Time Crisis II (Sony Playstation 2)

Time Crisis IIPara não variar, o artigo de hoje será mais uma rapidinha, desta vez a mais um light gun shooter para a Playstation 2. Na primeira playstation, o Time Crisis original é muito provavelmente o light gun shooter mais famoso dessa plataforma. A sua sequela directa foi provavelmente dos jogos que mais tempo (e moedas) gastei nas arcades da minha zona. No entanto não deixa de ser curioso o tempo que o jogo levou a sair para o mercado caseiro. A primeira versão arcade desta sequela foi lançada originalmente em 1997, enquanto a versão para a PS2 já só chegou no final de 2001, ainda depois do spin off Time Crisis Project Titan ter saído para a Playstation original. Este meu exemplar foi comprado na Cash Converters de Alfragide por cerca de 2€, há quase 2 meses atrás.

Jogo com caixa, manual e papelada. Também tenho uma G-Con 2 em caixa, embora não esteja na foto.
Jogo com caixa, manual e papelada. Também tenho uma G-Con 2 em caixa, embora não esteja na foto.

A história leva-nos novamente a enfrentar uma enorme organização terrorista, cujo novo plano de conquistar o mundo consistia no lançamento para a órbita terrestre de vários satélites munidos com poderosas armas. No fim do dia, cabe novamente à agência V.S.S.E. que envia dois dos seus melhores agentes para impedir que esse desastre aconteça. E mesmo que joguemos completamente sozinhos, existe uma dinâmica interessante com os 2 agentes, com o segundo agente a ser controlado pelo computador, onde os vemos a trocar de posição constantemente e providenciar fogo de suporte um ao outro. Infelizmente não cheguei a experimentar a vertente multiplayer, mas estou curioso em ver como isso se desenrolaria, certamente seria necessário um split screen para recriar a mesma “coreografia” entre as duas personagens.

Cada vez que virmos este círculo vermelho, é altura de esconder pois seremos atingidos
Cada vez que virmos este círculo vermelho, é altura de esconder pois seremos atingidos

De resto a jogabilidade é muito semelhante à do Time Crisis original, com o botão de “cover” que nos deixa 100% seguros do fogo inimigo e serve também para recarregar a arma. No entanto, para não tornar as coisas demasiado fáceis vamos tendo vários checkpoints ao longo dos níveis cada qual com o seu tempo limite que deve ser respeitado. De novidade temos um efeito gráfico vermelho sobre os inimigos de cada vez que estão para disparar um tiro certeiro contra nós. E se por um lado o modo principal de jogo passa-se ao longo de 3 níveis principais separados em diferentes subcapítulos, esta adaptação para a PS2 trouxe vários extras. Um deles é a possibilidade de um jogador usar duas light guns. Os outros passam por bónus que podem ser desbloqueados, como munições automáticas ou infinitas. Temos ainda outros modos de jogo como um de treino, ou o Quick and Crash, baseados em galerias de tiro, onde o segundo modo de jogo obriga-nos a ser o mais rápido possível. Ou então o Shoot Away 2, onde com apenas 2 tiros temos de atingir 2 pratos em movimento. Por fim podemos também desbloquear o Crisis Mission onde somos levados a jogar pequenos missões, incluindo defrontar o herói do primeiro jogo.

A maneira dinâmica como os dois parceiros se complementam é muito interessante. Temos é de ter cuidado em não o acertar.
A maneira dinâmica como os dois parceiros se complementam é muito interessante. Temos é de ter cuidado em não o acertar.

No que diz respeito aos audiovisuais, este Time Crisis II é um jogo que cumpre bem esse papel. E embora tenha jogado a versão arcade imensas vezes, já foi há muito tempo pelo que há certas coisas que não me lembro de ver nessa versão. Tipo os diversos objectos que podem ser destruídos nos cenários! Mas é bem possível que isso tenha sido algo adicionado à conversão para a Playstation 2, visto ter saído muito mais tarde e num sistema tecnologicamente superior. Mas claro, há coisas que nunca mudam nos light gun shooters desta época e uma delas é o voice acting escabroso!

