Call of Duty Modern Warfare 3 (PC)

Voltando às rapidinhas no PC, ficamos agora com mais um Call of Duty, desta vez para o terceiro capítulo da sub-série Modern Warfare, lançada originalmente em no final de 2011 pelos veteranos da Infinity Ward. Já o meu exemplar, lembro-me de o ter comprado no Jumbo de Alfragide, algures em Abril de 2013, por 15€. Ah, bons tempos onde ainda se encontravam os jogos AAA em formato físico para PC em qualquer esquina. É que eram sempre os primeiros a cair de preço!

Jogo com caixa e manual

A história continua os eventos retratados nos dois Modern Warfare lançados anteriormente, onde os E.U.A. e a Rússia tinham entrado em guerra, cujo conflito foi orquestrado por uma rede terrorista liderada por Vladimir Makarov. Então a narrativa vai-se focar em duas frentes principais: o confronto contra as forças Russas em solo norte-americano e Europeu, bem como uma série de operações mais furtivas no encalço de Makarov, lideradas pelos membros sobreviventes da Task Force 141, Soap, Yuri e o badass Captain Price.

A campanha traz de volta algumas caras conhecidas dos MW anteriores

Portanto, no que diz respeito à campanha single player, que devo dizer que é bem curtinha, vamos tendo diversas missões com objectivos distintos, desde reconquistar posições estratégicas, sabotar/destruir estruturas inimigas, ou operações mais furtivas onde é imperativo passarmos despercebidos. Tal como nos Call of Duty anteriores, apenas podemos equipar 2 armas de cada vez e a vida é regenerativa. Ocasionalmente poderemos utilizar outro tipo de equipamento, como comandar drones de suporte, ou indicar posições inimigas para serem alvo de artilharia. Quando temos de ir desbravando terrendo sob fogo inimigo, a fórmula é sempre a mesma: ir limpando as ruas de soldados inimigos e avançar lentamente. À medida que o vamos fazendo, as nossas forças também nos vão acompanhando e conquistam essas posições aos poucos, precavendo que os inimigos as ocupem novamente.

O conflito é levado até vários países Europeus,incluido a França e sua capital

De resto, para além da campanha single player (já disse que esta é bastante curta?) temos o modo multiplayer que, no caso dos Call of Duty, é sempre aquele que acaba por agarrar mais os seu público alvo. Mas não foi o meu caso, pelo que não me posso alongar. Temos modos cooperativos e competitivos, onde nos primeiros temos o regresso dos Special Ops, pequenas missões cooperativas e o modo Survival, onde teremos de defender a nossa posição face a ondas inimigas cada vez mais numerosas. Depois lá temos o multiplayer competitivo, que é certamente o que os fãs de Call of Duty gastam mais tempo. Não é o meu caso pois tenho muito mais para jogar, pelo que não vale a pena estar a escrever de algo que nem sequer experimentei.

Como seria de esperar, o jogo possui uma fortíssima componente multiplayer, que eu acabei por não explorar

A nível audiovisual, nada de especial a apontar. É um jogo que apresenta cenários variados, desde paisagens urbanas em Nova Iorque, Paris ou Berlim, bem como aldeias remotas em África ou outros locais mais invulgares, como uma missão a bordo do avião presidencial Russo. Graficamente não esperem por grandes melhorias face aos jogos anteriores pois o motor gráfico é practicamente o mesmo. Há alguns pequenos melhoramentos visuais, como alguma geometria adicional nos cenários. Os personagens e suas expressões faciais pareceram-me mais bem conseguidas também. De resto, no que diz respeito ao voice acting e som no geral, nesse campo a série sempre foi excelente e aqui não tenho nada a apontar.

Portanto para este Call of Duty Modern Warfare 3, tenho de o analisar apenas pela sua campanha single player, que já na altura não era de todo o factor mais importante para a maioria dos seus fãs. E a sua campanha, apesar de competente e variada, é extremamente curta. Demorei cerca de 5h a passar a campanha num nível de dificuldade médio, e ainda tive algumas pausas pelo meio para alguns telefonemas mais longos. Mas a jogabilidade é sólida e claro, para quem gosta de jogos multiplayer, certamente que encontrou aqui muitas horas de divertimento. No meu caso não justificaria o full price.

Sobre cyberquake

Nascido e criado na Maia, Porto, tenho um enorme gosto pela Sega e Nintendo old-school, tendo marcado fortemente o meu percurso pelos videojogos desde o início dos anos 90. Fã de música, desde Miles Davis, até Napalm Death, embora a vertente rock/metal seja bem mais acentuada.
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