Tetris (Nintendo Gameboy)

Tetris - Nintendo GameboyPoderia escrever uma dissertação enorme sobre toda a história que Tetris passou desde a sua concepção em 1984 por Alexei Pajitnov em plena Guerra Fria, os conturbados franchisings e vendas de direitos para colocar o jogo nas arcadas, computadores, consolas e portáteis até à criação da The Tetris Company 12 depois de o jogo ser lançado, para que o seu criador pudesse finalmente receber algum carcanhol. Mas não, este será um artigo curto até porque toda a gente e os seus animais de estimação já jogaram este produto que é a melhor coisa que a União Soviética alguma vez concebeu. E este cartucho entrou na minha colecção algures durante o mês passado, tendo sido comprado na feira da Ladra em Lisboa por 2€.

Tetris - Nintendo Gameboy
Apenas o cartucho, infelizmente.

Essencialmente é um jogo em que controlamos vários tetrominós, que na verdade são blocos construídos por 4 quadrados que podem assumir várias formas, a cair num espaço fechado e o objectivo é construir linhas que preencham toda a largura desse mesmo espaço, fazendo a linha desaparecer e ganhar pontos com isso. A dificuldade vai sendo incrementada ao aumentarem gradualmente a velocidade e basta um dos quadrados ficar fora do “pote” que é gameover. Mas claro que isto vocês já sabiam.

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Não sei se o Alexei recebeu alguma coisa por cada cópia destas vendida, mas ao menos mencionaram o seu nome nesta versão.

E este Tetris tornou-se no jogo de lançamento da Nintendo Gameboy, o que acabou por fazer todo o sentido, pois se há plataformas em que um jogo como este faz sentido, são as consolas portáteis. Se não numa Gameboy, quem nunca teve ou jogou numa Brickmania ou noutro dos seus milhentos clones? É possivelmente o primeiro grande jogo casual da história e a sua influência em muitos outros jogos que lhe seguiram é bem notória. Coisas como Columns, Puyo Puyo, Bejeweled e até o infame Candy Crush Saga. Aqui, na versão multiplayer temos várias opções, que nos permitem desligar a opção de ver qual a peça que vem a seguir, ou começar o jogo já com alguns blocos aleatoriamente posicionados na área de jogo para aumentar a dificuldade. Mas para além disso, e esta é para mim a grande vantagem da versão Gameboy face a todas as Brickmanias que conheço, é a sua vertente multiplayer. Através de um cabo com o qual podemos ligar duas Gameboys entre si, é possivel jogar contra um amigo onde o objectivo é sobreviver mais tempo que o nosso oponente. À medida em que nos vamos safando bem, ao limpar algumas linhas consecutivas, adicionamos algumas linhas incompletas de blocos no fundo do ecrã do adversário, dificultando-lhe mais a vida.

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Tetris! What else?

Graficamente é um jogo bastante simples e sinceramente nem precisa de mais perlimpimpins para cumprir perfeitamente o seu papel. As músicas são bastante variadas, com o jogo a oferecer aos nossos ouvidos uma panóplia de adaptações de obras de música clássica no estilo 8bit, mas também outras faixas mais “videojogos”. Creio que muita gente ainda as sabe de cor, com tantas horas a ouvi-las.

Resumindo, Tetris é um dos maiores clássicos de sempre da história dos videjogos e apesar de ao longo dos anos terem surgido imensas variações da mesma fórmula, mesmo em jogos com o nome “Tetris” lá metido no meio, para muitos é esta a versão que guardam com mais nostalgia e eu não sou uma excepção.

Mickey’s Dangerous Chase (Nintendo Gameboy)

Mickey's Dangerous ChaseContinuando com as rapidinhas que infelizmente o tempo não dá para mais, com uma nova análise a um jogo da Gameboy clássica que apenas tenho o seu cartucho. Mickey’s Dangerous Chase é mais um jogo do rato mais conhecido da Disney cujo desenvolvimento ficou a cargo da empresa japonesa Capcom que também acabou por desenvolver para a SNES 3 jogos “Disney’s Magical Quest”. E este cartucho entrou na minha colecção no mês anterior, após ter sido comprado na feira da Ladra em Lisboa por 2€.4

Mickey's Dangerous Chase - Nintendo Gameboy
Apenas cartucho.

