Vamos agora para uma super rapidinha para a Mega Drive. Ontem escrevi um breve artigo do Premier Manager para a Mega Drive, o primeiro jogo de coaching/simulação de uma equipa/clube de futebol. A série Premier Manager já existia antes do lançamento para a Mega Drive, mas essa versão para a consola da Sega deve-se ter revelado popular o suficiente para a Gremlin apostar em lançar uma outra versão. O meu exemplar foi comprado a um amigo no mês passado, tendo custado algo próximo dos 5€.
Jogo com caixa e manual
Recomendo então a leitura do artigo anterior, pois pelo pouco que joguei, este Premier Manager 97 possui a mesma estrutura e funcionalidades que o anterior, mas com a “novidade” de possuir dados de jogadores e estatísticas fiéis à época 96/97. Uma vez mais apenas clubes ingleses da terceira divisão para cima estão referenciados. Para além dos updates típicos da nova temporada, temos também novos ícones nos menus, mas aparentemente todas as funcionalidades do jogo anterior mantêm-se. Não me pareceu haverem grandes updates a nível de funcionalidades perante o jogo anterior. A nível gráfico, o jogo mantém o mesmo sistema de menus e detalhes minimalistas durante as partidas, mas devo dizer que gostei de ver mais referências à Sega nos patrocinadores, com a Sega Saturn e Virtua Fighter, por exemplo.
Uma vez iniciado o jogo, temos uma vez mais um menu por ícones, agora actualizados
Portanto para quem gostou do primeiro Premier Manager, poderá também gostar deste jogo, embora não acrescente nada de realmente importante relativamente ao primeiro jogo. Quem gostar mesmo deste tipo de jogos de simulação, certamente os Football Manager mais recentes no PC serão bem mais aliciantes.
Voltando às rapidinhas na Mega Drive, vamos ficar agora com mais um jogo desportivo, o primeiro de gestão de futebol que alguma vez entrou na colecção. Não é de todo o meu género preferido, aliás, a minha única experiência com football sims foi com o saudoso Elifoot, a versão original em DOS. E não era muito bom no jogo. Portanto este será um artigo rápido onde vou referir por alto em que o jogo consiste e o que podemos fazer. Não cheguei a jogar sequer uma temporada inteira pois sinceramente não tenho paciência. Anyhow, o meu exemplar veio de um bundle de vários jogos de Mega Drive que comprei há uns meses atrás no flea market no Porto.
Jogo com caixa e manual
Ao começar uma nova partida temos de começar invariavelmente por baixo, ou seja por escolher uma modesta equipa da terceira divisão Inglesa. Temos um budget inicial que nos permite montar a equipa técnica e eventualmente comprar um ou outro jogador para fortalecer a nossa equipa inicial. A nível de estratégias de jogo, podemos optar por alternar entre diferentes formações, qual o comportamento ofensivo, qual o defensivo, entre outros. Cada jogador possui stats em diversas categorias, como resistência física, passe, remate, entre outros. Estas categorias podem ser melhoradas ao definir planos de treino específicos por jogador, e ter uma boa equipa técnica (sim, esses também têm stats próprios) também ajudará nos treinos. A gestão de castigos e lesões também tem de ser tida em conta e a qualquer momento podemos visitar o mercado de transferências para tentar comprar e/ou vender jogadores, que aqui funciona num sistema de leilões onde cada clube interessado faz a sua oferta perante um valor base apresentado pelo jogo.
O ecrã inicial apresenta uma série de opções representadas por ícones.
