Ultimate Mortal Kombat 3 (Sega Mega Drive e Sega Saturn)

Ultimate Mortal Kombat 3

Hoje é dia de artigo duplo, mas mesmo sendo duplo será na mesma uma “rapidinha” pois o jogo que trago cá hoje é nada mais que um update a um outro jogo ja aqui analisado, o Mortal Kombat 3, embora para uma outra plataforma. Assim sendo este artigo vai-se insidir mais nas diferenças entre o Mortal Kombat 3 normal e este update, bem como as diferenças entre as versões Mega Drive e Sega Saturn. Ora a versão Mega Drive deste UMK3 chegou-me à colecção algures no ano passado, tendo-me sido vendida a um preço muito simpático por um amigo de infância. Já a versão Saturn custou-me 7€ salvo erro, na feira da Ladra em Lisboa, embora esta não traga manuais.

Jogo com caixa e manuais

Apesar de o Mortal Kombat 3 ter saído originalmente em 1995 para Arcades, a Midway basicamente decidiu de dar uma de Capcom e os seus Super Street Fighter II Hyper Fighting Megamix e no mesmo ano lançou igualmente para as arcades um update do Mortal Kombat 3, remendando algumas queixas que os jogadores tiveram com o jogo original. Para além de um melhor balanceamento de alguns lutadores, introduziram de novo uma data de lutadores favoritos que falharam o jogo anterior, tal como os ninjas Scorpion, Reptile e o Subzero original, ou outros como Mileena e Kitana, bem como mais uma ou outra palette swap dos ninjas – Ermac e Rain por exemplo. O jogo introduziu também um novo nível de dificuldade acrescido, onde regressam as Endurance Battles que podem ir até combater contra 3 inimigos consecutivamente.

Ultimate Mortal Kombat 3 - Sega Saturn
Jogo com caixa

Falando na versão Mega Drive, o jogo herda os mesmos controlos e mecânicas do Mortal Kombat 3, exceptuando uma ou outra questão. A nível de lutadores Sheeva deixou de estar disponível para ser jogada, alegadamente por falta de memória no cartucho. Em seu lugar introduziram as tais palette swaps dos ninjas masculinos – Rain e Noob Saibot são personagens jogáveis exclusivas desta versão do UMK3 (e da versão SNES também). Alguns golpes especiais e fatalities foram modificadas e nesta versão do jogo não existem as animalities, que são uns finishing moves que podem ser desencadeadas após um mercy (onde temos piedade do nosso oponente e damos-lhe mais um pouco de vida para lutar mais um pouco). Nas animalities os lutadores se transformam num animal e acabam com o adversário de formas sempre fofinhas. Mas em lugar das animalities entraram as brutalities, uns combos brutais que acabam por desfazer o oponente em pedacinhos. De resto as babalities e friendships continuam no jogo, embora mais uma vez algumas não sejam idênticas à versão arcade.

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A presença de Reptile e Scorpion é obviamente mais que benvinda!

A versão Saturn deste jogo infelizmente não é um port directo da versão Arcade, mas sim do Mortal Kombat 3 que tinha saído para a Playstation anteriormente e não para a consola da Sega. Por sua vez, este UMK3 não saiu na 32bit da Sony – que confusão! Mas obviamente que inclui também os extras desta versão Ultimate, nomeadamente os novos lutadores modos de jogo e graus de dificuldade, embora não inclua as brutalities e os lutadores exclusivos Mega Drive/SNES. Apesar de herdar várias coisas da versão PS1 do MK3, nomeadamente menus e afins, a jogabilidade e os próprios gráficos são naturalmente bem mais próximos da versão arcade que a versão 16bit. Infelizmente acho que tem um grande problema: os tempos de loading. Mesmo quando tentamos desempenhar uma fatality, temos sempre um delay de poucos segundos, o que estraga um pouco a coisa. As músicas são no formato red-book, pelo que têm muito mais qualidade que as mesmas nas versões 16-bit e afins. No entanto, as músicas das arenas estão trocadas com a versão original.