O conceito é simples. Mickey ia oferecer à sua namorada Minnie um presente, que acabou por ser roubado pelo vilão Bafo-de-Onça. Ao longo do resto do jogo iremos perseguir Bafo ao longo de vários níveis, daí o jogo também se chamar “Dangerous Chase”. As mecânicas de jogo são as de um simples jogo de plataformas, se bem que para Mickey (ou Minnie) para atacarem os inimigos precisam de pegar numas caixas quadradas (que também podem servir de plataformas) e atirar-lhas em cima. Espalhados pelos níveis teremos também vários pick-ups. Alguns restabelecem a nossa energia (temos 3 corações para gastar por vida), outros dão-nos invencibilidade temporária, as estrelas são os coleccionáveis que a cada 100 que são apanhados ganhamos também uma vida nova. Para além desses existem ainda umas esferas cinzentas que geralmente estão um pouco mais escondidas, existindo umas 4 por nível. Se as apanharmos às quatro ganhamos uma vida extra.

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Por vezes temos direito a simples cutscenes destas

O jogo está dividido em várias zonas, tanto urbanas, como mais industriais ou naturais. Cada uma dessas zonas tem uns 4 níveis sendo que o último de cada consiste sempre numa espécie de transição, em que temos de conduzir um veículo e perseguir o Bafo-de-Onça. Podemos conduzir barcos, subir balões ou descer os céus nas costas de abutres, entre outros. No geral é um jogo de plataformas competente a nível de mecânicas de jogo e dos seus controlos. Graficamente não esperem por nada do outro mundo, pos a Gameboy original nunca primou pelos seus pormenores técnicos. Os gráficos são simples, em especial os backgrounds, mas não são maus de todo, até porque é suposto serem jogados num ecrã pequeno. As músicas não são más e em relação aos efeitos sonoros não tenho nada a dizer.

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Estes são os blocos quadrados que podemos atirar aos adversários

No geral é como já referi. Para os fãs de jogos da Disney ou de plataformas no geral, este Mickey’s Dangerous Chase não é um mau jogo de todo. A sua simplicidade faz parte de ser um jogo de 1991, numa fase ainda relativamente cedo do ciclo de vida da plataforma e os grandes estúdios ainda estavam a aperfeiçoar a fórmula do que um bom jogo portátil deverá ser.

Super Mario Kart Double Dash (Nintendo Gamecube)

MK DDApós uma breve análise a um clone foleiro de Mario Kart, é tempo de irmos para o real deal. Mario Kart Double Dash, lançado originalmente em 2003 para a Nintendo Gamecube é o único jogo da série nessa consola e apresenta um pormenor diferente de todos os outros: o facto de se partilhar um kart com 2 personagens ao mesmo tempo. Esta minha cópia do jogo foi adquirida algures no verão de 2013 na Cash Converters de Alfragide, custando-me 5€. É uma edição especial que traz o The Legend of Zelda Collector’s Edition, uma compilação dos Zeldas de NES e Nintendo 64, que saiu num bundle específico da Gamecube com o Mario Kart e essa compilação. Visto eu já ter a compilação Zelda em standalone, posso desde já afirmar que estou disposto a trocar esta minha versão deste jogo pelo Mario Kart DD normal mais um outro jogo de Gamecube incomum que me falte na colecção, como o Viewtiful Joe 2 ou o Pikmin 2, por exemplo. Claro que se preferirem incluir um Fire Emblem ou Paper Mario 2 também não me oponho!! Fico aberto a propostas.

Mario Kart Double Dash - Nintendo Gamecube
Jogo com caixa, manual, papelada e a compilação Zelda CE de bónus.

