Speedball (Sega Master System)

Vamos voltar à Master System para mais uma rapidinha, desta vez a um jogo desportivo futurista. Speedball foi produzido originalmente em 1988 pelos britânicos The Bitmap Brothers para computadores como o Commodore Amiga e Atari ST, tendo sido posteriormente convertido para uma série de sistemas, incluindo esta versão para a Master System. O meu exemplar veio cá parar à colecção no passado mês de Novembro, através de uma troca que fiz com um amigo.

Jogo com caixa

Speedball é, como já referi acima, um jogo de desporto futurista. Mas mais que isso é também um jogo violento pois podemos e devemos andar também à batatada com os nossos oponentes. De resto, a bola (de metal) é passada através das mãos pelos diversos jogadores e a ideia é marcar golo ao introduzi-la na baliza adversária. No final do jogo, vence quem tiver mais golos marcados. As arenas são fechadas, pelo que é possível tabelar a bola nas suas paredes, existindo porém um túnel no centro do campo, que liga os lados esquerdo e direito ou seja, se atirarmos a bola pelo túnel esquerdo, ela irá aparecer com a mesma direcção no túnel direito. Também há algumas estruturas espalhadas pelo campo que deflectem a trajectória da bola, mas que não interferem com o movimento dos jogadores. Isto é o básico dos básicos da jogabilidade. A nível de controlos as coisas também são simples, quando temos o controlo da bola temos um botão para passar, outro para rematar. Quando não estamos no controlo da bola, o botão de passe tanto serve para atacar algum oponente, como para saltar e tentar apanhar a bola caso a mesma em circulação. Infelizmente não temos maneira de alternar o controlo entre jogadores quando não estamos em posse de bola.

Temos 3 modos de jogo distintos, se bem que o demo não deveria contar

E o jogo oferece-nos três modos de jogo distintos: Temos o Demo que é nada mais nada menos que ver duas equipas controladas pelo CPU, o versus para 2 jogadores e o modo de 1 jogador que é practicamente o mesmo que um modo de campeonato. Isto porque apesar de apenas podermos seleccionar uma de três equipas disponíveis, teremos de defrontar muitas mais, com a dificuldade a aumentar em cada confronto. O vencedor de cada partida é definido num esquema de “melhor de 3”, antes de avançarmos para o oponente seguinte. E como a dificuldade vai aumentando, teremos também de ter em conta uma série de power ups que vão surgindo na arena e usá-los para o nosso proveito. Alguns destes power ups são de efeito imediato, que podem ter efeitos tão diversos como regenerar os nossos níveis de fadiga ou piorar os dos oponentes, abrandar a equipa oponente, tornar a nossa invencível durante alguns segundos, tornar a bola numa arma de arremesso que irá atordoar os adversários que toque, entre outros. Também vamos poder coleccionar tokens que podem posteriormente ser usados no final das partidas para tentar ganhar vantagem através de maneiras mais ilícitas, seja ao extender o tempo de jogo, subornar o árbitro para nos atribuir um golo, ou o treinador adversário para que a equipa oponente jogue de forma mais fraca. Através deste método poderemos também melhorar os atributos da nossa equipa, ou piorar os das oponentes. E sim, este jogo sujo faz mesmo parte, e acho um conceito bastante original.

Não sei porquê mas estamos limitados a escolher uma de 3 equipas apenas

Agora a nível de performance, bom confesso que nunca joguei a versão original, mas tanto o Commodore Amiga 500 como o Atari ST são sistemas bem mais poderosos que a Master System pelo que acredito que esta conversão tenha sofrido um pouco. Isto porque a movimentação dos jogadores é um bocado clunky, estava à espera que fosse mais rápida. A nível gráfico é também um jogo muito simples, onde o seu ecrã título é sem dúvida o ponto mais atractivo. As arenas e equipas são muito idênticas entre si, há pouca variedade nos visuais e a música, bom essa apenas existe no ecrã título, tudo o resto são os sons do jogo e que sinceramente nem são nada de especial.

