The Elder Scrolls: Arena (PC)

Para não destoar da quantidade de artigos de PC que tenho trazido aqui à ribalta, o jogo que falarei hoje é um dos RPGs ocidentais da velha (não velhíssima) guarda, e o primeiro capítulo da série de maior sucesso da Bethesda. Na verdade, apesar de este jogo estar disponível para download gratuito no site da Bethesda e ter sido essa a versão que eu joguei até ao final, a versão que trago aqui hoje é a que vem incluída na The Elder Scrolls Anthology, uma compilação que traz todos os capítulos da série principal e suas expansões, deixando de fora o Redguard e o Battlespire. Embora acredito piamente que o único motivo pelos quais esses jogos não foram incluídos prende-se pela sua complexidade em correrem em sistemas operativos modernos e a Bethesda ter sido sempre um bocadinho preguiçosa.

Éniuei, esta minha compilação foi-me oferecida pela minha namorada no Natal de 2013, foi um presente que eu adorei pois já andava a fazer-lhe olhinhos há uns valentes meses. Para além de discos para cada jogo e suas expansões, traz também vários mapas de Tamriel, alusivos à região em que cada jogo decorre, tudo isto inserido num “livrinho” bonito. Para além de não trazer os já referidos spin offs, tenho também pena de não trazer os manuais, estando estes disponíveis apenas em pdf. Como isto é uma edição de coleccionador bem que podiam ter-se dado a esse luxo. Mas voltando ao que interessa, o primeiro jogo da série, podem ler a minha análise completa na PUSHSTART deste mês, ou clicando já aqui.

Musaic Box (PC)

Para não variar, o próximo artigo será a mais um jogo indie (e provavelmente não será o último do género nesta semana visto que tenho mais um jogo em calha). Musaic Box é um videojogo que mistura vários conceitos. Em parte é um “hidden object game” em que temos de clicar em tudo o que esteja no ecrã para procurar objectos escondidos, mas também tem uma muito interessante componente musical, onde temos de construir várias melodias numa caixinha de música, com uma jogabilidade de puzzle-game que descreverei com mais detalhe em seguida. E este é mais um dos jogos que vieram parar à minha conta steam algures por aí num dos vários indie bundles existentes por uma ninharia.

Musaic Box PCExplicar o conceito deste jogo vai ser algo difícil, mas vamos lá. Em primeiro lugar, a personagem que representamos tem a música a correr-lhe no sangue, visto todos os seus familiares sempre terem estado ligados à música. E o que seria uma simples visita ao nosso avô, tornou-se numa espécie de caça ao tesouro musical, pois o dito avô não estava em lugar nenhum e tudo o que vemos, no meio de toda a parafernália de instrumentos musicais, retratos de compositores e outros objectos ligados à música espalhados por toda a casa, é uma curiosa caixa de música e pistas escondidas. O avô pretende que procuremos esquemáticas de melodias para criarmos na caixinha de música que nos deixou. É aqui que entram os elementos de jogo de aventura, pois podemos explorar várias divisões da casa e essas pistas estão muitas vezes escondidas mesmo debaixo do nosso nariz, sejam pequenos pedaços de papel semi-escondidos, ou então teremos de interagir com alguns objectos para as descobrir, como abrir gavetas, livros e por aí fora. Quando encontramos todos os pedaços de papel necessários para compor uma determinada música podemos tentar fazê-lo e é aqui que entra toda a originalidade deste jogo.

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Antes de nos pormos a brincar com a caixa de música, temos de encontrar as esquemáticas necessárias espalhadas em várias divisões