Outras coisas que temos de nos preocupar é com a manutenção do estádio e patrocinadores. Podemos melhorar as condições do estádio, como aumentar as bancadas ou o estacionamento, o que claro que tem os seus custos, mas também nos dá a desculpa para aumentar o preço dos bilhetes. Os painéis publicitários do estádio podem ser preenchidos com publicidade de patrocinadores o que se traduz em mais dinheiro a entrar. No entanto, não nos podemos só preocupar com a saúde financeira do clube, os resultados desportivos também devem ser os melhores possíveis, caso contrário podemos ser despedidos. Por outro lado se a nossa performance for boa também podemos ser convidados a gerir outras equipas melhores. Durante as partidas em si podemos acompanhar os acontecimentos do jogo, nomeadamente as suas estatísticas como os remates, cartões, lesões e claro, golos. A qualquer momento podemos optar por alterar as estratégias de jogo e substituir jogadores, mas em nenhuma fase participamos no jogo em si, este é mesmo um jogo de gestão apenas.
No ecrã gestão da equipa, temos uma série de ícones que nos permitem alternar entre subvistas
No que diz respeito aos gráficos, este é um jogo muito minimalista. Assim que começamos ou carregamos uma temporada, o menu inicial possui uma série de ícones relativos a diferentes opções, como a gestão do estádio, dos jogadores, os sponsors, entrar no mercado de transferências, entre outros. O ícone de uma máquina de fax indica-nos não só as estatísticas gerais da nossa perfomance em jogos, bem como é onde recebemos algumas notícias de entidades externas, como multas da federação, ou informação sobre o dinheiro a receber por eventuais direitos televisivos. Uma vez gerindo os jogadores, os ecrãs possuem muito texto, com alguns ícones laterais que nos permitem alternar a informação visível no ecrã, como por exemplo o estado físico dos jogadores que estejam lesionados. É uma interface algo confusa e dava mesmo jeito ter o manual do jogo para ajudar nisto. Felizmente o Premier Manager 97 possui menus muito similares, pelo que também consegui tirar dicas de lá. Durante as partidas apenas vemos informação no ecrã dos remates de cada equipa, golos, eventuais cartões recebidos e lesões. Paralelamente podemos activar ou desactivar algumas animações que surgem sempre que há um golo ou jogada perigosa. Um outro detalhe interessante são os patrocinadores que podemos ter e colocar painéis publicitários no estádio. A Sega é um dos sponsors, é giro encher o estádio com painéis publicitários da Mega Drive! Já no que diz respeito à música, apenas a ouvi tocar no ecrã título. É uma música agradável, mas poderíamos ter mais um pouco.
Portanto este Premier Manager parece-me ser um jogo interessante, sendo o primeiro do género na Mega Drive. Para a altura em que saiu, terá sido certamente uma boa opção para quem gostava deste tipo de jogos e não tinha um computador, onde estes jogos são habitualmente mais prolíferos. No ano seguinte a Mega Drive recebeu também o Premier Manager 97 que me parece muito idêntico a este.
Desenvolvido originalmente pelo estúdio britânico da Gremlin, Zool começou por ser uma espécie de resposta às guerras de mascotes, introduzidas pelo enorme sucesso de Sonic the Hedgehog. Desenvolvido inicialmente para o sistema Commodore Amiga, Zool acabou também por receber várias conversões para as consolas da época e naturalmente a Mega Drive não ficou de fora. O meu exemplar veio de um lote de jogos de Mega Drive que comprei a um particular algures no mês passado. Ficou por cerca de 10€ se bem me recordo.
Jogo com caixa e manual
O protagonista é o ninja Zool, cuja nave espacial se vê atraída por um vortex, é sugada e despenha-se num planeta repleto de doces. Aí apercebe-se que este mundo está a ser atacado pelas forças de Krool, um vilão qualquer, e Zool terá de o derrotar se quiser voltar a casa. Ao longo do jogo iremos explorar outras zonas, sendo sete ao todo com 4 actos cada uma, sendo que no último acto de cada nível temos sempre um boss para defrontar.
Graficamente é um jogo cheio de detalhes interessantes, como estas transparências das gelatinas.
