Bem, o artigo de hoje será algo incrivelmente rápido, já que eu não sou o maior fã de jogos desportivos. NBA Live 2000 é mais uma das iterações da conhecida série de basquetebol da Electronic Arts, este exemplar aqui é para a primeira Playstation e foi-me oferecido por um colega de trabalho, daí estar na colecção.
Jogo com caixa, manual e papelada. Versão EA Classics
O jogo oferece vários modos de jogos, desde os habituais confrontos amigáveis, campeonatos e torneios por playoff, passando por outros modos de jogo não tão comuns, como um contra um contra o Michael Jordan, um modo de jogo de treino e um outro de 3 point shootout. Para além dos jogadores da época de 99/2000 é também possível desbloquear algumas equipas de NBA Legends, o que é um ponto muito interessante para os fãs de NBA, poder jogar com algumas antigas vedetas.
A nível de controlos não há muito que eu possa dizer pois não tenho grande base de comparação. Os jogos de basquetebol que eu mais tenho jogado (e mesmo esses foram sempre ocasionalmente) foram títulos mais arcade como NBA Jam ou Hang Time. Os controlos são simples, com um botão para passar, outro para “rematar” se estivermos no ataque, e caso estejamos a defender temos um botão para mudar de jogador e outro para tentar roubar a bola ao adversário. Não há muito que dizer aqui, assim como no departamento gráfico que está bem competente. Por volta de 1999 já as empresas conseguiam tirar bom proveito das capacidades da PS1 e isso nota-se aqui, com estádios e jogadores bem detalhados dentro dos possíveis. Ah, e temos aqui comentários desportivos, o que dá sempre alguma piada.
NBA Live 2000 parece-me ser um jogo de basquetebol super competente para a época em que foi lançada. Mas o mal de todos os videojogos desportivos deste gabarito é que se tornam completamente obsoletos logo no lançamento do ano seguinte, quanto mais 16 anos depois… é daquelas coisas que só recomendo mesmo por questões nostálgicas ou se forem mesmo grandes fãs de NBA.
Para não variar, vamos lá a mais uma rapidinha. E o que cá trago hoje é uma das várias retro compilações que a Playstation 2 recebeu, nomeadamente o primeiro volume da Midway Arcade Treasures. A Midway é uma empresa norte americana com as suas origens nas arcades e com uma história algo rica, até porque muitos dos jogosque vamos encontrar aqui não foram desenvolvidos de raiz pela Midway, como é o caso dos jogos da Williams (empresa que inclusivamente comprou a Midway) ou outros exemplos como o Klax e Gauntlet da Atari Games, cujos direitos foram comprados pela Midway/Williams algures nos tempos. Este meu exemplar foi comprado há uns meses atrás na Cash Converters de Alfragide por 3€ se a memória não me falha.
Compilação com caixa, manual e papelada
E temos aqui muitos títulos da década de 80 para experimentar, como os Defender, Joust, Spyhunter, Super Sprint, Gauntlet, Rampage entre outros clássicos e jogos bem mais obscuros como o Toobin ou o “simulador de barman” Root Beer Tapper. Os jogos mais recentes que encontramos nesta compilação são o Rampart e Smash TV de 1990. Mas tal como a Activision Anthology, também teremos muito conteúdo extra que a meu ver é o que dá realmente valor a esta compilação. Existem quatro diferentes tipos de conteúdo bónus: uma secção com algum texto da história e desenvolvimento do jogo, outra com imagens como as cabines arcade e os seus panfletos publicitários, uma outra secção de “trivia”, onde são contadas algumas curiosidades sobre os jogos, que podem até ser acompanhadas de respostas gravadas pelos próprios autores dos jogos. Mas a mais importante para mim são mesmo as entrevistas aos autores dos jogos. Infelizmente este conteúdo bónus não está tão uniformemente distribuído, ou seja, embora todos os jogos tenham alguma coisa de extra para mostrar, muitos não têm as tais imagens extra, ou entrevistas, trivia e afins.
