbloqueados no Championship Mode.

É nestas águas mais calmas onde podemos apreciar alguns belos efeitos de reflexo de água, excelentes para os padrões de 1996
É nestas águas mais calmas onde podemos apreciar alguns belos efeitos de reflexo de água, excelentes para os padrões de 1996

No que diz respeito aos gráficos, este é um jogo bem bonito para a Nintendo 64. Os gráficos são bastante coloridos e bem detalhados, e os circuitos a serem bem originais, não se deixando só ficar pelas praias paradisíacas. Aqui também podemos concorrer num porto nas docas de uma cidade, no árctico, numa zona pantanosa ou mesmo à noite, em plenos canais numa cidade bem movimentada. A maneira como as ondulações são feitas está muito bem conseguida para a Nintendo 64, e o seu sucessor para a Gamecube por muito tempo manteve-se no topo dos efeitos gráficos de água. Aqui fica mais bem conseguido naqueles circuitos com águas mais cristalinas. O circuito nocturno também está repleto de bonitos efeitos de luz! As músicas são bastante calminhas e agradáveis ao ouvido e os efeitos de som parecem-me competentes.

No Stunt Mode temos também alguns anéis para atravessar
No Stunt Mode temos também alguns anéis para atravessar

Eu não sou o maior fã de jogos de corrida, no entanto tenho de dar mérito a este Wave Race 64, que por acaso até foi o primeiro jogo que eu alguma vez joguei numa Nintendo 64. Na altura não estava a perceber nada do que estava a fazer, até porque o comando da Nintendo 64 não é nada user friendly. Agora vejo que é um óptimo jogo de corridas e desafiante quanto baste, pois vamos mesmo ter de o dominar para nos mantermos dentro dos circuitos e sem perder muito tempo  para os nossos oponentes.

Dual Heroes (Nintendo 64)

Dual Heroes - Nintendo 64A segunda rapidinha de hoje é sobre um outro género de videojogos que eu jogo de uma forma mais casual. Mas ao contrário dos jogos desportivos onde apenas os da era 8 e 16bit me despertam mais interesse, os jogos de luta agradam-me muito mais. A casualidade está no facto de serem jogos tradicionalmente com mecânicas de jogo muito aprimoradas que exigem horas a fio para serem dominadas, algo que para mim é precioso. Ou então são button mashers. A Nintendo 64 não é uma consola conhecida pelos seus jogos de luta, mas quando exploramos o seu catálogo mais a fundo ainda encontramos uns quantos, mas infelizmente poucos são os que realmente se aproveitam. Este Dual Heroes não é um bom jogo. O meu exemplar veio de uma loja do Porto por cerca de 5€.

Jogo com caixa, manual e papelada
Jogo com caixa, manual e papelada

Geralmente estes jogos possuem uma história genérica, sendo muito mais conhecidos pela sua jogabilidade e personagens carismáticas. Pois bem, o Dual Heroes tem uma história genérica (uma espécie de conflito intergaláctico entre Power Rangers do bem e do mal), jogabilidade muito má e personagens nada carismáticas. A coisa não parece muito promissora.

Power rangers do bem contra o mal!
Power rangers do bem contra o mal!

Os controlos são muito maus e nada intuitivos, onde para saltar e agachar temos de pressionar uma combinação de botões. O analógico serve para movimentar as personagens, mas obriga-nos a pressionar também no Z se quisermos mover-nos ao longo de um outro eixo. Então porque não usar simplesmente o analógico para cima ou para baixo para saltar ou agachar? Os golpes em si não são nada de mais e a inteligência artificial também não é lá muito inteligente. É possível chegar ao fim do jogo desencadeando apenas golpes básicos e por vezes o CPU até nos faz o favor de se mandar fora do ringue como se nada fosse.

Graficamente é um jogo bastante genérico, com cenários bem simples e personagens nada carismáticas e com pouco detalhe gráfico. Mesmo no simples ecrã onde escolhemos o nosso lutador dá logo para perceber algum amadorismo no design. As músicas também não ficaram no ouvido. Mas no meio de toda esta mediocridade o Dual Heroes ainda tem uns conceitos interessantes nos modos Versus e Robot. No primeiro, se escolhermos jogar contra o computador, o jogo emula um ambiente arcade, onde escolhemos o nosso oponente como um jogador virtual, com diferentes estilos de jogo. O Robot, serve para treinar um robot que vai aprendendo com o nosso estilo de jogo. E sim, também temos um practice mode, que nos permite treinar os movimentos das personagens.