O objectivo em cada nível é o de procurar a sua saída, indicada por uma seta algures no fundo do ecrã. Mas antes de aproveitar a saída, teremos também uma quota de itens bónus para apanhar, quota essa que está directamente associada ao nível de dificuldade escolhido. Jogando em Normal apenas somos obrigados a apanhar 50% desses coleccionáveis, no Easy a quota passa para 25%, enquanto no Hard são 75%. Isto obriga-nos a explorar bem os níveis e seus recantos, o que como devem calcular acarreta algum risco pois temos vários obstáculos e inimigos para ultrapassar. Mas Zool é um ninja, e como todos os ninjas este é bastante ágil, possuindo uma série de habilidades no seu reportório. Por um lado move-se bastante rápido, pode escalar e saltar entre paredes, bem como agarrar-se a certas superfícies em alguns tectos. No que diz respeito aos controlos, temos um botão para Zool disparar a sua arma, outro para saltar e um outro para rodopiar enquanto salta, algo que recomendo vivamente que se habituem a fazer. Isto porque podemos derrotar os inimigos ao disparar sobre eles ou saltando-lhes em cima, mas como o jogo é bastante rápido, por vezes os inimigos surgem subitamente no ecrã, pelo que se estivermos a rodopiar enquanto saltamos, também lhes conseguimos infligir dano.
Os níveis são bastante variados nas suas temáticas, mas sempre muito bem coloridos.
Para além dos itens que podemos apanhar para aumentar a pontuação e cumprir as quotas por nível, iremos naturalmente encontrar outros power ups, como bombas capazes de limpar o ecrã de inimigos, itens que nos permitem saltar mais rápido, invencibilidade ou ter um duplo que mimica os nossos movimentos, tudo com uma duração limitada. Para além disso ao explorar bem os níveis poderemos encontrar alguns níveis de bónus, que são segmentos de shmup horizontais curtos, porém bem difíceis.
A nível audiovisual, este é um título bem competente, com gráficos bem detalhados e bastante coloridos. É verdade que o original Commodore Amiga é ainda mais colorido e bem detalhado, mas esta conversão para a Mega Drive é bem satisfatória nesse ponto. Os níveis são bastante diversificados entre si e com temáticas originais, com o primeiro mundo a ser ter toda uma temática de doces, tendo sido inclusivamente patrocinado pela Chupa Chups, conhecida marca. Os restantes níveis são também originais, com um mundo com temática de instrumentos musicais, outro de bricolagem, entre outros, todos eles bastante coloridos e bem detalhados. As músicas foram também outra óptima surpresa, sendo estas bastante agradáveis e aceleradas.
Os níveis bónus parecem passar dentro de um organismo.
Portanto este Zool acabou por se revelar uma óptima surpresa. É um jogo de plataformas sólido e desafiante, pois apesar da sua potencial velocidade estonteante, esta é na verdade uma armadilha que nos obriga a jogar de forma mais cautelosa e ponderada. A nível técnico é também um jogo muito bem conseguido. No universo Sega, temos também uma versão Master System e Game Gear que são notoriamente mais modestas mas espero em breve poder elaborar mais sobre as mesmas.
Voltando às rapidinhas na Mega Drive, hoje ficamos com uma adaptação de um famoso (aparentemente não pelas melhores razões) filme de piratas dos anos 90. Lembro-me vagamente de ter visto este filme quando era criança/adolescente e até ter gostado, mas pelo que andei a ler, foi um filme que fracassou bastante comercialmente. De qualquer das formas, o hype que teve aquando da sua produção levou à Acclaim a adquirir os direitos para uma conversão para videojogo, e a Mega Drive foi uma das pltaformas que o recebeu. Spoiler alert: é um jogo mau. O meu exemplar foi comprado no passado mês de Fevereiro a um colega, tendo-me custado algo próximo dos 5€.