Ainda assim não deixa de ser uma compilação interessante. Há jogos que resistiram bem mais ao teste do tempo que outros, pois jogar o Super Sprint com aqueles controlos foi um atrofio completo. No entanto, para quem se interessa por estas retrospectivas esta compilação cumpre bem o seu papel. A ver se consigo encontrar os outros 2 volumes seguintes!
E cá está ele, o primeiro artigo para um jogo da minha recentemente comprada Playstation 4. Quando a comprei há poucos meses atrás, já eu tinha o Bloodborne que me tinha sido oferecido pela namorada (e que continua em fila de espera até eu pegar na série Souls), veio com o Call of Duty Black Ops III (outra franchise com bastante backlog aqui do meu lado) e na mesma altura comprei também o Destiny, um jogo para se ir jogando e dando uns tirinhos aqui e ali, devido à sua natureza online. Mas o que eu realmente queria para fazer o derradeiro test drive à nova consola era um título como o The Order 1886, ou Killzone Shadowfall, por serem jogos do meu agrado e não muito longos. O The Order lá apareceu primeiro, tendo sido comprado há uns 2 meses atrás na cash converters de Alfragide por 13€.
Jogo com caixa e folheto de quick-start
Este é um shooter na terceira pessoa, com foco na jogabilidade baseada em “covers“, muito popularizada na geração anterior em jogos como Gears of War. E possui um conceito muito interessante, pois o mesmo decorre numa Londres alternativa no ano de 1886, em pleno auge da revolução industrial. O nosso herói é o cavaleiro Sir Galahad, membro da mítica távola redonda de cavaleiros do Rei Artur. Essa Ordem, para além de lutar pelos interesses da coroa britânica, era também parte integral de um ancestral conflito entre humanos e half-breds, humanóides híbridos como licântropos ou vampiros (na verdade grande foco do jogo está mesmo nos licântropos, os vampiros foram apenas uma nota de rodapé), cuja força sobrenatural sempre se demonstraram adversários de respeito. E o jogo leva-nos então para essa Londres alternativa, onde os Cavaleiros estão munidos do equipamento mais hightech e vive-se um clima de forte tensão social, com grupos rebeldes a espalhar o terror pela cidade e os tais half-breds também a dar o ar de sua graça. Felizmente a narrativa é excelente e as coisas eventualmente lá começam a entrar num cenário de conspirações, o que deixou as coisas ainda mais apimentadas.
As mecânicas do combate assentam bastante em cover based shooting
A jogabilidade é então focada nos mecanismos de “cover shooting“, já bem entrosados nos videojogos dos dias que correm. Claro que nem todos os abrigos são perfeitos, pois alguns podem ser destrutíveis e em certas alturas os adversários conseguem também flanquear-nos. Muitas vezes jogamos com um esquadrão, embora não esperem que sejam os nossos colegas a fazer o trabalho de casa por nós. Mesmo quando estamos sozinhos e os inimigos nos tentam flanquear, por vezes há maneiras de dar a volta à coisa. Lembro-me precisamente de na recta final do jogo, ter de enfrentar sozinho um pequeno exército em corredores e salas apertadas. Até que decidi fazer um sprint para um corredor vizinho em que me apercebi que os inimigos não entravam lá. E sendo o corredor curvado, tinha vantagem em estar ali em relativa segurança e enfrentar todos aqueles soldados, mesmo os que vinham com armaduras ou com artilharia mais pesada.
Com a blacksight a acção à nossa volta passa-se em câmara lenta e temos alguns segundos em que podemos descarregar chumbo nos inimigos à nossa volta
Mas deixando-me de devaneios e voltando às mecânicas de jogo, a saúde é regenerativa, desde que consigamos ficar alguns segundos em segurança. Mas se formos atingidos em demasia, pode ser que nem tudo esteja perdido. Galahad vai andar a rastejar miseravelmente por uns segundos, enquanto finalmente se lembra que possui a Blackwater, um líquido misterioso capaz de curar todos os ferimentos, sendo esse o líquido também responsável pelo facto dos Cavaleiros terem vivido séculos a fio. Nessa altura lá surge um pop-up no ecrã alertando-nos para carregar no triângulo e posteriormente no X, para voltar à acção. Mas ficarmos incapacitados num sítio não abrigado, é possível que não sobrevivamos após continuar a levar com mais tiros no lombo. Se nos conseguirmos safar, então a próxima vez que sofrermos dano a mais é morte certa. A outra mecânica de jogo interessante é a Blacksight, onde por alguns segundos a acção abranda e podemos fazer lock-on automático nos inimigos que nos rodeiam, descarregando-lhes chumbo em cima à vontade. É especialmente útil quando somos emboscados, especialmente por soldados com shotguns, que nos tiram a vida com um ou dois tiros, ou outros com armaduras que são bem mais resilientes. Uma vez usada essa habilidade, teremos de aguardar algum tempo e derrotar mais inimigos até a podermos usar outra vez.