A ideia de ter 2 personagens por Kart consiste em ter uma a conduzir e a outra simplesmente a usar os items que vamos apanhando ao longo do circuito. Sinceramente não vejo grande vantagem nisso a não ser permitr jogar cooperativamente (2 jogadores por kart) em diversos modos de jogo. Talvez por isso tal ideia não tenha sido aproveitada novamente. De qualquer das formas, os modos de jogo são os típicos de um Mario Kart. Temos o Grand Prix, dividido em 3 classes de motores (50cc, 100cc e 150cc) que representam os níveis de dificuldade easy, normal e hard. Dentro de cada categoria temos vários tipos de campeonato com diferentes circuitos e dificuldade, a Mushroom Cup, Flower Cup e Star Cup. Posteriormente, à medida em que vamos vencendo os campeonatos nas diferentes modalidades, mais conteúdo será desbloqueado, desde novos karts, personagens, circuitos extra para outros modos de jogo, bem como a Special Cup, onde a mítica Rainbow Road se insere e um nível de dificuldade acrescido, o Mirror Mode, permitindo jogar todas as Cups com os circuitos espelhados. E ainda conseguimos ter a All-Cup Tour, que consiste em jogar os 16 circuitos de todas as Cups de uma só assentada. Conteúdo desbloqueável é o que não falta neste jogo.

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Mais uma vez os power slides a serem a chave para as curvas apertadas

Para além do Grand Prix, temos ainda o Time Trial, um modo de jogo exclusivo para single player, que como o próprio nome indica consiste em obter o melhor tempo possível num determinado circuito. Depois temos os Versus e Battle, que são mais focados na jogatana multiplayer, algo que a Nintendo sempre fez muito bem com esta série. O versus dispensa apresentações, é um modo de jogo em que podemos correr competitivamente e/ou cooperativamente (usando 2 jogadores por kart) até 4 jogadores e o objectivo é chegar ao final em primeiro lugar. Claro que aqui o uso de itens como as shells torna-se cada vez mais caótico ao ponto de até destruir amizades ou partir para a porrada (ok isto foi exagerado). O modo Battle divide-se em 3 vertentes: Shine Thief, Balloon Battle e Bob-omb Blast. Os dois últimos são uma espécie de deathmatch sobre rodas, deathmatch à Nintendo, diga-se. No dos balões, cada Kart possui vários balões acoplados e o objectivo é rebentar (ou roubar) os balões dos adversários, já no outro, o objectivo é mesmo destruir os adversários atirando-lhes com bombas. O Shine Thief é uma espécie de Capture the flag sem bases, o objectivo é apanhar uma estrela e mantê-la na sua posse o máximo possível. Neste modo os circuitos são pensados como arenas e um deles até é uma Gamecube gigante! De resto contem com circuitos bem doidos como de costume, com vários obstáculos pela frente como buracos, outros abismos nas bermas do circuito, bolas de fogo a voarem por todo o lado, blocos de gelo que nos congelam por uns segundos e por aí fora. A jogabilidade no geral é óptima e se perdemos uma corrida apenas nos podemos culpar a nós próprios (e o #%$#& que usou uma blue shell nos últimos instantes).

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Como é de esperar, os gráficos são bastante coloridos e os circuitos bem diversificados

Convém também referir que este é dos poucos jogos da Nintendo que dão uso de forma oficial ao Broadband Adaptor, permitindo jogar multiplayer em LAN, para um total de até 8 jogadores em simultâneo, sendo para isso necessário ligar as Gamecube a um HUB, ou 2 gamecubes com 4 jogadores cada simplesmente ligadas com um cabo RJ-45 cruzado. Este é um dos pouquíssimos jogos da Nintendo que o permitem nesta consola, a par do Kirby Air Ride e 1080º Avalanche. É uma pena que apesar de a Nintendo ter lançado oficialmente junto com a consola um modem e um adaptador BBA, não tenha dado a mínima atenção ao online, enquanto que na Dreamcast já tinha sido uma grande aposta, a Xbox também apostou em força e a Sony não se deixou ficar propriamente parada. Os típicos jogos da Nintendo sempre tiveram um multiplayer muito forte e teriam tudo para dar certo com o online, mas a Nintendo ainda hoje não acertou bem a coisa. É verdade que existe software que emula uma ligação LAN pela internet, permitindo jogar estes jogos de uma forma verdadeiramente online, mas teria sido muito melhor se fosse algo oficial.