No fim de contas, para quem gostar de light gun shooters completamente em 3D, a série Time Crisis é uma das melhores do género e este Time Crisis II não deixa de ser uma boa aposta, até pela quantidade de conteúdo extra que a Namco se preocupou em trazer nesta conversão.

Ridge Racer V (Sony Playstation 2)

RR VMais uma rapidinha, agora passando para PS2, e para a quinta iteração de uma das séries de corrida arcade que mais sucesso fez nas arcades e também na primeira Playstation. O Ridge Racer 5, tal como o primeiro jogo da série, foi um título de lançamento da própria Playstation 2, pelo menos aqui no ocidente. E apesar de ser um jogo com mais conteúdo que um simples título arcade, a verdade é que a sua jogabilidade continua igual a si mesma. Este meu exemplar foi comprado há uns aninhos atrás, na extinta Gamestop do Dolce Vita no Porto, algures em 2011 por cerca de 5€.

Ridge Racer V - Sony Playstation 2
Jogo com caixa e manual

O Ridge Racer Type 4 foi um excelente jogo de corridas, que para além de ter tirado muito bem partido do hardware da primeira Playstation, apresentou-se como uma aposta bem sólida no que diz respeito aos modos de jogo, ao incluir ainda uma espécie de modo campanha onde acompanhávamos o dia a dia de uma de várias equipas concorrentes nos campeonatos em Ridge City. Aqui infelizmente esse modo “história” deixa de existir, mas alguns dos conceitos introduzidos pelo RR Type 4 foram mantidos nesta sequela.

Os carros continuam a ser fictícios, mas estão repletos de referências a antigas glórias da Namco
Os carros continuam a ser fictícios, mas estão repletos de referências a antigas glórias da Namco

O Grand Prix continua a ser o modo de jogo principal, com diversas classes de campeonatos, com o nível de dificuldade a ser maior em cada classe desbloqueada. Geralmente cada campeonato é composto por 4 corridas diferentes com 3 voltas cada. Na primeira corrida temos de terminar pelo menos em quarto lugar para desbloquear a corrida seguinte, onde já teremos de terminar pelo menos em terceiro e por aí fora até chegar à última corrida onde teremos impreterivelmente de terminar em primeiro lugar. Outros campeonatos possuem diferentes regras, mais arcade, que nos obrigam a passar vários checkpoints dentro de um tempo limite e chegar ao fim sempre em primeiro lugar. Por vezes temos também provas de maior endurance, onde temos de correr umas 10 voltas em circuitos mais ovais. Tal como nos outros Ridge Racer, cada circuito vai decorrendo em diferentes partes de Ridge City, com algumas paisagens e estradas a serem algo familiares para quem se habituou à série. Iremos aqui desbloquear uma série de circuitos, incluindo as suas versões reversas, que podem ser jogados também em diferentes partes do dia como em pleno dia, ao por do sol e à noite, onde em algumas alturas a falta de iluminação nos coloca um pouco mais à prova.

Para quem for fã da série, irá reconhecer muitos dos recantos apresentados nos circuitos do jogo
Para quem for fã da série, irá reconhecer muitos dos recantos apresentados nos circuitos do jogo

Podemos também participar nos Extra Grand Prix, onde poderemos customizar um pouco o carro escolhido para a prova, ao desbloquear outros motores. Existem também outros modos de jogo como o versus single race que dispensam apresentações, assim como o Time Attack, onde corremos com o único objectivo de fazer o melhor tempo possível. O Duel, tal como o nome indica, serve para correr contra um oponente teoricamente bastante forte, podendo depois vir a desbloquear os seus carros.

Graficamente é um jogo bem competente, tendo em conta que saiu no início do ciclo de vida da Playstation 2. Os carros estão bem detalhados e contam com alguns bonitos efeitos de luz, inclusivamente o rasto das luzes vermelhas traseiras, que já era visível no Ridge Racer Type 4, mas claro que a Playstation 2 viria a provar ser capaz de fazer melhor, com o decorrer dos anos e do seu ciclo de vida. A banda sonora é uma vez mais bastante eclética, com faixas rock, outras mais electrónicas ou experimentais, mas para ser sincero, tanto a nível de design geral da arte do jogo e seus menus, como na banda sonora, o Ridge Racer Type 4 foi um jogo mais bem conseguido nesse campo.