O pontapé de saída é dado por uma máquina que dispara a bola numa direcção aleatória

Portanto este Speedball até achei um jogo bastante interessante e original no seu conceito, porém a sua implementação para a Master System não me parece de todo ser a melhor. A opinião geral é que a sequela Speedball II é um jogo francamente superior, pelo que estou curioso para ver também como se saiu na Master System, se bem que também temos uma versão Mega Drive, mas essa ainda não arranjei. De resto convém também mencionar uma curiosidade interessante: esta versão da Master System foi lançada originalmente pela Image Works em 1991, enquanto a Virgin acabou por o relançar (com uma imagem nova) em 1992.

Jimmy White’s Whirlwind Snooker (Sega Mega Drive)

Voltando às rapidinhas, mas agora na Mega Drive, vamos ficar com mais um jogo desportivo, este de snooker. Publicado pela Virgin, este foi um jogo de simulação lançado originalmente para uma série de computadores, entre os quais o PC e Commodore Amiga em 1991. Três anos depois, sai esta conversão para a Mega Drive. É um jogo com o endorsement do Jimmy White que, para além de figurar em 2 jogos de bilhar, desconheço completamente. O meu exemplar foi comprado numa loja física, algures em Setembro e custou-me menos de 5€.

Jogo com caixa

Este é então um simulador de snooker, que nos permite jogar partidas em modo treino ou simulação completa, tanto contra o CPU como contra algum amigo. A diferença entre o modo treino e simulação é que no primeiro poderemos anular a jogada anterior e o CPU também nos pode dar uma ajuda a indicar qual a melhor jogada a fazer. De resto temos também o modo Trick Shot, que nos permite construir cenários específicos para treinar, ou seja, poderemos espalhar as bolas de snooker pela mesa da maneira que melhor entendermos e practicar mais um pouco. De resto, começando uma partida temos acesso a um interface por ícones numa barra na parte superior do ecrã. Aqui poderemos escolher diversas opções como posicionar a câmara directamente atrás da bola branca, bem como fazer um tilt da mesma para o lado, definir a força a aplicar em cada tacada, em que zona da bola queremos atingir, activar linhas de direcção da tacada, entre outros. Uma vez definidos todos os parâmetros desejados, temos também um ícone para efectuar a tacada propriamente dita. Este é um jogo que suporta o rato da Mega Drive, pois usamos um cursor para activar todas estas opções, mas o comando também se adequa bem pois este é um jogo metódico e temos o tempo que quisermos para planear cada jogada.

Graficamente até que é um título impressionante pela sua mesa renderizada em 3D

Do ponto de vista audiovisual sinceramente até me impressionou pela sua fluidez de jogo. A mesa de bilhar é um objecto poligonal em 3D, naturalmente com pouco detalhe, mas ainda assim é um detalhe interessante. As bolas são sprites 2D, mas deslocam-se com fluidez pela mesa. Nada de especial a apontar aos efeitos sonoros, vamos tendo algumas reacções do público ocasionais, como aplausos ou assobios e as músicas apenas existem durante o ecrã título e menus, mas sinceramente não as achei nada de especial.

Portanto este Jimmy White’s Whirlwind’s Snooker até que é um jogo interessante na sua execução e dá bem para entreter. Pena que apenas tenha a modalidade de snooker e não outras modalidades como o “bilhar de café” que todos conhecemos.

Robocop Versus The Terminator (Sega Master System)

Vamos voltar agora à Master System para um jogo interessante que já tinha em backlog já há algum tempo. Na verdade, o meu exemplar físico deste Robocop vs The Terminator só o tinha na colecção desde Julho deste ano, onde o comprei a um amigo por 5€. No entanto, já há muito que o queria jogar em emulação, onde tinha apenas experimentado os primeiros 2 níveis há já demasiados anos atrás.

