Sakura Angels (PC)

Continuando pelas rapidinhas e pela série Sakura, o segundo jogo da franchise é o Sakura Angels e tal como o seu predecessor é uma visual novel de contornos algo eróticos, mas nunca de forma explícita. Apesar de não ser um excelente jogo, está uns furos acima do seu predecessor, como iremos ver em seguida. E tal como todos os outros jogos da série que tenho na minha conta steam, este veio para cá através de um indie bundle comprado muito barato.

O cliché habitual nestes jogos é o protagonista ser um jovem rapaz, ainda na adolescência, que se vê subitamente rodeado de raparigas voluptuosas e em constante flirting. A desculpa para tal é que vai mudando e aqui o nosso protagonista corre o risco de ser atacado por forças das Trevas sem sabermos o porquê inicialmente. Felizmente que terá duas jovens guardiãs que o juraram proteger! Felizmente a história não é tão infantil quanto no primeiro jogo. E se no anterior a mesma se passava num mundo fantasioso muito semelhante ao Japão feudal, esta decorre nos tempos modernos, pelo que os cenários a explorar são mais urbanos e claro, não poderia faltar a típica escola secundária.

De resto esta é uma visual novel tradicional, mas desta vez temos mais alguma liberdade de escolhas, podendo alcançar 3 finais ligeiramente diferentes, pelo que teremos de rejogar pelo menos 3 partidas distintas para desbloquear todas as imagens. Ainda bem que temos a funcionalidade de avançar o texto de diálogos que já tenhamos lido anteriormente!

Como vai ser habitual nesta série, há sempre jovens voluptuosas. Pena que a história nunca seja nada de jeito…

Outra das novidades está no voice acting das meninas e em Japonês, algo que foi adicionado como uma actualização do jogo. Provavelmente esta era também uma funcionalidade que existiu no Sakura Spirit, mas eu não reparei: ao clicar na tecla “v” podemos activar ou desactivar a narração automática do texto que aparece no ecrã, o que é uma funcionalidade interessante. De resto as músicas continuam agradáveis, em especial aquelas que tocam quando há confrontos, pois têm uma toada mais hard-rock que me agrada bastante.

Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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