Os jogadores virtuais do versus CPU parecem-me ser mais carismáticos que as personagens do jogo em si.
Os jogadores virtuais do versus CPU parecem-me ser mais carismáticos que as personagens do jogo em si.

Dual Heroes é daqueles jogos da Nintendo 64 que apenas recomendo aos mais ávidos fãs de jogos de luta ou a coleccionadores de Nintendo 64 que estejam interessados em coleccionar o maior número de jogos possível para o sistema. O meu dificilmente volta a sair da caixa.

Lode Runner 3D (Nintendo 64)

Lode RunnerHoje é tempo de escrever mais uma rapidinha daquelas mesmo curtinhas porque o tempo não dá para mais e sinceramente este nem foi um jogo que me tenha cativado tanto assim. O Lode Runner original é um clássico que gerou imensas conversões e sequelas para os mais variados sistemas. Uma delas foi esta incursão para uma perspectiva 3D, que veio a aumentar a complexidade dos seus puzzles e introduzir novas mecânicas de jogo. O meu exemplar foi comprado já há algum tempo atrás na feira da Ladra em Lisboa, num bundle de vários cartuchos da Nintendo 64 que foi comprado salvo erro por 15€.

Apenas cartucho
Apenas cartucho

A série Lode Runner sempre teve a sua fama por misturar conceitos de platforming e de puzzle, na medida em que tínhamos de coleccionar todos os pedaços de ouro disponíveis nos níveis, fugindos dos adversários ou aprisionando-os em buracos que poderíamos fazer no chão ou plataformas. Para além disso trazia também um editor de níveis em muitas das suas versões, mesmo em algumas das conversões que foram lançadas para consolas domésticas. Neste Lode Runner 3D a grande novidade está precisamente em os níveis serem em 3D, se bem que apenas nos podemos mais uma vez movimentar “para a esquerda ou direita” como se um jogo 2D se tratasse, pois os caminhos são estreitos. A jogabilidade clássica dos Lode Runners continua aqui presente, com o objectivo a ser continuar a apanhar blocos de ouro evitando o contacto com os inimigos que nos aparecem à frente. Para isso podemos aprisioná-los em blocos que destruímos, ou soltar outras máquinas que o façam. Também em certas situações temos de explodir uma série de blocos de forma consecutiva com o timing certo, ou apanhar elevadores naquela altura específica para que tudo corra bem. Portanto para quem gosta de puzzles, têm aqui 110 níveis onde terão de planear tudo de forma meticulosa para ter sucesso.

Apesar de os níveis serem em 3D, continuamos a poder movimentar-nos apenas num caminho específico
Apesar de os níveis serem em 3D, continuamos a poder movimentar-nos apenas num caminho específico

Nos audiovisuais é um jogo algo comedido, tanto nos gráficos como no som e música. Existem 5 mundos diferentes que poderemos explorar que por sua vez possuem diferentes backgrounds, mas os gráficos não são assim lá muito trabalhados. As músicas passam também algo despercebidas, o que neste caso até pode ser propositado para que não nos desconcentre muito enquanto tentamos elaborar um plano que nos permita chegar ao final do nível em questão.

Os nossos inimigos são uma espécie de monges de uma raça alienígena. Basta um toquezinho que perdemos uma vida
Os nossos inimigos são uma espécie de monges de uma raça alienígena. Basta um toquezinho que perdemos uma vida

No fim de contas, apesar de ser um jogo desafiante quanto baste, sinceramente não tem o mesmo carisma do original e o facto de lhe terem adicionado uma dimensão extra acho que não trouxe nada que fosse realmente inovador ou que trouxesse algo de valor para a fórmula.

