Alien Storm (Sega Master System)

Continuando pelas rapidinhas, pois estou de férias e o tempo para escrever será reduzido. O jogo que cá trago hoje é a versão Master System do Alien Storm, um interessante jogo de acção produzido pela Sega para as arcades e que acabou por receber conversões para as suas consolas domésticas da altura. Infelizmente, como seria de esperar, esta versão para a Master System é bem mais modesta, pelo que recomendo uma leitura pelo artigo da versão Mega Drive. O meu exemplar foi comprado a um amigo algures em Julho deste ano, tendo-me custado 5€.

Jogo com caixa e manual

Tal como a versão Mega Drive e arcade, este jogo consiste em três mecânicas de jogo distintas. Por um lado temos aqueles segmentos mais à lá beat ‘em up, passando por alguns níveis mais à shooters onde temos de atirar em todos os aliens, mas também destruir os cenários à nossa volta. Por fim temos também alguns segmentos de perseguição a alta velocidade. Mas esta versão é bem mais simplificada, pois nem sequer podemos escolher a personagem feminina que desapareceu por completo desta versão.

Nesta versão temos poucos inimigos para enfrentar de cada vez e eles também morrem bem mais rápido

Durante as fases de pancada, os poucos combos que haviam foram bem simplificados, embora ainda tenhamos os golpes especiais que vão consumindo a energia. Energia e vida podem ser restabelecidas ao coleccionar os power ups para o efeito. Esta versão possui também menos níveis, embora tenha um segmento no metropolitano que não me recordo de ter visto na Mega Drive! O suporte a multiplayer também não existe nesta versão, infelizmente.

A variedade de mecânicas de jogo do original está também aqui presente

Portanto a nível audiovisual é também uma versão bem mais modesta. Os cenários e as sprites das personagens principais apesar de continuarem coloridas, perderam muito do detalhe e animações das versões 16bit. Já as músicas, infelizmente, acho que essas ficaram mesmo mázinhas nesta versão. Mas ainda assim é um jogo que entretém, embora ache que tanto a omissão do multiplayer como da personagem feminina seriam perfeitamente evitáveis.

Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
Esta entrada foi publicada em Master System, SEGA. ligação permanente.

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