Major Mayhem (PC)

Continuando pelas rapidinhas no PC a jogos indie, vamos ficar agora com este Major Mayhem, desenvolvido pela Rocket Jump. Uma das primeiras ideias com que fiquei ao jogá-lo é que este jogo daria perfeitamente para ser jogado em telemóveis ou tablets e de facto o mesmo foi também lançado nessas plataformas mobile. O meu exemplar do Steam não me recordo desde quando o tenho, mas seguramente veio de algum indie bundle a um preço muito reduzido.

E este é um shooter que tem de jogos como Time Crisis a sua maior inspiração. Mas é na terceira pessoa e em vez de usarmos uma light gun usamos o rato para apontar e atirar contra os vilões. A história é super simples, nós somos o Major Mayhem e recebemos como missão do presidente dos Estados Unidos a de derrotar uns quantos exércitos inimigos e, por fim, salvar a nossa namorada, para o cliché habitual. Mas e ajogabilidade então como funciona? Bom, o jogo é apresentado numa perspectiva algo 2D sidescroller onde percorremos cada nível da esquerda para a direira e vamos parando em vários pontos chave para limpar os inimigos que estão no ecrã. Nessa altura, tipicamente estamos abrigados por detrás de um muro, rocha ou outra coisa qualquer e, tal como no Time Crisis, saímos do nosso ponto de abrigo sempre que tentamos atirar em alguém. Quando voltamos para o ponto de abrigo a nossa arma é também recarregada. E tal como no Time Crisis, quando alguns projécteis têm uma aura vermelha, são projécteis que nos vão atingir, pelo que devemos tentar atingir o bandido antes que ele dispare, voltar a abrigar antes que levemos com um balázio, ou então se formos ágeis podemos também tentar deflectir o projéctil ao disparar sobre o mesmo.

O proósito do jogo é causarmos o máximo de caos possível, o que vamos conseguir fazer cada vez mais e melhor quando desbloquearmos melhores armas

Ocasionalmente temos alguns cientistas para salvar e, caso o consigamos fazer, estes tipicamente recompensam-nos com alguma coisa, seja dinheiro, seja armadura (temos de sofrer 3 disparos para perder uma vida com a armadura completa) ou alguns power ups. Ocasionalmente temos também alguns momentos de run ‘n gun, onde a personagem começa a correr da esquerda para a direita e temos de ter atenção a algum platforming, mas também aos inimigos que nos vão disparando em background. Já no que diz respeito aos power ups, estes podem ser ataques de artilharia, um fato de robocop que nos oferece invencibilidade temporária, slow motion ou balas mais poderosas. Estes power ups podem ser recompensas dos cientistas que salvamos, mas também os podemos comprar a qualquer momento, logo que tenhamos amealhado dinheiro suficiente para os comprar. No final de cada nível a nossa performance é avaliada e eventualmente vamos também subir nos rankings, o que nos dará acesso a diferentes armas, que uma vez mais podem ser alternadas entre si a qualquer momento no jogo. Mas para obter as melhores armas, o jogo encoraja-nos mesmo a rejogar os vários modos de jogo, causar o máximo de caos possível e ir subindo nos rankins para desbloquear as melhores armas. Para além do modo “história”, vamos desbloqueando também outros modos de jogo adicionais, como o modo arcade que é em tudo igual ao modo normal, mas a ordem dos níveis é algo aleatória. Temos uma espécie de time attack onde temos de sobreviver um minuto num cenário aleatório e causar o máximo da caos possível e por fim desbloqueamos também um modo survival onde a ideia é também a de tentar chegar o mais longe possível.

Como seria de esperar, teremos também a possibilidade de desbloquear e comprar diversas roupas e chapéus

A nível audiovisual é um jogo muito simples, com visuais muito cartoon. E tendo em conta que é um jogo com a sua origem no mercado mobile, não se esperava outra coisa. Nada de especial a apontar ao som como um todo também. Portanto este Major Mayhem acaba por ser um jogo bastante agradável para se jogar em intervalos curtos, principalmente para quem for fã de jogos no estilo de light gun.

Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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