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Sim, a Eurocom nem se deu ao trabalho de trocar o logotipo deste ecrã (versão saturn).

A versão Mega Drive naturalmente não tem o poder técnico de ter os melhores gráficos ou som, até que muitos dos voice-samples presentes na versão arcade tiveram de ser cortados. E isso até que é natural, visto que os cartuchos têm uma capacidade de armazenamento muito limitada e este jogo, apesar de possuir várias palette swaps em lutadores (óbvio que me estou a referir aos ninjas masculinos e femininos), tem um alinhamento de lutadores gigante. Ainda assim, mesmo sem os animalities e Sheeva, continuo a preferir esta versão à de Saturn. O facto de não ter loadings torna o jogo bem mais fluído, e ter de esperar vários segundos só para fazer uma fatality tira a pica toda.

Naturalmente este jogo também faz parte da colectânea Mortal Kombat Arcade Kollection, que por acaso também a tenho na colecção digital e um dia talvez também lhe escreva uma rapidinha. Nessa colectânea encontramos uma conversão practicamente perfeita da arcade, pelo que seria a versão definitiva a comprar deste jogo. Ainda assim, a Midway não achou que este UMK3 fosse suficiente e no ano de 1996 lançaram mais um update ao update, com o Mortal Kombat Trilogy. Mas isso ficará para um eventual post futuro.

Exhumed (Sega Saturn)

198331_58655_frontE porque artigos sobre a Sega Saturn nunca são demais, aqui fica mais um, desta vez dedicado ao Exhumed, um First Person Shooter com várias curiosidades por detrás do seu desenvolvimento. Exhumed, conhecido nos Estados Unidos como Powerslave, uma nítida referência ao meu álbum favorito dos Iron Maiden que por sua vez também possui influências egípcias na sua capa, começou por ser um dos 4 jogos que a 3D Realms estava a preparar com o seu motor gráfico Build. Desses 4 jogos, apenas Duke Nukem 3D e Shadow Warrior acabaram por sair com o selo da 3D Realms, com Blood a ser finalizado pela Monolith e este Exhumed pela Lobotomy Software. As versões PC e consolas deste jogo são também bastante diferentes entre si, com essas diferenças descritas em maior detalhe nos parágrafos seguintes. A minha cópia do jogo veio-me parar às mãos algures entre 2010 e 2011, tendo sido comprada no ebay UK por uma quantia não superior a 7€. Está completo e em bom estado.

Exhumed - Sega Saturn
Jogo completo com caixa e manual. Sou o único que acha esta uma das melhores capas da Saturn? Bem melhor que aquela coisa americana pelo menos

A história é o cliché do costume, uma qualquer civilização alienígena ou sobrenatural invade o planeta e cabe apenas ao herói para a derrotar e salvar a raça humana. Neste caso foi a cidade de Karnak no Egipto, e foi mesmo uma civilização extraterrestre de nome Kilmaat que escravizou a raça humana em Karnak, revivendo cadáveres e mumificando os sobreviventes. Por alguma razão que eu não consegui entender bem na altura, esses senhores estavam também a tentar reviver o grande Faraó Ramses, cujo espírito nos vai auxiliando ao longo do jogo, dando dicas dos próximos passos a seguir.