Para um jogo que teve tanto hype à volta de lobisomens…. só tenho pena é que existam poucos!
De resto este The Order 1886 possui tudo o que é habitual em jogos de acção deste género: a possibilidade de atacar inimigos em combate corpo-a-corpo e o ocasional segmento de infiltração onde não podemos ser descobertos e temos de limpar o sebo aos inimigos de forma silenciosa. O arsenal de armas é bastante variado, desde as habituais rifles, shotguns, granadas e revólveres, passando para o imaginário com metralhadoras de assalto (que só vieram a ser inventadas mais tarde) e outras armas mais sci-fi como uma que dispara raios eléctricos, ou outra incendiária, que consiste em espalhar uma área com fumo inflamável e depois no modo secundário de fogo, disparar uma “acendalha” que faz despoletar o fogo. Fora isso, temos imensos quick time events também, principalmente em alguns confrontos chave com lycans/half-breds, ou pequenos mini-jogos como o mecanismo de lockpick, ou o inversor de Tesla para estourar com circuitos eléctricos.
Até nos gadgets retro o jogo tem a sua piada!
Outra coisa que é também trazida aqui à baila é a exploração dos cenários, que estão muitíssimo bem detalhados, apesar de serem bem lineares. É encorajado interagir com alguns objectos que por vezes aparecem de forma mais destacada como jornais ou fotografias, que podem dar mais algum background às coisas que estão a acontecer à nossa volta, ou procurar por itens coleccionáveis na forma de fonogramas. Mas tirando isso, a história é tudo o que este The Order 1886 nos pode oferecer, visto não existir qualquer vertente multiplayer, o que sinceramente a mim nunca fez diferença. A comunidade sempre criticou este jogo pela sua curta duração e pouco gameplay/excesso de cutscenes. Bom, é verdade que é um jogo curto, mas não o achei tão curto quanto alguns pintavam, nem o acabei numa tarde como sempre ouvi dizer. Mas isso é porque eu sou picuinhas e gosto de apreciar e explorar os cenários. Sobre as cutscenes, é verdade que esta é uma experiência bastante cinematográfica e existem alguns capítulos que são unicamente cutscenes (embora não tão longas quanto as de Metal Gear Solid, por exemplo), mas sinceramente como gostei da história, das personagens e narrativa, não me posso queixar.
É impossível não ficar impressionado com esta representação da capital britânica nos finais do século XIX
Graficamente é sem dúvida um jogo bastante bonito. A recriação desta Londres em era de Revolução industrial, com os seus imponentes palácios a contrastar com as zonas mais pobres, mas ricas em pequenos detalhes foi algo para mim delicioso. A maneira como introduziram os elementos mais sci-fi foi também muito bem conseguida, como aqueles Zeppelin imponentes e os gadjets de Tesla. Ah! Até a introdução de Nicola Tesla no jogo, e os raspanetes a Edison foi algo que achei piada. Mas voltando à análise técnica, este é um videojogo com uma produção fantástica que não é só excelente a nível gráfico, mas sim nos diálogos e representação dos actores que dão as vozes às personagens. Estou a referir-me claro ao voice acting original em inglês, pois apesar de na capa do meu exemplar estar escarrapachado que o jogo está totalmente em português, eu tento-os jogar sempre no idioma de origem.