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Existem aqui alguns items especiais que apenas podem ser utilizados por certos pares, como Mario e Luigi neste caso

Mas entrando nos detalhes do audiovisual, devo dizer que este é um jogo bastante colorido como habitual, e bem detalhado dentro do que a consola é capaz de fazer. Contem com vários circuitos temáticos, muitas vezes alusivos às personagens do jogo. Coisas como vários locais familiares do Mushroom Kingdom ou as selvas do Donkey Kong estão aqui presentes. As músicas são também bastante variadas nos seus géneros musicais e agradáveis ao ouvido, como seria de esperar. Os efeitos sonoros são OK, nada de especial e esperem pelas típicas vozes fininhas das personagens da Nintendo.

Mario Kart Double Dash, apesar de possuir esta estranha mecânica de jogo com 2 personagens a partilharem o mesmo Kart, não deixa de ser um jogo muito divertido de se jogar e com uma vertente multiplayer muito forte, algo que é imagem de marca da série logo desde o primeiro jogo na Super Nintendo.

Halloween Racer (Nintendo Gameboy Color)

Halloween RacerIndo agora para mais uma rapidinha que infelizmente o tempo também não dá para muito mais. Long story short, este é um budget title que tenta imitar o Mario Kart, mas com a temática de Halloween, onde cada personagem/corredor é um monstro/bruxa/etc e os circuitos e música são igualmente obscuros. Infelizmente o resultado final não é o melhor. E este jogo entrou na minha colecção há alguns anos atrás, na verdade era um jogo da minha irmã que foi trocado por uns livros meus.

Halloween Racer - Nintendo Gameboy Color
Jogo completo com caixa, manual e papelada

Tal como referi acima, a jogabilidade vai notoriamente buscar influências aos Super Mario Karts, mas infelizmente a sua execução não é a melhor.  Dispomos de 2 modos de jogo, um campeonato, cujo pode ser jogado em vários graus de dificuldade e um outro “Practice” para conhecer e treinar os circuitos. Inicialmente dispomos de 3 personagens a escolher e depois partimos para as corridas. Ao longo dos circuitos vamos vendo vários objectos. Uns como os raios dão-nos um boost extra de velocidade, se bem que apenas temporariamente, outros servem apenas para nos atrapalhar, como pequenos tornados que nos atiram fora dos circuitos ou teias de aranha que nos abrandam. Já outros itens dão-nos apenas mais pontos. Essencialmente Halloween Racer é isto, com outros circuitos a serem desbloqueados se conseguirmos chegar em primeiro lugar no circuito actual.

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Temos também um countdown ao longo da corrida. Se chegar a zero, as consequências são previsíveis.

Graficamente não há muito a apontar, a não ser dizer que é um jogo medíocre. Para ser sincero, nunca fui um grande fã da Gameboy Color, acho mesmo que as suas capacidades a nível gráfico sempre ficaram um pouco atrás da própria Game Gear que tinha saído no início da década de 90. É óbvio que há excepções, mas no geral sempre achei os jogos de GG mais coloridos. E estes são bastante deprimentes devido a serem bastante escuros, mas afinal este é um jogo de Halloween. As músicas também têm melodias mais “spooky” alusivas a essa quadra festiva, mas são dispensáveis e os efeitos sonoros também não são nada por aí além. Em suma este é um low-budget title, e apesar de não ser o pior jogo de sempre também não é nada de memorável. Daqueles que só recomendo mesmo aos mais ávidos coleccionadores de Gameboy, ou caso venha junto em algum bundle com algo melhor. Ah, e o jogo tem também a língua portuguesa como seleccionável, para quem se puder interessar por isso.