Ora isto mistura um jogo musical com algo tipo Tetris. A ideia é pegar numas pecinhas tipo os blocos de tetris e colocá-los num espaço disponível no meio da caixa. No entanto, cada pecinha está dividida em 2 ou mais quadrados que representam um instrumento musical, cada um com uma cor respectiva. Na área do puzzle, as colunas representam um compasso, as linhas representam o tempo que a música dura. Então já estão a ver o esquema, não? A ideia é resolver o puzzle, mas de maneira a que cada peça fique encaixada de forma a gerar a música em questão. Para nos ajudar, temos muitas vezes na parte de baixo da caixa de música, umas roldanas que podemos por a tocar de forma a ter a linha condutora da melodia principal. Depois, ao tocar em cada peça podemos ouvir como a mesma soa, até que por fim só resta encaixar a peça onde achamos que é o seu lugar. Na área do puzzle podemos também clicar em qualquer lado que começa automaticamente a tocar a melodia que construímos a partir desse ponto. Então convém termos um ouvido algo treinado para a música, pois temos de conjugar bem as melodias, harmonias, baixo e percussões para construir uma música que faça sentido. E temos de também ter em conta que não podemos colocar nenhum instrumento repetido na mesma coluna, pois é impossível alguém tocar 2x ao mesmo tempo.

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Algumas composições são bastante fáceis…

Nalguns puzzles, resolvendo-os de forma geométrica ajuda-nos bastante, pois algumas peças apenas se encaixam nalgum lugar em específico, logo já dá uma boa ajuda. Porém outras músicas são mais regulares nos seus ritmos, e as peças também muito parecidas entre si, o que exigirá um ouvido mais treinado. Noutros puzzles ainda a linha condutora que nos dá a melodia principal simplesmente não existe e teremos de construir a música toda de ouvido sem ter escutado nada anteriormente. Felizmente as músicas existentes são todas de domínio público, sendo trechos de composições clássicas de Mozart ou Strauss, outras mais tradicionais (como algumas músicas de Natal) ou mesmo infantis como a do Old MacDonald had a farm. Gostei bastante dos arranjos que lhes deram em algumas músicas clássicas.

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Outras já exigem mais concentração.

E pronto, Musaic Box é isto. Ao fim do jogo desbloqueei um modo adicional chamado “Creations”, mas não o cheguei a experimentar. Pelo nome suponho que nos deixa criar as nossas próprias obras, mas não sei até que ponto o jogo nos dá liberdades para tal. De resto, visualmente é um jogo que não é propriamente nenhum eye-candy mas também não precisa. Os gráficos são bem detalhados para algo mais 2D, e conseguimos facilmente discernir o que seria um objecto escondido ou não. Em relaçao às músicas, eu tenho uma maior preferência para as composições clássicas (já que não estou a ver uma caixa de música a debitar Cannibal Corpse) e mesmo com as mesmas a serem tocadas em MIDI, a qualidade estava boa e gostei dos arranjos que fizeram em algumas músicas conhecidas. Músicas mais infantis eu sinceramente dispensava.

Musaic Box é um interessante e original puzzle game desenvolvido pela KranX Productions. Não é perfeito, sinceramente eu dispensaria todos os fillers de ter de explorar as divisões da casa para encontrar os planos das composições musicais e passaria logo para o puzzle-solving que é sem dúvida o ponto forte do jogo. Mas não deixa de ser um jogo bastante interessante, pelo que recomendo que o espreitem assim que possível.

Safecracker: The Ultimate Puzzle Adventure (PC)

Continuando com os indies no PC para mais uma rapidinha, já que o tempo livre continua a não ser muito, infelizmente. Este Safecracker é um jogo de aventura em primeira pessoa cujo objectivo consiste em decifrar os enigmas por detrás de mecanismos de abertura de vários cofres espalhados ao longo de uma mansão. Sinceramente já não me recordo ao certo como este jogo veio parar à minha conta no steam, mas certamente terá sido através de algum indie bundle, senão de outra forma não me estaria a ver a comprá-lo.