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Ramses vai-nos dando algumas dicas no final de alguns níveis

Apesar de possuir uma história cliché, a versão para consolas deste jogo possui uma série de mecânicas de jogabilidade bastante interessantes para a altura, ao oferecer um progresso não linear, obrigando o jogador a revisitar níveis antigos após obter novas habilidades para alcançar zonas que antes eram inacessíveis. Algo como um Metroid Prime, muito antes de este ter sido lançado. Os níveis vão-se tornando cada vez mais labirínticos com o progresso no jogo, e com os artefactos que vamos descobrindo, ganhamos poderes de levitação, saltos maiores, ou a capacidade de caminhar sobre lava que nos vai dando a possibilidade de descobrir novos caminhos ou mesmo “saídas” para outros níveis. O ecrã de escolha de níveis é algo do género do que foi feito em Super Mario World, onde podemos percorrer um mapa e jogar os níveis desbloqueados. O processo de savegame é feito na entrada/saída dos mesmos níveis, ao interagir com um camelo, dando a entender que é esse mesmo bicho que nos transporta de um nível para o seguinte. Mas o que achei mesmo fora do comum é o sistema de munições universais. Exhumed contém um vasto arsenal, desde a machete inicial, o tradicional revólver e a metralhadora, passando para armas mágicas com a temática egípcia. Mas todas essas armas têm algo de comum: a munição, que toma a forma de orbs azuis. Ao destruir potes de cerâmica ou matar inimigos, muitas vezes deixam ficar orbs azuis e vermelhas. As vermelhas servem para regenerar a nossa vida, já as azuis servem para aumentar o stock de munição da arma que tivermos equipada no momento. Isto é uma estratégia algo estranha, que de uma certa forma estraga um pouco o conceito de poupar munições de uma certa arma. Mas voltando para a vida, tal como os Metroids aqui também podemos coleccionar o equivalente aos “Energy Tanks”, que adicionam uma nova barra de vida por cada um que coleccionemos.

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Como não poderia deixar de ser, os inimigos têm todos uma temática egípcia

A título de curiosidade, a versão PC do jogo, tendo saído para o mercado até depois desta da Sega Saturn apresenta diferentes mecânicas de jogo: todas as armas possuem munições diferentes, os níveis estão divididos por checkpoints, com um save automático no final de cada nível. Os power-ups existentes na versão de Sega Saturn (por exemplo a levitação, desbloqueada ao descobrir um determinado artefacto) existem na versão PC (e mais alguns como a tocha para iluminar zonas escuras) como feitiços, utilizando por sua vez uma barra de mana cada vez que sejam utilizados. Por sua vez os níveis são também mais lineares, apesar de ser possível re-jogar níveis anteriores na mesma.

Graficamente era um jogo que eu achei bem competente para a altura em que foi lançado e principalmente para a plataforma cujo hardware complexo complicava bastante a vida de quem tinha de lhe programar. Tal como referi no primeiro parágrafo, a versão para PC utiliza uma versão do motor gráfico Build, de Ken Silverman, que ainda apresenta os inimigos no formato de sprites, e tem algumas dificuldades em introduzir salas em cima de salas no mesmo mapa. A versão Saturn (e posteriormente a de Playstation também) foi desenvolvida com um motor gráfico proprietário da Lobotomy, chamado Slavedriver. Ora embora o PC permita jogar com resoluções maiores, este motor gráfico parece-me muito melhor, na medida em que os níveis surgem com um texturas mais realistas e efeitos de iluminação bem superiores aos que a Build nos proporcionou. Para não dizer que o jogo é também bastante fluído. Escusado será dizer que este foi um trabalho notável por parte da Lobotomy Software, tirando bastante bem proveito do hardware da Sega Saturn para apresentar este jogo com um 3D bastante detalhado para a época. Este motor gráfico foi posteriormente utilizado para converter Duke Nukem 3D e Quake para a Sega Saturn, ambos com óptimos resultados. A música essa não poderia deixar de ter influências egípcias, indo desde faixas mais ambientais até música mais épica. Os efeitos sonoros também são OK, não se esperaria muito melhor nessa época.

