Deep Under the Sky (PC)

Vamos voltar às rapidinhas para mais um jogo indie que veio cá parar à minha biblioteca do steam em altura incerta e suspeito que tenha vindo de algum indie bundle a um preço muito convidativo. E este Deep Under the Sky é um puzzle game bastante original e também de certa forma relaxante.

Nós aqui controlamos uma criatura bizarra que faz lembrar uma medusa. E qual o nosso objectivo ao longo de todo o jogo? O de plantar óvulos em certos locais para reproduzir. E este é um jogo com uma jogabilidade super simples, na medida em que apenas necessitamos de usar um botão, mas também com uma certa complexidade. Em cada nível a nossa medusa vai estar estática num sítio e com um botão podemos disparar um dos seus óvulos numa trajectória pré-definida. Depois, mediante o nível em questão, cada óvulo que disparamos segue uma sequência de acções também prédefinida. Por exemplo, a primeira é sempre ser disparada da criatura mãe, depois a segunda acção já poderá ser um boost de velocidade numa certa direcção, ou lançar um gancho que nos pode prender a uma superfície ou explodir e espalhar os óvulos numa área, preferencialmente próximo das áreas de nidificação. Cada nível possui uma sequência própria de acções e depois é só brincar com a física e activar cada uma das acções no momento certo, de forma a conseguirmos fertilizar todos os locais de nidificação em cada nível. Isto explicando é um pouco complicado, mas vendo o jogo em movimento percebe-se perfeitamente o objectivo.

Os locais onde termos de espalhar os óvulos são assinalados por estas estranhas criaturas avermelhadas

E apesar de alguns níveis até serem algo desafiantes e requererem uma precisão pixel perfect para melhor aproveitar a aerodinâmica e trajectórias parabólicas, a verdade é que toda a música ambiental torna o jogo numa experiência agradável e de certa forma também relaxante. A música possui ainda um detalhe interessante na medida em que começa bastante calma, mas vai crescendo de intensidade à medida que vamos conseguir ir fertilizando os locais de nidificação em cada nível. De resto graficamente é também uma experiência agradável, pelas suas cores gritantes e estranhos mundos e criaturas alienígenas que vamos explorando.

Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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