Wii Sports (Nintendo Wii)

Wii SportsJá há algum tempo que comprei a minha Nintendo Wii sem ainda ter escrito nenhum artigo sobre a consola. A verdade é que por muito que eu goste da Nintendo, todo o conceito de motion controls não me agradam particularmente, ainda por cima quando o próprio Wiimote é bastante desconfortável. Sendo assim, apesar de já ter alguns excelentes jogos para a consola, a maior parte das vezes acabo por preferir voltar ao meu fiel companheiro PC ou alguma das consolas para jogatina mais “directa”. De qualquer das formas já era tempo de escrever algo sobre esta consola e porque não uma rapidinha ao jogo que colocou a Wii no mapa? Tal como a maioria dos donos da Wii, este jogo veio em bundle com a própria consola, entrando na minha colecção assim que a comprei há alguns meses atrás na cash converters do Porto.

Wii Sports - Nintendo Wii
Jogo em caixa de cartão mais manual e papelada.

Apesar de não ser de longe um jogo que me agrade particularmente, Wii Sports é um produto em que fazia todo o sentido ter sido incluído juntamente com as consolas, pois mostrava exactamente quais as “revoluções” de gameplay que a Wii oferecia, e sendo também um óptimo chamariz para conquistar o público casual, que a Nintento tanto assediou desde 2006. Nesse sentido, de um ponto de vista meramente de marketing, Wii Sports fazia todo o sentido em sair como pack in juntamente da consola, sendo uma óptima escolha de um videojogo para reunir a família ou para ser jogado em eventos sociais, sendo que nesses últimos eu prefiro sempre beber umas cervejas a fazer figuras tristes, mas isso sou só eu.

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Os vários modos de jogo existentes

Wii Sports é um conjunto de 5 simples simulações desportivas: Ténis, Basebol (esse desporto tão apreciado por nós meros europeus), bowling, golf e boxe. Cada um destes desportos tira partido do acelerómtro incutido no Wiimote, cujo não tem tanta precisão como o Motion Plus, mas ainda assim serve bem para o efeito. Existem modos de treino onde podemos praticar cada movimento requerido por cada desporto, os vários tipos de raquetadas, tacadas de golfe e por aí fora, para depois que possamos ser um show-off perante os avós que vêm a casa pelo Natal e acham piada à coisa. Cada modalidade exige que deixemos o wiimote numas posições específicas, de forma a melhor simular a modalidade. Sinceramente a única em que até achei alguma piada é o boxe, o esquema de ataque e defesa pareceu-me divertido. Mas como todos os outros jogos que exigem muitos movimentos, acaba por se tornar algo cansativo. De resto temos várias modalidades de single player e multiplayer, algumas até 4 jogadores, onde podemos também integrar os Miis que criamos. Mais uma vez parece-me uma óptima ideia para um jogo casual ou mais de “party” mas para mim não me diz grande coisa, até porque os Miis da Wii não oferecem assim tantas hipóteses de customização.

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Visualmente tem um aspecto muito clean e que até lhe fica bem

Visualmente é um título bastante simples, mas eficaz. Suporta progressive scan como alguns jogos da Gamecube e possui relvados até que bem bonitinhos e com efeitos de luz no geral. Mas mais que isso não esperem, pois é um jogo super simples, e o mesmo pode ser dito para as músicas e efeitos sonoros no geral.

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Nem precisas de me avisar duas vezes.

Para mim Wii Sports é um jogo que faz todo o sentido no âmbito do público alvo que a Nintendo procurou alcançar quando lançou a Wii. Tenho vários amigos que compraram uma Wii justamente devido a jogos casuais deste género e a Nintendo acertou na mouche ao incluir este Wii Sports como bundle, servindo de uma demo técnica avançada a mostrar o que o Wiimote seria capaz de fazer. No entanto, para mim continua a ser um título que pouco me diz.