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Excelentes efeitos de luzes para a época e especialmente para uma Sega Saturn

Existe também um mini-jogo do Death Tank para se desbloquear, uma espécie de clone de Worms, mas com tanques. Infelizmente não cheguei a verificar se esse mini-jogo está apenas disponível na versão americana do jogo (Powerslave), ou nesta também. Concluindo, Exhumed é um óptimo FPS para a biblioteca da Sega Saturn, mostrando a todo o mundo que mesmo tendo sido necessário utilizar magia negra, a Sega Saturn tem capacidades 3D que rivalizam sem problemas com a Playstation. Não deixa também de ser curioso as diferenças existentes nas 3 versões, sendo mais gritantes quando comparamos a versão PC e a de ambas as consolas.

Virtua Fighter Remix (Sega Saturn)

Virtua Fighter Remix JapMais um curto artigo da série Virtua Fighter, desta vez ao Virtua Fighter Remix, um jogo com um background interessante, na medida em que é uma conversão melhorada do primeiro Virtua Fighter que saiu para a Sega Saturn. Esta é também a primeira análise que faço a um jogo cuja versão que possuo é a japonesa, e durante uns tempos será também a última, pois todos os outros imports japoneses da Sega Saturn que possuo são RPGs e só os jogarei assim que existir um patch de tradução disponível. Este jogo teve entrada na minha colecção muito recentemente, após ter sido comprado a um particular por 6€. Está em bom estado, faltando-lhe unicamente a spinecard, que tenha conhecimento.

Virtua Fighter Remix - Sega Saturn
Jogo com caixa e manual – versão japonesa, com o melhor artwork dos 3 mercados

EDIT: Eventualmente lá arranjei uma versão europeia, mais concretamente a edição que vem em caixa de cartão. Custou-me 18€ a um particular. Infelizmente falta-lhe o manual.

Jogo com sleeve de cartão, caixa, e cd bónus

Falando um pouco mais do jogo, há que voltar às origens do Virtua Fighter para a Sega Saturn. A consola foi lançada nos finais de 1994 no Japão, com o Virtua Fighter ser o grande jogo de destaque, tendo sido practicamente comprado junto de cada Sega Saturn. Infelizmente o jogo foi demasiado apressado para o lançamento resultando numa conversão algo pobre para a consola da Sega, face ao original. Nos Estados Unidos e Europa o problema foi semelhante, com a agravante de na E3 de 1995 Sega ter anunciado contra todas as previsões que a consola não iria sair em Setembro, mas logo no próprio dia em pleno Maio. Isto apanhou toda a gente de surpresa, inclusivamente os outros publishers que não conseguiram lançar nada para Saturn até à data original de lançamento. Mais uma vez o Virtua Fighter foi jogo de lançamento com o mesmo port apressado sem nenhuma melhoria. Como forma de se emendar, e também para criar hype para o lançamento do  Virtua Fighter 2 para a Sega Saturn, este Remix foi lançado, onde os visuais do jogo foram melhorados, e vários bugs corrigidos. Virtua Fighter Remix é assim o jogo que deveria ter sido lançado em primeiro lugar.

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Ver os lutadores com texturas é um bónus que nem a versão arcade original possui

Existem vários lançamentos deste jogo, sendo o meu o japonês que possui um artwork bem mais do meu agrado que os lançamentos americano (com artwork de uma comic Virtua Fighter que pelos vistos saiu por lá com o selo da Marvel) e europeu, com as capas a retirar o artwork directamente dos modelos do jogo. Nos Estados Unidos o jogo até chegou a ser distribuido gratuitamente pelos donos de Sega Saturn que tinham registado as suas consolas. Na europa existem pelo menos 3 versões diferentes do mesmo jogo, sendo que pelo menos a original inclui uma série de CGs  sobre os diversos personagens do jogo, algo que tinha sido lançado originalmente no mercado japonês, com um lançamento para cada personagem do jogo “os chamados CG Portraits”. Virtua Fighter Remix apresenta contudo os mesmos modos de jogo do lançamento original, ou seja, o modo Arcade e VS, no entanto corrige vários bugs do lançamento original e inclui uma série de novos movimentos para os lutadores.