Jogo com caixa e manual
O jogo tenta seguir a história do filme, que protagoniza os piratas Morgan e Shaw na busca de um tesouro escondido algures nas Caraíbas, confrontando pelo meio tanto as forças da lei, como outros piratas que vão à procura do mesmo que nós. Na sua essência, este é um beat ‘em up como Golden Axe, onde Morgan e Shaw podem atacar com as suas espadas, bem como desferir socos e pontapés, usando os botões B e A para esse efeito. O botão C serve para saltar. Poderemos executar uma série de golpes diferentes e à medida que vamos progredindo no jogo iremos aprender alguns golpes especiais também, se bem que alguns exigem que tenhamos 2 armas na nossa posse. Ao longo do jogo iremos encontrar também uma série de itens que podemos apanhar, desde bebidas que nos regeneram a barra de vida, vidas extra, ou outros objectos como bombas que podemos atirar aos inimigos, pistolas ou a tal espada extra que servirá para executar alguns golpes especiais que vamos aprendendo.
Antes de começar a aventura podemos optar por controlar Morgan ou Shaw
Até aqui tudo bem, o problema é que os controlos não respondem lá muito bem, alguns dos golpes especiais são bem difíceis de executar e os inimigos não nos dão tréguas. Ainda assim a Software Creations tentou dar alguma variedade na jogabilidade, ao incluir também alguns segmentos de platforming e exploração em diversos níveis. Logo no segundo nível descemos umas colinas dentro de um carrinho de minas, onde teremos de nos desviar de alguns obstáculos como rochas ou árvores. O problema é que este é um nível de memorização mais que tudo, pois os obstáculos surgem rápido demais, não temos tempo quase nenhum de nos desviarmos.
No que diz respeito aos audiovisuais, nota-se que este jogo deve ter tido o seu desenvolvimento algo apressado. Por um lado os gráficos são coloridos e os níveis até que possuem alguma variedade de cenários, no entanto o detalhe gráfico não é lá grande coisa. Mesmo em alguns detalhes como os diálogos ou pequenas cutscenes que vamos vendo entre cada nível, por vezes são bastante difíceis de ler visto as letras serem todas brancas e os planos de fundo também muito claros em certas alturas. São pequenos detalhes que demonstram mesmo que não testaram o jogo devidamente. As músicas são também uma mistura estranha de notas musicais desconexas entre si, o que é uma pena.
O nível em que jogamos em cima de uma carruagem é provavelmente o melhor
Portanto este Cutthroat Island é um jogo de acção da Mega Drive que sinceramente acho bastante dispensável. Muitos são capazes de dizer o mesmo do filme, mas já não me lembro muito bem do mesmo. O que cada vez mais me começo a aperceber, é que a nostalgia nos prega mesmo muitas partidas. Quando era miúdo, gostava da maior parte dos jogos da Acclaim. Agora cada vez mais me apercebo que muito do que a Acclaim punha cá para fora eram jogos francamente maus.
Depois de cá já ter trazido o Thunder Force IV, nessa altura referi que era um pouco ingrato começar a escrever sobre a série logo com último jogo da mesma a sair na 16bit da Sega. Mas na verdade é interessante ver a evolução da franchise ao longo dos anos. A série Thunder Force teve as suas origens numa série de computadores japoneses, com o primeiro jogo a nunca ter saído numa consola, muito menos fora do Japão. O segundo título começou da mesma forma, tendo sido lançado inicialmente para o fantástico computador da Sharp, o X68000, mas a Mega Drive recebeu uma conversão no ano seguinte. O meu exemplar foi comprado numa Cex por 15€, algures no mês passado. Foi comprado online, infelizmente o que recebi não correspondeu às expectativas, pois recebi a versão Genesis, com a capa em mau estado e sem manual. Será para substituir assim que a oportunidade surgir.
Jogo com caixa na sua versão americana
E o jogo volta-nos a colocar em confronto directo com o império de ORN que aparentemente continuam a tramar alguma. Na verdade, a história não costuma ser o ponto forte neste tipo de jogos e nem precisa de ser, pois tudo se resume a controlarmos uma nave e enfrentar sozinhos um poderoso exército armado até aos dentes.