Em suma, mesmo não sendo um jogo perfeito pela sua linearidade e relativa curta experiência de jogo, posso dizer que acabei por gostar bastante desde The Order 1886. Como jogo de acção é bastante competente, mas o conceito da história e em especial o setting em que a acção se desenrola (que por si só já é bem do meu agrado), aliados aos altos valores de produção audiovisual, fizeram este jogo uma forma bem interessante de estrear a minha Playstation 4. Recomendo, mas sejam como eu e esperem que o jogo fique a preços mais interessantes.
Ao olhar para a capa deste jogo, vocês, estimados leitores, devem estar a pensar que eu bati mesmo no fundo e agora trago cá qualquer lixo. Bom, isso também pode não ser mentira, mas não se aplica neste caso em específico. É que por debaixo de todo aquele azeite a escorrer na capa, por detrás da mesma até que está um grande jogo, embora severamente esquartejado. É que este “Mobile Light Force 2”, que possui uma capa horrível com 3 “charlie’s angels” na capa é na verdade o shmup Castle Shikigami da Alfa System. Para confundir ainda mais as coisas, no mesmo ano (2003) sai também para a Playstation original um Mobile Light Force 1, com exactamente a mesma capa e um jogo nada a ver… o primeiro Gunbird! Este meu exemplar foi comprado numa Cash por 2€.
Jogo com caixa e manual
E o Castle Shikigami é um shmup daqueles mais bullet hell, onde esperam sempre que nos esgueiremos pelo buraco de uma agulha perante um mar de projécteis. Não é uma coisa para todos, portanto! A história é algo sem muito sentido, que mistura humanos com super-poderes, assassinos em série e o sobrenatural. O que é que as aeronaves que vamos enfrentando têm a ver com isto não faço ideia. E isto para mim é tão vago porque a história foi a primeira coisa que a XS Games (a publisher responsável por este desastre) decidiu retirar todos os diálogos ou monólogos cujas personagens e vilões vão tendo ao longo do jogo. No manual já descreve um pouco os backgrounds das personagens e de alguns vilões, mas de facto não se compreende porque retiraram os diálogos do jogo se tiveram de traduzir o manual.
As moedas têm aqui um papel importante. Não servem para comprar coisas, é mais para pontos de experiência que nos permitem subir de nível e ficar mais fortes.
De resto, a jogabilidade é bastante exigente, tal como é habitual nos shmups deste género, pois em diversas alturas somos assolados com imensos projécteis e temos mesmo de ter reflexos de ninja para sair de lá ileso. Depois, tal como o Psyvariar, este é também um jogo que joga muito com o risco/recompensa de nos manter o mais próximo possível dos adversários, aumentando bastante a pontuação dessa forma. Depois ao derrotar inimigos vão caíndo moedas que podemos apanhar. Consoante o número de moedas que tenhamos na nossa posse, o nosso nível aumenta ou diminui (perdemos moedas ao ser atingidos), assim como o nosso poder de fogo. Os controlos são simples, com um botão para ataques normais (na verdade dois, se quisermos auto fire ou não), outro para os ataques especiais e por fim um outro para os ataques “Mobile Light Force 2” que apesar de nos deixarem temporariamente mais lentos, garantem que as moedas vêm automaticamente ter até nós, assim que derrotemos algum inimigo. A coisa engraçada nisto é que cada personagem possui ataques completamente distintos entre si, o que pode aumentar o factor de replayability, pois cada personagem significa diferentes abordagens e estratégias de jogo. Para além disso somos obrigados a jogar sempre com a mesma personagem do início ao fim no modo história…
Infelizmente os diálogos, presentes na versão arcade mas também na versão japonesa desta conversão PS2, foram retirados nesta localização para Mobile Light Force 2
De resto a nível gráfico não achei um jogo fora do comum. Os backgrounds são todos poligonais (não muito detalhados) e tanto podem representar áreas naturais como florestas e desertos, ou zonas mais urbanas. Mais uma vez vi ali uma Torre Eiffel… Os inimigos também são um misto de poligonais ou sprites, mas, fora um ou outro boss, também não vi nada que me impressionasse muito, pelo menos no design, que é uma das coisas que eu sempre acho piada nestes shmups. A música tem quase sempre uma toada mais electrónica, mas no meio de todo aquele caos e a minha preocupação em não perder vidas, nem deu para apreciar realmente o que estava a ouvir.