Safecracker PCExiste uma história por detrás deste jogo, não andamos a abrir cofres sem motivo aparente. Basicamente é o seguinte: Duncan W. Adams, multi-milionário e barão da indústria petrolífera faleceu recentemente e como seria de esperar, deixou para trás uma enorme fortuna. Os seus familiares e herdeiros estão ansiosos para saber quem vai ficar com o quê mas Duncan, num momento final de trolling decide-lhes pregar uma partida. A sua paixão de vida sempre foram os cofres com mecanismos de abertura complexos e bizarros e como tal, decidiu esconder o seu testamento algures num cofre secreto em sua casa, onde cofres não faltam. Sendo assim os herdeiros de Duncan contratam-nos a nós, experts no assunto, para descobrir o testamento. Infelizmente a história não tem grandes desenvolvimentos a partir daqui, nós vamos encontrando algumas cartas ou outros documentos que nos dão mais alguns detalhes sobre a vida de Duncan, mas nada por aí além e o final é muito mauzinho, na minha opinião.

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O movimento neste jogo é feito em “point and click”. Se o ponteiro do rato mudar de figura para este género, significa que podemos avançar para essa área.

A jogabilidade é a de um point and click na primeira pessoa tal inspirada no clássico Myst. Podemos olhar livremente em 360º para o que nos rodeia, mas apenas podemos nos movimentar para certos locais, mediante se o ponteiro do rato muda de figura, indicando que podemos avançar nessa direcção. A ideia é vasculhar a casa por pistas, items ou documentos que nos possam ajudar a abrir uma série de cofres, sendo que para isso muitas vezes teremos de abrir outros cofres anteriormente. O verdadeiro desafio está mesmo a abrir os cofres em si, sendo que os mecanismos de abertura são bem variados e tanto podem exigir uma simples chave ou combinação numérica, como que resolvamos sliding puzzles, raios laser com frequências precisas ou outros quebra-cabeças lógicos. O desafio está mesmo aí, sinto que todos os aspectos de aventura e também história foram colocados para o jogo não ser simplesmente uma sequência de cofres para abrir. Infelizmente isso acabou por tornar o jogo algo monótono, creio que a história deveria ter sido melhor desenvolvida até para nos incentivar a continuar o jogo, se não formos os maiores fãs de puzzle games.

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Um exemplo dos puzzles que temos de resolver

Graficamente é um jogo com um aspecto muito limpinho. A mansão que exploramos é luxuosa, bem detalhada e sempre bem iluminada. Tudo tem um aspecto muito clean o que não é mau e sinceramente até nem é desajustado face ao que o jogo pretende. Os efeitos sonoros são ok, nada a apontar, o voice acting é um pouco monocórdico e relativamente às músicas nao foram propriamente coisa que me tenha ficado na memória. Mas lá está, o foco do jogo é mesmo a resolução de puzzles e pouco mais.

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Preparem-se para ver muitas geringonças bizarras.

Apesar de ser um jogo bem competente naquilo que se compromete, não posso dizer que seja algo que eu recomende vivamente, pois a mistura que é feita entre um jogo de aventura e puzzle solving acaba por ser mediana nas duas vertentes e o que não falta por aí são jogos melhores nesse aspecto.

Saira (PC)

Saira PCVoltando aos indies, para uma interessante mistura de Limbo no espaço. Saira é um jogo de plataformas/aventura e exploração, onde controlamos uma jovem com o mesmo nome na sua aventura pelo universo em busca de peças para uma máquina de teletransporte. O jogo foi produzido por Nicklas “Nifflas” Nygren, que por sua vez já tinha sido o autor de vários outros jogos da série Knytt (acho que tenho por aqui um desses também). E tal como a esmagadora maioria dos meus jogos indie, este foi igualmente adquirido juntamente com um dos imensos indie bundles que por aí se vê, tendo-me custado muito pouco.

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O nosso fiel disco voador que pode não parecer, mas faz muita coisa

A história por detrás deste jogo é estranha. O mesmo decorre num futuro onde a humanidade teve grandes progressos tecnológicos, pois a exploração espacial, colonização de outros planetas e o teletransporte são uma realidade. Saira é uma fotógrafa de animais exóticos, viajando pelo espaço e até que uma viagem de teletransporte para Marte lhe corre mal e quando lá chega, não há quaisquer sinais de presença humana, apesar de tudo o resto estar intacto. Saira resolve então criar o seu próprio dispositivo de teletransporte de forma a tentar voltar à normalidade, mas para isso é necessário algumas peças. Felizmente temos o nosso próprio disco voador que nos permite voar pela galáxia e visitar vários planetas em busca dessas necessárias peças.