Jogo com caixa

Como podem perceber pelo nome, este é um crossover que junta duas das maiores franchises de filmes de acção da década de 80, inícios de 90: Robocop e The Terminator! Ambas envolvem robots, cyborgs e/ou andróides pelo que um crossover nem parecia assim tão descabido. Esse crossover começou precisamente na banda desenhada e aparentemente o jogo é baseado na mesma, ou num eventual filme que nunca chegou a acontecer. Sinceramente não tenho a certeza pois nunca li a BD, mas também não interessa. O que é preciso saber aqui é que controlamos o Robocop no tal futuro apocalíptico dominado pela Skynet e o seu exército de cyborgs assassinos, cujo nosso papel é precisamente o de destruir a Skynet e assim salvar a raça humana do seu extermínio.

Se matarmos algum inimigo humano, isto acontece

Na práctica, este é um jogo de acção em 2D sidescroller, com elementos de shooter e platformer. Não é um shooter frenético como Contra, mas os princípios são semelhantes. Na maior parte dos níveis o nosso objectivo é o de sobreviver e encontrar a sua saída, embora tenhamos outros níveis com objectivos diferentes, como o de resgatar reféns ou destruir objectos como câmaras de vigilância ou radares. Alguns níveis também culminam com um confronto contra um boss, sendo que o último, Skynet, é bastante difícil não sofrer dano, pelo que convém ir jogando com calma e amealhar vidas nos restantes níveis. Robocop pode disparar em várias direcções e os botões faciais servem para saltar e disparar, embora as mecânicas de salto poderiam ser um pouco melhores. Para saltar mais alto, por exemplo, teremos de manter o botão de salto pressionado em conjunto com o direccional para cima, e o mesmo tem de ser feito para o Robocop se agarre às escadas para subir ou descer, ou aos cabos que vamos vendo nalguns níveis e que nos permitem atravessar abismos.

No final de alguns níveis teremos também bosses para enfrentar

De resto vamos tendo também diferentes armas para apanhar, bem como power ups que nos irão ajudar ao longo do jogo. Robocop possui o seu revólver como arma principal, mas vamos poder encontrar também uma arma que dispara raios laser, outra de plasma e um lança rockets que é sem dúvida a mais poderosa de todas. Mas quando estivermos a subir ou descer em escadas ou atravessar algum cabo, não podemos usar as duas mãos para disparar, pelo que Robocop nessas situações usa sempre a sua pistola. Felizmente temos munições infinitas para todas as armas, no entanto! Os restantes itens que vamos encontrando são os típicos medkits que nos regeneram a barra de vida, invencibilidade temporária ou mesmo vidas extra.

Alguns níveis vão tendo designs mais labirínticos

Passando para os audiovisuais, este é um jogo que fica uns bons furos abaixo da versão Mega Drive que do ponto de vista gráfico é incrível. Ainda assim é uma versão bem competente. Os primeiros níveis são passados numa cidade à noite, mas vamos depois explorar alguns subterrâneos e outros edifícios mais industriais. Os níveis possuem um nível de detalhe bem competente e esta versão até que é bastante gore, com os inimigos humanos a explodirem numa pilha de carne e sangue. As músicas são também muito agradáveis, têm aquele feeling mesmo europeu da cena dos microcomputadores da década de 80 e o velhinho PSG da Master System até encaixa bem nessa sonoridade. Nada a apontar aos efeitos sonoros, a não ser pelas vozes digitalizadas que ouvimos antes de cada nível: “looking for trouble?” e quando derrotamos um boss: “You’re terminated“.

Portanto este Robocop Vs The Terminator é um jogo de acção bem competente para a Master System. Existe também de forma idêntica na Game Gear, mas com a limitação de ter uma menor resolução de ecrã. A versão Game Boy e NES (esta última cancelada mas existe uma ROM finalizada a circular pela internet) são jogos inteiramente diferentes, assim como as suas versões 16bit para a Mega Drive e Super Nintendo. A da Mega Drive está incrível graficamente, será sem dúvida um jogo para adquirir no futuro.