O primeiro Thunder Force era um shmup com uma perspectiva de top-down, onde poderíamos navegar a nave livremente por uma área de jogo, com o objectivo de destruir uma série de alvos primários espalhados pelos níveis. Esta sequela ainda possui esses conceitos, mas alterna-os com as mecânicas de jogo de um shmup horizontal clássico, como Gradius ou R-Type. Ao longo do jogo iremos então alternar constantemente entre ambos os modos de jogo, sendo que nos níveis na perspectiva top-down, vamos navegando por áreas fechadas e o objectivo vai sendo o de destruindo uma série de bases inimigas, para além de sobreviver aos ataques dos outros inimigos que nos vão atacando. Seguimos depois por um nível mais tradicional shmup horizontal, que culmina sempre no confronto contra um boss.
Nos níveis top-down, temos uma série de bases como esta para descobrir e destruir
Depois tanto num tipo de nível como no outro, iremos encontrar diversos power ups que os inimigos deixam depois de serem destruídos, estes consistem na sua maioria, diferentes tipos de armas, que poderemos alternar livremente entre elas com os botões A ou C. Estas podem ser diferentes tipos de raios laser, projécteis que dispersam na sua trajectória ou mesmo outros teleguiados. As armas que apanhamos nos níveis top down e sidescrolling horizontal são diferentes e claro, se perdermos uma vida, perdemos todos os power ups que tinhamos equipado até então, mas apenas as armas referentes ao tipo de nível que estamos a jogar no momento, as restantes mantêm-se. Outros power ups que podemos encontrar consistem em escudos que nos dão invencibilidade temporária, ou pequenas naves que orbitam à nossa volta, não só para nos proteger dos projécteis inimigos, mas também para ampliarem o nosso poder de fogo.
Já nos níveis em sidescrolling horizontal, espera-nos sempre um boss no final
A jogabilidade é exigente, tal como seria de esperar. Os primeiros níveis não são propriamente difíceis, mas a certa altura a dificuldade começa a escalar. Nos níveis top-down vamos tendo corredores cada vez mais estreitos para atravessar, bem como algumas paredes que devem ser destruídas para podermos navegar em segurança. A certa altura também teremos alguns inimigos practicamente indestrutíveis a voar à nossa volta. Como estamos em movimento constante, temos de ter muito cuidado para não embater numa parede ou inimigo, caso contrário perdemos uma vida e todos os power ups que carregamos. Nos níveis mais tradicionais, a dificuldade também escala, com imensos inimigos e projécteis a voar pelo ecrã, bem como alguns obstáculos para ultrapassar.
No que diz respeito aos audiovisuais, este é um jogo bem mais simples do monstro (no bom sentido) que o Thunder Force IV se veio a tornar. Os gráficos são bastante simples, particularmente os dos níveis em scrolling horizontal, com planos de fundo com pouco detalhe. O design dos inimigos, e particularmente dos bosses, também não é o melhor, pois são, à falta de melhor palavra, simples. Mas é um jogo lançado originalmente nos primeiros anos de vida da Mega Drive, pelo que até se compreende. As músicas são uma vez mais numa onda mais rock e mesmo metal, embora a qualidade das mesmas ainda seja algo inconstante.
Mesmo que estejam inimigos do lado de fora da fronteira, não é boa ideia tentar atravessá-la
Portanto este Thunder Force II não é um mau jogo de todo, e é interessante ver como a Technosoft foi evoluindo a mesma ao longo dos anos. Thunder Force começou como sendo um top-down shooter com total liberdade de movimentos, e aqui assistimos a uma transição para uma jogabilidade mais tradicional dentro dos shmups, ao incluir níveis que vão alternando entre ambos os estilos de jogo. Tecnicamente é ainda um jogo algo primitivo visto ser um fruto dos primeiros tempos de vida da consola, mas não deixa de ser uma entrada interessante no catálogo da Mega Drive.