Rampage 2: Universal Tour (Nintendo 64)

Rampage 2Para não fugir muito aos últimos artigos que foram todos rapidinhas, o de hoje não fugirá a essa regra, onde volto à Nintendo 64 para jogar uma entrada na série clássica Rampage das arcades da Midway que pessoalmente nunca fui o maior fã, embora admita que tenha um conceito interessante. Aqui encarnamos num de vários monstros e destruímos várias cidades, cheias de civis e militares, um pouco como nos filmes de King Kong e Godzilla. Este meu exemplar desta sequela foi comprado na feira da Ladra em Lisboa num bundle com vários outros cartuchos por 15€.

Apenas cartucho
Apenas cartucho

Neste jogo mais uma vez os laboratórios dos Scumlabs fazem asneiras, criando 3 novos monstros que acabam por criar o caos em várias cidades do mundo inteiro. Temos agora uma espécie de lagosta gigante (Ruby), um rinoceronte (Boris) e um rato (Curtis) para jogar, onde inicialmente iremos percorrer várias cidades nos continentes norte-americano, asiático e europeu para libertar os 3 monstros originais (George, Lizzie e Ralph), sendo os mesmos alusões ao King Kong, Godzilla e ao London Werewolf. Mas isso foi practicamente o que já foi feito no Rampage World Tour, este com Universal Tour no nome antevia algo mais. E sim, depois de libertarmos os 3 monstros originais iremos percorrer outras cidades do mundo, desta vez para combater uma ameaça alienígena que planeia invadir a terra. Daí partimos para o sistema solar e outras cidades no planeta dos aliens… E de entre as cidades que poderemos destruir, a nossa Lisboa é uma delas, embora esta seja a primeira que contém apenas edifícios alienígenas. O background é bastante rural, com vários castelos e pequenas casas. Mas esta não é a única gaffe geográfica, com Dublin a ser apresentada algures no país de Gales e certamente não será a única nessa situação.

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As mecânicas de jogo são o mesmo de sempre: destruição!

As mecânicas de jogo são muito semelhantes à dos Rampage originais, onde em cada nível o nosso objectivo primordial é o de deitar abaixo todos os edifícios. Claro que os humanos não se deixam ficar e vamos ter polícias e militares a nos dificultar a vida. A boa notícia é que também os podemos atacar, assim como quaisquer civis inocentes que se lembrem de se atravessar no nosso caminho. Para além disso, quando estamos a destruir os edifícios vamos poder apanhar uma série de power-ups, alguns bons, outros maus. Os bons podem restabelecer alguma da nossa vida, ou dar-nos poderes extra de forma temporária… já os maus fazem o contrário. Comer humanos também restabelece um pouco da nossa energia! De resto, existe a possibilidade de jogar o modo história de forma cooperativa, embora sinceramente nunca o tenha experimentado.

Por vezes temos direito a alguns níveis de bónus onde temos de cumprir alguns desafios. O ilustrado consiste em derrubar um arranha céus em 45s.
Por vezes temos direito a alguns níveis de bónus onde temos de cumprir alguns desafios. O ilustrado consiste em derrubar um arranha céus em 45s.

Graficamente é um jogo simples, mas bem conseguido. São usados gráficos em 2D bem detalhados, com um look muito cartoon que pessoalmente me agrada. Também em muitas cidades conhecidas vemos alguns landmarks, como o Big Ben em Londres (que pode inclusivamente ser destruído), as torres gémeas em Nova Iorque (sem comentários), a Torre Eiffel em Paris, entre outros. As músicas vão variando um pouco. Na campanha norte americana são maioritariamente músicas rock cheias de guitarras com distorção, nas outras já enveradam pela electrónica e no caso dos asiáticos com uma ponta de folk. As cutscenes, em especial a de abertura do jogo, são repletas de bom humor, mas existem apenas na versão PS1 devido ao facto de ser uma versão baseada em CD. Aqui apenas temos direito a imagens estáticas com os diálogos em texto, o que tira a piada toda.

A versão PS1 contém umas cutscenes em CG bem engraçadas... aqui por limite de espaço temos textos e imagens estáticas
A versão PS1 contém umas cutscenes em CG bem engraçadas… aqui por limite de espaço temos textos e imagens estáticas

Para mim, este é um jogo divertido quanto baste, mas se calhar resulta melhor quando jogado em intervalos, pois temos mesmo várias dezenas de cidades para destruir, com um save point a surgir em cada conjunto de 5, se a memória não me falha.