Os menus continuam algo estilosos, mas acho que no geral o RR Type 4 se saiu melhor nesse campo
Os menus continuam algo estilosos, mas acho que no geral o RR Type 4 se saiu melhor nesse campo

No fim de contas, este é um jogo bem competente de corridas, em especial para aqueles que procuram uma experiência mais arcade, mas também com conteúdo suficiente que justifique a sua longevidade.

Midway Arcade Treasures (Sony Playstation 2)

Midway Arcade TreasuresPara não variar, vamos lá a mais uma rapidinha. E o que cá trago hoje é uma das várias retro compilações que a Playstation 2 recebeu, nomeadamente o primeiro volume da Midway Arcade Treasures. A Midway é uma empresa norte americana com as suas origens nas arcades e com uma história algo rica, até porque muitos dos jogosque vamos encontrar aqui não foram desenvolvidos de raiz pela Midway, como é o caso dos jogos da Williams (empresa que inclusivamente comprou a Midway) ou outros exemplos como o Klax e Gauntlet da Atari Games, cujos direitos foram comprados pela Midway/Williams algures nos tempos. Este meu exemplar foi comprado há uns meses atrás na Cash Converters de Alfragide por 3€ se a memória não me falha.

Compilação com caixa, manual e papelada
Compilação com caixa, manual e papelada

E temos aqui muitos títulos da década de 80 para experimentar, como os Defender, Joust, Spyhunter, Super Sprint, Gauntlet, Rampage entre outros clássicos e jogos bem mais obscuros como o Toobin ou o “simulador de barman” Root Beer Tapper. Os jogos mais recentes que encontramos nesta compilação são o Rampart e Smash TV de 1990. Mas tal como a Activision Anthology, também teremos muito conteúdo extra que a meu ver é o que dá realmente valor a esta compilação. Existem quatro diferentes tipos de conteúdo bónus: uma secção com algum texto da história e desenvolvimento do jogo, outra com imagens como as cabines arcade e os seus panfletos publicitários, uma outra secção de “trivia”, onde são contadas algumas curiosidades sobre os jogos, que podem até ser acompanhadas de respostas gravadas pelos próprios autores dos jogos. Mas a mais importante para mim são mesmo as entrevistas aos autores dos jogos. Infelizmente este conteúdo bónus não está tão uniformemente distribuído, ou seja, embora todos os jogos tenham alguma coisa de extra para mostrar, muitos não têm as tais imagens extra, ou entrevistas, trivia e afins.

Ainda assim não deixa de ser uma compilação interessante. Há jogos que resistiram bem mais ao teste do tempo que outros, pois jogar o Super Sprint com aqueles controlos foi um atrofio completo. No entanto, para quem se interessa por estas retrospectivas esta compilação cumpre bem o seu papel. A ver se consigo encontrar os outros 2 volumes seguintes!

Mobile Light Force 2 (Sony Playstation 2)

Mobile Light Force 2Ao olhar para a capa deste jogo, vocês, estimados leitores, devem estar a pensar que eu bati mesmo no fundo e agora trago cá qualquer lixo. Bom, isso também pode não ser mentira, mas não se aplica neste caso em específico. É que por debaixo de todo aquele azeite a escorrer na capa, por detrás da mesma até que está um grande jogo, embora severamente esquartejado. É que este “Mobile Light Force 2”, que possui uma capa horrível com 3 “charlie’s angels” na capa é na verdade o shmup Castle Shikigami da Alfa System. Para confundir ainda mais as coisas, no mesmo ano (2003) sai também para a Playstation original um Mobile Light Force 1, com exactamente a mesma capa e um jogo nada a ver… o primeiro Gunbird! Este meu exemplar foi comprado numa Cash por 2€.