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Consultando o mapa, podemos ver quais os sistemas solares e planetas a visitar

Daí entra a parte de plataforma e exploração, mas também o puzzle-solving, visto que para alcançarmos muitos desses objectos, teremos algum puzzle para resolver. Muitos deles envolvem interagir com terminais que nos apresentam enigmas lógicos, desde coisas muito simples como introduzir uma password, decifrar códigos, ou coisas mais rebuscadas como interagir com esquemas eléctricos. Nalguns dos puzzles mais complicados podemos (e devemos) utilizar o PDA de Saira que um dos seus menus consiste em dar algumas pistas de como resolver o presente puzzle. Em muitos deles outras pistas estão nas próprias paisagens, como se pode ver logo no início uma password numérica escrita numa parede. Uma das outras funções do PDA de Saira é precisamente tirar fotos a secções do nosso meio ambiente e consultá-las posteriormente.  E por vezes para resolver um puzzle teremos de ir a um planeta vizinho, pelo que este jogo tem uma abordagem completamente não-linear, permitindo-nos explorar os planetas que quisermos na ordem que nos apetecer, mediante que tenhamos combustível suficiente para lá chegar. Combustível esse que pode ser restabelecido em aparelhos espalhados pelos vários planetas, mas muitas vezes para o podermos fazer também teremos algum enigma a resolver.

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E enquanto não chegamos ao destino, podemos passar o tempo a jogar nesta máquina de pinball bizarra.

E a exploração espacial tem também o seu quê. O combustivel não é gasto se viajarmos entre planetas do mesmo sistema solar, mas sim é gasto ao viajar entre vários sistemas solares espalhados na Via Láctea. As viagens mais longas chegam a demorar alguns minutos pelo que o autor do jogo pensou em algo mais: podemos ouvir várias estações de rádio nas viagens, bem como jogar um minijogo muito peculiar, consistindo em várias máquinas de Pinball divididas horizontalmente entre si. Dá para perder uns bons minutos com aquilo! De resto Saira tem também a sua quota-parte de desafios de plaftorming. Saltos com precisão cirúrgica são por vezes necessários, bem como a habilidade de saltar de parede em parede é várias vezes posta em práctica. Esquivar de adversidades, sejam em cenários mais industriais com serras eléctricas, tubos com líquído escaldante, ou mesmo fauna e flora hostil também são uma parte muito importante do jogo. Até porque Saira não tem qualquer arma para se defender. Felizmente que para não tornar as coisas demasiado irritantes existem diversos checkpoints espalhados pelo jogo, que podem ser activados sempre que nos aproximamos de algum. Dessa forma sempre que morramos renascemos no último checkpoint activado, bem como nos podemos teletransportar para o mesmo (ou para a nossa nave) a qualquer momento utilizando mais uma vez o PDA de Saira.

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Estas plantas vermelhas são nocivas e estando próximo delas faz com que fiquemos sem oxigénio. Mas mesmo assim temos de ir em frente.

Visualmente é um jogo simples mas bem eficaz. É certo que Saira está simplesmente representada, os “foregrounds” dos mundos são também bastante simples, lembrando por várias vezes, em especial nos planetas mais escuros, jogos como o Limbo. Mas os backgrounds parecem mesmo desenhados à mão e cada mundo é bem distinto entre si, desde cenários idílicos e verdejantes, outros em ruínas e ainda outros bem hostis na sua Natureza. Mas o que dá mesmo gosto ver é a fluidez de movimentos, devido a um impressionante efeito de paralaxe do que vai decorrendo no background, oferecendo uma sensação de profundidade muito boa. As músicas são também todas compostas pelo mesmo autor e na sua maioria são apenas pequenas melodias bastante atmosféricas que vão ecoando enquanto vamos explorando os planetas desertos de vida inteligente. Mas também vamos tendo ocasionalmente algumas outras músicas mais mexidas quando tal se justifica, mas sempre com uma vertente electrónica acirrada.