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O Ryu e Ken desta série

Mas é mesmo no aspecto visual que se nota uma grande diferença neste jogo. Embora não chegue ao nível do Virtua Fighter 2 na Sega Saturn e tecnicamente falando, em número brutos de polígonos ainda seja inferior ao próprio Virtua Fighter 1 na Arcade – nesse os lutadores ainda tinham dedos separados, ainda assim neste Remix todos os lutadores sofreram um upgrade no número de polígonos e mais importante, receberam texturas, o que lhes dá logo outro aspecto. A música é o tradicional da Sega desta altura, aquelas músicas sempre catchy que eu tanto gosto, como já tive a oportunidade de referir em vários artigos da SEGA para Saturn/Dreamcast ou até para outras plataformas mais recentes. Os efeitos sonoros são também o standard de Virtua Fighter, sempre aquela nostalgia a bater forte.

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Aqui nota-se bem que as mãos têm texturas, mas continuam um único bloco

Este jogo serviu posteriormente de base para a conversão do Virtua Fighter para Windows, intitulada apenas de Virtua Fighter PC. Para além de gráficos ainda mais detalhados e uma resolução maior, esta conversão é ainda mais completa, na medida em que inclui mais 3 modos de jogo: Ranking, team battle e watch. Mas isso será para um novo artigo, se eventualmente deitar as minhas mãos nesse jogo. Resumindo, Virtua Fighter Remix para a Sega Saturn é (quase) tudo o que a conversão do original para a Saturn deveria ter sido em primeiro lugar, pecando apenas por manter os mesmos modos de jogo. É sobretudo um grande facelift do VF1, melhorando o aspecto gráfico do jogo e corrigindo alguns problemas. É assim portanto a versão definitiva do primeiro Virtua Fighter para consolas, sendo obrigatório para qualquer fã de Sega Saturn e Virtua Fighter que se preze.

Enemy Zero (Sega Saturn)

Mais uma análise minha a um jogo da Sega Saturn que saiu na PUSHSTART deste mês (número 36). Obra do já falecido Kenji Eno da WARP, Enemy Zero é um jogo de terror com uma jogabilidade muito peculiar contra inimigos invisíveis, e também alguns elementos de aventura gráfica, com imensas cutscenes a torto e a direito. O jogo veio-me parar à colecção ainda neste ano, após uma visita à loja portuense Prameta, onde me custou 15€. Mesmo faltando a caixa de cartão exterior, achei um bom preço para este jogo único no catálogo da máquina de 32bit da Sega.

Enemy Zero - Sega Saturn
Jogo com vários discos, caixas e manual

O artigo em si pode ser consultado na revista, ou directamente no site da PUSHSTART. Sendo um artigo 4×4, recomendo vivamente a sua leitura, para saber também qual a opinião geral de 3 outros jogadores sobre o jogo.

Burning Rangers (Sega Saturn)

Na passada edição da PUSHSTART (nomeadamente a edição número 36), publiquei um artigo de um jogo que tenho o prazer de ter na minha colecção. Burning Rangers, um excelente jogo de acção para a Sega Saturn, produzido pela Sonic Team. É um dos cantos do cisne da plataforma 32bit da Sega, pelo menos no ocidente, onde foi uma das últimas pérolas desta consola a ter um lançamento por cá. A minha cópia chegou-me às mãos por intermédio da antiga loja SóJogos no Porto, que infelizmente já fechou. Foi adquirida por 10€, faltando-lhe o manual. Por uma qualquer diarreia mental decidi deixar lá ficar o Dragon Force (danificado) e o Swagman que por lá andavam ao mesmo preço. Oh well.

Burning Rangers - Sega Saturn
Jogo com caixa – manual procura-se

Sem mais demoras, convido todos à leitura do meu artigo no site da PUSHSTART. Podem consultá-lo mais especificamente aqui.