Jogo com caixa e manual
Jogo com caixa e manual

E o Castle Shikigami é um shmup daqueles mais bullet hell, onde esperam sempre que nos esgueiremos pelo buraco de uma agulha perante um mar de projécteis. Não é uma coisa para todos, portanto! A história é algo sem muito sentido, que mistura humanos com super-poderes, assassinos em série e o sobrenatural. O que é que as aeronaves que vamos enfrentando têm a ver com isto não faço ideia. E isto para mim é tão vago porque a história foi a primeira coisa que a XS Games (a publisher responsável por este desastre) decidiu retirar todos os diálogos ou monólogos cujas personagens e vilões vão tendo ao longo do jogo. No manual já descreve um pouco os backgrounds das personagens e de alguns vilões, mas de facto não se compreende porque retiraram os diálogos do jogo se tiveram de traduzir o manual.

As moedas têm aqui um papel importante. Não servem para comprar coisas, é mais para pontos de experiência que nos permitem subir de nível e ficar mais fortes.
As moedas têm aqui um papel importante. Não servem para comprar coisas, é mais para pontos de experiência que nos permitem subir de nível e ficar mais fortes.

De resto, a jogabilidade é bastante exigente, tal como é habitual nos shmups deste género, pois em diversas alturas somos assolados com imensos projécteis e temos mesmo de ter reflexos de ninja para sair de lá ileso. Depois, tal como o Psyvariar, este é também um jogo que joga muito com o risco/recompensa de nos manter o mais próximo possível dos adversários, aumentando bastante a pontuação dessa forma. Depois ao derrotar inimigos vão caíndo moedas que podemos apanhar. Consoante o número de moedas que tenhamos na nossa posse, o nosso nível aumenta ou diminui (perdemos moedas ao ser atingidos), assim como o nosso poder de fogo. Os controlos são simples, com um botão para ataques normais (na verdade dois, se quisermos auto fire ou não), outro para os ataques especiais e por fim um outro para os ataques “Mobile Light Force 2” que apesar de nos deixarem temporariamente mais lentos, garantem que as moedas vêm automaticamente ter até nós, assim que derrotemos algum inimigo. A coisa engraçada nisto é que cada personagem possui ataques completamente distintos entre si, o que pode aumentar o factor de replayability, pois cada personagem significa diferentes abordagens e estratégias de jogo. Para além disso somos obrigados a jogar sempre com a mesma personagem do início ao fim no modo história…

Infelizmente os diálogos, presentes na versão arcade mas também na versão japonesa desta conversão PS2, foram retirados nesta localização para Mobile Light Force 2
Infelizmente os diálogos, presentes na versão arcade mas também na versão japonesa desta conversão PS2, foram retirados nesta localização para Mobile Light Force 2

De resto a nível gráfico não achei um jogo fora do comum. Os backgrounds são todos poligonais (não muito detalhados) e tanto podem representar áreas naturais como florestas e desertos, ou zonas mais urbanas. Mais uma vez vi ali uma Torre Eiffel… Os inimigos também são um misto de poligonais ou sprites, mas, fora um ou outro boss, também não vi nada que me impressionasse muito, pelo menos no design, que é uma das coisas que eu sempre acho piada nestes shmups. A música tem quase sempre uma toada mais electrónica, mas no meio de todo aquele caos e a minha preocupação em não perder vidas, nem deu para apreciar realmente o que estava a ouvir.

No fim de contas, este até me pareceu um jogo interessante pelas suas mecânicas de jogo, mas é nitidamente mais voltado para um mercado de nicho dos bullet hell shmups, embora possua mecânicas de jogo algo inteligentes também e que se forem bem utilizadas têm um bom potencial de nos facilitar a vida. Pena é mesmo por esta versão ocidental da PS2 ser um desastre de localização. Felizmente com o Castle Shikigami II isso não aconteceu e a localização foi muito mais fiel ao original.