Saira é um óptimo jogo de plataformas, ideal para quem é fã de Metroidvanias, mas em detrimento dos combates, temos um foco muito maior no puzzle solving. Não conhecia de todo Nifflas, seu autor, mas irei certamente estar atento aos seus futuros trabalhos. É um jogo muito minimalista em vários aspectos, mas possui um charme muito próprio que me deixou bastante agradado. No entanto, por todas essas razões, também compreendo que não seja um jogo que agrade a todos.

Tetris (Nintendo Gameboy)

Tetris - Nintendo GameboyPoderia escrever uma dissertação enorme sobre toda a história que Tetris passou desde a sua concepção em 1984 por Alexei Pajitnov em plena Guerra Fria, os conturbados franchisings e vendas de direitos para colocar o jogo nas arcadas, computadores, consolas e portáteis até à criação da The Tetris Company 12 depois de o jogo ser lançado, para que o seu criador pudesse finalmente receber algum carcanhol. Mas não, este será um artigo curto até porque toda a gente e os seus animais de estimação já jogaram este produto que é a melhor coisa que a União Soviética alguma vez concebeu. E este cartucho entrou na minha colecção algures durante o mês passado, tendo sido comprado na feira da Ladra em Lisboa por 2€.

Tetris - Nintendo Gameboy
Apenas o cartucho, infelizmente.

Essencialmente é um jogo em que controlamos vários tetrominós, que na verdade são blocos construídos por 4 quadrados que podem assumir várias formas, a cair num espaço fechado e o objectivo é construir linhas que preencham toda a largura desse mesmo espaço, fazendo a linha desaparecer e ganhar pontos com isso. A dificuldade vai sendo incrementada ao aumentarem gradualmente a velocidade e basta um dos quadrados ficar fora do “pote” que é gameover. Mas claro que isto vocês já sabiam.

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Não sei se o Alexei recebeu alguma coisa por cada cópia destas vendida, mas ao menos mencionaram o seu nome nesta versão.

E este Tetris tornou-se no jogo de lançamento da Nintendo Gameboy, o que acabou por fazer todo o sentido, pois se há plataformas em que um jogo como este faz sentido, são as consolas portáteis. Se não numa Gameboy, quem nunca teve ou jogou numa Brickmania ou noutro dos seus milhentos clones? É possivelmente o primeiro grande jogo casual da história e a sua influência em muitos outros jogos que lhe seguiram é bem notória. Coisas como Columns, Puyo Puyo, Bejeweled e até o infame Candy Crush Saga. Aqui, na versão multiplayer temos várias opções, que nos permitem desligar a opção de ver qual a peça que vem a seguir, ou começar o jogo já com alguns blocos aleatoriamente posicionados na área de jogo para aumentar a dificuldade. Mas para além disso, e esta é para mim a grande vantagem da versão Gameboy face a todas as Brickmanias que conheço, é a sua vertente multiplayer. Através de um cabo com o qual podemos ligar duas Gameboys entre si, é possivel jogar contra um amigo onde o objectivo é sobreviver mais tempo que o nosso oponente. À medida em que nos vamos safando bem, ao limpar algumas linhas consecutivas, adicionamos algumas linhas incompletas de blocos no fundo do ecrã do adversário, dificultando-lhe mais a vida.

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Tetris! What else?

Graficamente é um jogo bastante simples e sinceramente nem precisa de mais perlimpimpins para cumprir perfeitamente o seu papel. As músicas são bastante variadas, com o jogo a oferecer aos nossos ouvidos uma panóplia de adaptações de obras de música clássica no estilo 8bit, mas também outras faixas mais “videojogos”. Creio que muita gente ainda as sabe de cor, com tantas horas a ouvi-las.

Resumindo, Tetris é um dos maiores clássicos de sempre da história dos videjogos e apesar de ao longo dos anos terem surgido imensas variações da mesma fórmula, mesmo em jogos com o nome “Tetris” lá metido no meio, para muitos é esta a versão que guardam com mais nostalgia e eu não sou uma excepção.