NHL Powerplay (Sega Saturn)

Continuando pelas rapidinhas, agora a jogos desportivos e esperem por uns quantos ao longo deste mês, vamos visitar rapidamente a Sega Saturn com este NHL Powerplay, publicado pela Virgin e produzido pela Radical Entertainment. Um facto curioso é que a Radical Entertainment acabou por produzir também o NHL All Star Hockey 98 pela linha Sega Sports, que por sua vez acabou também sendo lançado pela Virgin para a Playstation como NHL Powerplay 98. Confusos? Eu às vezes também fico com estas jogadas de bastidores. O meu exemplar veio de um bundle que comprei numa feira de velharias a um bom preço, creio que cerca de 2€.

Jogo com caixa

No que diz respeito a modos de jogo, dispomos das habituais partidas amigáveis, passando por um modo temporada completo (bem como a opção de avançar directamente para os Play-offs finais) ou mesmo um torneio internacional. As equipas representadas são as da NHL na temporada de 1995-1996, bem como algumas equipas “All Stars” e selecções nacionais. Como o jogo possui a licença NHLPA, presumo que, pelo menos nas equipas NHL, os nomes dos jogadores estejam correctos. De resto, para além de algumas opções que nos permitem activar ou desactivar algumas regras específicas do desporto, não me pareceu ver a opção de editar equipas e contratar jogadores, algo que acabou por ser incluido no já referido NHL All Star Hockey 98. De resto a jogabilidade pareceu-me bastante fluída, o que a meu ver é o mais importante!

A câmara é bastante dinâmica e o jogo é bastante fluído

Visualmente é um jogo interessante, para um jogo de desporto desta geração, claro está. A câmara é dinâmica e agradável, mas não me pareceu haver nenhuma forma de alternar para outros ângulos de câmara, a menos que seja nas repetições. Músicas só nos menus e afins, já durante as partidas apenas ouvimos o ruído do público (bastante entusiasta pelo sinal) e dos próprios jogadores, com os comentadores a narrarem os golos e pouco mais. Mas os comentadores dizem o nome de todos os jogadores, o que já é algo interessante!

Cannon Fodder (Sega Mega Drive)

Tempo de voltar à Mega Drive para mais um jogo Europeu, com o selo da saudosa Sensible Software. Lançado originalmente no Commodore Amiga, Cannon Fodder é um jogo de acção/estratégia, onde usando o rato como principal interface, controlamos uma série de pequenos esquadrões de soldados para cumprir várias missões de guerra com objectivos como “matar todos os inimigos”, “destruir todos os edifícios” ou “resgatar reféns”. Para além de ser um jogo divertido, tinha também um certo sentido de humor e era acima de tudo uma crítica social às guerras em si, que não possuem nenhum significado. O jogo acabou por ser convertido para uma série de diferentes plataformas, incluindo a Mega Drive que trago cá hoje. O meu exemplar foi comprado a um amigo meu no mês passado por cerca de 5€.

Jogo com caixa, manual e papelada

Um dos acessórios lançados já algo tardiamente para a Mega Drive foi o Sega Mouse, um rato compatível com uma série de jogos de Mega Drive e Mega CD, que por acaso ainda não arranjei. De qualquer das formas este Cannon Fodder foi lançado depois desse acessório e mesmo assim não o suporta, o que é uma pena pois seria um acessório fundamental para melhor controlar o jogo. Tal como referi acima, vamos tendo várias missões onde teremos de controlar pequenos esquadrões de soldados, que vão de 1 a 6 no máximo, combatendo dezenas de soldados inimigos pelo caminho. A maneira de os controlar é com uma interface semelhante ao ponteiro de um rato, onde clicando numa área do mapa obrigamos os nossos soldados a deslocar-se para lá, e ao manter o botão B pressionado, o ponteiro muda para uma mira, onde poderemos direccionar o nosso fogo. Tendo em conta que os inimigos também disparam contra nós, e a certa altura começam a ficar cada vez mais perigosos, teremos de estar em constante movimento e alternando entre mover e disparar para conseguirmos ter sucesso. E isto tudo com o D-Pad é um bocado complicado. Não critico a Sensible Software por ter incluído o suporte a comandos normais da Mega Drive, até porque o rato não é um acessório tão comum quanto isso, mas se o suportasse teria sido perfeito.