Metal Slug 4 (Sony Playstation 2)

Metal Slug 4Hoje é dia para mais uma rapidinha, pois infelizmente não tem havido tempo para jogar algo mais “robusto”. E o jogo que cá trago hoje é a conversão para a PS2 de mais uma entrada na famosa série Metal Slug da SNK. Na verdade, este Metal Slug 4 já foi desenvolvido numa fase mais negra da empresa Japonesa, após a mesma ter fechado as portas e as suas IPs vendidas à Playmore. O meu exemplar foi comprado há cerca de 2 meses atrás a um particular, custou-me 7.5€.

Metal Slug 4 - Sony Playstation 2
Jogo com caixa e manual

A história repete-se e uma vez mais há um conflito de larga escala para resolver. Desta vez pela organização terrorista Amadeus, que se prepara para desenvolver um virus informático capaz de invadir qualquer sistema de segurança, incluindo os militares, e com grande potencial para propiciar desastres. Mais uma vez recai nos mesmos mercenários a tarefa de lutar contra a ameaça, embora apenas Marco e Fio se mantenham dos jogos anteriores. A substituir Tarma e Eri estão os novatos Trevor e Nadia, mas novamente cada personagem não possui habilidades distintas entre si, pelo que quem escolhemos para jogar acaba por ser algo indiferente.

Uma cara conhecida... mas nem tudo o que parece... é.
Uma cara conhecida… mas nem tudo o que parece… é.

A jogabilidade mantém-se igual a si mesma, com a acção non-stop repleta de soldados, tanques e outros veículos inimigos para destruir. Isto tudo sempre com as excelentes animações e também algum humor à mistura como a série bem nos habituou. A nível de novas funcionalidades, para além de novos veículos a conduzir (incluindo uma empilhadora) e uma nova arma, uma dupla metralhadora, temos também uma nova transformação. Para além de podermos ficar bastante obesos ao comer itens de comida, ou transformarmo-nos em zombies, algo que nos limita sempre os movimentos, agora podemos também nos transformar em macacos, também com restrições de movimento, mas com o benefício de poder saltar bem mais alto e agarrar aos tectos, disparando por aí. A outra novidade está no sistema de Metal Rush. Ao longo do jogo podemos apanhar alguns emblemas e mediante a cor do emblema que apanhamos temos uma barra de tempo que dimui mais ou menos rapidamente. Durante esse tempo estamos invencíveis e o objectivo é procurar obter a maior pontuação possível.

Os confrontos com os bosses são sempre épicos
Os confrontos com os bosses são sempre épicos

No que diz respeito aos audiovisuais, tenho sentimentos mistos. Por um lado, o jogo utiliza o mesmo motor gráfico, e os gráficos continuam num 2D bem detalhado e com óptimas animações, mesmo com a Neo Geo a mostrar a sua idade, continua a ser um jogo belíssimo de se ver. Por outro lado não o achei tão épico como os anteriores, onde até se chegou a combater no espaço. Desta vez não há extraterrestres para ninguém! Ainda assim o jogo vai tendo variedade quanto baste, com as habituais paisagens semi-urbanas, naturais, uma cidade assombrada, o interior de um navio ou de uma base militar. As músicas são bem competentes, como sempre.

Como é habitual, há sempre algum humor à mistura.
Como é habitual, há sempre algum humor à mistura.

De resto, para além do modo arcade tradicional que pode ser jogado por 2 jogadores, a versão PS2 possui ainda um outro modo onde podemos jogar apenas no nível que escolhermos. Os níveis disponíveis neste modo são apenas os que já conseguimos finalizar no modo arcade, mais o seguinte.

Tornar-se zombie pode ter algumas vantagens...
Tornar-se zombie pode ter algumas vantagens…

Posto isto, apesar de não ter achado este Metal Slug 4 tão empolgante como os seus dois antecessores, não deixa de ser um óptimo jogo. Afinal em fórmula vencedora não se mexe, ou mexe-se pouco, e mesmo não tendo uma campanha tão épica, a jogabilidade simples e frenética, aliada aos óptimos gráficos e animações em 2D fazem com que seja sempre um enorme prazer jogar qualquer jogo desta série.