No fim de contas, este até me pareceu um jogo interessante pelas suas mecânicas de jogo, mas é nitidamente mais voltado para um mercado de nicho dos bullet hell shmups, embora possua mecânicas de jogo algo inteligentes também e que se forem bem utilizadas têm um bom potencial de nos facilitar a vida. Pena é mesmo por esta versão ocidental da PS2 ser um desastre de localização. Felizmente com o Castle Shikigami II isso não aconteceu e a localização foi muito mais fiel ao original.
Hoje é tempo de uma super rapidinha para um shmup de uma série que eu já cá trouxe uma vez, a série Aero Fighter ou Sonic Wings. Tipicamente o nome ocidental é Aero Fighter e já por cá trouxe um pequeno artigo do Aero Fighters 2 para a Neo Geo. Este Sonic Wings Special tem esse nome cá na Europa pois foi trazido pela Phoenix e eles não sabem o que fazem. Ainda assim, este deve ser de longe o melhor jogo que a Phoenix alguma vez cá trouxe. E este meu exemplar veio de um negócio que podia ter corrido melhor no OLX. Infelizmente o que acabou por me chegar às mãos era um jogo cuja capa e contra capa foram impressas, não são as originais. Mas ao menos lá veio com o manual. Edit: Recentemente comprei um exemplar completo na Cash Converters por 9€.
Jogo com caixa, manual e papelada
No artigo do Aero Fighters 2 eu descrevi as mecânicas básicas de jogo. Este é um jogo simples, onde podemos escolher 1 de vários pilotos de diferentes nacionalidades e com aviões distintos. Cada avião possui armas com padrões de fogo diferentes e os power-ups que vamos encontrando servem unicamente para aumentar o poder de fogo ou servir de munições para os ataques especiais, capazes de causar dano em todos os veículos no ecrã ao mesmo tempo. Este Sonic Wings Special possui algumas diferenças, ao colocar um número maior de projécteis no ecrã em simultâneo, mas em contrapartida reduz também a “hitbox” do nosso avião. De resto, podemos considerar esta jogo como uma espécie de tributo à série, pois inclui conteúdo dos Sonic Wings 1, 2 e 3. Temos à nossa disposição 7 equipas diferentes, de onde poderemos escolher 1 de dois pilotos, que por sua vez possuem, na sua maioria, 2 aviões. Isso dá-nos margem de liberdade para escolher ao todo 26 diferentes aviões. Existem 17 níveis no total, embora em cada partida apenas percorremos 9, e a forma em como os jogamos é algo aleatória. O primeiro níveil é fixo, os restantes vão sendo atribuídos de forma aleatória e ocasionalmente também podemos optar qual o nível que queremos jogar. Isto claro, para além da variedade de escolha de personagens e naves que queremos jogar, aumenta bastante o factor de replayability.
Esta é uma série algo interessante também pelo design dos aviões e suas personagens, que vão buscar tanto coisas ao passado, como presente e também algo fantasioso
De resto, a nível gráfico continua a ser um jogo com um 2D bastante competente. Os backgrounds vão sendo variados e bem detalhados, ao passarem-se em diferentes regiões do nosso planeta. Poderemos por exemplo visitar cidades como Paris e ver uma capital francesa durante a noite, completamente iluminada, inclusivamente com a Torre Eiffel em plano de destaque. As músicas são também cativantes como manda a lei neste género de jogos, mas é daquelas coisas que nem temos muito tempo para apreciar, tal é a demanda de atenção necessária para desviar dos projécteis inimigos.
Como muitos jogos arcade deste tempo, as suas personagens são bizarras e os diálogos também
De resto, é um excelente shmup para quem for fã do género. Para quem for fã da série Aero Fighters / Sonic Wings em especial, então poderá ser um jogo interessante na medida em que mistura várias coisas da trilogia original, bem como mudaram algumas pequenas coisas na jogabilidade.