Cada missão pode ser dividida de 1 até 6 fases diferentes, cada com diferentes objectivos

Para além disso, à medida que vamos avançando no jogo teremos também a possibilidade de equipar explosivos como granadas ou rockets e para os disparar temos de activar o ponteiro de mira, apontar para onde queremos disparar e carregar novamente no botão A. Por vezes podemo-nos enganar e acabar por desperdiçar algumas granadas desnecessariamente pois o botão A é também o botão que usamos para movimentar as tropas para onde o cursor estiver apontado. Depois o jogo possui também uma forte componente de estratégia pois os explosivos são limitados e por vezes teremos de fazer algumas emboscadas mais arriscadas. De forma a minimizar as baixas, poderemos dividir o nosso esquadrão até 3 grupos diferentes, e alocando devidamente os explosivos que temos na nossa posse. Tudo recorrendo à interface com o ponteiro de rato, claro. Ocasionalmente também teremos diferentes veículos para usar, desde jipes, tanques ou até helicópteros, mas o inimigo também os tem.

Entre cada missão vemos a pontuação do jogo, os recrutas que temos disponíveis e claro, podemos gerar ou carregar passwords

Mas tal como disse no primeiro parágrafo, este jogo tem também uma forte componente de crítica social às guerras como um todo. Só o nome do jogo, Cannon Fodder, é um termo pejorativo que indica que as tropas são recursos descartáveis, sem qualquer respeito por parte dos seus comandantes e políticos. Não temos qualquer história a não ser “faz o que te mandam em cada missão”, os nomes das missões e suas fases são tipicamente irónicos e claro, entre cada missão temos um ecrã muito interessante. Este ecrã é onde podemos salvar e carregar o nosso progresso através de passwords, bem como mostra o número de kills de cada lado como se um resultado desportivo se tratasse: home e away. Para além disso temos uma fila gigante de recrutas a marchar alegremente para entrarem na guerra, ao lado de todas as campas dos nossos soldados que vamos perdendo ao longo do jogo. Ah, algo que me esqueci de referir: à medida que os nossos soldados vão sobrevivendo e matando inimigos, também vão sendo promovidos no seu ranking, desde soldados rasos até generais. Mas isto não traz qualquer benefício na jogabilidade em si, eles não ganham novas armas ou habilidades sempre que são promovidos. Simplesmente a sua campa será mais bonita quando morrerem.

Dava mesmo jeito um rato na Mega Drive para melhor controlar isto.

No que diz respeito aos audiovisuais, a Sensible Software adorava os seus jogos com sprites minúsculas. A verdade é que as sprites sendo tão pequenas também nos ajuda ao ter uma maior área de jogo visível a todos os momentos, mas por vezes torna-se um pouco complicado diferenciar um soldado inimigo de um civil inocente. Danos colaterais, portanto. As músicas são agradáveis, embora apenas ocorram nos ecrãs título e entre cada missão. Durante as missões em si, apenas ouvimos o barulho dos disparos, explosões e gritos de dor dos atingidos. Quando controlamos veículos, infelizmente não se ouve barulho nenhum, o que é um bocado estranho, com o jogo a ficar bastante silencioso por alguns momentos.

Portanto este Cannon Fodder é um jogo muito interessante e divertido, mas a versão Mega Drive não é das melhores pelos seus controlos. O jogo existe em inúmeras plataformas, incluindo o PC, que será certamente a opção mais acessível para se jogar hoje em dia. Ou o original Amiga claro!