Excitebike 64 (Nintendo 64)

Excitebike 64A rapidinha que trago cá hoje é a de mais um jogo de Nintendo 64 que acabei por comprar pela nostalgia de jogar o Excitebike original da NES. Mas o Excitebike 64, sendo um jogo da linha Nintendo Sports e produzido pela Left Field Productions, na altura em que eram uma second-party da Nintendo, acabou por ser um jogo mais “sério” que o Excitebike original alguma vez o foi. Este meu exemplar foi comprado na Cash Converters de Alfragide algures no final de Setembro, tendo-me custado cerca de 7€.

Jogo completo com caixa e manuais
Jogo completo com caixa e manuais

Existem vários modos de jogo que podemos experimentar. O mais completo é o Season que se aproxima de certa forma do Grand Prix da série Mario Kart. Isto porque começamos por escolher a dificuldade e depois participaremos numa série de pequenos torneios que vão desde a categoria Bronze até à Platina, onde iremos participar em várias corridas de localizações distintas, desde arenas de motocross, outras em locais mais naturais, como florestas, desertos ou outros descampados, mas até um local de construção civil é contemplado! Para além disso temos claro as corridas de Exhibition e Time Trial onde podemos correr em qualquer circuito que já tenhamos desbloqueado no Season mode. Existem ainda outros modos de jogo mais especiais, mas já lá iremos.

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Felizmente os circuitos vão tendo variedade de ambientes

A jogabilidade felizmente mantém-se algo simples e certas coisas como o botão de turbo (e respectiva temperatura associada), ou o simples facto de podermos controlar o nariz da nossa moto durante os saltos de forma a mantermo-nos mais tempo no ar, ou aterrar de maneira segura. E como já era moda em outros jogos de desportos radicais, é possível também realizar alguns truques e habilidades enquanto estivermos pelo ar. Para quem gosta disso, existe um modo de jogo especial que pode ser desbloqueado justamente para se obter a melhor pontuação possível em acrobacias durante um intervalo de tempo pré-determinado. Este modo de jogo especial é o Stunt Mode, vindo já desbloqueado desde o início, tal como o Desert Mode, onde somos largados num deserto gerado aleatoriamente e temos de apagar uma série de fogueiras dentro de um tempo limite. Como? Passando por cima delas! Felizmente temos umas setinhas que nos vão guiando pelo deserto indicando a posição da fogueira seguinte, caso contrário poderia ser mais complicado.

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O que não faltam é diferentes formas de as coisas correrem mal!

À medida em que vamos terminando o tutorial e o season mode nas suas diferentes dificuldades, são também desbloqueados outros modos de jogo adicionais, como o original Excitebike da NES, o Soccer que é uma espécie de futebol motorizado e pode ser jogado com até 4 pessoas, o Hill Climb onde temos de subir uma colina com uma elevada inclinação dentro de um curto intervalo de tempo e por fim podemos também desbloquear o Excite 3D, que é nada mais nada menos que uma reimaginação do primeiro circuito do Excitebike original, mas agora em 3D. É uma pena que não existam mais circuitos neste modo de jogo, mas não deixa de ser um bónus bem interessante.

Graficamente é um jogo bem competente, apresentando alguma variedade nos circuitos que tanto podem ser de estádios de cross, outras localizações naturais ou urbanas. As motos e seus pilotos estão bem detalhadas e mesmo com as texturas simples que a Nintendo 64 apresenta, não deixa de ser um jogo bonitinho tendo em conta a sua concorrência directa da época. As músicas vão variando entre um rock ligeiro e a electrónica e também acabam por se adequar ao estilo de jogo. Existe ainda um “hi res mode”, que apresenta o jogo em alta resolução com recurso ao Expansion Pack. Fica mais bonito realmente, mas a um custo de menor framerate que poderá não compensar.

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É verdade que o Hi-Res mode apresenta gráficos mais bonitinhos, mas a custo de performance

No fim de contas, este Excitebike 64 saiu-me um misto de emoções. Comprei-o porque adorei a simplicidade do Excitebike original e estava à espera de um jogo completamente descompromissado desse género. E se este Excitebike 64 tem um pouco desse espírito original, surpreendeu-me também pela positiva em apresentar-se como um jogo de corridas bem mais completo, capaz de agradar a todos os fãs deste desporto motorizado.