Puzzle Agent 2 (PC)

Ainda pelas rapidinhas no PC, o jogo que cá trago hoje é mais um do catálogo da Telltale Games, desta vez a sequela do interessante Puzzle Agent, um jogo muito semelhante aos Professor Layton que eu tanto gosto. E tal como quase todos os jogos que tenho da Telltale na minha conta Steam, este também cá veio parar através de um humble bundle que me ficou bastante em conta.

O jogo leva-nos de novo à vida do Special Agent Nelson Tethers da divisão de puzzles do FBI, onde o misterioso caso da fábrica de borrachas da vila remota de Scoggins, no gelado Minnesota, foi misteriosamente arquivado pelo FBI, sendo que ainda havia muito para explicar, incluindo o desaparecimento do Isaac Davner que tinha sido raptado por gnomos, no final do jogo anterior. Assim sendo, o nosso herói resolve tirar umas férias e voltar à cidade de Scoggins, de forma a continuar a investigar o caso, que agora ficou mais complexo com o desaparecimento de novas pessoas.

A maior parte dos puzzles são meramente lógicos. Este nem é dos difíceis

Tal como o seu predecessor, este é também um clone dos jogos Professor Layton, misturando elementos de Aventura point and click, onde vamos dialogando com várias personagens e resolver puzzles de forma a avançar na história. Tal como no Professor Layton, os habitantes de Scoggins são fanáticos por puzzles, pelo que teremos muitos puzzles lógicos para ir resolvendo. E também tal como na série Professor Layton, poderemos ir gastando alguns hints se estivermos bloqueados nalgum puzzle. Para isso teremos também de ir coleccionando pastilhas elásticas mastigadas, espalhadas ao longo de Scoggins, que ajudam o agente Tethers a concentrar-se.

Tal como o seu predecessor, os visuais possuem um estilo muito característico

A nível audiovisual, mantém o mesmo estilo do seu predecessor. As músicas são calmas, o que nos ajuda a manter a concentração na hora de resolver puzzles e os gráficos possuem um estilo gráfico muito próprio, mas as animações infelizmente poderiam ser um pouco melhores.

Mas no geral gostei bastante do jogo, apesar de não ser tão comprido quanto um Professor Layton. Fico ainda a aguardar por uma eventual sequela que infelizmente até agora ainda não apareceu.

Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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