Vanguard Princess (PC)

Tempo para mais uma rapidinha, a um jogo que é perfeito para os que são fãs de jogos de luta 2D e anime ecchi, com apêndices mamários aos saltos e muitas cuequinhas à mostra. Devo dizer que eu não cumpro todos esses requisitos, daí este ser um artigo curto. Vanguard Princess é um dos recentes jogos japoneses adicionados ao Steam, tendo sido lançado nessa plataforma algures mais cedo neste ano, e entrou na minha colecção digital por intermédio de mais um indie bundle a um preço muito reduzido.

Vanguard PrincessComo muitos destes jogos indie nipónicos, a história não é nada de especial. Conta a história de uma grande guerra que aconteceu num futuro algo próximo, surgindo pelo meio uma rapariga com superpoderes que foram aproveitados por um grande governo de forma a utilizá-la como arma. Pelo meio conseguiram descobrir o segredo dos seus superpoderes e introduziram-no noutras raparigas que foram também utilizadas como militares na tal guerra. Mas eis que a paz voltou e por algum motivo a rapariga original com os super-poderes decide-se revoltar devido aos maus tratos que recebeu e começa um enorme conflito, levando as suas “filhas” a andarem à batatada umas com as outras também. Nothing to see here, move along.

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Este jogo só tem lutadoras… cada uma com os seus “atributos”.

A nível de modos de jogo este é também um jogo simples, com apenas um modo “arcade” para um jogador e um versus para 2 jogadores de forma local. Apesar de eu não lhe ir dar uso nenhum, penso que um modo online nesta altura do campeonato também seria agradável. De resto não posso prestar grandes comentários nas mecânicas de jogo pois esse não é o meu forte. Essencialmente escolhemos uma lutadora e outra menina mais novita para servir de assist em alguns golpes especiais. Cada personagem tem algumas armas e golpes especiais, combos e afins, mas como eu não costumo ser grande perito neste tipo de jogos, peço desculpa, mas não me vou alongar mais no tema. Digo apenas que jogar este género de videojogos no teclado é uma chatice, mas felizmente o mesmo tem suporte ao gamepad.

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Para além da lutadora principal, também podemos escolher por uma menina como suporte.

Graficamente é um jogo bonitinho, com sprites grandinhas, bem detalhadas, com lutadoras bem distintas entre si, arenas também com um bom nível de detalhe e vários efeitos gráficos eye candy nos golpes especiais, como manda a lei num jogo de luta 2D. As músicas não me ficaram na memória e o voice acting não é nada do outro mundo, consistindo apenas em vozes irritantes de meninas em japonês. Mas há quem goste, e muito, o que não é o meu caso.

Resumindo, Vanguard Princess é um bonitinho jogo de luta em 2D. Irá certamente entreter os fãs de jogos do género nem que seja por um par de horas, ou todos os outros mais pervertidos que apenas querem ver as meninas em movimento. De resto peca na minha opinião pela falta de mais modos de jogo.

Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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